Estamos vivendo um momento especial: a figura da mulher está passando de elemento secundário para papel de protagonista. Embora ainda sofra com as heranças de um sistema patriarcalista, ou seja, centrado na figura masculina, a mulher conseguiu aumentar seu espaço dentro da sociedade.

Ela abandonou o estigma de que tinha que ser dona de casa e passou a assumir postos no mercado de trabalho — até mesmo em cargos importantes dentro de empresas — e a contestar a submissão nas estruturas hierárquicas. O tempo e as lutas promovidas ao longo dele foram essenciais nessa transformação.

É fato que a presença da mulher no mercado de trabalho aumentou. Porém, ainda estamos diante de uma série de desigualdades no que se refere aos diferentes gêneros. Em muitas famílias, a mulher acumula tanto as funções domésticas quanto as trabalhistas e as maternas, ficando sobrecarregada.

Em comparação com os homens, as mulheres ainda ocupam menos cargos de nível superior nas empresas, apesar de elas formarem uma maioria apta e capacitada para permanecer no mercado de trabalho. O salário da mulher ainda é proporcionalmente menor em relação ao dos homens na sociedade atual. Temos muito o que mudar, não é verdade? A boa notícia é que sim, a sociedade está se transformando.

Dentro desse cenário de mudança, nós nos deparamos com um grupo cada vez maior de mulheres que decidem empreender. Vale lembrar que a mulher é, naturalmente, empreendedora. Diante das situações de crise, as mulheres usam sua mente criativa para conseguir as melhores soluções para o sustento da família. E isso não vem de hoje.

Neste post, você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre o empreendedorismo feminino, do panorama aos desafios. Continue a leitura e saiba mais sobre como as mulheres estão transformando o mercado com suas ideias e iniciativas.

Qual é o atual panorama do empreendedorismo feminino?

O empreendedorismo feminino ganha cada vez mais espaço em nossa sociedade. Ele cresce a passos largos no Brasil e, apesar de estarem em número menor em relação aos homens, as mulheres já mostram que não existe aquele papo sobre sexo frágil.

Depois de conquistarem sua independência, avançarem cada vez mais no mercado de trabalho, subirem degraus na carreira política e assumirem novos postos dentro das relações familiares, as mulheres passaram a desbravar uma área que, num passado não muito distante, ainda era dominada basicamente por homens: o empreendedorismo.

De acordo com o Censo de 2013, as mulheres já são maioria dentro da população brasileira. Mais presentes no mercado de trabalho, são elas também que abrem mais negócios em nosso país.

O que leva as mulheres a empreender?

Mulheres e homens compartilham de muitas motivações quando o assunto é o empreendedorismo. Podemos dizer que são “muitas”, mas não são todas. Pesquisas (como o Perfil da Empreendedora brasileira e o Fontes de Esperança Econômica: Mulheres Empreendedoras) e apontam que as mulheres são levadas a empreenderem por motivações diferentes das dos homens. As satisfações pessoal e profissional lideram, em disparado, entre esses motivos.

Quando decidem empreender, as mulheres apontam outras razões, como o desejo de trazer algo novo para o mercado e para o mundo em que vivemos, impactando positivamente nossa sociedade. Se avaliarmos esse tipo de desejo, notamos que ele tem ligação com a maternidade, ou seja, trazer algo de novo à vida.

Em outros casos, é a busca por um sentido no trabalho que motiva o empreendedorismo. Como nessa história:

Independentemente da motivação que faz com que as mulheres empreendam, a presença delas nessa área fez com que a área de negócios se deparassem com uma nova realidade. Elas influenciam tendências e incentivam outras mulheres a seguirem seus passos rumo ao sucesso e à satisfação. Dentro do empreendedorismo feminino existe um ciclo virtuoso, no qual tudo é alimentado automaticamente — inclusive o incentivo.

Quais os desafios do empreendedorismo feminino?

Mesmo diante de uma realidade cada vez mais justa e de um futuro promissor, as mulheres ainda enfrentam diversos desafios. Vamos listar os principais obstáculos do empreendedorismo feminino logo abaixo:

A conciliação entre carreira, família e maternidade

O instinto protetor sempre esteve presente nas características femininas, desde os primórdios da humanidade. O senso de responsabilidade, na mulher, é mais latente e faz com que, em muitos casos, ela fique sobrecarregada. Basta olhar para as estruturas familiares cujos parceiros colaboram nos cuidados domésticos. Na maioria das vezes, notamos uma carga maior no que tange a responsabilidade feminina.

Ao observarmos nossa cultura, também conseguimos notar que ela incentiva esse comportamento. Isso significa que, além de ter uma carreira e cuidar da família e dos filhos, a mulher tem que encontrar espaço em sua rotina para conseguir empreender. E ela alcança isso na maioria das vezes!

Ao se tornar responsável pela gestão do próprio negócio, no qual ela terá que lidar também com colaboradores, a mulher ainda eleva mais seu senso de responsabilidade. Diante dessa realidade, é necessário aprender a estabelecer prioridades e administrar essa jornada que há tempos deixou de ser dupla e passou a ser tripla. Isso é fundamental para que a autocrítica por não conseguir fazer tudo como gostaria não transforme o sonho em empreender num pesadelo.

Gestão da autoimagem

De modo geral, as mulheres ainda sofrem e são influenciadas com o excesso de opiniões vindas de fora. Ações e escolhas passam por extensos crivos em que todos querem opinar. Saiba que essas opiniões influenciam na maneira como você lida com tudo, principalmente pelo fato de você não trabalhar o autoconhecimento. Você sabe até onde é capaz de chegar?

Quando você investe em autoconhecimento, a gestão da autoimagem é impactada de maneira positiva. Ao ter domínio sobre a sua, você aprende a se posicionar tanto no mercado de trabalho quanto nos relacionamentos pessoais.

A gestão da autoimagem permite que você não caia em armadilhas limitadoras, que reforçam o estereótipo de que você não pode, não consegue e não é capaz. Uma autoimagem distorcida faz com que você seja insegura, dando espaço para as experiências negativas vividas no passado ou no presente.

Essas experiências negativas podem gerar um aprendizado muito rico para seu futuro profissional, pois elas mostram como o sucesso depende diretamente do nosso esforço e dedicação. A gestão da autoimagem proporciona liberdade, principalmente no que tange ao perfil que o mercado exige de você. É o momento de ser livre, de viver sua essência.

O sentimento de culpa

Voltamos a falar de proteção. Quantas vezes você já se sentiu culpada por ter que ir trabalhar e deixar seus filhos com alguém? O instinto protetor pode tornar você controladora, como forma de tentar se blindar de dores e problemas causados pelo sentimento de culpa. O problema é que não conseguimos controlar fatores externos, principalmente as pessoas. Será que vale a pena investir uma carga emocional, como a culpa ou a frustração de tentar controlar tudo, em ações que dão pouco ou nenhum retorno?

Por não conseguir controlar tudo que está à sua volta, você retoma o sentimento de culpa. Notou o ciclo vicioso? A culpa, quando é assumida, visa amenizar uma falta de controle relacionada a algo que deu errado. Isso até parece ser uma solução eficaz para evitar frustrações, porém, ao longo do tempo, isso se mostra extremamente prejudicial para sua saúde mental, pois consome suas energias. É necessário aprender a identificar e administrar o sentimento da culpa.

Quando a culpa domina sua mente, você se vê diante de uma série de situações que a levarão a desistir de empreender. Isso não pode acontecer!

Falta de apoio dos familiares

Ao decidir empreender, a mulher se depara com outro desafio: a falta de apoio dos familiares. Muitas famílias não enxergam com bons olhos a mulher que decide abrir seu próprio negócio ou assumir uma posição de destaque dentro de uma organização. Isso, não apenas em nosso país, mas assim como em outros mais, se deve ao fato de que o “lugar de mulher” não é a frente de organizações e postos de comando.

Quando a falta de apoio dos familiares se soma à baixa autoestima, a mulher se vê diante de um cenário de completo desestímulo. Em vez de juntar forças e ir à luta, a mulher que não conta com o apoio dos demais membros de sua família pode acabar aceitando suas frustrações e se enxergando como alguém que não é capaz de alcançar determinados objetivos.

Lidar com um meio, ainda, predominantemente masculino

Apesar de uma maior participação no mundo empresarial, as mulheres ainda se deparam com um ambiente predominantemente masculino. Além da presença massiva deles, muitas mulheres não se sentem confortáveis com a maneira como os homens se comportam na presença delas. Cantadas, assédios e preconceitos são praticados constantemente. Isso faz com que elas adotem uma postura de timidez em reuniões, congressos, seminários e workshops.

Os homens, no ambiente corporativo, tendem a ser mais competitivos. Já as mulheres, no mesmo ambiente, tendem a ser mais colaborativas. Essa diferença é vista, na maioria das vezes, como forma de segregar grupos e distanciar os gêneros. Poucos profissionais e empresas enxergam nessa diferença uma maneira de tornar o desenvolvimento de uma ideia melhor.

A discriminação de gênero

A cultura latino-americana é pragmática: o “lugar das mulheres” é em casa, cuidando dos filhos e cozinhando. Engana-se quem acha que essa é uma visão deturpada ou irreal. Mesmo em nosso país, onde recentemente tivemos uma mulher como presidente da república, essa visão continua em vigor.

Faça um teste. Lembre-se de quando foi a última vez que você sofreu com discriminação apenas pelo fato de ser uma mulher. A discriminação de gênero faz parte da realidade brasileira, e o empreendedorismo feminino busca vencer as barreiras que separam as mulheres das possibilidades de empreender.

Apesar de enfrentar desafios na hora de empreender, as mulheres reúnem forças para superar os obstáculos e realizar seus sonhos. De fato, as mulheres empreendedoras assumem papéis de liderança nas organizações e colocam em prática suas principais habilidades. Vamos saber mais sobre cada uma delas?

Quais as principais habilidades da liderança feminina?

Por mais que a desigualdade entre gêneros permaneça no mercado de trabalho, nós estamos vivendo um período no qual a mulher ocupa com mais frequência cargos de liderança. Elas adotam um estilo de comando e gestão com características bem marcantes, importantes para que as organizações alcancem os resultados desejados.

Noções como a delegação de responsabilidades, a comunicação eficiente, a partilha de informações e de recursos, assim como a participação de todos na definição de objetivos, passaram a ser mais valorizadas dentro das empresas.

Saiba quais são as principais habilidades da liderança feminina:

Democracia

As mulheres, quando são líderes, tendem a ser mais democráticas do que os homens. As gestões das equipes e dos processos acontecem de maneira mais colaborativa, os colaboradores são ouvidos com mais frequência e cada observação é vista como uma oportunidade para encontrar uma melhoria. Os procedimentos se tornam mais flexíveis e cada profissional tem mais espaço para ter autonomia.

Flexibilidade

A liderança feminina apresenta como característica a flexibilidade em suas ações. Isso permite que a liderança seja voltada para aspectos como a negociação, a gestão de conflitos e a resolução de problemas com base em empatia e racionalidade.

Descentralização

Se cada colaborador tem seus próprios potenciais e capacidades, por que manter uma gestão centralizada em apenas uma figura? A liderança feminina enxerga mais facilmente o potencial de cada indivíduo. Isso faz com que as responsabilidades sejam divididas com mais frequência, o que melhora a capacidade de comunicação e aumenta o consenso entre todos. A visão unilateral deixa de existir.

Gestão de pessoas

Por valorizarem mais as relações, as mulheres em posição de liderança tendem a focar na gestão de pessoas. O clima organizacional é cultivado com o intuito de tornar o ambiente mais colaborativo e com atenção em cada indivíduo, fazendo com que suas qualidades sejam valorizadas e permitindo que exista motivação para que todos busquem alcançar as metas e objetivos propostos pela organização.

Transformação

Outra característica da liderança feminina é a capacidade de gerar confiança e estimular a equipe de trabalho. As expectativas e as necessidades de cada indivíduo são geridas com base em um sistema de valorização no qual existem aspectos como:

  • a confiança;
  • o otimismo;
  • a identificação do colaborador com os valores da empresa;
  • a criatividade;
  • e o pensamento inovador.

Quando uma mulher decide empreender e se tornar líder de uma equipe, ela promove a equidade de gêneros nas atividades sociais e na economia, promovendo o fortalecimento dos negócios e impulsionando o sistema como um todo — do desenvolvimento da companhia a qualidade de vida dos colaboradores que para ela trabalham. Isso é possível por meio do empoderamento.

Quais são os princípios do empoderamento feminino?

Você já ouviu falar sobre o empoderamento feminino? Sabe do que se trata? A Organização das Nações Unidas (ONU) e o Pacto Social, cientes do papel que cada empresa tem no fortalecimento da economia global e no desenvolvimento humano, criou um conjunto de considerações que facilitam a compreensão da comunidade empresarial acerca do papel das mulheres na sociedade e como a presença delas no mundo corporativo permite que exista uma equidade de gêneros.

Essas considerações, juntas, formam os Princípios de Empoderamento das Mulheres. São 7 princípios, e falaremos um pouco mais sobre cada um logo abaixo. Confira!

A liderança promove a igualdade de gênero

A alta liderança de cada companhia deve promover a igualdade de gênero, permitindo que aconteçam mudanças estruturais dentro da corporação. Quando essa promoção se transforma em prioridade estratégica, ela precisa ser desdobrada em metas e objetivos de toda a empresa, além de estar vinculada aos indicadores que refletem a gestão.

O ambiente que promove a igualdade de gênero é um compromisso a longo prazo. As estruturas institucionais e culturais devem ser criadas para que os colaboradores compartilhem isso como um valor comum a todos, permitindo que a promoção seja feita em todos os níveis da empresa.

Igualdade de oportunidades, inclusão e não discriminação

O ambiente que promove a não-discriminação e permite que homens e mulheres tenham oportunidades iguais de desenvolvimento profissional é o primeiro passo para que toda e qualquer organização compreenda que existem desafios que precisam de medidas específicas. A meritocracia, sozinha, não é capaz de permitir a criação desse ambiente.

A meritocracia valoriza o que é realizado e entregue, não a maneira como isso foi feito. Diante do julgamento humano, que tem dificuldades de separar as duas coisas, as organizações precisam levar em consideração outros fatores na hora de promover a igualdade de oportunidades e a inclusão de todos. Um desses fatores é a necessidade de grupos específicos.

Saúde, segurança e fim da violência

Apesar de sermos humanos, somos diferentes, pois as nossas necessidades específicas nos tornam distintos. Quando o assunto gira em torno da saúde ou da segurança de cada indivíduo, é fato que o gênero implica na necessidade de uma diferenciação. Por esse motivo, as companhias precisam reconhecer que existem discrepâncias entre os gêneros e colocar isso no escopo de seus planos de saúde, nas condições de trabalho e nas estruturas das equipes.

Medidas que visam o bem-estar de todos com base em suas necessidades permitem que a saúde física e mental de todos os colaboradores seja preservada, assim como a segurança. Vale ressaltar que o reconhecimento de diferenças entre os gêneros não deve reforçar o campo em torno de estereótipos, como aquele do “lugar da mulher”.

Educação e formação

Um dos recursos estratégicos que promovem a remoção de obstáculos à igualdade de gênero dentro de cada organização, além de ajudar seus membros a superarem desafios pessoais e profissionais, se dá por meio da educação. Políticas de desenvolvimento que são elaboradas considerando as necessidades de homens e mulheres devem ser garantidas, como treinamentos e cursos de capacitação.

Desenvolvimento empresarial e práticas da cadeia de fornecedores e de marketing

As relações entre as empresas e seus fornecedores, assim como suas campanhas de marketing, ajudam a reforçar a promoção da igualdade de gênero. Dentro do relacionamento com os fornecedores, uma empresa pode incentivar a outra, ajudando a disseminar boas ideias e práticas internas de igualdade. Nas ações de marketing, paradigmas de gênero podem ser derrubados e novos valores criados.

Liderança comunitária e envolvimento

A influência de uma organização pode ser utilizada com o objetivo de reforçar o empoderamento feminino como forma de estimular o avanço social e econômico de nossa sociedade. Usando como exemplo as próprias práticas, a empresa alia seu prestígio e visibilidade com o intuito de mobilizar diferentes esferas: governos, sociedades, organizações sem fins lucrativos e até outras companhias.

Transparência, medição e relatórios

A melhora constante do cenário de igualdade de gênero se dá quando metas quantitativas e qualitativas são estabelecidas, monitoradas e revisadas com frequência pré-determinada. Todo progresso ou retrocesso registrado deve ser publicado em relatórios ou indicadores, criados especificamente para isso ou já existentes.

Será que o empreendedorismo feminino é o futuro?

Diante de um crescimento contínuo da participação feminina em postos de liderança no mundo corporativo e dentro do empreendedorismo, chegamos à seguinte pergunta: mulheres que empreendem são o futuro?

Enquanto os homens focam nos resultados financeiros, as mulheres buscam realização pessoal e profissional. O lado financeiro não é deixado de lado, porém, elas fazem com que suas empresas consigam entregar valores aos seus clientes. Tudo vai além de bons produtos ou serviços, pois elas encontram um significado em seu negócio.

É fato também que as mulheres investem mais em capacitação profissional. Elas já dominam universidades, cursos de graduação e de pós-graduação, MBA e treinamentos. Esse investimento em capacitação torna as mulheres mais preparadas para serem empreendedoras.

Ao mesmo tempo, as mulheres conseguem gerir pessoas com mais habilidade. As pessoas compõem as organizações, portanto, a satisfação delas com os seus respectivos trabalhos reflete diretamente nos resultados de cada organização.

Por fim, as mulheres estão se unindo. Termos como empoderamento, feminismo e sororidade ganham cada vez mais espaço entre elas. A união entre todas promove mais conquistas e uma abertura cada vez maior no mercado de trabalho, com o objetivo de promover a igualdade de gêneros.

Diante desses fatos, constatamos que o empreendedorismo feminino é o futuro. Chegou o momento em que as mulheres vão conquistar mais espaço no mercado empreendedor e disponibilizar ao público produtos e serviços com um significado que vai além da qualidade.

O que levar de lição?

Que tal viver um dia de cada vez? É natural do ser humano encurtar distâncias. Quem vive intensamente o presente consegue amenizar o impacto que cada desafio do empreendedorismo coloca diante de seu caminho.

Os equívocos ao longo de seu trajeto devem ser encarados como aprendizados. Errar é humano e permite que você consiga se aproximar das pessoas e fazer com que seus desejos se tornem realidade, impactando não apenas sua vida, mas a de todos que estão a sua volta.

Apesar de se ver diante de incontáveis responsabilidades e papéis que a sociedade insiste em lhe imputar, você não precisa abrir mão de nada. Tudo vai dar certo, principalmente quando você passa a se conhecer melhor e consegue encontrar o equilíbrio entre as diferentes áreas de sua vida.

E você? Como enxerga o mercado para empreender? Tem o desejo de ter o seu próprio negócio? Deixe seu comentário em nosso post!

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