Atitudes que mulheres de sucesso tem com seu dinheiro

Atitudes que mulheres de sucesso tem com seu dinheiro

Um dos principais segredos das mulheres de sucesso é saber lidar bem com o dinheiro. Elas não vivem apenas para poupar e gastar, mas conseguem investi-lo com sabedoria e fazê-lo durar a vida inteira.

Se você vive pagando juros altos, ainda não tem um patrimônio sólido e está sempre gastando desnecessariamente, chegou a hora de aprender a lidar com a sua vida financeira — assim como essas mulheres. Confira, a seguir, 7 atitudes para se espelhar!

1. Repensar a relação com o dinheiro

Muitas pessoas, mesmo que tenham uma alta renda, não conseguem sair do vermelho. Isso acontece, principalmente, por gastarem além do que ganham, baseadas em uma série de desculpas e bloqueios internos que as impedem de mudar.

O que difere a mulher de sucesso das outras é o seu mindset e a sua relação com o dinheiro. Ela usa a inteligência emocional e, por isso, não precisa trabalhar exaustivamente ou viver prisioneira do salário que ganha. Pelo contrário: consegue usá-lo naquilo que realmente faz sentido, passa a fazer mais com menos e vive com mais liberdade.

2. Planejar os gastos

Para o físico irlandês William Thomson, tudo “aquilo que não se pode medir não se pode melhorar”. E isso diz respeito também aos gastos financeiros. Quanto mais consciência você tiver do seu dinheiro, mais fácil será controlá-lo.

A mulher de sucesso dedica parte do seu tempo diário para colocar no papel todas as receitas e despesas, do cafezinho do dia até a parcela da casa própria, e acompanhar periodicamente como vai sua situação financeira. Tudo o que não está ligado à moradia, ao transporte, à saúde e à alimentação é considerado gasto supérfluo e, por isso, precisa ser planejado para caber bem no orçamento.

Muitas vezes, você sonha em investir em algo grande, mas acredita que nunca terá o dinheiro necessário para isso. E, com cortes pequenos em algumas despesas, pode concretizar facilmente esse objetivo. Ter controle não é usar uma “camisa de força”, mas dar a si mesmo a oportunidade de ter mais liberdade no futuro.

3. Traçar metas realistas

Quando se trata de dinheiro, é comum para muitas pessoas traçar objetivos distantes da realidade. Ganhar 1 milhão de reais na loteria, por exemplo, não é uma meta, e sim um sonho. Metas devem ser palpáveis, alcançadas por meio de ações práticas e dentro de um prazo definido.

Por isso, antes de defini-las, faça um balanço da sua vida financeira atual, coloque-as no papel, divida-as em etapas de execução e crie uma estratégia para concluir cada uma delas. Imagine que o seu salário mensal seja de R$2.000,00 e você possua gastos físicos que levem mais da metade dele. Ainda assim, precisa comprar um carro.

Então, como poderá arcar com as parcelas do financiamento? É mais vantajoso comprar um modelo novo? É possível cortar alguma despesa — com lazer, por exemplo — para investir nesse sonho?

4. Consumir de forma inteligente

Um dos principais inimigos das mulheres é o consumo exagerado. Baseadas em facilidades, como o cartão de crédito, e no apelo publicitário, que nos faz sentir atraídas pela tendência do momento, pelo cosmético milagroso ou pelo remédio emagrecedor, acabamos, muitas vezes, comprando além do que precisamos.

Mesmo que você ainda não esteja em uma situação financeira tão desesperadora, consumir de forma inteligente é uma maneira de reduzir o desperdício. Além disso, será possível ter uma renda extra para investir em algo que traga o seu desenvolvimento pessoal.

Portanto, antes de correr até o shopping para comprar mais uma blusinha branca na promoção — mesmo já tendo dez no armário —, avalie se precisa mesmo dela ou está sendo motivada pelo impulso.

A internet pode ser uma grande aliada na busca por um consumo mais consciente e por uma vida minimalista. Dezenas de sites e canais no YouTube trazem dicas valiosas para reduzir o excesso de itens desnecessários e te ajudar a viver melhor com menos.

5. Pensar a longo prazo

Todo mundo quer viver com conforto e qualidade. Mas esse desejo, quando associado a um estilo de vida extravagante — que não seja coerente com o seu padrão de vida —, se transforma em um desastre. Pessoas ricas não são as que acumulam bens, mas sim as que pensam no futuro e estão prontas para enfrentar possíveis percalços (como uma demissão, por exemplo).

Por isso, antes de sair gastando tudo o que ganha em objetivos de curto prazo, como uma viagem ou um carro novo, avalie suas metas a longo prazo. Quanto antes forem iniciados os investimentos nelas, mais tranquilo será colher os frutos no futuro.

6. Poupar na medida certa

Muitos economistas defendem que cada pessoa poupe ou invista, pelo menos, 10% do que ganha para ter uma vida financeira saudável. No entanto, viver em condições ruins ou abrir mão do pagamento de contas, mesmo quando se tem dinheiro, não é um comportamento inteligente.

Até para fazer uma poupança ou um investimento é preciso ter sabedoria. Para isso, estude as diferentes possibilidades de mercado, como bolsa de valores e renda fixa, e escolha uma estratégia que faça o seu dinheiro render e não te deixe “apertada” todo mês.

7. Evitar comportamentos tóxicos

Algo que as mulheres de sucesso possuem como hábito é a autoavaliação. Elas reconhecem quando estão fora de controle e buscam alternativas para se livrar de comportamentos tóxicos, como: consumir desenfreadamente, fazer investimentos errados, pegar empréstimos desnecessários e se endividar.

Se você está perdendo o rumo da sua vida financeira, faça uma reflexão sobre como chegou a esse ponto. Está passando por algum problema pessoal? Enfrentando estresse ou ansiedade? Teve uma infância privada de recursos financeiros?

Está gastando mais do que deveria para ser aceito socialmente? Caso as respostas para essas perguntas sejam “sim”, procure ajuda e evite comportamentos que possam piorar a situação.

Por exemplo: evite idas ao shopping center se você não consegue sair de lá sem comprar; procure um acompanhamento psicológico para sanar traumas do passado; deixe o cartão de crédito em casa, para evitar novas dívidas, e assim por diante.

E você? Sonha em ter uma vida financeira como a das mulheres de sucesso? Então, assine a nossa newsletter e receba dicas em primeira mão!

Aprenda como superar o medo do fracasso

Aprenda como superar o medo do fracasso

O medo do fracasso pode impedir muitas pessoas brilhantes de explorar o seu potencial. Afinal, qualquer oportunidade de crescimento também oferece algum tipo de risco — responsabilidades maiores, maior exigência e o mal-estar de sair da zona de conforto. Porém, se queremos crescer, devemos superar esse medo.

Muitas vezes, as principais atitudes que levam a esse receio são excesso de autocrítica e a mania de perfeição. Com isso, ao iniciar uma nova etapa, você já quer fazer tudo sem nenhuma falha e acaba considerando qualquer tropeço uma enorme catástrofe.

Para ajudar, vou dar algumas dicas simples para você se valorizar, compreender a importância do seu trabalho e superar esse medo do fracasso. Acompanhe!

Não personalize o fracasso

Quando um plano ou projeto dá errado, tendemos a colocar a culpa em nós mesmos. Pensamos: “eu faço tudo errado”, “eu não me preparei o suficiente” ou “eu não sou digno de tal tarefa”. Assim, criamos uma defesa em torno de nós e evitamos situações que tenham o potencial de atingir negativamente nossa autoestima.

Nesse momento, é preciso ter sabedoria. Por isso, gosto sempre de sugerir uma tarefa:

  1. Escreva em um papel os fracassos mais marcantes da sua vida;
  2. Depois, descreva completamente a circunstância: quando e onde ocorreu, quais foram os fatores externos e internos que prejudicaram o desenvolvimento da situação;
  3. Então, analise racionalmente quais fracassos foram causados por fatores externos e quais foram, de fato, mais fruto dos seus erros;
  4. Responda à pergunta: qual foi a porcentagem daqueles que deram errado por fatores externos? Surpreendentemente, você verá que são a maioria;
  5. Por fim, liste em uma folha aquelas falhas causadas por fatores internos. Depois, quero que você reflita se você se aprimorou desde então.

Essa atividade certamente lhe mostrará que grande parte do fracasso vem das circunstâncias. Além disso, você será capaz de ver o quanto você evoluiu desde então. Se você perceber que teve um crescimento muito grande, não há motivo para se preocupar.

Questione a raiz do medo

Na psicologia cognitivo-comportamental, há um conceito bastante interessante: todo os nossos pensamentos têm origem em uma crença central. Ela é desenvolvida ao longo da nossa vida e se refere a uma imagem que criamos de nós mesmos. Por exemplo, quando uma pessoa tem uma autoestima baixa, ela pode ter a crença central de que não tem valor nenhum.

Já as origens do medo podem ser variadas: traumas, educação familiar, educação escolar etc. Então, frequentemente, para superar o medo do fracasso, precisamos entender a raiz do medo e questioná-la. Confira algumas causas comuns:

Educação muito rígida

Os pais sempre exigiram muito e criaram o filho para o perfeccionismo. A cobrança excessiva gera uma ansiedade de desempenho muito grande, e a pessoa desenvolve a crença central de que nada do que ela faz é bom.

Dessa forma, é importante realizar os seguintes questionamentos: o meu temor é real? Quais são as situações que desencadeiam o meu medo de fracassar? Tenho me aprimorado para melhorar constantemente? Frequentemente, deixo de realizar alguma tarefa por ouvir uma voz interior dizendo que nada do que eu faço dá certo?

Então, você será capaz de perceber que grande parte do seu medo não vem de fatores internos, e sim de pensamentos automáticos que sempre te levam a pensar no fracasso, em vez do êxito.

Traumas

Os traumas são aquelas situações que foram muito ruins para nós e que não gostaríamos que se repetissem de modo algum. Assim, deixamos de nos expor a diversas situações que possam desencadear essas memórias ruins.

No mundo dos negócios, isso ocorre constantemente. Uma determinada pessoa abre um negócio que não dá certo e, por isso, deixa de empreender e aproveitar as oportunidades por medo. Então, vem o pensamento automático de que você não sabe gerir bem negócios e que não é um bom empreendedor. Mas, na verdade, é preciso aprender que um fracasso passado não implica um futuro.

Você deve ter aprendido bastante com o primeiro erro e, assim, vai estar mais preparado para evitar os próximos. Além disso, muitas coisas provavelmente mudaram: a situação econômica do país, o mercado, seus concorrentes etc. Portanto, há um grande potencial de suas novas ideias darem muito certo.

Começar com um pequeno MVP

Aproveitando que falei dos traumas com fracasso, vou falar da mudança de paradigmas de negócios que ocorreu nas últimas décadas. Você possivelmente pensa em abrir uma empresa da seguinte forma: vou alugar um local, fazer marketing, comprar tais equipamentos etc. Assim, você precisou de muito esforço para ver sua ideia fracassar no final.

No novo paradigma, você não começa com uma ideia de “negócio”, você inicia com uma ideia de um produto mínimo viável (MVP). Ele funciona da seguinte forma: qual é o produto que você deseja lançar? Então, em vez de criar todo um negócio para lançá-lo e investir bastante, você vai começar aos poucos.

Desse modo, você cria uma versão do produto que demande a quantidade mínima de esforço e desenvolvimento. Com isso, você minimiza seus riscos e, consequentemente, seu medo de falhar. Então, você testa o conceito com um grupo reduzido de clientes. Se der certo, você pode escalar e melhorar o produto.

Porém, caso dê errado, você será capaz de aprender com a situação sem aquele enorme peso de ter perdido muito tempo e dinheiro. Nesse sentido, você deverá manter o seu esforço em um MVP com o conceito aprimorado. A solução jamais será deixar o produto cada vez mais dispendioso, e sim aquele mais simples pronto para ser testado.

Faça testes constantemente

Para ter segurança ao lançar um produto definitivo no mercado, é essencial tê-lo testado diversas vezes. Infelizmente, no mundo dos negócios, a forma como imaginamos o nosso produto não é a que o mercado o recebe. Então, você pode acreditar plenamente que seu produto oferece uma ótima solução para os problemas do consumidor. Porém, o seu público pode acabar não comprando a sua ideia, o que levará seu negócio ao fracasso.

Testar desde o início com um MVP é um dos grandes segredos dos empreendedores de sucesso. Com isso, eles aprendem a cada falha e continuam tendo um bom capital para investir. Por isso, nunca invista pensando em um produto final ou em uma empresa pronta. Coloque sua energia em criar uma ideia interessante e minimamente viável. Depois disso, realize diversos testes de conceito até chegar a um produto realmente maduro e interessante para o público.

Converse com outras pessoas que passaram pelo processo

Na psicanálise, há um conceito muito importante: o luto. Ele não se aplica somente à morte de um ente querido, mas também a qualquer outra situação de muita frustração. O luto é aquele tempo que tomamos para refletir e superar uma perda.

Por isso, é bom conversar com as pessoas que passaram pelo mesmo processo que você, ou seja, que tiveram um negócio fracassado ou que são muito perfeccionistas. Assim, você poderá ver que o sucesso não depende de acertar rapidamente, e sim de não desistir e sempre se aprimorar.

Portanto, asseguro que o medo de fracassar é natural e uma regra entre a maioria de nós. No entanto, quem conquistou o sucesso teve de vencer esse receio e acreditar bastante em si mesmo. Não é algo fácil, que você vá atingir de um dia para o outro. Ao contrário, é uma construção constante que você faz no seu cotidiano.

Então, quer vencer essa inércia que leva ao medo do fracasso? Não deixe de ler nosso guia de como transformar metas em ações, acabando com aquela sensação de que nossos sonhos só ficam no papel!

 

Mindset: saiba como vencer as crenças limitantes

Mindset: saiba como vencer as crenças limitantes

Sabe aquela história de falência na empresa da família que te deixou com pavor de ter o próprio negócio? Ou a história daquela tia deixada no altar que ronda todos os seus relacionamentos?

E a luta constante das pessoas da sua família com a balança, que você chama de carma? Pois essas são crenças limitantes que orientam as suas decisões na vida para o bem ou para o mal.

Tudo isso faz parte de uma construção conhecida como mindset, que pode definir a forma como você vê o mundo e como age diante dele. Então, quer entender melhor como isso acontece? Continue lendo este post!

O que é mindset

De fato, todas essas histórias que você ouviu repetidas vezes ao longo da sua vida ajudam a formar o seu mindset — termo em inglês que pode ser traduzido para algo como “modelo mental predominante”.

Assim, o seu mindset é constituído de vários elementos presentes na sua formação. Crenças (que não estão relacionadas à religião), costumes, hábitos, a forma como você foi criado e aquilo que você viu, ouviu e experenciou são determinantes nessa construção.

E, como tudo na vida, esse grande arcabouço que ajuda na formação da sua personalidade não tem apenas coisas boas. Na verdade, às vezes as coisas negativas tendem a ser muito mais marcantes, pois são consolidadas por alicerces baseados no medo e na insegurança.

As crenças limitantes são um exemplo disso. E são chamadas de limitantes justamente por funcionarem como correntes, que não deixam os indivíduos avançarem, progredirem ou agirem com liberdade e autonomia.

A boa notícia é que o mindset pode ser alterado por meio de exercícios teóricos e práticos, que te ajudam no processo de autoconhecimento. Isso quer dizer que os seus padrões mentais podem ser modificados, e a sua vida pode ser alterada para melhor em função disso.

Trata-se de um movimento que você pode promover internamente — e não tem nada a ver com autoajuda ou com métodos “milagrosos”, criados por gurus que querem fama!

A eficácia do processo de reprogramação mental é um método comprovado de alteração do comportamento, atestado por pesquisas na área de neurociências. Inclusive, um estudo recente sobre isso foi publicado pela revista Nature.

Na prática, “aprender a pensar” de forma diferente pode trazer mais prosperidade, alegrias e conquistas na sua vida. E essa etapa passa primordialmente por vencer as crenças limitantes. Então, confira agora algumas dicas que podem ajudar nessa caminhada!

3 dicas para mudar o seu mindset

1. Saiba que cada indivíduo é único

Sabe aqueles três exemplos citados no início do texto? Pois é, são todas histórias vividas por outras pessoas.

E trazer essas histórias para a sua própria vida é uma escolha, não uma regra. Cada indivíduo é capaz de construir a sua própria história, independentemente dos exemplos negativos presentes na sua família ou círculo social.

Logo, vencer as crenças limitantes passa por entender isso. Se a empresa da família faliu, por exemplo, lembre-se de que qualquer um pode ser empreendedor.

Se, desde a sua bisavó, nenhum relacionamento deu certo para as mulheres da sua família, isso é uma questão de escolha, não de regra. Nesse caso, é preciso pensar como as mulheres da família lidavam com suas emoções e criavam crenças limitantes acerca do tema.

Assim, a primeira atitude importante é vencer o medo de relacionamentos. A segunda é ter consciência de que você ainda é plenamente capaz de construir um relacionamento sadio e construtivo.

Quando você quebra o padrão mental associado ao medo, você percebe as infinitas possibilidades que te levam à plena felicidade.

As perguntas-chave para gerar uma nova consciência são: será que isso no que estou acreditando é realmente verdade? Eu posso afirmar com absoluta certeza de que esse pensamento é verdade ou será que existem evidências diferentes? Quase a totalidade das respostas será negativa, confirmando a possibilidade de escolher um novo pensamento.

2. Mude sua forma de pensar e agir

Agora, vale ressaltar que vencer as crenças limitantes não é apenas uma questão de pensamento. Essa tarefa exige prática constante.

De fato, começa na cabeça, por meio da alteração na forma como você gera o pensamento inicial, mas deve permear todas as suas ações. É muito comum que as crenças limitantes comecem com um “eu não consigo”, por exemplo.

Na vida financeira não é diferente. Muitas pessoas vivem dizendo: “não consigo guardar dinheiro”; “não consigo ficar longe das dívidas”; “não consigo adquirir nada”. É possível mudar o padrão metal nessa área, mas apenas isso não basta.

É necessário alterar a forma como se lida com o dinheiro. Identificar por que, de fato, o dinheiro não para na sua mão. E isso requer uma reflexão constante, mas, além disso, requer uma mudança de atitude em relação às próprias finanças.

Então, altere a forma de lidar com o tema substituindo as antigas frases por: “eu acredito na minha prosperidade sem limites”; “meus pensamentos prósperos criam minha vida próspera”; “eu crio minha própria realidade e sou responsável pelo que crio”.

Use um novo padrão mental, e associe novas atitudes a ele. Comece identificando todas as suas dívidas e fazendo um planejamento para eliminá-las. Faça negociações, tenha uma renda extra, se for preciso, e reduza o seu padrão de consumo.

E lembre-se: é fundamental efetivar uma mudança na qual você acredita.

3. Insista no processo

De fato, eliminar as crenças da sua vida não é algo simples. Imagine: você acreditou a vida inteira que nunca teria um corpo bonito e, agora, vai simplesmente parar de pensar assim?

Toda mudança demanda um esforço inicial e contínuo. Então, busque a explicação para esse padrão mental. Veja e m qual momento ele surgiu na sua vida e comece a quebrá-lo pouco a pouco. Agora você já tem uma consciência diferente e pode enxergar a situação de origem de forma diferente.

Se for preciso, envolva outros profissionais que podem ajudá-lo a eliminar suas crenças limitantes, como coach ou psicólogo, por exemplo.

Entenda a sua relação com a comida, com o seu próprio corpo, e comece a perceber que você não precisa ter o mesmo padrão físico da sua mãe ou tia, por exemplo. Perceba que a vida é sua, e que as escolhas são suas também. E isso vale para todas as áreas da vida!

Comece a empreender um programa para alterar seus hábitos de vida rumo aos seus objetivos. Aliás, existem três perfis de empreendedores que ilustram bem como é possível lidar com as crenças limitantes no mundo dos negócios: o imediatista, o long long time e o sagaz.

O primeiro é impulsivo: desconsidera algumas crenças limitantes que têm papel importante em alguns momentos e sai querendo resultados a toda prova, sem conseguir analisar o cenário ou planejar.

O segundo perde o tempo da ação. Passa muito tempo planejando e, assim, se deixa vencer por crenças limitantes baseadas no medo.

Já o terceiro é o mais equilibrado. Consegue controlar as doses de imediatismo e long time de sua vida. É capaz, portanto, de planejar, organizar e ainda saber a hora certa de tomar uma decisão.

Então, vamos agora fazer um exercício? Comece a listar as crenças limitantes que estão atrapalhando a sua vida em algum aspecto. Depois, inicie a mudança do seu próprio mindset a partir das dicas que foram dadas.

Qualquer dúvida ou sugestão, deixe registrado neste post, que vamos trocando experiências!

Como criar uma mente empreendedora antes de mudar de carreira?

Como criar uma mente empreendedora antes de mudar de carreira?

Ter uma mente empreendedora não significa apenas abrir um novo negócio, mas sim mudar toda uma perspectiva profissional para sair do lugar-comum e se tornar mais criativo e inovador. É não se conformar com o que o mercado oferece e trabalhar para ter um propósito de vida.

Para desenvolver essa mentalidade, nem é preciso abrir a sua própria empresa. Até mesmo quem ainda não abandonou a carreira tradicional para fazer parte do grupo dos quase 22 milhões de empreendedores brasileiros, pode começar a se preparar. E, a seguir, nós te contaremos como:

Comece a pensar como empreendedor

Quando um estudante está aprendendo um novo idioma, como o inglês, a principal dica para adquirir fluência mais rapidamente é trazer a língua para o dia a dia: assistir filmes, ouvir músicas e mudar a configuração das redes sociais para o idioma estudado, por exemplo. E esse tipo de atitude serve para especificar qualquer área da nossa vida.

Direcionar toda a linha de pensamento para um objetivo e integrá-lo como algo do nosso cotidiano é torná-lo possível — algo que os especialistas chamam de “mindset“, uma atitude mental para o sucesso. Essa mentalidade varia em cada pessoa, de acordo com a sua cultura e formação social.

Muitos empreendedores fracassam nos seus negócios porque continuam a pensar como um trabalhador comum, com as limitações de um chefe ou de um modelo de trabalho que não promove a inovação.

Mas a boa notícia é que qualquer mindset pode ser transformado. Depende de você! Com uma pequena mudança de perspectiva, é possível viver em uma nova realidade e criar uma mente empreendedora, que acredita na própria capacidade e não vê limitações para realizar sonhos.

Não tenha medo de correr riscos

É fácil pedir para que as pessoas mudem ou se arrisquem rumo ao desconhecido, mas, na prática, sabemos que as coisas não funcionam bem assim. A verdade é que todo mundo tem medo de correr riscos. Todo mundo. Quer um exemplo? Gisele Bündchen, considerada a maior modelo de todos os tempos e uma das mulheres mais bem pagas do mundo, revelou que teve medo de cair na passarela durante a abertura das Olimpíadas.

Mesmo com um plano, com o conhecimento e com a capacidade de realizar, muitas gente brilhante enterra seus projetos promissores diante da possibilidade de suas ideias não serem aceitas. Tememos o novo porque aprendemos a encarar a vida desse jeito. Desde o nosso nascimento somos ensinados a ter controle sobre tudo, buscar o que é certo e tentar nos manter dentro da nossa zona de conforto.

O problema é que, ao longo do tempo, o medo bloqueia o potencial criativo, a inventividade e a ousadia. Correr riscos é fundamental para cumprir metas, e não há dica maior para perder esse medo do que dar o primeiro passo. Você nunca saberá se vai dar certo se não tentar, não é mesmo?

Traga mais criatividade para o dia a dia

O principal diferencial de uma mente empreendedora é sua capacidade de ver as coisas de um modo diferente. Tanto que uma das citações mais famosas de Steve Jobs, um dos maiores empreendedores de todos os tempos, é “pense diferente”.

Na criação de um novo produto ou na tomada de uma decisão, o empreendedor sempre precisa ver lacunas em um mercado tão sobrecarregado de ideias e preenchê-las com algo que ainda não foi feito.

Antes de mudar de carreira, a nossa dica é que você traga mais criatividade para o seu dia a dia. Comece a:

  • pensar diferente;
  • frequentar lugares novos;
  • propor novas soluções;
  • trocar o “e se” pelo “e por que não?”;
  • e preparar a si mesmo para o que enfrentará no futuro.

Quebre tabus

“Você vai abandonar um emprego promissor para se arriscar em algo novo?”. “Mas essa ideia não existe no mercado, será que o público vai aceitar?”. “Você tem um plano B?”. Todo empreendedor já deve ter ouvido alguma dessas frases durante a sua jornada, e muitos deles são mal compreendidos ou taxados como loucos por seguirem os seus ideais.

Mas, apesar das pressões sociais e dos familiares, todo empreendedor precisa quebrar tabus, desconfiar do previsível e fugir do lugar-comum se quiser ter sucesso no que faz. Na prática, é ver o que outros não veem e não se conformar com as críticas e, principalmente, com os “nãos” que ouvirão pelo caminho.

Capacite-se

Segundo a revista Forbes, o Brasil tem uma das colocações mais baixas (61º) no ranking das 143 economias mundiais quando se fala em inovação. Um dos fatores mais apontados para essa posição é a falta de investimentos em pesquisa e capacitação.

Conhecimento é a principal arma do empreendedor, principalmente daqueles que não possuem um capital extenso para contratar outras pessoas que façam o seu trabalho. Quem empreende precisa dominar diversas áreas, como:

  • gestão de pessoas;
  • tecnologia;
  • administração;
  • e finanças.

Mesmo que o seu plano de abandonar a carreira e abrir uma empresa ainda esteja no campo das ideias, se capacitar te dará a confiança para entender bem o mercado e os elementos que dão vida a um negócio.

Esteja aberto a novas oportunidades

Todo empreendedor precisa estar aberto a novas oportunidades, pois são elas que fazem a diferença rumo ao sucesso — principalmente em um mercado saturado de pessoas que também querem tirar sonhos do papel.

Se, antes de abrir o seu negócio, você começar a conhecer as tendências do mercado, os artifícios mais promissores para atrair clientes e as áreas que estão crescendo, conseguirá identificar as melhores oportunidades quando a hora chegar e garantir as melhores recompensas.

Acredite em você mesmo

Se nem você mesmo acreditar no seu potencial de fazer a diferença no mundo, como poderá convencer um público consumidor a adquirir os seus produtos e serviços? Acreditar no que está fazendo também é uma forma de ganhar autoconfiança para assumir riscos — algo comum na rotina de empreendedores, na busca por investimentos, na contratação de profissionais e no abandono de uma carreira estável.

E você, deseja mudar de carreira? Como tem desenvolvido a sua mente empreendedora? Compartilhe a sua experiência e as suas dicas para quem também quer tirar os seus sonhos do papel. Deixe um comentário!

Como ser uma mãe melhor — sem abandonar a carreira?

Como ser uma mãe melhor — sem abandonar a carreira?

Em 2012, no mesmo dia em que era apontada como presidente do Yahoo, Marissa Mayer anunciou que estava grávida. Em poucas horas, seria despertado um caloroso debate sobre como (e se) a executiva teria capacidade de conduzir a empresa e ser uma boa mãe ao mesmo tempo.

Histórias de maternidade e carreira bem-sucedidas como a de Marissa existem aos montes, mas, ainda assim, é difícil para muitas mulheres se convencerem de que realmente é possível ser uma boa mãe sem abrir mão do futuro profissional.

É verdade que não se trata de uma tarefa simples, alguns sacrifícios e escolhas precisam ser feitos. Por outro lado, esse novo estilo de maternidade também tem as suas vantagens, e uma série de pequenas medidas podem melhorar bastante o equilíbrio entre as duas realidades.

Pensando nisso, separamos algumas dicas de como ser uma mãe melhor, que podem te ajudar a estabelecer uma maior harmonia entre sua vida profissional e a criação de seus filhos.

Vamos a elas!

Planeje bem a sua carreira

Uma pesquisa, conduzida pela Ernst & Young, IBM e Procter & Gamble, revelou há alguns anos que, dentre as mães que têm um emprego, os índices de satisfação saltam em mais de 20% quando elas contam com uma carreira planejada, em vez de trabalhar simplesmente para compor a renda ou sustentar a família.

Essa é apenas uma amostra da importância de planejar a sua carreira, especialmente quando você tem um filho. Isso porque quanto mais você souber o que realmente quer, tanto como mãe quanto como profissional, mais fácil será a tarefa de conciliar suas necessidades.

Se você está decidida a ser uma mãe participativa, por exemplo, é fundamental procurar por um ambiente de trabalho que demonstre sensibilidade pela sua situação, e disponha de um mínimo de flexibilidade. Com a tendência de uma nova filosofia (mais humanizada) nas empresas, e com redes de contato cada vez mais abertas, como o LinkedIn, essa tarefa de busca tem tudo para ficar progressivamente mais simples.

Sheryl Sandberg, que além de executiva do Facebook também é mãe solteira, destaca outro ponto que tem tudo a ver com o planejamento. Ela ressalta que toda mãe deve se preocupar em conquistar (e o mais rápido possível) posições que permitam aumentar sua flexibilidade de horário. Nesse sentido, a maternidade pode se tornar um fator de motivação para o sucesso profissional.

A flexibilidade, naturalmente, é uma via de mão dupla. Na mesma medida em que você deve lutar por alguns privilégios, também deve se dispor a fazer concessões. Nem sempre a final daquele torneio de futebol do seu filho, por exemplo, poderá ser uma prioridade.

Aumente a qualidade do seu tempo

Por maior que seja a flexibilidade conquistada, é preciso admitir que a falta de tempo é um problema para qualquer pessoa. Infelizmente, por melhor que seja o nosso planejamento, há sempre aqueles momentos em que há mais exigências do que esperávamos. Além disso, o sucesso no trabalho nunca deixa de incluir pelo menos alguns períodos de tempo escasso.

A melhor saída nesse contexto é mudar de perspectiva, passando a priorizar a qualidade do tempo em vez da quantidade. Quando estiver com o seu filho, mesmo que seja por pouco tempo, que tal estar 100% presente?

Nem sempre fica claro para nós, mas as crianças valorizam o engajamento dos pais muito mais do que a simples presença, e algumas lembranças de momentos vividos intensamente são infinitamente melhores do que várias lembranças de diálogos interrompidos pelo celular, ou brincadeiras em que você estava distraída.

O hábito de se manter no presente pode ser difícil de conquistar, mas é algo que vale a pena ser treinado. E não faltam livros, cursos de meditação e outras técnicas para aprimorar essa qualidade.

A escolha do tipo de atividade que se pratica com os filhos influencia diretamente na forma de aproveitar melhor o tempo. Atividades offline — como cozinhar, praticar um esporte, pintar um quadro — são especialmente recomendadas, não apenas por manterem a mãe longe de qualquer tentação de voltar para o trabalho, como também por juntarem os dois em atividades que marcam a criança e vão acompanhá-la pela vida inteira.

Ainda dentro desse processo de “criação de memórias conjuntas”, também é interessante que o filho seja incluído nos hobbies ou até mesmo na atividade profissional do adulto. Uma mãe que leia muito, por exemplo, pode tentar conversar sobre o que está lendo com a criança, ainda que ela não tenha capacidade de absorver aquela literatura.

Esse método tem a vantagem de fazer a criança se sentir incluída no “mundo adulto” e, por consequência, olhar o papel da mãe dentro desse mundo com mais admiração.

Ajuste as suas expectativas

Um cuidado fundamental é ajustar o seu interior para a realidade particular que é ser mãe e ter uma carreira ao mesmo tempo. Muitas pessoas, viciadas em repetir todas as (inegáveis) dificuldades de conciliar a maternidade com a atividade profissional, acabam presas ao pensamento de que carregam um fardo, e essa é a pior maneira de encarar a situação.

Como a história de mulheres como Marissa Mayer mostra, é preciso lembrar que se trata de uma mudança de paradigma, que envolve não apenas desafios, mas também oportunidades. Uma mãe que precise cuidar da carreira tem, por exemplo, uma ótima oportunidade de educar o seu filho para ser mais independente. Pois ela corre menos risco de cair na tentação de se tornar excessivamente protetora.

Por essas e outras, o primeiro ajuste a ser feito é desenvolver uma visão realista do que você tem a oferecer para o seu filho e para o seu trabalho. Dessa maneira, é possível cumprir as suas promessas em ambos os lados e conquistar respeito e afeto tanto dentro de casa quanto no trabalho. Afinal de contas, a ausência dos pais muitas vezes é menos sentida do que a promessa de estar presente que não foi cumprida.

Esse cuidado, por outro lado, não deve virar uma obsessão. Lembre-se sempre de que você é humana e pode errar. Procure não se pressionar demais, pois isso não apenas consome tempo útil, que poderia ser gasto com o seu filho, como ainda gera uma insegurança perigosa. Por medo da mágoa que podem despertar com falsas expectativas, algumas mães se tornam ainda mais ausentes.

Sabemos que, no fim das contas, não há uma fórmula mágica para aprender como ser uma mãe melhor e uma profissional de sucesso ao mesmo tempo. Cada caso apresenta as suas particularidades, que ora vão jogar a favor, ora contra, e para cada mulher o segredo da superação terá sua nuance própria. Todas essas dicas são um ponto de partida, mas o norte deve estar sempre na busca constante pela sinceridade consigo mesma.

Você vive uma situação parecida? Como tem procurado lidar com ela? Não deixe de compartilhar a sua opinião nos comentários! E se você gostou deste post, tem ainda alguma dúvida ou sugestão, também deixe seu comentário!