Vocação profissional: o que é preciso para reencontrar a minha?

Vocação profissional: o que é preciso para reencontrar a minha?

Você tem um emprego estável, é boa no que faz, tem uma carreira promissora e recebe um bom salário, mas sente-se diariamente desmotivada com o trabalho e chega a alguns extremos, como chorar na volta e não ter nenhuma vontade de se levantar para ir trabalhar. Essa situação lhe parece familiar?

Esses são alguns dos sinais comuns que nos dizem quando devemos começar a refletir e partir em busca de reencontrar nossa vocação profissional.

Quando percebemos que existe algo de errado?

Além de sinais claros de descontentamento pessoal e autossabotagem no trabalho, quando somos jovens e recém-formados no ensino médio, somos pressionados a escolher uma carreira profissional que definirá o rumo de nossas vidas. O problema disso é que nem sempre somos maduros ou nos conhecemos bem o suficiente para tomar decisões acertadas nessa época.

Dessa forma, muitas pessoas são influenciadas por familiares, amigos, promessas de “boas carreiras” e assim, acabam cursando graduações que não correspondem à sua verdadeira vocação profissional, isto é, a combinação de suas aptidões, interesses, talentos, paixões e propósito.

Percebemos que há algo de errado quando lemos alguma coisa sobre outra profissão, assistimos à uma palestra ou descobrimos durante alguma viagem que existem outros tipos de trabalho que fazem nossos seus olhos brilharem como não sentimos há muito.

Você conversa com pessoas que trabalham com fotografia, culinária, empreendedorismo ou qualquer outra carreira e logo, você se pega imaginando como seria fazer tudo aquilo profissionalmente. Se esses pensamentos despertam sua inquietude, talvez valha a pena repensar sua atual carreira e considerar que você pode não estar exercendo sua verdadeira vocação profissional.

Por isso, o objetivo deste artigo não é ajudá-la na primeira escolha profissional, senão na verdadeira vocação que nos leva de encontro às nossas motivações e propósitos. Mas como descobri-la? Para ajudá-la, preparamos este post com algumas dicas. Acompanhe!

Faça exercícios de autoconhecimento

Usar ferramentas de mapeamento de perfil comportamental, como um eneagrama ou teste DISC, por exemplo, é um bom caminho para descobrir suas características e peculiaridas. Assim, é possível traçar se você se adapta melhor, em cargos de liderança ou com o trabalho em equipe, se tem aptidão para lidar com o público ou não, se gosta de trabalhar em ambientes mais ou menos rígidos, dentre outros aspectos.

Ferramentas assim vão lhe ajudar a mapear seu perfil comportamental e descobrir seus talentos, habilidades, aptidões e, consequentemente, se autoconhecer e saber quais caminhos profissionais seguir.

Levante suas habilidades em diferentes áreas

Já pensou em transformar seu hobby favorito em seu trabalho? Encontrar seus talentos e aptidões pode ajudá-la a direcionar e descobrir novos rumos profissionais. Se seu hobby é ler, viajar, escrever ou pintar, por que não pensar em uma forma de vinculá-lo à sua vida profissional? Sem dúvidas trabalhar assim parece muito mais prazeroso, não é mesmo?

Quando conseguimos vincular habilidades e hobbies ao nosso verdadeiro propósito, ou seja, uma atividade de englobe nossos valores, motivações, talentos e a história de vida que queremos contar, a vocação profissional se mostra como o meio de vivenciar essas experiências de vida.

Mas se você possui multipotencialidades, isto é, habilidades e talentos múltiplos, explore e descubra formas de combiná-los. Ao contrário do que fomos ensinadas, gostar de muitas coisas não significa falta de foco ou de direcionamento e sim, a possibilidade de criar algo totalmente inovador e inusitado.

Tenha a mente aberta e busque experiências

Além das ferramentas mencionadas para encontrar talentos e aptidões, o caminho do autoconhecimento também exige a experimentação. Antes de decidir mudar parcial ou radicalmente de carreira, é preciso buscar experiências na área ou na carreira desejada e colocá-las em prática!

Quer saber se seu hobby pode realmente virar uma profissão? Se você ama desenhar ou pintar, por exemplo, e acha que poderia viver disso profissionalmente, mergulhe nesse mundo!

Leia a respeito, converse com pessoas que exercem a profissão que você gostaria de ter, experimente por conta própria, invista em cursos e participe de workshops, palestras e eventos na área. Para não tirar conclusões precipitadas, é preciso sentir e vivenciar a ideia a fundo.

Mantenha os pés no chão

Muito se ouve sobre jogar tudo para o alto e se arriscar. Contudo, medidas e mudanças acertadas exigem planejamento e autoconhecimento. Como falamos até agora, existem ferramentas e processos que podem nos ajudar nesse caminho, atuando como guias para irmos de encontro à satisfação pessoal.

Entretanto, para mudar profissionalmente, nem sempre é preciso mudar radicalmente. Às vezes é preciso repensar apenas a forma como uma carreira está sendo construída. O surgimento da internet foi fundamental para criar novos modelos de trabalho totalmente inusitados, explorando e combinando a multipotencialidade das pessoas e redirecionanando vidas e carreiras.

Para isso, é preciso entender antes o conceito de modelo de trabalho, pois assim, você pode perceber que realmente gosta da sua profissão, mas não está satisfeita com o modelo de trabalho que segue. Por exemplo, uma jornalista pode ser infeliz escrevendo notícias e reportagens, mas pode redescobrir sua paixão pela profissão trabalhando com assessoria de imprensa.

Decidi mudar radicalmente. E agora?

Mais uma vez: mantenha os pés no chão e saiba planejar a transição de carreira. O planejamento é a base de tudo!

Para ajudá-la no processo, siga quatro etapas básicas:

  • trace um plano;
  • organize seu tempo;
  • prepare-se financeiramente;
  • e entre em ação!

Conte com a ajuda de um coach especializado em vocação profissional

O papel do coach especializado em carreiras nos ajuda a fazer bom uso das ferramentas citadas e garantir que todos os nossos potenciais, talentos, valores, propósito e também seus sabotadores sejam descobertos e bem trabalhados.

A especialidade desse profissional é auxiliá-la e guiá-la da melhor forma durante o processo de autoconhecimento, tomadas de decisões e mudanças profissionais.

Por isso, apostar em programas voltados para a vida profissional e guiados por coaches pode ser a estratégia mais eficiente para entender que tipo de mudanças você deve fazer em sua carreira.

Além disso, ele será a ajuda ideal para descobrir se você realmente precisa reinventar seus caminhos ou apenas ajustar seu modelo de trabalho ao seu propósito e suas motivações.

Por meio de ferramentas e processos, o trabalho do coach também ajuda a traçar seu perfil comportamental, isto é, ajuda a descobrir com qual público você gostaria de trabalhar, entender que tipo de serviços você gostaria de prestar e como gostaria de fazê-lo, por exemplo, empreendendo de forma autônoma e criando novas coisas.

Assim, o passo final desse processo fica por conta de implementar o modelo de negócio ideal para cada pessoa, e o processo de determiná-lo vem desde o autoconhecimento até o momento de entender qual a melhor forma de você se expressar profissionalmente.

Agora que você já entendeu um pouco sobre encontrar sua verdadeira vocação profissional, que tal descobrir mais sobre como o coaching profissional pode mudar sua carreira? Boa leitura e até a próxima!

Feedback negativo: saiba aproveitar e crescer em cima da crítica

Feedback negativo: saiba aproveitar e crescer em cima da crítica

Embora abundante no mundo empresarial, o feedback negativo é um paradigma a ser vencido. Muitos executivos, mesmo em cargos de médio e alto escalão, cultivam certo receio de críticas — mas é preciso aprender a lidar com esse medo e vencê-lo.

Saber encarar retornos negativos pode ser um fator determinante para o sucesso ou a frustração na carreira e na vida pessoal, seja em momentos de transição, em contextos nos quais é necessário dar a volta por cima ou quando você decide que é hora de empreender.

As críticas podem ser o combustível mais poderoso na propulsão de seu desenvolvimento pessoal. Dependerá de você — e da sua forma de administrá-las — se alimentar das críticas certas na proporção correta, para que essa situação deixe de ser incômoda e passe a impulsionar sua vida.

A seguir, veja 4 passos estratégicos para transformar o conteúdo do feedback negativo em agente propulsor de uma vida rica em propósitos e realizações:

1. Pratique o autoconhecimento

Quais os problemas com o conteúdo do feedback negativo? Geralmente, temos medo de ouvir críticas, pois elas podem ser verdadeiras.

Na maioria das vezes, as críticas são desagradáveis, principalmente dependendo da maneira como são expostas. Isso porque mesmo a pessoa que dá um feedback negativo pode não se sentir confortável com a situação.

Ao praticar o autoconhecimento, muitas coisas boas acontecem. Uma delas é que você projeta luz sobre seu comportamento, passa a conhecer bem seus pontos fortes ou aqueles que precisam ser trabalhados e cria consciência sobre quem você realmente é e o que pode — ou não — fazer.

Confiamos somente em pessoas que conhecemos. Sem que você se conheça, sua autoconfiança estará prejudicada. Depois de praticar o autoconhecimento, até mesmo a definição de metas e objetivos pessoais e profissionais ficará mais efetiva.

Metas tímidas são um veneno para a sua autoconfiança, ao passo que objetivos agressivos demais podem ser fator de desmotivação. Quando você se conhece, sabe onde pode e precisa chegar, não é mesmo?

Em uma situação de feedback negativo, o autoconhecimento servirá como filtro para as informações recebidas. Qualquer crítica feita que não tenha fundamento em seus pontos de melhoria será mais bem avaliada.

Tenha atenção, pois pode haver alguma fraqueza desconhecida e, ainda assim, a crítica será sua grande amiga. Mas, se não encontrar embasamento, fique tranquilo: é mais uma questão de opinião do que uma situação real.

2. Desenvolva a inteligência emocional

Fator determinante para uma carreira de sucesso, a inteligência emocional envolve várias habilidades que facilitam relacionamentos, melhoram a comunicação e aumentam a produtividade. Características como resiliência, empatia e liderança pela comunicação permitem que os profissionais se desenvolvam, assim como seus pares e liderados.

Enquanto a resiliência habilita o profissional para suportar pressões e golpes, fazendo com que assimile e recupere o estado original mais amadurecido e fortalecido, a empatia melhora seus relacionamentos interpessoais. Mais do que se colocar no lugar do outro, trata-se da capacidade de compreender os sentimentos do próximo, eliminando eventuais ruídos e facilitando a comunicação.

Já a liderança pela comunicação é fruto de um diálogo claro, com autoridade sobre o assunto. Mesmo em uma situação de receber feedback negativo, sua comunicação pode ser precisa, demonstrando autoridade.

Afinal, você se conhece, compreende perfeitamente os sentimentos do interlocutor e consegue lidar com seus pontos de melhoria. Depois de desenvolver inteligência emocional, as críticas serão excelentes motivações para sair da zona de conforto. É normal ter medo de mudanças, mas é preciso ter cuidado para que esse receio não te impeça de viver seu sonho.

3. Priorize a efetividade

Você não tem tempo a perder — portanto, aproveite as críticas! Não julgue se têm motivação pessoal: concentre-se em como esses feedbacks podem se tornar combustíveis para a sua propulsão. Receba-os e avalie-os, considerando aspectos profissionais (e suas fontes), e permita-se tempo para refletir sobre o conteúdo.

A essa altura, tendo desenvolvido uma inteligência emocional suficiente para melhorar seus relacionamentos e seu conhecimento sobre os colegas de trabalho, você identificará se as críticas são baseadas em fatos e comportamentos ou apenas em opiniões.

O desenvolvimento pessoal está diretamente ligado às mudanças de comportamento — e essas últimas são alimentadas por uma boa gestão de críticas. Tenha rapidez na avaliação dos feedbacks, de suas motivações e de suas fundamentações. E não demore na tomada de decisão sobre as mudanças comportamentais necessárias.

Trabalhar com fatos tem a vantagem de racionalizar o processo de crescimento. Se conseguir ligar impressões a fatos comportamentais, você terá facilidade para administrar eventuais conflitos — inclusive com os autores das críticas.

Efetividade e agilidade na gestão das críticas podem impulsionar seu amor próprio. Embora pareça paradoxal, ao administrar bem os feedbacks recebidos, você se valoriza.

O amor próprio é um passo fundamental para o seu sucesso, pois somente somos capazes de dar aquilo que temos. Enquanto não estiver bem resolvido por dentro, os conflitos em relacionamentos pessoais e profissionais continuarão a incomodar.

4. Demonstre receptividade ao feedback negativo

Ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, demonstrar receptividade a críticas não é sinal de fraqueza. Quem se conhece e tem consciência de seus pontos fortes ou suas fraquezas não tem medo de lhe apontarem o dedo. Esse profissional é maduro o suficiente para apontar, ele mesmo, suas particularidades — e tratá-las.

Tal postura o capacitará a receber críticas sem demonstrar insatisfação, permitindo que seu interlocutor não encontre percalços nessa difícil tarefa. Ao facilitar as coisas para ele, você mostra confiança e evita uma aparência de conflito, tornando a comunicação leve e agradável.

Use a empatia para compreender as críticas recebidas. Pergunte, pois, agindo assim, além de demonstrar interesse pelo interlocutor, você valorizará o conteúdo dos feedbacks. Essa atitude é característica de profissionais que estão sempre em busca de evolução e não evitam questionamentos, mas se valem deles para se aperfeiçoarem.

A atitude de demonstrar receptividade é uma via de mão dupla. Além de receber críticas sem que seu humor aparente se alterar, você mostra que está valorizando os profissionais ao seu redor. Em situações futuras, suas ideias e colocações tenderão a ser mais bem recebidas por pares, liderados e superiores.

O resultado dessa equação é: produtividade em ação. É a sua chance de criar um ciclo virtuoso de autodesenvolvimento, treinamento e aumento de produtividade.

Se sua intenção é empreender, seguir novos rumos na carreira ou até mesmo dar a volta por cima, não dá para esperar mais. Descubra suas habilidades e reconstrua seu caminho nessa jornada de autoconhecimento e autodesenvolvimento.

E, se precisar de mais dicas sobre como receber ou entregar um feedback negativo, assine nossa newsletter. Até a próxima!

5 livros sobre liderança feminina indispensáveis para mulheres

5 livros sobre liderança feminina indispensáveis para mulheres

Não é fácil ser mulher no mercado de trabalho, e você já deve saber disso. Mesmo com toda experiência e capacitação, ainda somos obrigadas a provar nossa capacidade constantemente para subir na carreira.

A verdade é que vivemos o reflexo de uma sociedade machista e, para vencer os desafios que ela traz, precisamos nos preparar. E a leitura pode ser uma excelente aliada! No post de hoje, reunimos 6 livros sobre liderança feminina que vão te ajudar a chegar onde quiser profissionalmente. Dê uma olhada!
 

1. “Breaking into the Boys Club: 8 Ways for Women to Move Ahead in Business”, de Molly Shephard, Jane Stimmler, e Peter Dean

Este é considerado um dos mais poderosos livros sobre liderança feminina. E não é à toa: com dicas e conselhos dos mais famosos coaches, as leitoras serão apresentadas às principais dificuldades que circundam a vida profissional de uma mulher e como transformar esses desafios em diferenciais, não importa em que área atuem ou em que estágio da carreira estão.

Por que ler?

Sabe aqueles problemas que você enfrenta diariamente no seu ambiente de trabalho apenas por ser do sexo feminino? Mulheres do mundo inteiro passam ou já passaram pelo mesmo.

Neste livro, você será capaz de descobrir as soluções para enfrentar essas dificuldades recorrentes e, enfim, obter mais satisfação profissional e alcançar o tão esperado sucesso.
 

2. “Nice Girls Don’t Get the Corner Office: 101 Unconscious Mistakes Women Make That Sabotage Their Careers”, de Lois P. Frankel

Alguns comportamentos podem facilmente arruinar os objetivos que você tem para a carreira. A falta de confiança é um deles, e uma das principais razões pelas quais mulheres não assumem cargos de liderança, de acordo com Lois Frankel.

A narrativa destaca que, além de criadas em uma sociedade que nos inferioriza quando o assunto é competência profissional, somos ensinadas a sempre dizer “sim” e parecer agradáveis diante das pessoas, o que é um erro para quem quer ser líder.

Por que ler?

Neste livro, Frankel mostra quais são os 101 principais erros que as mulheres cometem inconscientemente e como se livrar deles para subir na carreira, além de dicas preciosas de coaching que podem ser facilmente incorporadas aos negócios.
 

3. “The Next Generation of Women Leaders: What You Need to Lead but Won’t Learn in Business School”, de Selena Rezvani

Quando se fala em líderes, sempre somos apresentados a nomes como Steve Jobs, Mark Zuckerberg e Bill Gates. Mas onde estão as mulheres nas grandes organizações?

Ao longo de um ano, Selena Rezvani entrevistou diversas executivas e CEOs de todo o mundo, e nos mostra que, mesmo com condições de desigualdade, a liderança feminina se tornará uma realidade comum nos próximos anos.

Por que ler?

Com uma narrativa empoderadora, The Next Generation nos traz um panorama totalmente inovador do mercado de trabalho e como as mulheres podem se destacar nele.

Baseado em relatos de 30 líderes bem-sucedidas, o livro oferece histórias reais de pessoas que enfrentaram dificuldades, desconfiança, preconceito e os próprios medos para chegar ao topo.

A obra ainda traz as melhores dicas e caminhos para que mulheres que estão ingressando no mercado de trabalho também percorram o labirinto da liderança e triunfem. Se você precisa de inspiração para buscar os seus objetivos, essa é a fonte certa!
 

4. “Big Magic”, de Elizabeth Gilbert

Você provavelmente já ouviu falar em Elizabeth Gilbert. A autora inspirou mulheres do mundo inteiro a mudarem de vida, com o seu relato de autodescoberta no best-seller “Comer, Rezar, Amar”.

Em Big Magic, ela continua com o tom pessoal, bem-humorado e inspirador que se tornou a sua marca, mas se concentra em desvendar os mistérios da inspiração. De onde ela vem? O que torna algumas pessoas tão criativas? Todo mundo pode trazer mais criatividade para a vida?

Por que ler?

Big Magic é um dos livros sobre liderança feminina mais relevantes para mulheres que desejam ser ou já são líderes, pois trata de um tema essencial para quem deseja sobreviver e se destacar no mercado de trabalho: a inovação.

Além disso, ele traz um formato inovador, baseado em conversas da autora com os seus próprios fãs por meio do Facebook. É um guia completo para se livrar do mito de que pessoas já nascem geniais e começar a viver uma vida mais corajosa e criativa.

Nesta palestra para o TED, dá para conferir um pouco sobre como Gilbert imergiu em seu próprio processo criativo para escrever o livro.
 

5. “Lean In: Women, Work, and the Will to Lead”, de Sheryl Sandberg

Mesmo sendo parte relevante da força de trabalho mundial, as mulheres ainda ocupam um espaço menor nos papéis de liderança. E a pergunta que fica em mente é “por quê?”. Neste livro, Sheryl Sandberg investiga as causas dessa estagnação e encoraja mulheres a assumir riscos em busca dos seus objetivos.

Por que ler?

Sandberg é o verdadeiro sinônimo de “girl boss”. Disputada pelas maiores empresas do mundo, foi a primeira mulher a assumir o conselho administrativo do Facebook, mas já teve passagens pelo Google e pelo Departamento do Tesouro Americano. Ela ainda é considerada uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time.

Em “Lean In”, o leitor pode conhecer a mente brilhante dessa mulher e aprender valiosas lições de liderança. Por meio de suas pesquisas, experiência e erros, Sandberg traz um panorama completo de como chegar ao sucesso e o que fazer quando você já está lá. Imperdível!
 

6. “Why Not Me?”, de Mindy Kaling

Mulher e filha de imigrantes indianos, Mindy Kaling não teve o mundo ao seu favor. Mas, contrariando todas as expectativas, ela nos mostra neste livro como conseguiu contornar os problemas e criar um ponto de virada na vida e, principalmente, na carreira.

Por que ler?

Por que não eu? Com a pergunta que dá nome ao livro, somos questionadas a pensar: “por que não podemos chegar ao sucesso?”, “por que não podemos assumir altos cargos executivos” e, simplesmente, “por que não podemos?”.

Com um tom de humor e linguagem leve, Mindy reúne experiências da própria vida e de pessoas próximas, para que toda mulher pare de questionar a sua capacidade e se torne uma pessoa mais confiante e bem-sucedida.

E você, lá leu algum desses livros sobre liderança feminina? Tem outros títulos para acrescentar a essa lista? Compartilhe com a gente e não se esqueça de assinar a nossa newsletter. Você não vai perder nenhum post do blog e vai aprender ainda mais sobre como se tornar uma “girl boss”!

Respire fundo! Vale a pena jogar tudo para o alto e mudar de carreira?

Respire fundo! Vale a pena jogar tudo para o alto e mudar de carreira?

Problemas no trabalho são comuns a todos. Nem sempre você terá um chefe compreensivo, um ambiente harmonioso e tempo para a família. No entanto, quando as vertentes negativas começam a se sobressair diante das positivas, talvez seja a hora de fazer uma reflexão mais profunda e, quem sabe, até mesmo cogitar mudar de carreira.

Antes de qualquer coisa, é fundamental analisar o grau de insatisfação que o seu atual trabalho vem trazendo. Se se trata apenas de problemas superficiais e passageiros, talvez seja o caso de reconsiderar.

Mas, se você está se sentindo frustrado e desmotivado a maior parte do tempo e há momentos nos quais não consegue enxergar um propósito na própria vida, pode ser que tenha chegado a hora de mudar.

Caso chegue à conclusão de que a mudança realmente se faz necessária, evite agir com a “cabeça quente”. Quando estamos nervosos com alguma situação, corremos o risco de tomar decisões impensadas, que poderão colocar a perder toda a nossa carreira profissional.

Portanto, pondere antes de tomar uma atitude e comece agora mesmo a planejar cada passo para a grande mudança. É importante ter em mente que não é necessário largar o seu atual emprego para só depois começar a empreender. A transição poderá acontecer gradualmente, até chegar o momento no qual você terá de escolher uma das carreiras.

Mas, até essa hora chegar, você já terá uma estrutura que possibilitará uma escolha consciente. Pensando em ajudar nessa importante decisão, listamos abaixo algumas dicas para construir tal base:

1. Comece a se preparar para mudar de carreira

Largar o emprego para empreender exige uma preparação psicológica e emocional maior do que você imagina. É necessário estar consciente de que nenhuma transição é fácil — e pode ser que você precise reduzir o seu padrão de vida por um tempo maior do que o inicialmente planejado.

Ser o seu próprio patrão também significa trabalhar mais e ter mais responsabilidades. A ideia de não ter nenhum “chefe” acima de você pode parecer bem sedutora, mas é necessário ter em mente que cada cliente seu também se torna um pouco chefe, já que você terá de agradá-lo (para que ele continue te proporcionando lucro).

Esteja consciente de que a fase da mudança pode ser difícil e desgastante. Mas, se você acredita que vale a pena passar por isso para ter uma vida profissional mais satisfatória e prazerosa, prepare-se e vá em frente.

2. Trabalhe a partir de sua própria casa

Você pode começar a empreender antes mesmo de largar o emprego atual. Antes de tudo, desconstrua a ideia de que é preciso um escritório mobiliado, com direito a telefone e ar-condicionado, para começar a trabalhar.

Comece a partir de sua própria casa. Se você conta com um computador, uma linha telefônica e conexão com a internet, já tem o suficiente para dar início ao seu próprio negócio. Uma vez decidido em qual ramo deseja atuar, pode ser necessário investir em mais algum tipo de equipamento (ou mercadorias, caso deseje montar uma loja, por exemplo).

Quando o seu empreendimento começar a dar certo, pode ser que surja a necessidade de um espaço maior. Mas, enquanto o atual emprego é mantido, trabalhar de casa será estratégico e evitará que você fique ainda mais afastado da família.

3. Estabeleça prazos para si mesmo

Muitas pessoas esperam que o seu negócio “dê certo” para, só depois, largar o atual emprego. Porém, é preciso estar consciente de que pode ser que o seu empreendimento não esteja andando na velocidade que deveria pelo simples fato de que você não tem tempo e energia necessários para se dedicar a ele.

É claro que é primordial analisar quais são as chances reais, mas vai chegar um momento no qual será preciso decidir. Assim que iniciar o empreendimento, estabeleça um prazo dentro do qual você deverá optar por uma das carreiras.

Quando esse tempo estiver esgotado, pare e pense no crescimento obtido até hoje em seu próprio negócio. Perceba que você poderá potencializar esses avanços caso possa dedicar-se a ele em tempo integral.

Só evite criar o hábito de postergar o prazo: quem age assim está, na verdade, com medo de tomar a decisão e corre o risco de passar a vida toda “perdido”, sem saber o que realmente quer fazer. E é claro que essa situação só trará mais estresse e insatisfação. Portanto, crie uma meta sensata e cumpra-a.

4. Faça o seu “pé de meia”

Você se lembra de que falamos, no tópico acima, sobre a possibilidade de não ser possível esperar que o seu empreendimento seja um sucesso para, só depois, dedicar-se integralmente a ele? Quando você decidir sair do emprego atual para viver do seu próprio negócio, terá que reduzir o seu padrão de vida por algum tempo.

Se você tinha um bom salário, é bem provável que os seus ganhos diminuam drasticamente, ao passo que ainda será fundamental ter um “gás” para continuar investindo, além de sobreviver e pagar suas contas pessoais. Portanto, a partir do momento em que decidir trilhar esse caminho, será necessário poupar dinheiro.

O mais importante é não perder o foco e não desanimar nas primeiras dificuldades que surgirem. Se você tiver uma reserva capaz de suprir suas necessidades até que o seu empreendimento comece a trazer lucros, será mais fácil não entrar em desespero e nem levar a sua conta bancária ao vermelho (ou o seu nome ao SPC).

Como vimos acima, mudar de carreira exige uma preparação psicológica e financeira, além de uma boa dose de “sangue frio” para lidar com todas as inseguranças trazidas por qualquer tipo de transição. A motivação principal deve ser a perspectiva de, logo após a “tempestade”, conquistar a tão sonhada satisfação profissional e sentir que a sua vida realmente tem um propósito (e que você o está cumprindo).

Se as dicas acima te encorajaram a colocar em prática o plano de mudar de carreira, que tal conhecer o nosso curso para quem deseja começar a empreender? Foco no seu objetivo e boa sorte!

Confira dicas de oratória para aplicar no seu elevator pitch

Confira dicas de oratória para aplicar no seu elevator pitch

Em meio a tanta competição no mundo corporativo, é cada vez mais desafiador conquistar um espaço no qual seja possível apresentar quem somos, quais são as nossas habilidades e nossos talentos, mostrar nossos planos, projetos, metas e ideias. Nesse cenário, uma estratégia que oferece bons resultados é conhecer e utilizar as dicas de oratória para o seu elevator pitch.

Nesse post, explicaremos o que é e como funciona o elevator pitch e daremos dicas indispensáveis para que o seu discurso seja o mais eficiente possível e você alcance o sucesso que espera. Aproveite e faça uma ótima leitura.

Saiba o que é e como funciona o elevator pitch

Elevator pitch quer dizer “apresentação de elevador”. É uma técnica comumente utilizada para vendas, mas que funciona muito bem tanto para apresentações, palestras e treinamentos, como em entrevistas de emprego e reuniões de trabalho.

Consiste em um discurso rápido e objetivo para que você consiga convencer outra pessoa, ou uma plateia, a dar-lhe apoio, financiamento, promoção, comprar seu produto, serviço ou ideia; ou seja, o pitch é um recurso de oratória para transmitir uma proposta de valor para quem possa considerá-la e corresponder às suas expectativas.

Conheça 7 dicas de oratória para um elevator pitch de sucesso

Se você tem um tempo curto para comunicar o que precisa, então é indispensável planejar bem o que vai dizer, além de exercitar algumas habilidades e decidir pelas palavras corretas e que traduzem, com fidedignidade e objetividade, aquilo que você almeja.

O seu interlocutor deve perceber o seu domínio sobre o assunto que está tratando, sua confiança e o quanto você acredita na sua capacidade de realizar ou de desejar o que está dizendo.

Para que isso aconteça da melhor maneira possível, reunimos dicas de oratória importantes para que sua comunicação seja natural e apresente a essência do assunto, a sua paixão e segurança sobre o que está discorrendo. Confira.

1. Saiba quem é o seu público

Conhecer a pessoa (ou as pessoas) com a qual você se comunicará é fundamental para sua orientação no momento de elaborar o seu discurso. Isso aumenta as chances de atrair a audiência e de ‘vender’ a sua ideia ou projeto.

Como é o seu interlocutor? Sério e não afeito a brincadeiras e intimidades? Aberto e informal, permitindo uma conversa mais coloquial? Gosta de informações mais técnicas ou prefere uma visão macro do assunto? Admite rodeios ou quer ir direto ao tema? Tem alguma especialidade? Um hobby?

Não se esqueça de que informações mais pessoais podem contribuir para uma afinidade entre as partes. Todavia, só as utilize se o outro der essa oportunidade.

2. Escreva o que você quer falar

Lembrando o slogan do Cinema Novo Brasileiro, uma ideia na cabeça, caneta e papel na mão. Escreva o que você deseja comunicar; isso ajuda a não esquecer e a organizar o conteúdo. Pense e escreva. Anote números, citações e outras informações que julgar necessárias para valorizar a apresentação. Lembre-se da estrutura básica de um texto: introdução, desenvolvimento e conclusão.

Depois, faça quantas revisões quiser até ter certeza de que o que escreveu está “afinado” com o que você idealizou. Pode acontecer de surgirem outras abordagens interessantes que valerão ser consideradas.

3. Use a concisão

A regra que você deve utilizar é a do “menos é mais”. Evite elaborar um discurso extenso, com detalhes e idas e vindas. As informações precisam ser transmitidas claramente, com naturalidade e com objetividade. O que importa é que o seu ouvinte compreenda facilmente a sua mensagem.

4. Faça ganchos

Um recurso muito interessante é o “gancho”, ou seja, uma fala que serve para chamar a atenção do seu interlocutor e deixá-lo curioso sem que consiga chegar a uma conclusão.

Você pode se utilizar de um relato sobre alguma coisa que ocorreu anteriormente, de uma recomendação que sua avó sempre fazia, da referência de um filme ou de um livro ou do clima, se quiser.

Um exemplo? “Minha avó sempre dizia que céu muito azul no inverno, sem nuvens, era sinal de geada.”

Certamente, quem está ouvindo se perguntará: “o que isso quer dizer?”

5. Comunique de modo simples

Não custa nada relembrar uma máxima de Abelardo Barbosa, o Chacrinha: “quem não se comunica, se trumbica!”. A mesma frase se aplica a quem comete excesso, seja no uso de palavras e expressões rebuscadas, pejorativas, sarcásticas e desrespeitosas, ou de gestos inadequados.

Jargões, frases feitas, clichês e termos pouco comuns no vocabulário cotidiano podem dar uma ideia de pedantismo, principalmente se sua conversação for com pessoas que não são da mesma área que você.

Então, mais do que o que você fala, cuide de como fala. O melhor vocabulário é aquele que alcança a todos, sem estranhamentos, e conquista mais rápido a confiança de quem ouve.

6. Exponha as ideias, não a sua história

Falar de si mesmo só nas situações de entrevista de emprego ou quando houver uma solicitação explícita. O que as pessoas querem conhecer é o seu plano, sua ideia, seu projeto. Referir-se a detalhes da sua vida pessoal e profissional só deve acontecer quando for indispensável e relevante para reforçar o tema principal.

Por falar em detalhes, se a transmissão da mensagem for consistente e direta ao ponto, é certo que será solicitado mais dados a respeito. Portanto, evite inseri-los na fala e desviar o foco.

7. Ensaie várias vezes

Depois de tudo em ordem, ‘na ponta da língua’, treine bastante. Como pessoa organizada, certamente o seu texto estará pronto com antecedência. Portanto, um treinamento possibilita corrigir erros, medir o tempo da fala, testar os ganchos e até uma piada ou outra para o caso de uma abertura para isso.Importante se atentar a sua expressividade oral, que são os recursos vocais, verbais e não verbais, que também contará no resultado final.

Faça esse ensaio, se possível, diante de outra pessoa (ou de várias) e preste atenção às observações e sugestões.

As dicas de oratória são práticas que podem garantir a você uma excelente comunicação e o sucesso no alcance de suas metas. Todavia, com um suporte profissional, você adquire confiança, perde a timidez e o medo de falar em público, aprimora sua imagem profissional e aprende a se expressar bem e objetivamente.

Gostou do tema desse post? Para saber mais sobre esse e outros assuntos, consulte o nosso blog!

Como fazer um plano de carreira simples e prático?

Como fazer um plano de carreira simples e prático?

O mercado de trabalho não é mais o mesmo. Ele se encontra cada vez mais diversificado, em termos de possibilidades de carreiras, porém também está mais exigente no que diz respeito à qualificação dos profissionais. Isso faz com que haja uma falta de estabilidade nos vínculos empregatícios, fazendo com que os profissionais tenham que construir carreiras em bases compostas por variadas competências.

Esse mesmo mercado de trabalho está de olho nos profissionais que conseguem se adaptar às mudanças, principalmente os que adotam uma postura ativa em relação à própria carreira. Estes fazem a gestão do próprio futuro em suas respectivas profissões. O planejamento de carreira dentro desse cenário passou a ser fundamental. Se você quer se preparar para o mercado de trabalho e atingir o sucesso profissional, chegou o momento de rever a gestão da sua carreira.

Como fazer um plano de carreira? Descubra agora como montar o seu:

O que é o plano de carreira?

O plano de carreira sempre foi conhecido como um benefício que uma empresa concede aos seus colaboradores, apontando quais passos serão necessários para que eles trilhem uma jornada de sucesso dentro da organização. Por meio dele, cada profissional passa a saber por quais etapas passará dentro da hierarquia corporativa, o tempo que ficará em cada uma delas e quais são as competências esperadas em seu perfil profissional. Essa é a ideia de um plano de carreira formal.

Entre os especialistas em Recursos Humanos, é consenso que o plano de carreira formal está em desuso. Quem, em sã consciência, deseja entrar em uma empresa como estagiário e dedicar décadas de sua vida para, quem sabe um dia, se tornar o presidente? Esse tipo de visão, comum na época de nossos pais e avós, está ultrapassado. Em alguns casos, isso até pode acontecer, mas é algo extremamente pontual.

Ultimamente, nos deparamos mais com profissionais que são contratados, se acomodam, acham que a organização tem o dever de resolver seus problemas, se frustram e vão embora. Essa corriqueira situação não acontece à toa, pois ela está diretamente ligada às mudanças que ocorrem no mercado de trabalho. Se o objetivo profissional das gerações anteriores mirava a carreira estável e sólida, a geração atual prefere mudar para alcançar seus objetivos.

É muito difícil encontrarmos jovens que fiquem muito tempo em uma mesma companhia. Por estarem mais dispostos a encarar os riscos, eles aceitam novas oportunidades profissionais — mesmo em uma empresa menor ou que está começando suas atividades. Independentemente da escolha de cada um, precisamos alertar que o planejamento ainda é o passo mais importante na vida de um profissional que deseja alcançar seu objetivo.

Por que o plano de carreira é importante?

Quando planejamos nossa carreira, nos deparamos com a possibilidade de nos anteciparmos de maneira reflexiva às questões que podem fazer muita diferença ao longo da trajetória, assim como estabelecer objetivos e metas que sejam condizentes com os nossos interesses e valores pessoais. O planejamento da carreira depende basicamente de nossa disponibilidade, as respostas que desejamos então dentro de nós.

Se o plano de carreira formal está em desuso, por que você ainda deveria considerar um? Nesse aspecto, precisamos concordar: o formal está fora de moda, mas o informal não. Enquanto o primeiro é estabelecido pela empresa para a qual trabalhamos, o segundo quem define somos nós, profissionais. O plano de carreira informal tem a ver com os nossos desejos, independentemente da empresa em que estamos no momento.

O plano de carreira permite que estejamos abertos à possibilidade de revisitar e repensar todos os momentos importantes que tivemos ao longo da vida, tanto pessoais quanto profissionais. Ele serve para que consigamos refletir, entendendo o nosso momento atual. Por meio do plano de carreira, identificamos nossos potenciais, limitações, aptidões e identificações, pois é com base nesses aspectos que direcionaremos a carreira para algo que nos faça sentido.

Como fazer um plano de carreira?

Como o mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico, assim como as relações de trabalho estão diversificadas, a carreira deixou de ser compreendida como uma série de empregos ao longo da vida de cada profissional. Ela passou a ser entendida como uma construção com significados relacionados a experiências, aprendizados e escolhas profissionais.

Dessa forma, o mercado abriu o espaço para que você mesmo faça a gestão de sua carreira, direcionando-a para aquilo que representa o seu propósito de vida.

Vamos montar o seu plano de carreira? Siga os passos abaixo:

1 – Defina o seu objetivo

O plano de carreira começa nesse ponto: definindo o seu objetivo profissional. Pense no que gostaria de fazer e aonde deseja chegar, assim como a profissão, o tipo de trabalho, o nível hierárquico, sua rotina, salário e o mercado que pretende atender. Isso não significa que alcançará absolutamente tudo o que quiser, mas, ao definir o objetivo, você passa a ter um norte para seguir sua trajetória profissional.

2 – Identifique suas habilidades

Com o objetivo definido, chegou o momento de identificar suas habilidades. O que você sabe? Analise todas as habilidades que possui. Faça uma lista e coloque-as em grupos como “excelente”, “melhorar”, “desenvolver”. No grupo “excelente”, coloque as habilidades nas quais você seja realmente bom; no “melhorar”, coloque os conhecimentos que você já tem e que podem ser aprimorados, como aquele curso de alemão que ficou pela metade; já no grupo “desenvolver”, liste as habilidades que o seu futuro profissional exigirá de você.

3 – Estipule um prazo

Em quanto tempo você deseja que tudo isso aconteça? Saiba que o plano de carreira pode ter uma duração diferente de acordo com o seu ritmo. O mais importante é que você não estipule para si metas irreais, pois criará uma pressão desnecessária que mais vai atrapalhar do que ajudar. Para facilitar, coloque prazos curtos, médios e longos. Comece por aqueles que são mais fáceis de resolver e, ao longo do tempo, aumente o nível de dificuldade.

4 – Coloque metas

Chegou o momento de colocar as metas para que o seu plano de carreira possa avançar. Às vezes, é preciso economizar um dinheiro para fazer aquele curso no exterior, portanto, faça a sua programação. Para cada etapa do seu plano de carreira, coloque uma meta tangível e vá em frente, sem medo de desistir e com disposição para alcançá-la. Para se manter motivado, comemore cada conquista.

Vale ressaltar que o plano de carreira não deve ser encarado como algo rígido ou imutável. Ele deve ser modificado sempre que houver a necessidade de adequá-lo ao seu estilo de vida e às mudanças de mercado. Para que isso aconteça da melhor forma, fique atento ao que está acontecendo em sua área profissional. Tenha o seu plano de carreira, objetivos e estratégias sempre em mente, entendendo que esse é um trabalho feito ao longo de toda a vida.

Agora que você aprendeu como fazer um plano de carreira, deixe o seu comentário logo abaixo e nos conte mais sobre os seus objetivos profissionais.