Você sabe o que é Inteligência Emocional? Veja aqui!

Você sabe o que é Inteligência Emocional? Veja aqui!

Por um longo tempo, acreditou-se que o ser humano era dotado de apenas uma inteligência: a cognitiva, que nos dá as capacidades de lembrar e resolver problemas de cunho lógico. No entanto, vários estudiosos acreditavam que a inteligência teria várias outras facetas, entre elas, a emocional.

Entenda o que é a inteligência emocional, como desenvolvê-la, sua importância e seus benefícios em sua vida e carreira neste post! Vamos lá!

O que é inteligência emocional?

A inteligência emocional é a que nos dá a capacidade de interpretar os sinais das pessoas à nossa volta e ter empatia por elas, isto é, colocar-se no lugar do outro para melhor compreender suas motivações, medos, receios e comportamentos.

E. L. Thorndike cunhou o termo “inteligência social” e denominou essa competência como a habilidade de entender e administrar os outros. Howard Gardner foi além, afirmando que o homem tem inteligências múltiplas, destacando as inteligências interpessoal e intrapessoal como a faculdade de compreender as motivações alheias e as suas próprias.

Wayne Paine foi o primeiro a falar em inteligência emocional. Contudo, Daniel Goleman é o pesquisador que teve maior destaque no campo, disseminando suas teorias sobre a inteligência emocional em todo o mundo.

Para Goleman, a inteligência emocional é composta de cinco áreas a serem desenvolvidas pelas pessoas:

Autoconsciência

É nossa habilidade em compreender nossos sentimentos e emoções, nossos pontos fortes e fracos, nossos impulsos e os gatilhos que nos fazem agir de determinada maneira, usando esse conhecimento para aprimorar o relacionamento interpessoal.

Autorregulação

Diz respeito à nossa capacidade de sermos flexíveis e resilientes diante de situações que nos tiram do comodismo, como debates, mudanças e situações de pressão. Desenvolver a autorregulação é aprender a gerenciar as situações independentemente de quão boas ou ruins elas sejam.

Habilidade social

Corresponde à nossa capacidade de relacionamento com os demais, gerenciando as emoções e situações em favor de um determinado objetivo. Esta é uma das competências mais requisitadas aos líderes, pois eles têm a missão de unir esforços em prol de uma meta em comum.

Empatia

Ser empático é saber colocar-se no lugar do outro e compreender seus sentimentos, usando esse conhecimento para construir relacionamentos mais fortes. Quando você se coloca no lugar do outro, é capaz de compreender seus receios e motivações e encontrar argumentos para direcionar decisões.

Motivação

A motivação é resultado de uma série de fatores internos, combinados com alguns fatores externos. Quando a pessoa não é automotivada, nenhum fator externo fará com que ela se comprometa com um objetivo. A pessoa automotivada encontra fatores internos que a fazem seguir adiante, mesmo enfrentando desafios.

Existem pessoas que acreditam que essas habilidades são inatas, isto é, nascem com a pessoa. Contudo, os estudos de Daniel Goleman e muitos outros profissionais demonstram que é perfeitamente possível aprender e desenvolver essas competências, conquistando uma vida mais feliz e satisfatória em todos os âmbitos vividos pelo ser humano: pessoal, profissional, social, etc.

O intuito de desenvolver sua inteligência emocional deve ser o de compreender seus próprios sentimentos, assim como os das outras pessoas, e utilizar esse conhecimento para extrair melhores resultados em qualquer situação.

Quais são as diferenças entre QI e QE?

Com frequência, vemos filmes, notícias, séries e documentários falando a respeito do QI — Quociente de Inteligência. Os testes de QI avaliam a capacidade cognitiva da pessoa, isto é, com qual velocidade ela é capaz de aprender. O QE — Quociente Emocional, por sua vez, está atrelado à sua capacidade emocional de ler e reagir a sinais emotivos.

Pessoas que são autistas ou têm síndrome de Asperger, por exemplo, costumam ter um QI altíssimo, no entanto, não têm habilidades relacionais. Elas precisam de ajuda para desenvolver a sociabilidade, expressar sentimentos e comunicar-se com outras pessoas.

A soma das inteligências cognitiva e emocional pode melhorar consideravelmente o desempenho de uma pessoa, ajudando-a a vencer obstáculos diários tanto na vida pessoal quanto profissional.

Por exemplo, se você é vendedor, precisa das suas habilidades cognitivas para criar estratégias de vendas, captar leads e converter clientes. Mas, no momento em que vai negociar com o prospect, o que deve se sobressair é sua inteligência emocional, para ter empatia com a pessoa que está à sua frente, compreender suas necessidades e objeções e assim construir uma argumentação com bases sólidas.

No campo pessoal, ela é ainda mais importante: ajuda a compreender melhor as pessoas à sua volta, contribuindo para relacionamentos mais saudáveis. Também é um fator determinante na conquista de objetivos pessoais, pois motiva a atingir metas que, muitas vezes, parecem inalcançáveis.

Um profissional com longa carreira em determinada área, que já não se sente realizado com as atividades que executa, pode querer mudar completamente de vida, no entanto, ao analisar pelo aspecto lógico, chega à conclusão de que é inviável:

  • O status social é julgado por seus pares, que podem recriminar uma atitude “revolucionária”;
  • O poder aquisitivo faz uma grande diferença e pode impactar familiares, criando um novo bloqueio;
  • O medo de fracassar em uma nova empreitada também é um aspecto que entra em conflito no momento da decisão.

Mas essas são crenças limitantes. Barreiras que nos são impostas inconscientemente enquanto crescemos e socializamos com outras pessoas. Pressões impostas pelo mercado, pelos familiares, pela sociedade.

Se você tiver inteligência emocional bem desenvolvida, saberá que essas afirmações não passam de preconceitos. Estará pronto para arriscar e fracassar, se for o caso. Também terá condições de se reerguer rapidamente, avaliar suas falhas e recomeçar.

Em suma, a inteligência emocional, aliada à sua inteligência cognitiva, trará mais oportunidades de crescimento e realização.

Como você pode desenvolvê-la?

Se, com a inteligência emocional bem desenvolvida, temos mais oportunidades de ser felizes e estar satisfeitos com nossas vidas, temos que investir nesse aprendizado, correto? Mas por onde começar?

Elimine os pensamentos negativos

Não para ignorar absolutamente tudo o que ocorre à sua volta para blindar suas emoções. Eliminar os pensamentos negativos consiste em saber gerenciar nossas emoções negativas tentando encontrar os gatilhos que as fazem aparecer.

No ambiente de trabalho, a presença de um executivo da empresa pode ser interpretada como supervisão direta, uma fiscalização para encontrar falhas ou até sinônimo de demissões. Esse tipo de pensamento costuma ocorrer com mais frequência do que pensamos e, em muitos casos, é completamente infundado.

Quando um profissional se sente “fiscalizado” por um superior, pode estar demonstrando baixa autoestima, sentimento de incapacidade diante das responsabilidades que assumiu, insatisfação com o ambiente de trabalho e muitas outras percepções subjetivas.

No âmbito familiar, também costumam ocorrer situações em que nos sentimentos incomodados: a visita de uma pessoa com a qual não simpatizamos, por exemplo.

Nesse caso, é importante usar sua inteligência emocional para criar empatia com essa pessoa, procurar entender suas motivações e comportamentos e então identificar qual característica dela te afeta diretamente. Assim, se for um problema comportamental, por exemplo, você pode conversar, mostrar seu ponto de vista, ouvir a outra pessoa e resolver a questão.

Identificar quais são as razões que te levam a pensar de maneira negativa é uma boa forma de acabar com o pessimismo e usar suas emoções a seu favor.

Olhe mais para dentro de você

Desenvolver a inteligência emocional é um processo. Como tal, está sujeito a falhas, que podem — e devem — ser identificadas para que você aprimore suas habilidades relacionais a cada dia. Uma boa forma de fazer isso é criar o hábito de se retirar por alguns minutos todos os dias para avaliar suas atitudes e comportamentos.

Antes de dormir, relaxe e reflita sobre tudo o que aconteceu. Analise como as outras pessoas agiram e como você reagiu a elas. Faça o contrário também: avalie como você agiu em determinadas situações e como as pessoas reagiram a você. É dessa forma que vamos aprendendo sobre como nos sentimos, como recebemos as impressões dos demais e como absorvemos isso.

Imaginemos que você tenha recebido uma crítica do seu chefe no trabalho. Ele foi duro, enfatizou que falta comprometimento da sua parte para atingir os resultados esperados. Cabe a você filtrar a crítica e refletir se é verdade o que ele está dizendo ou se ele teve uma impressão equivocada.

Quando você faz esse exercício, elimina os pensamentos negativos que podem vir com a situação, como sentimento de incapacidade, autoestima abalada e falta de motivação para ir trabalhar no dia seguinte.

Quem tem inteligência emocional bem desenvolvida é autoconfiante, não precisa da aprovação dos outros. Quando falha, sabe reconhecer o erro e corrigi-lo. Quando não falha, também tem consciência disso e não deixa que comentários maldosos abalem o seu desempenho.

Saiba gerenciar os momentos de estresse

A dinâmica mercadológica pode ser cruel. Cumprimento de metas, prazos, responsabilidades, comandar equipes e ainda ter tempo para a família e o lazer é como percorrer uma maratona todos os dias. Você chega exausto ao final da jornada.

O acúmulo desse tipo de situação gera estresse, que afeta o humor, que impacta na forma com que você lida com as pessoas e, finalmente, tem consequências na percepção que você gera nas outras pessoas. Não é difícil encontrarmos colaboradores falando algo do tipo “lá vem a estressada”.

Saber gerenciar esses momentos é essencial para que você leve uma vida mais tranquila e possa usufruir melhor dos relacionamentos que estabelece. Se, em determinado momento, você se sente irritado, ansioso ou a ponto de explodir, retire-se para um ambiente tranquilo, respire fundo, medite sobre o que está afetando suas emoções.

Com o tempo, esse exercício se tornará automático e você terá maior capacidade de agir com acerto em momentos de pressão. Quando as emoções estão controladas, a inteligência cognitiva faz um trabalho ainda melhor.

Seja assertivo

Um sinal de que sua inteligência emocional precisa ser aprimorada é quando você não consegue expressar seus sentimentos com clareza. Dizer “não” para algo que lhe incomoda é um bom exemplo.

A maioria de nós tem dificuldades em dizer “não”, seja para o cônjuge, para um amigo, para o chefe ou para os filhos. Parece que essa palavra cria uma aura de reprovação consigo mesmo, como se as pessoas fossem deixar de gostar de você por isso. Para evitar esse sentimento, acabamos gerando outros ainda piores, como a contrariedade, o orgulho ferido, a insatisfação pessoal e até financeira.

Vamos a um caso prático: seu chefe pede que você faça alguma coisa que vai contra seus princípios, como adulterar um documento. Imediatamente, você vê o conflito crescer internamente: faço ou não faço?

Se você não obedecer ao que lhe foi pedido, pode ser que haja algum tipo de retaliação, como uma advertência ou até mesmo uma demissão, dependendo da situação. Por outro lado, se você ceder à pressão, levará esse sentimento negativo para sempre.

Em momentos como esse, é imprescindível que você seja assertivo. Explique à outra pessoa como se sente, escolhendo bem as palavras e sem levantar o tom de voz. Caso o clima esteja muito acalorado, às vezes é melhor procurar outro momento para expressar o que você pensa.

Para quem não é de muitas palavras, um bom exercício para desenvolver essa competência é escrever. Escreva como se sente. Leia e releia o que escreveu antes de enviar. Quando tiver certeza de que foi claro, mande um e-mail ou uma mensagem. Aos poucos, o medo de falar abertamente vai desaparecendo.

Peça feedback sempre

O feedback é uma ótima forma de compreendermos como as pessoas nos veem. Nem sempre somos aquilo que pensamos ser ou então transmitimos a imagem que gostaríamos de passar. Uma pessoa que se mostra reclusa pode ser tímida, estar passando por alguma dificuldade, ter baixa autoestima ou ter algum tipo de bloqueio que a impede de se relacionar com outros. Contudo, ela pode ter muito a contribuir, desde que seja estimulada a isso.

Quem tem inteligência emocional mais apurada tem o dever de ajudar outras pessoas a se desenvolverem também. Caso você tenha uma equipe sob seu comando, é importante que abra espaço para o feedback contínuo e de duas vias.

Se os seus liderados se sentem motivados a contribuir para o seu aperfeiçoamento, você terá abertura para contribuir da mesma forma. Essa troca ajuda a construir relacionamentos mais prósperos e verdadeiros, baseados na confiança. E quem confia permanece ao seu lado sempre, em qualquer situação.

No campo pessoal, o feedback é igualmente importante. Um casal que não conversa, que não expressa seus sentimentos um para o outro vai construindo uma barreira que se torna cada dia mais difícil de ultrapassar.

Vemos muitos casos de profissionais que estão insatisfeitos com suas carreiras, não conversam sobre isso com seus companheiros e acabam descontando todas as frustrações na família, quando, na verdade, a família deveria ser sua base de apoio para tomar uma decisão de mudança. O diálogo franco e aberto demonstra maturidade emocional.

A importância da inteligência emocional na sua carreira profissional

Certamente, você já tem uma ideia de como a inteligência emocional pode afetar sua carreira, afinal, ela é um componente essencial para a formação da sua personalidade. Quanto mais aprimoramos nossa inteligência emocional, maior é nossa capacidade de enfrentar os desafios da vida profissional e de nos relacionarmos com as pessoas, por mais difíceis que elas sejam. E com o que mais ela pode te ajudar?

Liderança

Pessoas que estão em cargos de liderança ou que almejam uma posição como líderes empresariais precisam ter inteligência emocional. O papel do líder é orientar a equipe rumo aos objetivos da empresa, ensinar o que deve ser feito, mediar conflitos, extrair o potencial máximo de cada um e manter o time motivado.

Ter sucesso nessa empreitada é fruto de um trabalho minucioso de desenvolvimento interpessoal e intrapessoal. Primeiro, você tem que se conhecer, para então conhecer sua equipe. Precisa ter empatia com todos para alinhar expectativas e criar um ambiente colaborativo.

Uma hora ou outra terá que mediar conflitos, analisando duas ou mais partes e tirando suas próprias conclusões. Se você se sair bem disso tudo, terá uma carreira promissora.

Aprendizado

A arrogância é uma característica que vemos com frequência nas empresas. Muitos profissionais acreditam que sabem de tudo, que não precisam aprender ou mudar hábitos e comportamentos. Isso é um engano terrível e demonstra falta de inteligência emocional.

Lembra-se da dica de olhar mais para dentro de si mesmo? Quando analisamos nossas forças e fraquezas, estamos identificando oportunidades de melhoria. Se não conseguimos fazer esse exercício, estamos perdendo a chance de evoluir profissionalmente, assumir novos desafios e aprender aquilo que ainda não sabemos.

Hoje, você pode gerenciar o departamento de marketing de uma grande empresa e almejar chegar à direção. Mas, para chegar lá, precisa aprender sobre finanças, economia, contabilidade, gestão de pessoas e logística.

Se existe alguém no seu time que pode transmitir esses conhecimentos, aceite. Seja humilde e aprenda com quem está à sua volta, independentemente de cargo, ocupação ou poder aquisitivo. As maiores lições vêm dos detalhes mais simples.

Ação e reação

O mercado está cheio de profissionais ganhando quantias enormes de dinheiro e, mesmo assim, frustrados com suas carreiras. A velha máxima de que dinheiro não traz felicidade é verdade, sim. As pessoas têm outras necessidades que vão além de ter o carro do ano na garagem e uma casa de campo ou veraneio.

O que falta a essas pessoas é compreender a lei da ação e reação. Se você age, vem uma reação em troca. Se você fica paralisado, nada muda ou então muda pela ação dos outros sobre você. Quem fica paralisado não tem inteligência emocional suficiente para tomar uma atitude, como mudar de emprego ou então pedir demissão para se dedicar a um projeto pessoal.

A inteligência emocional traz autoconfiança, faz com que você acredite em sua capacidade mesmo que os outros desdenhem dela. É como no exemplo da crítica do chefe. Se você sabe que fez o seu melhor, então não há motivos para ter medo ou se sentir culpado.

Benefícios que ela gera na sua vida

Ao longo do artigo, você entendeu como a inteligência emocional pode mudar situações e facilitar relacionamentos. Também falamos sobre como ela afeta sua vida profissional, já que ela ocupa boa parte do nosso tempo. E o que ela pode trazer de benefícios para sua vida pessoal?

Autoestima

Somos frequentemente bombardeados por julgamentos de valor. Como nos vestimos, como nos comportamos, como relaxamos, como usamos nosso dinheiro, tudo isso vira insumo para que as pessoas nos julguem. E isso pode afetar nossa autoestima. Mas só se não tivermos uma inteligência emocional bem desenvolvida.

Quando nosso emocional está em dia, sabemos filtrar aquilo que nos faz bem e aquilo que não se encaixa em nossas vidas. Se você decide empreender por conta própria, por exemplo, sabe que essa é a melhor decisão para você e se sente tranquilo com isso, mesmo que outras pessoas pensem o contrário.

Autoconfiança

Se estamos bem com nós mesmos, com a autoestima elevada, a autoconfiança também fica fortalecida. Tanto para o profissional quanto para o pessoal, como tomar decisões importantes: mudança de cidade, de hábitos, de parceiro, etc.

Ser autoconfiante é mais do que tomar decisões impulsivas, é estar certo de onde você quer chegar, qual caminho seguir e estar pronto para as consequências, sejam elas positivas ou negativas.

Perdão

Uma das maiores dificuldades do ser humano é perdoar. A si mesmo e aos outros. Se um amigo deixou você na mão, a amizade esfria; se você cometeu um erro, fica amargando isso por um longo tempo; se um familiar foi desonesto com você, o relacionamento é cortado sem mais delongas.

Pode até ser que você não queira dar continuidade ao relacionamento com uma pessoa que te feriu de alguma forma, contudo, é importante que você saiba perdoar para seguir em frente. E para perdoar, só tendo muita inteligência emocional em jogo.

Generosidade e compaixão

Pessoas com inteligência emocional bem desenvolvida são generosas, ajudam os outros porque veem nisso uma forma de melhorar suas próprias vidas e as das outras pessoas. Elas não esperam nada em troca e sentem compaixão por quem está passando por dificuldades ou ainda não tem o mesmo nível de evolução emocional que elas.

Por exemplo, você pode encontrar um colega de trabalho ou familiar que se ressente pelo sucesso alheio. Isso não é um defeito de caráter, mas sim falta de aprimorar suas habilidades emocionais para compreender que cada um tem um caminho a ser percorrido e que os resultados são fruto dos esforços de cada um.

Quando você age para auxiliar os demais sem criar expectativas, se sente grato por qualquer recompensa que possa vir, como um “obrigado” ou um simples sorriso. E é nesses pequenos gestos que encontramos a verdadeira felicidade.

Curtiu saber mais sobre inteligência emocional? Para receber outros conteúdos como esse, siga minha página no Facebook e acompanhe meu canal no YouTube, porque lá tem muito mais!

O guia definitivo para descobrir suas habilidades

O guia definitivo para descobrir suas habilidades

Todos nós temos um talento, um dom especial, algo que nos torna únicos e que nos destaca no meio da multidão. E descobrir suas habilidades é essencial para ter uma vida melhor, não apenas financeiramente, mas de uma maneira geral. É uma forma de se sentir bem fazendo algo que gosta e ser reconhecido positivamente por isso.

Continue lendo este post e saiba mais sobre o assunto:

O que são habilidades?

As habilidades são coisas que fazemos sem nenhum tipo de esforço, que nos é tão natural que, muitas vezes, não conseguimos reconhecê-las como um dom. Outra coisa muito fácil de ser confundida é a sua paixão com a habilidade — que, nem sempre, são as mesmas. Você pode amar fazer algo que não tem nada a ver com o que você realmente é bom. Estranho, mas pode acontecer.

Encontrar a sua habilidade pode exigir tempo, e é preciso se conhecer melhor, ou seja, refletir, se fazer perguntas, se questionar e pensar um pouco mais fundo, levar os pensamentos para fora da caixinha. O autoconhecimento é indispensável nesse momento.

Você ainda não encontrou a sua habilidade? Não se preocupe, essa dúvida é muito mais comum do que se imagina. Mas nós estamos aqui para te ajudar a eliminá-la. Separamos algumas dicas de como fazer para encontrá-la e utilizá-la para desenvolver a sua carreira:

Como descobrir suas habilidades?

Descubra o que gosta de fazer

Já trabalha? Comece a pensar no que mais gosta de fazer durante o seu expediente. Por exemplo: você se sente melhor trabalhando de forma isolada ou no meio de muita gente? Gosta de lidar com as pessoas ou prefere fazer as coisas de forma independente? Gosta de mexer com papéis ou tem pavor da parte burocrática?

Tudo isso precisa ser analisado. Se você ainda não souber as respostas para essa pergunta, pare um pouco para analisar enquanto estiver trabalhando. Pense no que você tem mais facilidade, naquilo que não te demanda muito esforço e no que você faz de forma natural, sem muita dificuldade.

Pergunte-se quais são os seus pontos fortes

Você já parou para refletir sobre as suas qualidades? Todos nós temos pelo menos uma que não precisa ser, necessariamente, algo que fazemos com um objeto. Por exemplo: você pode ser ótimo em ouvir as pessoas e em dar conselhos. A qualidade pode ser qualquer coisa que você tenha.

Se você não consegue identificar alguma, peça para algum amigo, conhecidos ou familiares descreverem o que mais gostam no seu jeito de ser e o que te faz tão diferente da maioria.

Pense no que faz para se divertir

Sabia que aquele seu passatempo pode estar escondendo o seu talento? Ele pode se tornar o negócio da sua vida e te render muitos frutos, não só financeiros como também emocionais. Duvida? Você pode ler sobre, por exemplo, histórias de blogueiras de moda que hoje faturam alto com coisas que faziam como hobbie e, com o passar do tempo, se tornaram um grande sucesso. É possível trabalhar com aquilo que ama e se sentir satisfeito de todas as formas.

Faça coisas diferentes

Eis uma ótima forma de descobrir as suas habilidades: testá-las. Além de fazer muito bem para o nosso cérebro, você estará se dando mais chances de encontrar aquilo em que pode ser um destaque.

Por exemplo: pense em coisas que poderia gostar de fazer como tocar um instrumento musical. Faça uma aula experimental ou se matricule num curso para tentar diversos instrumentos, como piano, violão e flauta. Quando encontrar algo em que seja bom, foque e desenvolva ainda mais as suas habilidades.

Preste atenção em pequenos sucessos

Você organizou uma festa e todos os colegas que te encontram te dão os parabéns por isso? Um amigo te pediu para ajudá-lo a entender um determinado assunto que você conseguiu explicar com maestria, fazendo com que ele colhesse bons resultados?

Receba os elogios e fique atento a eles. Às vezes, por serem coisas sem grande importância, nós não prestamos atenção e deixamos que essas informações se percam no ar. As suas habilidades podem estar exatamente nesses pontos.

Não se preocupe com a opinião alheia

Sabe aquela ideia maluca que você tem na cabeça? Aquela coisa que, entre os seus amigos, só você tem habilidade para fazer, mas todo mundo acha meio ridículo ou estranho? Não se prenda muito a essas opiniões, afinal de contas, muitos negócios que no início eram desacreditados acabaram rendendo milhões.

Não acredita? Veja este exemplo: se você nasceu (ou cresceu) nos anos 1990, vai se recordar da mola maluca. Ela era totalmente colorida e já ajudou muitas pessoas a relaxarem durante o trabalho. O inventor dessa ideia simples faturou impressionantes 250 milhões de dólares com algo que ninguém acreditava que daria certo.

O que fazer com elas?

Depois que você já colocou todos esses passos em prática e descobriu qual ou quais são as suas habilidades, o que fazer? A 1ª coisa é exercitá-las, pois nenhuma habilidade se mantém sozinha. É preciso praticar e se aperfeiçoar.

A 2ª é procurar por um profissional que possa te dar a orientação necessária, como um mentor e cursos que possam te ajudar a canalizar os seus dons em coisas que se reverterão em um negócio e que te permitirão trabalhar com o que você realmente gosta, de forma natural e sem estresse.

Além disso, uma ótima forma de crescer profissionalmente com aquilo que se sabe fazer é mostrá-la ao mundo. Por exemplo: digamos que o seu passatempo seja assistir séries. Crie um blog ou um canal no YouTube para fazer resenhas das histórias. O mais importante é se tornar uma referência no assunto, não importa qual.

Alguém, de qualquer parte do mundo, pode te encontrar e te chamar para trabalhar numa empresa. Você pode começar para ganhar experiência e, depois, montar o seu próprio negócio ou encontrar pessoas que acreditem nas suas ideias e que queiram investir nelas!

Você já conseguiu descobrir suas habilidades? Conte para a gente o que você pretende fazer a partir disso. Deixe um comentário!

Aprenda como superar o medo do fracasso

Aprenda como superar o medo do fracasso

O medo do fracasso pode impedir muitas pessoas brilhantes de explorar o seu potencial. Afinal, qualquer oportunidade de crescimento também oferece algum tipo de risco — responsabilidades maiores, maior exigência e o mal-estar de sair da zona de conforto. Porém, se queremos crescer, devemos superar esse medo.

Muitas vezes, as principais atitudes que levam a esse receio são excesso de autocrítica e a mania de perfeição. Com isso, ao iniciar uma nova etapa, você já quer fazer tudo sem nenhuma falha e acaba considerando qualquer tropeço uma enorme catástrofe.

Para ajudar, vou dar algumas dicas simples para você se valorizar, compreender a importância do seu trabalho e superar esse medo do fracasso. Acompanhe!

Não personalize o fracasso

Quando um plano ou projeto dá errado, tendemos a colocar a culpa em nós mesmos. Pensamos: “eu faço tudo errado”, “eu não me preparei o suficiente” ou “eu não sou digno de tal tarefa”. Assim, criamos uma defesa em torno de nós e evitamos situações que tenham o potencial de atingir negativamente nossa autoestima.

Nesse momento, é preciso ter sabedoria. Por isso, gosto sempre de sugerir uma tarefa:

  1. Escreva em um papel os fracassos mais marcantes da sua vida;
  2. Depois, descreva completamente a circunstância: quando e onde ocorreu, quais foram os fatores externos e internos que prejudicaram o desenvolvimento da situação;
  3. Então, analise racionalmente quais fracassos foram causados por fatores externos e quais foram, de fato, mais fruto dos seus erros;
  4. Responda à pergunta: qual foi a porcentagem daqueles que deram errado por fatores externos? Surpreendentemente, você verá que são a maioria;
  5. Por fim, liste em uma folha aquelas falhas causadas por fatores internos. Depois, quero que você reflita se você se aprimorou desde então.

Essa atividade certamente lhe mostrará que grande parte do fracasso vem das circunstâncias. Além disso, você será capaz de ver o quanto você evoluiu desde então. Se você perceber que teve um crescimento muito grande, não há motivo para se preocupar.

Questione a raiz do medo

Na psicologia cognitivo-comportamental, há um conceito bastante interessante: todo os nossos pensamentos têm origem em uma crença central. Ela é desenvolvida ao longo da nossa vida e se refere a uma imagem que criamos de nós mesmos. Por exemplo, quando uma pessoa tem uma autoestima baixa, ela pode ter a crença central de que não tem valor nenhum.

Já as origens do medo podem ser variadas: traumas, educação familiar, educação escolar etc. Então, frequentemente, para superar o medo do fracasso, precisamos entender a raiz do medo e questioná-la. Confira algumas causas comuns:

Educação muito rígida

Os pais sempre exigiram muito e criaram o filho para o perfeccionismo. A cobrança excessiva gera uma ansiedade de desempenho muito grande, e a pessoa desenvolve a crença central de que nada do que ela faz é bom.

Dessa forma, é importante realizar os seguintes questionamentos: o meu temor é real? Quais são as situações que desencadeiam o meu medo de fracassar? Tenho me aprimorado para melhorar constantemente? Frequentemente, deixo de realizar alguma tarefa por ouvir uma voz interior dizendo que nada do que eu faço dá certo?

Então, você será capaz de perceber que grande parte do seu medo não vem de fatores internos, e sim de pensamentos automáticos que sempre te levam a pensar no fracasso, em vez do êxito.

Traumas

Os traumas são aquelas situações que foram muito ruins para nós e que não gostaríamos que se repetissem de modo algum. Assim, deixamos de nos expor a diversas situações que possam desencadear essas memórias ruins.

No mundo dos negócios, isso ocorre constantemente. Uma determinada pessoa abre um negócio que não dá certo e, por isso, deixa de empreender e aproveitar as oportunidades por medo. Então, vem o pensamento automático de que você não sabe gerir bem negócios e que não é um bom empreendedor. Mas, na verdade, é preciso aprender que um fracasso passado não implica um futuro.

Você deve ter aprendido bastante com o primeiro erro e, assim, vai estar mais preparado para evitar os próximos. Além disso, muitas coisas provavelmente mudaram: a situação econômica do país, o mercado, seus concorrentes etc. Portanto, há um grande potencial de suas novas ideias darem muito certo.

Começar com um pequeno MVP

Aproveitando que falei dos traumas com fracasso, vou falar da mudança de paradigmas de negócios que ocorreu nas últimas décadas. Você possivelmente pensa em abrir uma empresa da seguinte forma: vou alugar um local, fazer marketing, comprar tais equipamentos etc. Assim, você precisou de muito esforço para ver sua ideia fracassar no final.

No novo paradigma, você não começa com uma ideia de “negócio”, você inicia com uma ideia de um produto mínimo viável (MVP). Ele funciona da seguinte forma: qual é o produto que você deseja lançar? Então, em vez de criar todo um negócio para lançá-lo e investir bastante, você vai começar aos poucos.

Desse modo, você cria uma versão do produto que demande a quantidade mínima de esforço e desenvolvimento. Com isso, você minimiza seus riscos e, consequentemente, seu medo de falhar. Então, você testa o conceito com um grupo reduzido de clientes. Se der certo, você pode escalar e melhorar o produto.

Porém, caso dê errado, você será capaz de aprender com a situação sem aquele enorme peso de ter perdido muito tempo e dinheiro. Nesse sentido, você deverá manter o seu esforço em um MVP com o conceito aprimorado. A solução jamais será deixar o produto cada vez mais dispendioso, e sim aquele mais simples pronto para ser testado.

Faça testes constantemente

Para ter segurança ao lançar um produto definitivo no mercado, é essencial tê-lo testado diversas vezes. Infelizmente, no mundo dos negócios, a forma como imaginamos o nosso produto não é a que o mercado o recebe. Então, você pode acreditar plenamente que seu produto oferece uma ótima solução para os problemas do consumidor. Porém, o seu público pode acabar não comprando a sua ideia, o que levará seu negócio ao fracasso.

Testar desde o início com um MVP é um dos grandes segredos dos empreendedores de sucesso. Com isso, eles aprendem a cada falha e continuam tendo um bom capital para investir. Por isso, nunca invista pensando em um produto final ou em uma empresa pronta. Coloque sua energia em criar uma ideia interessante e minimamente viável. Depois disso, realize diversos testes de conceito até chegar a um produto realmente maduro e interessante para o público.

Converse com outras pessoas que passaram pelo processo

Na psicanálise, há um conceito muito importante: o luto. Ele não se aplica somente à morte de um ente querido, mas também a qualquer outra situação de muita frustração. O luto é aquele tempo que tomamos para refletir e superar uma perda.

Por isso, é bom conversar com as pessoas que passaram pelo mesmo processo que você, ou seja, que tiveram um negócio fracassado ou que são muito perfeccionistas. Assim, você poderá ver que o sucesso não depende de acertar rapidamente, e sim de não desistir e sempre se aprimorar.

Portanto, asseguro que o medo de fracassar é natural e uma regra entre a maioria de nós. No entanto, quem conquistou o sucesso teve de vencer esse receio e acreditar bastante em si mesmo. Não é algo fácil, que você vá atingir de um dia para o outro. Ao contrário, é uma construção constante que você faz no seu cotidiano.

Então, quer vencer essa inércia que leva ao medo do fracasso? Não deixe de ler nosso guia de como transformar metas em ações, acabando com aquela sensação de que nossos sonhos só ficam no papel!

 

10 livros sobre desenvolvimento pessoal que você precisa ler já

10 livros sobre desenvolvimento pessoal que você precisa ler já

Não é exagero dizer que um livro pode mudar uma vida. Afinal de contas, a leitura é um recurso usado há muitos anos para o crescimento pessoal e intelectual. Tanto que basta visitar uma livraria ou uma biblioteca para notar que há títulos sobre os mais variados assuntos.

Neste post, listamos 10 livros sobre desenvolvimento pessoal que você precisa ler. Eles vão deixar a sua jornada de crescimento muito mais tranquila. Confira!

1. Desperte seu Gigante Interior

Escrito pelo especialista em neurolinguística Anthony Robbins, Desperte seu Gigante Interior revela como acontecem as tomadas de decisões e de que forma podemos trabalhá-las para alcançar os nossos objetivos.

Segundo o autor, todos nós temos a capacidade de mudar em um instante o que quisermos na nossa vida, pois desenvolvemos características únicas quando focamos no aperfeiçoamento de uma área.

Por meio de estudos de casos, testes de autoajuda e um programa desenvolvido especialmente para o leitor, Robbins ensina a romper padrões de comportamento e, assim, a realizar grandes mudanças pessoais.

2. Modificação de Comportamento — O que É e Como Fazer

Inicialmente, Garry Martin escreveu Modificação de Comportamento — O que É e Como Fazer para os estudantes de psicologia que desejam focar na análise do comportamento. No entanto, graças à sua linguagem acessível, o livro também é indicado para quem não pesquisa nem deseja se especializar no assunto.

O trabalho de Martin funciona como uma boa ferramenta para entender o nosso comportamento e, dessa maneira, pensar e aplicar algumas mudanças em nossa vida.

3. Um Novo Mundo — O Despertar de uma Nova Consciência

Eckhart Tolle acredita que a humanidade pode criar hoje um novo universo, uma oportunidade maior do que em qualquer outro momento da história — e essa é a tese de Um Novo Mundo — O Despertar de uma Nova Consciência.

O autor defende que, primeiramente, precisamos realizar uma mudança interna e radical para dar início à nova realidade. Segundo Tolle, precisamos nos livrar do controle do ego, pois o seu domínio nos torna incapazes de ver a dor que causamos a nós mesmos e a outros.

No livro, o leitor aprende de maneira inspiradora e surpreendente a vencer as armadilhas do ego e a descobrir o seu verdadeiro eu. É essa essência que vai ajudá-lo a formar um mundo onde é possível viver em harmonia com tudo.

4. O Poder do Agora

Mais um livro de Eckhart Tolle para a lista. Em O Poder do Agora, o autor nos mostra como passamos a maior parte do nosso tempo pensando no passado e no futuro, ignorando o presente.

E aí está o “pulo do gato” do livro: para mudar a nossa vida, é preciso fazer diferente e começar neste exato momento. Devemos deixar o ego e a mente analítica para trás e adotar conceitos de diversas tradições espirituais (como o budismo, o hinduísmo e cristianismo) para descobrir todo o nosso potencial interior.

Apesar de tocar em assuntos complexos, o livro tem uma linguagem simples e didática, que ensina o leitor a tomar consciência das suas emoções e dos seus pensamentos para, enfim, viver alegre e em paz.

5. O Poder do Hábito — Por que Fazemos o que Fazemos na Vida e nos Negócios

Apesar de não ter formação em nenhuma área relacionada à psicologia, o jornalista Charles Duhigg decidiu estudar, com profundidade, como acontece a criação de um hábito e escrever O Poder do Hábito — Por que Fazemos o que Fazemos na Vida e nos Negócios.

Para criar o livro, o autor entrevistou e pesquisou a história de centenas de pessoas distintas. Nessa empreitada, Duhigg descobriu como alguns hábitos foram importantes para o êxito do nadador Michael Phelps, do herói dos direitos civis Martin Luther King Jr. e do diretor executivo da rede de cafeterias Starbucks, Howard Schultz.

Graças à sua formação como comunicólogo, Charles Duhigg entrega ao leitor um trabalho com uma linguagem extremamente acessível.

6. Princípios Básicos de Análise do Comportamento

Princípios Básicos de Análise do Comportamento foi escrito por 4 mãos: de Márcio Borges Moreira e de Carlos Augusto de Medeiros. Nesse livro, os autores usam uma linguagem dinâmica para apresentar a psicologia comportamental e o comportamento humano.

O livro propõe-se a ajudar profissionais de diferentes área de atuação a compreender melhor o comportamento humano.

 

7. Propósito — A Coragem de Ser Quem Somos

Sri Prem Baba é um guru que decidiu registrar os seus diálogos em Propósito — A Coragem de Ser Quem Somos. Assim, o livro aborda temas ligados aos nossos anseios íntimos e nos mostra o caminho mais sereno para encontrarmos o propósito da nossa própria existência.

8. Quem Pensa Enriquece

“Qual é o segredo que cria milionários?” Napoleon Hill dedicou 20 anos da sua vida para descobrir a resposta dessa pergunta e, por fim, escreveu Quem Pensa Enriquece.

Nesse livro, o autor apresenta a ascensão de 500 das maiores fortunas do mundo — como a de Henry Ford, John Rockefeller e Theodore Roosevelt — e lista para o leitor 15 características comuns a todos esses vencedores.

9. Os Segredos da Mente Milionária — Aprenda a Enriquecer Mudando seus Conceitos sobre o Dinheiro

Se você está no vermelho, é melhor ler Os Segredos da Mente Milionária — Aprenda a Enriquecer Mudando seus Conceitos sobre o Dinheiro e entender “o seu modelo de dinheiro”. Esse é um conceito criado por T. Harv Eker, segundo o qual cada um de nós alimentamos desde a infância crenças que determinam o nosso destino financeiro.

No livro, o autor mostra como substituir uma mentalidade ruim por modos de pensar e de agir que separam as pessoas ricas das demais. O leitor também aprende um método para administrar a sua carteira e aumentar o seu patrimônio líquido.

10. Vencendo a Ansiedade e a Preocupação com a Terapia Cognitivo Comportamental

Escrito pelo criador da psicologia cognitiva, Aaron T. Beck, e David A. Clark, Vencendo a Ansiedade e a Preocupação com a Terapia Cognitivo Comportamental é útil para quem deseja:

  • identificar gatilhos de ansiedade;
  • desafiar pensamentos que levam à angústia;
  • enfrentar situações temidas com segurança.

O livro se baseia em uma abordagem terapêutica desenvolvida e testada há mais de 50 anos.

Como você pôde notar, existem muitos livros sobre o tema, desde os mais teóricos até os best-sellers. Se você quer montar uma biblioteca sobre o assunto sem gastar, pode trocar os exemplares físicos pelos e-books vendidos em lojas on-line, que têm preços mais acessíveis.

Você gostou desta lista com livros sobre desenvolvimento pessoal? Então, continue com a visita em nosso blog, leia agora mesmo o texto “Quer mudar de carreira profissional? Leia 7 livros e acerte em sua escolha!” e se aprofunde no assunto!

Amor próprio: um passo fundamental para o seu sucesso!

Amor próprio: um passo fundamental para o seu sucesso!

Todos os dias, ao levantarmos da cama, lidamos com uma série de coisas a fazer. Elas vão das mais simples, como arrumar o lençol, às mais complexas, como lidar com as obrigações sociais e a vida profissional. Alguns dias parecem ser mais tranquilos, enquanto outros não. Nesse vai e vem de nossas rotinas, não é raro que nos encontremos sobrecarregadas, exaustas e estressadas. Seria isso algo “normal”? Com toda certeza, não!

O fato é que isso acontece, principalmente, quando nós não desempenhamos adequadamente os papéis que deveríamos assumir com excelência. É o que chamamos de “estar em segundo plano”. Pare e analise: qual é o papel que você desempenha em sua própria vida? É o de protagonista ou de coadjuvante? Estamos acostumadas a lidar bem com os sentimentos dos outros, mas o mesmo não acontece quando se trata dos nossos. Falta amor próprio.

Quer dar o passo fundamental para o seu sucesso? Saiba tudo sobre amor próprio nos tópicos a seguir.

1. Saiba por que o amor próprio é importante

Gustavo Santoslife coach português, define o amor próprio como “o caminho dos não-egoístas”. Em um primeiro momento, essa definição pode confundir nossa mente. Desde pequenos, nós somos habituados a encarar o amor próprio como algo ruim, associado ao egoísmo. O “certo” seria ceder sempre ao que os outros querem, necessitam e nos solicitam. Em muitos casos, crescemos ocupando um papel de segundo plano em nossas vidas. É assim que deixamos de aprender a dizer “não” para as situações que não nos agradam.

Santos vai além em sua definição de amor próprio. Ele diz que nos amamos quando perdoamos os demais que nos magoam; quando aceitamos o que não controlamos; quando transformamos o mau em bom; e quando adquirimos a habilidade de nos colocar no lugar dos outros. Resumidamente, precisamos estar alinhados com a nossa essência para ter a destreza que nos permite pensar nos demais, sendo com eles o que somos conosco.

É necessário que sejamos assim, pois o contrário (ser com os demais o que não somos conosco ou dando a eles o que não nos damos) nos leva sempre a esperar algo em troca, ou seja, nos torna egoístas. Dessa forma, passamos a agir sempre pensando em nós mesmos, no que queremos e esperamos dos outros. Você percebe como o amor próprio é muito diferente do egoísmo? O amor próprio permite que, estando bem conosco, nós consigamos estabelecer uma excelente relação com os demais, oferecendo o máximo do que temos de bom.

Sendo assim, podemos considerar o amor próprio como algo extremamente importante para qualquer indivíduo. E você? Se ama como deveria? A ideia de “se amar” soa, às vezes, como algo clichê. Lembre-se: nós aprendemos desde cedo a encarar o amor próprio dessa forma. O fato é que, se você tem uma visão negativa de si próprio, como você espera que seja a visão das outras pessoas?

Uma vida sem amor próprio tem consequências. A falta dele faz com que estejamos abertos a sentimentos indesejados, como a insegurança. Tudo piora ainda mais quando ela evolui para o medo, levando nossa autoestima para o patamar mais baixo de todos, nos deixando completamente frágeis emocionalmente. É dessa forma que nossos sonhos e objetivos acabam sendo prejudicados.

No âmbito profissional, passamos a questionar nossa capacidade intelectual. Estamos prontos para encarar um novo desafio? Somos capazes de assumir um negócio próprio? As dúvidas surgem e, por vezes, nos consideramos incapazes de encarar o novo, optando por ficar em uma zona de segurança imaginária — mais popularmente conhecida como “zona de conforto”.

Sim, as pessoas preferem ficar na zona de conforto a aceitar a vivência em uma novidade. Isso ocorre por puro e simples medo de não conseguirem fazer o que deve ser feito, de serem superadas por outras pessoas ou por receio de não serem capazes de se adaptar à nova função. Note como o medo e a insegurança se fazem presentes aqui. Percebeu como eles são traiçoeiros e conseguem traçar pautas em nossas vidas? Supere-os com muito amor próprio!

2. Servir com amor traz sucesso ao negócio. Entenda!

Existe uma enorme diferença entre fazer algo com amor e sem ele. Com amor, nos dedicamos e damos o máximo de nós mesmos. Deepak Chopra, médico indiano e autor de livros de autoajuda, define “amar” e “servir” como os dois ingredientes básicos para que o sucesso possa chegar a um negócio. Fica o questionamento: como tornar isso possível?

Chopra acredita que as organizações precisam ser mais humanizadas, menos automáticas e robóticas. Isso não tem a ver com tecnologia, ok? Seu negócio pode ser muito moderno, porém as relações que existem dentro dele precisam ser valorizadas. Relações humanas de qualidade, segundo Chopra, acionam uma cadeia de satisfação. Veja como:

  • Clientes satisfeitos são mais felizes;
  • A felicidade deles é resultado do bom trabalho da equipe;
  • O bom trabalho da equipe promove as ações da gerência; e
  • As ações da gerência são valorizadas pelos investidores ou o empreendedor.

Você pode ler e reler essa cadeia de satisfação nos dois sentidos, pois ela funcionará das duas maneiras. Para que ela seja possível, o autor indiano diz que as organizações precisam lidar melhor com o conceito da “atenção plena”, ou seja, valorizar mais as pessoas que fazem parte do seu dia a dia no trabalho. Por meio de ações que envolvam atenção e afeto, os colaboradores conseguem assimilar melhor as mensagens que a organização precisa transmitir.

Quer saber como colocar isso em prática? Veja o passo a passo:

2.1 Seja um bom observador

Observar é uma forma de aprender. Comece a prestar mais atenção no clima da organização, na maneira como os colaboradores, fornecedores e clientes se comportam. Aprenda a interpretar os sinais emitidos pela linguagem corporal. Dessa forma, será possível pensar, planejar e estruturar todas as ações necessárias que visam à melhoria do negócio em si.

2.2 Use a inteligência emocional

A comunicação eficaz funciona quando há empatia entre as partes envolvidas. Você lembra-se do que falamos no começo deste texto? Quando temos amor próprio, conseguimos nos colocar no lugar dos outros. Isso é essencial para que nos tornemos bons observadores. Coloque-se no lugar de seus colaboradores, clientes e fornecedores para conseguir melhorar a relação entre todos com a companhia.

2.3 Enxergue as necessidades dos outros

A consequência natural das duas ações anteriores resulta nesta. Quem sabe observar e ouvir consegue enxergar as necessidades dos outros. São nessas necessidades que, como uma pessoa de negócios, você encontrará as oportunidades certas para sua empresa. A partir de agora, o segredo gira em torno de como você conseguirá atender essas demandas. Tudo ficou mais claro, não é verdade?

2.4 Acompanhe os resultados

Depois que você pensou, planejou, estruturou e colocou as ações em prática, será necessário acompanhar de perto os resultados. Monitore o andamento de cada uma das ações, pois isso é fundamental na detecção e correção de erros, assim como na valorização do que está funcionando corretamente. Sem um acompanhamento, torna-se impossível dimensionar com precisão o impacto de suas ações.

2.5 Seja autoconfiante

Como líder de uma organização, você precisa dar o exemplo ao seu time de trabalho (equipe, fornecedores e até mesmo os clientes). Demonstre força e energia para continuar seguindo adiante. Cuide mais de sua saúde, tanto a física quando a mental. Empodere-se, saiba que você tem direitos e deveres, assim como um espaço para crescer e colocar suas ideias em prática.

2.6 Aceite a própria realidade

Sabe aquelas pessoas que valorizam “ter” em vez de “ser”? Elas preferem fazer dívidas astronômicas para ter algo e demonstrar que têm, do que aceitar a própria realidade e serem felizes. Se o seu negócio ainda é pequeno, valorize isso também! Aproveite as oportunidades que lhe são dadas, como a possibilidade de nutrir uma relação muito próxima com cada colaborador e cliente.

2.7 Prepare-se para avançar ainda mais

Não pare por aqui! O conhecimento é um dos poucos bens que nós temos e que ninguém consegue extrair sem que queiramos. Estude, pesquise e coloque em prática algumas ideias. Entenda que a sorte é somente o encontro de uma oportunidade com o preparo de alguém. Prepare-se, portanto, para avançar ainda mais.

3. Aprenda como aumentar o amor próprio

Nos tópicos anteriores, conseguimos entender a importância do amor próprio não somente em nossas vidas pessoais, mas também em relação ao mundo dos negócios. Quando servimos com amor, conseguimos dar o máximo de nossos esforços em prol de metas e objetivos traçados.

3.1 Analise sua própria vida

Esse é o primeiro passo necessário para que você consiga aumentar o amor próprio. Todo o pessimismo e a falta de crença em si deverão ser deixados de lado nessa etapa, pois você precisa refletir sobre si. Você se sente satisfeito com o emprego que tem? Está contente com a quantidade de horas disponível para dedicar à sua família? Quais são as atitudes em si que você gostaria de mudar? Comece refletindo sobre essas questões.

3.2 Crie um ritual de amor próprio

Encontre um tempo para fazer algo que você gosta, de preferência sozinho — pode ser 5, 10 ou 15 minutos. Durante este tempo, concentre-se em atividades que lhe dão prazer. Pode ser a leitura de um livro, cuidar do seu corpo, respirar profundamente em um lugar aberto e ao ar livre, organizar suas roupas ou simplesmente não fazer nada. Transforme isso em um ritual, algo frequente. Entenda esse momento como sendo seu, de mais ninguém.

3.3 Participe mais ativamente de sua comunidade

Além de ter um tempo para si, participe de atividades com outras pessoas que partilham dos mesmos gostos que você. Gosta de fotografar? Em redes sociais como o Instagram e em parques é possível conhecer diversas pessoas que podem lhe dar dicas e conversar sobre o assunto. Gostos em comum podem promover o cultivo de novas amizades. Cercar-se de pessoas que dividem com você o mesmo prazer é extremamente positivo, pois a energia que emana do grupo é contagiante.

3.4 Elabore uma lista com coisas boas

Se você estiver se sentindo triste ou se pegar em um momento de tristeza, supere-o com esta dica. Lembre-se do que houve no passado, pense nos momentos bons e prazerosos que você já viveu até hoje. Escreva sobre essas coisas boas, elaborando uma lista. Faça um telefonema para alguém que você ama, dê bom dia e pratique a gratidão. Leia o que você escreveu e reconheça que sim, você é feliz!

3.5 Absorva boas energias

O nosso corpo é como se fosse um templo para a alma. Ele guarda as cicatrizes dos tempos difíceis, nos mostra como evoluímos ao longo dos anos e reflete o nosso estado emocional. Para que ele continue sendo um bom templo, precisamos cuidar bem dele. Melhore a sua energia pessoal, guardando para si apenas os bons sentimentos. Livre-se daqueles que não são úteis para o seu crescimento, como a inveja e o rancor.

3.6 Livre-se do que não lhe serve mais

Alguns objetos são capazes de nos transportar mentalmente para momentos e situações passadas. Faça uma limpeza em seu armário e doe as roupas que você não usa mais. Libere espaço para que outras novas possam chegar. Faça o mesmo com sua estante de livros, objetos pessoais e outras coisas que estão em sua casa. Ao deixar para trás o que não lhe serve mais, você abre sua mente para novas oportunidades.

3.7 Pare de se comparar com os outros

Lembre-se de sua infância, quando você queria fazer algo — geralmente por influência dos seus amiguinhos — e sua mãe bradava: “você não é todo mundo”! Ela sempre teve razão. Você é uma pessoa única, com suas qualidades e defeitos, assim como todas as outras são. Nós sabemos que é muito difícil deixar de se comparar com os demais, porém experimente tentar controlar esse impulso.

Nas redes sociais, por exemplo, é muito comum que as pessoas postem somente coisas boas a respeito de si. Isso leva os demais a enxergarem como alguém está plenamente feliz. O fato é que a realidade pode ser outra e vocês dois talvez não estejam satisfeitos com suas vidas. Em vez de se martirizar pelo que o outro tem ou deixa de ter, foque somente em sua vida. Abandone o negativismo e dê espaço para a gratidão.

3.8 Dê vazão a sua espiritualidade

Independentemente do que você acredita, a certeza é uma só: a fé torna-se base para o amor próprio. Se você gostaria de praticar uma religião, explorar o seu interior e discutir com outras pessoas sobre o sentido da vida, vá em frente! A fé nos ajuda a tomar decisões, pois leva cada pessoa a refletir internamente sobre as questões que estão a sua volta. As consequências são novos sentimentos e aprendizados.

3.9 Coloque em prática os seus hobbies

Faça algo em que você é bom! Invista nisso! Busque maneiras de aprimorar suas técnicas, aprenda com outras pessoas e vá estudar sobre o seu hobby — afinal, ele lhe proporciona prazer. Ao colocar em prática o que gosta, você sentirá mais orgulho de si por causa dos resultados alcançados. Aprender é algo tão bom e positivo, não é verdade? Imagine-se como um expert no que você tem prazer em fazer. Vá fundo! Siga adiante!

3.10 Encontre um lugar que te deixa feliz

Pare e reflita: qual é o seu lugar favorito para descansar e esquecer-se dos problemas? Pensou? Tem uma resposta? Comece a frequentá-lo mais vezes. Se esse lugar lhe deixa confortável e em tranquilidade, entenda-o como um refúgio para esvaziar a mente e renovar as ideias. Esse tipo de lugar permite que você consiga fazer uma reflexão interna, conectando mente e corpo em um total relaxamento.

3.11 Aprenda a desapegar do passado

As experiências do passado são muito importantes, pois elas ajudaram a construir quem somos hoje em dia. Apesar disso, faz-se necessário o desapego, pois não podemos viver em torno a essas experiências. O que passou, passou! Antes, você, talvez, não conseguia fazer algo — o mesmo já não podemos dizer sobre hoje. Desapegue do passado, pois ele pode pesar em sua mente. Quando isso ocorre, torna-se um dos pilares para a baixo autoestima.

3.12 Diminua o nível de autocrítica

Pare de ser duro demais consigo! A autocrítica é muito comum em pessoas que não têm amor próprio. Isso significa que você precisa evitá-la. Entenda que tudo na vida tem duas possibilidades: dar certo ou não. Se não deu certo agora, dará mais adiante. Esforce-se para isso e aprenda a lidar com a frustração. É dessa forma que você vai entender seus limites e se amar mais.

3.13 Estabeleça metas para realizar seus sonhos

Tendo em vista tudo o que deixa você mais feliz, comece a organizar melhor sua rotinaSeus sonhos podem se transformar em objetivos, ou seja, algo tangível. Para alcançá-los, estabeleça metas curtas e acompanhe sua evolução. O prazer em realizar cada uma delas e se aproximar de seus sonhos é extremamente prazeroso. Essa sensação de recompensa age como fator positivo em seu amor próprio, nutrindo-o.

3.14 Busque o autoconhecimento

Essa é a nossa última dica para que você consiga aumentar o amor próprio. Sobre ela, nós vamos conversar um pouco mais no tópico a seguir.

4. Pratique o autoconhecimento para encontrar o amor próprio

Você notou como o amor próprio exige da gente uma boa dose de autoconhecimento? Para que consigamos amar o que fazemos, precisamos antes saber quais são os nossos gostos pessoais. A prática de se conhecer melhor faz com que tenhamos um maior controle sobre nossas emoções, pois reconhecemos nossas qualidades, defeitos e limites. O controle emocional proporcionado pelo autoconhecimento combate a baixo autoestima, ou seja, aumenta o amor próprio.

Sentimentos como inquietude, frustração, instabilidade emocional, irritabilidade, ansiedade e estresse passam a ser controlados com mais precisão. O autoconhecimento é a chave por trás do amor próprio. Seus exercícios proporcionam bem-estar, abrem caminho para resoluções produtivas conscientes acerca dos problemas que você tem para resolver. A prática do autoconhecimento conecta você ao amor próprio.

Confira conosco como essa conexão pode ser estabelecida:

4.1 Observe-se

Olhe para si. Perceba tudo que faz parte do seu ser, dos pequenos aos grandes detalhes. Quais são as suas características? Observe como você reage a diferentes situações, independentemente de elas serem boas ou ruins. Identifique aquelas que deixam você mal, assim como as que proporcionam uma alegria imensa. Esse exercício vai trazer inúmeras respostas sobre você.

4.2 Explore-se

Busque os sentimentos que existem dentro de você: paz, amor e felicidade. Pense em um sentimento que te faz falta ou que você deseja ter. Será que ele está guardado em seu interior? Será que você vai precisar desenvolvê-lo? Essas respostas podem demorar mais. O fato é que você vai encontrá-las. Permaneça atento aos sinais que seu corpo e mente emanam, pois assim ficará mais fácil encontrar as respostas.

4.3 Abra mão das expectativas

Pare de alimentar esperanças sobre fatos que você, definitivamente, não tem controle. O autoconhecimento não pode ser idealizado, ou seja, algo em torno de uma expectativa que você tem. Ele funciona como uma página em branco, desenhando você como realmente é. Dele, surge o processo de autodescobrimento e posterior aceitação.

4.4 Experimente mais

Que tal abrir mão de alguns conceitos e pré-conceitos para experimentar coisas novas? Nenhum ser humano tem todo o repertório do mundo e sabe de tudo. Abra-se para as novidades e sinta como é ter contato com algo novo. Toda experiência nova promove o autoconhecimento, pois você está lidando com algo que não conhece. Observe sua reação, sensação e emoção acerca disso.

4.5 Questione-se

Vá para a frente de um espelho e se encare. Observe como são os detalhes de se rosto, olhos, boca, nariz, cabelos, sobrancelhas e tudo mais que for possível. Questione-se! Quem é você? Em que você acredita? O que é importante para você? Faça perguntas de todos os tipos, das fáceis às difíceis, incluindo as que deixam você desconfortável.

4.6 Reflita

Observe o mundo ao seu redor. Diante de alguma inspiração, pensamento, algo que leu ou ouviu alguém falar, pare para refletir. Veja como aquilo impacta em sua vida, sobre qual seria a sua atitude diante daquilo. Permaneça atento às mensagens que virão do seu interior, assim como as que chegarão por meio de músicas, filmes, livros ou até mesmo de um post em um blog na internet. Algo despertou sua atenção? Mexeu com o seu interior? Reflita!

E daqui para frente?

Cada dia que nasce traz novas oportunidades para que possamos vivenciar. Diante delas, podemos escolher entre experimentar ou deixar que elas passem, refletir a respeito e agregar um novo conhecimento ou ignorá-las. Ter amor próprio significa evoluir espiritualmente, alcançando um nível pleno de conhecimento sobre si. Cercando-se de boas energias e das atitudes corretas, o sucesso do seu negócio transforma-se apenas na próxima estação em que o trem que conduz sua vida vai parar.

Preparado para dar esse passo fundamental para o seu sucesso? Deixe seu comentário sobre amor próprio logo abaixo e nos conte o que você faz para desenvolver o seu.

7 passos para controlar a ansiedade (o 7º é o mais importante!)

7 passos para controlar a ansiedade (o 7º é o mais importante!)

Ficar ansiosa em determinados momentos da vida é algo que todo mundo já experimentou. É um processo natural, principalmente em circunstâncias como falar em público, submeter-se a uma entrevista ou receber uma notícia ruim como a demissão no trabalho. Mas sempre é possível controlar a ansiedade.

No entanto, algumas pessoas passam boa parte de seu tempo nessa condição. Assim, ansiosas e preocupadas com quase tudo que vivenciam, essa situação frequente e intensa torna-se impeditiva de uma vida normal. Pessoas assim passam os dias em um sofrimento angustiante tornando-se ansiosas quase que permanentemente.

Alguns sinais podem ser indicativos de que as coisas estão mesmo fora de controle e a ansiedade já se transformou em um transtorno, como por exemplo: excesso de preocupação ao longo do dia, medos irracionais, dificuldades com o sono, momentos de pânico, entre outros.

Existem algumas atitudes que podem lhe ajudar em momentos como esses. Veja, agora mesmo, alguns passos práticos de como proceder para controlar a ansiedade.

1. Respire conscientemente

Pare por um instante, sente-se de modo confortável, feche os olhos e respire profundamente. Acompanhe sua respiração com o pensamento. Inspire e expire naturalmente por diversas vezes, sem pressa, mas com o acompanhamento consciente, como se você verificasse se está “tudo direitinho”.

O simples acompanhamento de seu ritmo natural de respiração é um verdadeiro mantra para uma sessão de meditação profundamente relaxante, se você assim desejar. Basta continuar por um pouco mais de tempo com o processo de respirar de modo consciente. Você percebe, então, que a respiração vai ficando mais curta, menos profunda, com um ritmo todo próprio. Essa é sua respiração. Siga-a.

2. Pratique a atenção plena

A atenção plena (conhecida como mindfullness) é a consciência das próprias reações no momento presente. O exercício de prestar atenção em si próprio e na realidade presente afasta a tendência à ansiedade que é, quase sempre, resultado de alguma antevisão catastrófica. Não faça julgamentos, apenas se observe, como na respiração consciente mostrada.

O ideal para essa iniciativa é sempre realizá-la em seguida a uma sessão de respiração consciente, do modo como foi explanado acima. Assim, você evita o risco de deixar preocupações no piloto automático, agindo por conta própria, deixando para você apenas a ansiedade como resultado. Assuma o comando.

3. Valorize o seu momento presente

Prestando atenção à realidade à sua volta é muito mais fácil valorizar o momento presente. Considere os aspectos positivos do dia a dia e perceba que a ansiedade do passado pode, gradualmente, dar lugar a outros sentimentos mais presentes de fato. Perceba que às vezes a mente especula mais do que conclui.

Assim como a ansiedade procura suas razões para justificar sua existência, faça o mesmo com as coisas boas de sua vida. Pense sobre o que é bom à sua volta. Isso é valorizar o presente.

4. Mude sua atitude diante de algum problema

Ao defrontar-se com alguma situação angustiante, pare e analise conscientemente do que se trata realmente. Será que você não pode assumir uma atitude diferente dessa vez? Avalie suas opções e faça a escolha de mudar sua reação. Mais uma vez, esteja no comando e saia da zona de conforto para controlar a ansiedade.

Sempre que a opção é sua, sempre que você age de modo consciente, você evita a rotina interna implantada e programada para seguir o caminho da preocupação e da ansiedade. Essa é uma rotina que foi automatizada para transformar um pensamento em preocupação, e essa última em ansiedade. Mude-a a seu favor.

5. Reserve um horário para as preocupações

Pode parecer estranho, mas é bastante racional. Se você reserva um tempo de sua agenda diária para pensar nas preocupações que o incomodam consegue aproveitar melhor a maior parte do dia com menos ansiedade. Isso porque é certo que você se debruça sobre as questões que lhe deixam ansioso. E é preciso resolvê-las, mas um leão de cada vez!

Assim, tenha uma agenda para os seus afazeres de todos os dias. Ao mesmo tempo, arranje um espaço nela para refletir sobre suas preocupações. Procure cumprir com seus compromissos agendados, mesmo aqueles cujo compromisso é com você mesmo. Sempre que possível, evite ações não agendadas.

Faça desses momentos uma consulta marcada com você mesmo. Chegue na hora certa, descubra o tratamento e mãos à obra!

6. Faça uma caminhada diariamente

Uma das maiores contribuições que se pode dar à própria saúde física e mental é a adoção da prática de uma caminhada diária, por cerca de uma hora. Faça um esforço e inclua essa atividade na sua rotina. Os resultados vão animá-lo.

Trata-se, não apenas de benefícios físicos diversos principalmente para o coração, mas também é uma excelente terapia, sobretudo para os ansiosos e para redução do estresse.

Uma caminhada assim é também um excelente momento para o exercício da gratidão. Seja grato pelo ar que respira, pela possibilidade de andar, de pensar, de fazer planos, de voltar para casa e cumprir com a sua agenda.

7. Mapeie sua ansiedade (o passo mais importante!)

Naquele momento agendado que você reservou para as suas preocupações, procure descobrir quais pensamentos provocam ansiedade em sua vida. Racionalize o sentimento ou a emoção. Destrinche o evento angustiante e chegue até sua origem.

Na verdade, desafie os fundamentos daquilo que lhe preocupa. Encare de frente e questione as possíveis razões do evento preocupante. Algumas vezes você pode ser surpreendido com a constatação de que ele simplesmente não existe. Mas é preciso olhar de frente.

Faça uma espécie de “mesa redonda” com você mesma e avalie opções de ação para as preocupações de fundo real. Assim, trabalhe no sentido de substituir o seu rol de “problemas” por uma lista de “coisas a fazer”. Lance essas coisas na sua agenda como os compromissos que você sempre cumpre. Pronto. Próximo!

Você viu diversas dicas para auxiliá-lo na gestão de suas preocupações e como controlar a ansiedade. São medidas muito práticas para auxiliá-lo nessa jornada.

Tenha em mente, no entanto, que o melhor caminho para as soluções definitivas nesses casos é a orientação de um profissional habilitado. Ele é a pessoa capaz de personalizar a solução mais adequada para o seu caso, de modo a agir sobre a origem do transtorno e não apenas nos efeitos aparentes que incomodam.

Já experimentou algumas dessas dicas? Possui alguma ideia que adotou e que trouxe bons resultados? Compartilhe aqui deixando o seu comentário.