Por que vivemos a crise dos 30 anos?

Por que vivemos a crise dos 30 anos?

O tempo passa para todas as pessoas: nascemos, crescemos, somos educadas, vivemos em sociedade, fazemos escolhas, aprendemos, refazemos escolhas, crescemos mais um pouco… E assim segue a vida.

Depois de alguns ciclos aprendendo e recalculando a rota pessoal – ou apenas vivendo em piloto automático a partir das escolhas que somos levadas a fazer – a idade, que antes era só um detalhe, torna-se um fator importante que desencadeia fortes sintomas psicológicos. Passamos a temer o futuro, a duvidar se realmente temos todo o tempo do mundo e se estamos no caminho que nos leva para as “grandes conquistas” da vida adulta.

Se você está perto dos 30 anos (sejam os vinte e muitos ou os trinta e poucos) e começou a sentir algo parecido com isso, ou está como cachorro correndo atrás do próprio rabo, saiba que você está vivendo a crise dos 30.

Neste artigo, vamos falar um pouco sobre por que vivemos essa crise existencial e como passar por ela – quem sabe aproveitando um pouco melhor o momento para crescer e se alinhar com as vontades do próprio coração? É o que a gente deseja!

Aconteceu com você? Sinais da crise dos 30

Um dia (ou dias, meses, anos…) você acorda e percebe que:

As horas de sono não são suficientes e seu rosto denuncia isso.

  • Você não tem mais o mesmo ânimo para aceitar o convite de festas que passam da meia-noite;
  • Prefere o conforto à elegância, na maioria das vezes;
  • Acha melhor não mencionar a sua idade na presença de outras pessoas (mais novas, geralmente);
  • Sua opinião mudou sobre ideias, gostos, hábitos, atividades, o seu trabalho, e até a presença de algumas pessoas perdeu o sentido na sua vida;
  • Sente uma cobrança interna para ser mãe ou por encontrar alguém, ou casar, ou ganhar mais dinheiro, ter uma vida mais estável e bem-sucedida;
  • Algo está fora do lugar e não sabe bem o quê, e isso traz angústia e vazio.

Se você confirmou algum item da lista, é sinal de que você está passando pela temida crise dos 30. Esse período da vida apresenta características muito particulares, que podem ser compreendidas por uma abordagem sistêmica desenvolvida pela Antroposofia. Veja abaixo:

A teoria dos setênios explica a crise dos 30

Elaborada a partir da observação dos ciclos da natureza, a teoria dos setênios busca explicar como é o desenvolvimento do ser humano ao longo da vida. Acredita-se que nós também passamos por ciclos, com duração média de 7 anos (devido à evolução de cada indivíduo e às mudanças coletivas que passamos no último século, esse tempo varia). Em cada um dos setênios, ocorre o amadurecimento de um aspecto diferente, que será importante para o desenvolvimento do próximo ciclo.

De forma muito resumida, os 3 primeiros setênios (até os 21 anos) desenvolvem o corpo físico e a personalidade:

  • Na primeira infância (até os 7 anos), desenvolve-se a cabeça, a mente, e estimulam-se ao máximo os aspectos positivos da vida, os sentidos, para que se cultive a felicidade de estar aqui –  por isso são tão importantes as brincadeiras;
  • Dos 7 aos 14 anos, ocorre o desenvolvimento do coração, dos pulmões e das emoções, principalmente por meio dos vínculos que se criam com os pais e professores, que são as primeiras referências de autoridade (a autoridade amada, segundo Rudolf Steiner) e de relação com o mundo (ligação essa que determinará a forma como vemos o mundo na vida adulta); a atuação desses adultos também será decisiva na criação das primeiras regras e hábitos;
  • E dos 14 aos 21 anos, com o intenso desenvolvimento dos corpos físico, mental, emocional, as relações estabelecidas com a autoridade amada servirão de base para que o ser busque pela própria identidade e pela sua turma, e ele terá necessidade de negar e se opor às autoridades para perceber o que ele é e o que não é, a fim de se encontrar e de encontrar a liberdade para se relacionar diretamente com o mundo.

Os 3 setênios seguintes (dos 21 aos 42 anos) desenvolvem a alma de cada ser humano, e é nesse estágio que passamos a nos aprofundar nas questões afetivas, profissionais e existenciais. Esses são os ciclos de vida que mais nos interessam para entender a crise dos 30 (e dos 40 também).

Após quarto setênio (dos 21 aos 28 anos) – em que o corpo físico se desenvolve completamente e o amadurecimento se concentra nos níveis mental, emocional e espiritual, e o indivíduo passa a ter a vida nas próprias mãos, sem a intermediação de pessoas adultas, indo buscar o próprio lugar ao sol – os valores pessoais e aprendizados adquiridos durante a vida passam a fazer mais sentido, ou eles caem por terra e surge a sensação de algo como se não tivéssemos feito o que nosso coração pediu.

Essa sensação inaugura o ciclo dos 28 aos 35 anos e perdura até os 42 anos, mais ou menos. São os ciclos de crise existencial (ou crise dos 30) e de autenticidade (a.k.a. crise dos 40), em que os nossos gostos mudam e trazem uma busca por um sentido e um propósito maior. As estruturas até então firmes se abalam, e as perguntas “quem sou eu?” e “o que estou fazendo com a minha vida?” nunca foram tão presentes. Somos cobradas por estrutura, firmeza, estabilidade mental, material e espiritual, enquanto na verdade estamos em um processo de profunda reestruturação e reorganização interna.

Nesse período, podemos ter rompantes emocionais, como largar o emprego ou o casamento/relacionamento, mudar de profissão e de vida, fazer um ano sabático, mochilar, conhecer e/ou aprender coisas novas. Mas fazer uma mudança do nada nem sempre é produtivo, é preciso estar preparada e ter consciência dessa mudança.

Na crise de autenticidade, que ocorre depois da crise existencial mais profunda, a partir dos 35 anos, o desafio é encontrar valores espirituais, reconhecer a si mesma como um ser único. A busca pela essência em tudo se faz mais forte. É possível que, apesar de ter feito o que desejava, você ainda sinta descontentamento e se questione se há algo novo a se fazer.

Essa crise de autenticidade é diferente da crise dos 30 porque já sabemos lidar melhor com o nosso universo interno e é mais fácil aceitar as coisas como são, como foram e como podem vir a ser, sem a angústia e a frustração do ciclo anterior. Até chegar lá, seguimos lidando com o turbilhão emocional.

Como sobreviver à crise dos 30?

O autoconhecimento é o meio e o fim de tudo o que vivemos. Em momentos como a crise dos 30, a única saída é olhar para o seu mundo interno com o apoio de algumas ferramentas. Enquanto buscar fora de si, qualquer sofrimento pode se prolongar. Aqui abaixo vamos deixar algumas sugestões para desenvolver o seu próprio jeito de se conhecer.

Faça questionamentos

Mais do que procurar respostas definitivas, faça perguntas a si mesma. Questione-se. Quais são os seus sonhos – eles continuam os mesmos? O que você deseja sentir todos os dias daqui para frente? Quem você deseja ser no futuro? Com quem deseja estar e onde? Quais seus gostos? O que realmente importa para você?

Use e abuse de perguntas poderosas e exercícios para esboçar uma mudança de vida com tranquilidade.

Experimente coisas diferentes

Sabe tudo o que você estava louca para fazer mas não tinha coragem porque parecia não ter nada a ver com a sua vida ou simplesmente seria um “luxo”? Dentre todas essas coisas, escolha fazer a(s) que está(ão) ao seu alcance. Abra espaço para que algo novo e diferente entre na sua rotina e traga insights e criatividade para a sua vida, sobretudo para que você possa descobrir (ou redescobrir) suas habilidades.

Siga sua intuição

Ao entrar em contato com o espaço interno e com o seu coração a partir de momentos de reflexão e silenciamento, será mais fácil ouvir e seguir a sua intuição. Para isso, cultive um período do seu dia para algo que acalme sua mente – desde meditação até uma atividade criativa que exija atenção ao momento presente.

A crise dos 30 é uma oportunidade de crescimento

Apesar de ser uma fase que exige muito de nós, não é preciso derrubar nem queimar pontes, tampouco arrumar briga com a família e as pessoas ao redor por causa de todas as mudanças que ainda não sabemos onde nos levarão.

Em vez de se desesperar, veja essa fase como uma oportunidade de crescimento e renovação pessoal. Abrace a si mesma e a grande abertura para se conhecer ainda mais e criar uma base firme para a sua vida de agora em diante. Quer continuar seu processo de autoconhecimento? Então clique aqui e baixe um e-book em que eu falo só sobre isso e tem mais ferramentas para você aplicar.

Se você conhece alguém está na crise dos 30, compartilhe ela/ele esse artigo!

Como mudar de vida no ano novo

Como mudar de vida no ano novo

Final de ano é sempre um momento muito especial, a gente recebe um impulso de renovação, e eu quis aproveitar esse momento para fazer uma comemoração junto com você para o início de um novo ano e/ou um novo ciclo.

É tempo de começar a construir aquilo que a gente que viver, a colocar em ação os nossos sonhos, o que a gente precisa fazer, e gerar energia para manifestar um ano incrível. Para isso, quero deixar uma proposta de 21 dias de exercícios com reflexões e práticas elaborada para te ajudar com isso.

Esse artigo é para todas as pessoas que estão dispostas a entrar num movimento interno de renovação, olhando ao redor para abrir espaço dentro e fora de si mesmo para o novo, desapegando-se daquilo que não serve mais e do que não somos mais.

Essa série de 21 experiências é um projeto do Soul Club, que terá 3 etapas de 7 dias cada:

(1) Destralhe – Essa é uma etapa de detox, destralhe e desapego, em que começamos a abrir espaço para manifestar o melhor ano das nossas vidas, ou seja, para que você se permita uma transformação para o ano novo.

(2) Alinhamento – Se a gente realmente deseja viver um ano incrível, precisamos ter clareza do que desejamos viver. Nesse período, você verá o que está o que não está alinhado com o que deseja para si. Qual é a vida que você deseja viver e onde pode encontrar essas respostas? É preciso encontrar aquilo que traz o alinhamento interno e externo, daquilo que eu sou com aquilo que eu faço e o que expresso no mundo.

(3) Manifestação – Etapa de prática simples para começar a viver e construir agora o ano novo.

Antes de começar, é importante que você saiba que todo esse processo de transformação não pode acontecer sem que você coloque os exercícios em prática e tenha comprometimento com si mesmo. O objetivo dessa sequência de etapas é preparar você para viver um ciclo diferente, renovado, com mais energia, alinhamento, leveza, paz de espírito.

Eu acredito muito que essa avaliação consciente, planejada e estruturada vai te ajudar a criar uma nova realidade e colocar na sua vida aquelas mudanças que você está buscando há muito tempo e até hoje não conseguiu. Essa sequência também pode ser aplicada em momentos de fins e recomeços em qualquer área da sua vida, não se limitando apenas a um novo ano.

Cada experiência diária começa com uma frase que funciona como uma chave para novos caminhos de trabalho interno e autodesenvolvimento que abrirão novas possibilidades para a sua vida. Essas frases funcionam como lembretes desse processo.

Se preferir, ouça os 21 episódios aqui:

Etapa de Destralhe

Dia 1 para mudar de vida: “Eu CRIO a minha realidade”

Tudo aquilo que você está vivendo hoje é o resultado do que você tem pensado, falado e sentido. Passamos anos construindo a realidade que vivemos hoje.

Se você deseja mudar a realidade atual, precisa mudar suas atitudes nesse momento para que consiga manifestar essa realidade diferente no próximo ano. Tudo começa e termina na gente – e é aí que entra a autorresponsabilidade, que é o elemento mais básico e mais importante para que você crie o melhor ano/momento da sua vida.

Essa autorresponsabilidade é mantida por meio de seis leis:

  1. Não criticar o outro;
  2. Não reclamar das circunstâncias;
  3. Não buscar culpados;
  4. Não se fazer de vítima;
  5. Não justificar os seus erros;
  6. Não julgar as pessoas.

Pratique essas leis e perceba as mudanças.

 

Dia 2 para mudar de vida: “Eu escolho NUTRIR corpo e mente”

O que pensamos, sentimos e dizemos é resultado de como estamos nos nutrindo, de como nos cuidamos. Será que você realmente se nutre com aquilo que consome e permite que te influencie?

6 perguntas que você pode se fazer para saber como anda a nutrição do seu corpo e da sua alma:

  1. O que estou ingerindo, como estou me alimentando?
  2. Como eu estou me hidratando?
  3. Como estou nutrindo a minha mente? A que estou dando ouvidos: às oportunidades ou aos problemas?
  4. A que estou assistindo?
  5. O que estou lendo?
  6. Como estou trazendo alegria para a minha vida?

Lembrando que nutrição aqui vai além dos alimentos para o corpo; trata-se da maneira como você cuida de si mesma e de como se honra. Nesse dia, então, o convite é de deixar de lado tudo que não te nutre e nem traz alegria.

 

Dia 3 para mudar de vida: “Eu sei quando DIZER NÃO!”

Esse dia é especial para todos aqueles que sentem que não têm tempo suficiente e gostariam de fazer mais coisas apesar de não conseguirem colocá-las no dia a dia. Na verdade, o motivo pelo qual não conseguem é simples: essas pessoas já estão sobrecarregadas e suas rotinas não são mais sustentáveis.

Todos nós temos as mesma 24 horas, mas as pessoas que fazem mais não vivem sobrecarregadas… Elas sabem que sempre haverá tarefas e que a lista nunca termina. As pessoas sobrecarregadas, sem perceber, estão apegadas às tarefas e tentando zerar uma lista que nunca ficará zerada. Por isso, é preciso desapegar disso e abrir espaço na vida para coisas novas.

E como começar? Dizendo não! Não só para o outro, mas para si mesmo e para tudo o que não está te conduzindo na direção da vida que você deseja criar. Quais são esse nãos que você precisa se dar? Quais distrações (como TV, mídias sociais, aplicativos), procrastinações, hábitos negativos você está permitindo que roube o seu tempo?

Eu te desafio a desativar as notificações do seu celular e a excluir seus apps de mensagem, se estiver realmente disposta a conseguir mais tempo na sua rotina diária. Quer saber como está sua produtividade? Clique aqui e faça o teste gratuitamente!

 

Dia 4 para mudar de vida: “Eu ACEITO a PROSPERIDADE!”

A minha vida mudou completamente quando eu descobri que precisava olhar para a questão financeira, mesmo que eu não tenha nunca passado por alguma dificuldade nessa área. Nessa investigação, eu descobri que a prosperidade financeira não está diretamente relacionada com a economia de um país ou com as condições que você teve na infância.

O que realmente influencia a sua prosperidade é a forma como você pensa! Exatamente como foi dito no dia 1. Meu convite é que você se abra para uma nova maneira de pensar. Você se sente merecedor(a) de abundância e prosperidade? Você se dá o valor que realmente tem?

Procure se lembrar das coisas que você ouvia desde criança sobre o dinheiro – por exemplo: dinheiro não nasce em árvore. Lembre-se também do que você via – o que acontecia quando sua família falava sobre dinheiro? O que elas faziam para ganhar dinheiro? Será que isso te influencia hoje? A partir dessa investigação, é possível tomar consciência (e esse é apenas o primeiro passo) para começar a desbloquear e reprogramar essas crenças para criar uma realidade diferente.

A experiência inicial que sugiro é olhar sua bolsa e sua carteira: em que estado elas se encontram? A forma como você cuida delas (que é onde você deposita o seu dinheiro) demonstra como está lidando com seu dinheiro, se você está aceitando ou recusando a prosperidade financeira. Faça o destralhe delas – limpe, cuide, troque se for necessário, organize-as. Mostre para o Universo que você aceita a prosperidade disponível.

 

Dia 5 para mudar de vida: “Eu sou SUFICIENTE!”

Se você realmente deseja manifestar uma realidade incrível, algo importante a ser feito é parar de comparar os seus bastidores com o palco das pessoas ao seu redor e que te influenciam de alguma forma. Quando nos comparamos com quem nos inspira, simplesmente nos menosprezamos, mas desconhecemos o caminho que o outro chegar onde está.

Apesar disso, o fato é que nós já somos suficientes, apenas precisamos nos conhecer por inteiro através de processos de autoconhecimento. Minha sugestão é que você pare de se comparar e perceba que já suficiente – mesmo no passado, quando tomou alguma decisão de que você se arrependeu, você fez o melhor que podia com o que pensava e sentia. Por isso, acolha-se e sinta que você é tudo o que precisa e pode ser agora, nem superior e nem inferior a ninguém.

A experiência desse dia é que você deixe de seguir as pessoas que te façam se sentir mal, que te levem a achar que sua vida está ruim.

 

Dia 6 para mudar de vida: “Eu sou MERECEDOR(A)!”

As pessoas em geral têm se acostumado a se contentar com o “mais ou menos” em tudo na vida por medo de não terem nada ou de perderem o que têm. Muitas vezes, elas se sentem mal por ser “errado” ter mais do que o mais ou menos ou por não conseguirem sair dessa faixa. Por trás disso está o merecimento, e a sua sensação em relação à vida que você criou para si mesma.

Será que não vale mais a pena ter menos coisas mas que você ama e que façam sentir a vida do que possuir um monte de coisas que você não ama e te faça se conformar com uma condição de sobrevivente? Você vai ficar entre os que se contentam com o mais ou menos? Comece hoje a se sentir merecedor(a) e a viver melhor, independentemente da condição financeira que você possui nesse momento.

Comece a se questionar sobre tudo o que não está te fazendo se sentir no máximo do seu entusiasmo. Por exemplo, se você sente que merece um trabalho melhor, o que você pode fazer efetivamente para mudar isso? Será que você está apegada(o) ao trabalho por medo de não encontrar outro que você realmente ame?

A experiência que sugiro é que você destralhe a sua casa, seus cômodos, suas gavetas das coisas que você não usa e não servem mais, mas que você mantém por medo. Esse exercício de abrir espaço físico vai te ajudar a abrir espaço com coisas não físicas, como emoções, pensamentos, hábitos… Afinal, não conseguiremos receber nada novo se estivermos ocupando espaço com coisas antigas sem utilidade.

 

Dia 7 para mudar de vida: “Eu escolho ser CORAJOSA(O)!”

Criamos uma realidade a partir do que acreditamos ser real, ou seja, a partir das nossas crenças. No entanto, uma crença, um pensamento é apenas uma perspectiva.

Esse é um assunto que precisa de aprofundamento, mas vou tocá-lo de forma suave e trazer essa possibilidade: enquanto você não mudar sua forma de pensar, a sua realidade não mudará num passe de mágica. É preciso que você se comprometa e tenha coragem de iniciar essa mudança.

Comece a observar com distanciamento (ou seja, sem se culpar ou se identificar) todos os seus pensamentos negativos recorrentes que ficam rodando o tempo todo, tais como “é difícil”, “vai dar errado”… A cada pensamento negativo que você perceber, diga mentalmente “cancela”. Você vai notar rapidamente que algo muda depois.

Etapa de Alinhamento

Dia 8 para mudar de vida: “Encontro-me no SILÊNCIO”

Silenciar ajuda a gente a voltar a atenção para o agora. Enquanto o corpo físico está sempre no agora, a mente fica numa viagem entre passado e futuro, criando mágoas e ansiedade. Silenciar a mente nos traz de volta ao momento presente, ao nosso corpo e às nossas sensações e sentimentos.

Como praticar isso? Silenciar não é parar de pensar, mas sim observar os pensamentos, focar a atenção na respiração para se conectar com o corpo e sair da mente. No silêncio, nos alinhamos internamente e geramos muito mais clareza do que realmente precisa ser feito.

Então a experiência para este dia é viver minutos de silêncio para abrir espaço de contemplação e de vazio. Pode ser um, dois, dez minutos, o tempo que for confortável para você, durante quantas vezes desejar ao longo do dia.

 

Dia 9 para mudar de vida: “Eu escolho a VERDADE”

Qual seria essa verdade? Qual seria a sua verdade? Seria a verdade da minha mente, do meu coração? Seria uma verdade socialmente aceita? Muitas vezes, buscamos viver de acordo com essa última. Temos que escolher a profissão, a carreira, o relacionamento, a vida socialmente tolerável.

O quanto você está alinhada com o que é socialmente aceito? O quanto você acredita em tudo isso hoje, nisso que você está manifestando? Essas escolhas foram feitas em algum momento antes do momento presente, e era o que você teve condição de fazer. Muitas vezes ignoramos a nossa verdade para nos sentirmos socialmente aceitas.

Procure olhar para tudo o que você está aceitando e criando na sua vida, para as áreas em que você não está se sentindo feliz, em que não se sente verdadeiramente realizada e não está vivendo a sua verdade. Reflita por que continua escolhendo isso para a sua vida, observe o que está escolhendo que não faz mais sentido para você. Com esse exercício inicial, procure encontrar o que é verdadeiro para você, o que faz sentido, o que seu coração deseja realizar.

A experiência de hoje é que você escreva a continuação das afirmações abaixo, bem rápidamente, sem parar para pensar entre as respostas:

  • A verdade sobre a minha mãe é…
  • A verdade sobre o meu pai é…
  • A verdade sobre a minha carreira é…
  • A verdade sobre as minhas finanças é…
  • A verdade sobre o meu relacionamento é…
  • A verdade sobre a minha desorganização/bagunça é…
  • A verdade sobre como eu tenho estruturado o meu tempo é…
  • A verdade sobre aquilo que tem sido difícil é…
  • A verdade é que eu sou dependente de…
  • A verdade é que eu não estou disposta a…
  • A verdade sobre eu ter medo de ser bem-sucedida é…
  • A verdade é que eu não posso ter ou não me permito ter tudo o que eu desejo porque…
  • A verdade que eu não quero admitir é…

Com todas essas verdades escritas na sua frente, você pode escolher o que vai fazer daqui para frente neste novo ano/ciclo da sua vida. Dentro do Soul Club, você consegue se aprofundar nesse exercício. Também há um artigo no blog muito interessante que pode te ajudar a fazer novas escolhas para sair da zona de conforto e mudar de vida.

 

Dia 10 para mudar de vida: “Eu resgato os meus sonhos”

Quantas vezes deixamos nossos sonhos em segundo, terceiro, quarto plano para atender necessidades de sobrevivência, aceitação, pertencimento? Como seria sua vida se você os resgatasse hoje?

Abandonamos os nossos sonhos por não acreditar neles… E duas razões principais nos levam a fazer isso: as crenças de que falta tempo e dinheiro para realizá-los. Quando eu percebi que não fazia mesmo aquilo que eu gostava e que aquilo não era o que mais importava na minha vida, as coisas mudaram, e eu criei coragem para realizar o meu sonho.

Como você pode fazer isso? A partir da experiência de hoje, que se baseia em duas perguntas de coaching poderosas que vão te ajudar a ter muito mais clareza. Escreva a resposta de cada uma delas:

  1. Se fosse tivesse todo o dinheiro possível agora, o que você faria da sua vida?
  2. Você foi ao médico e descobriu que tem uma doença terminal, e tem apenas 6 meses de vida. O que você faria com o tempo que te resta?

Além de viajar o mundo, o que você realmente faria? (risos!) Aqui não tem resposta certa e errada. Tudo começa com uma resposta sincera que só pode surgir do seu coração. Que, nessa experiência, você possa relembrar e resgatar seus sonhos.

 

Dia 11 para mudar de vida: “Eu sei por onde começar”

Pode ser que você desconfie, mas a verdade é que você sabe (sim!) por onde começar!

As mudanças não acontecem de uma hora para outra, tampouco acontecem todas de uma vez só. Você já deve ter olhado para suas verdades e sonhos, e pensou assim: “Nossa, minha vida precisa de muito trabalho… Está tudo uma bagunça e eu preciso arrumar um monte de coisa!”. Que desespero, né? Mas você não precisa mudar tudo de uma vez, e sim aos poucos.

Por isso, um passo fundamental é saber por onde começar as mudanças para que seja mais fácil mudar as outras áreas da nossa vida indiretamente e como resultado dessa mudança maior. Para te ajudar, eu trago uma ferramenta muito usada no coaching que vai te ajudar a perceber onde sua vida precisa de atenção hoje. Clique aqui e baixe agora! 

Nessa experiência, você dará notas para cada área da sua vida e poderá visualizar onde você não se sente nada satisfeita e que ações você pode colocar em prática para começar a mudar.

 

Dia 12 para mudar de vida: “Eu me permito TER mais”

Voltamos a falar de dinheiro neste dia. Eu quero usar o verbo “ter” aqui porque muita gente não o considera importante, dando valor apenas para o “ser”. Eu acredito que podemos também expressar o ser naquilo que temos.

Ambas são partes importantes da nossa vida. Se eu tenho mais, posso contribuir mais com o mundo dessa forma. É na abundância, e não na escassez do ser, do fazer e do ter, que a gente coloca o nosso melhor no mundo e que a gente pode viver em plenitude.

Se, para você, ainda é incômodo pensar dessa maneira, olhe para dentro de si mesma para identificar as crenças que você tem e te limitam no assunto dinheiro. Comece se perguntando por que é errado ter. Reforce o que você experienciou antes lá no dia 4. Outra forma de se aprofundar na investigação e começar a transformar as crenças e memórias é com o TethaHealing.

Dinheiro é um assunto profundo porque não se trata só de falar dele, mas também de merecimento, confiança, fluxo e uma série de padrões emocionais que precisamos olhar. A experiência de hoje é criar o seu termostato financeiro, seguindo o passo a passo abaixo:

  1. Coloque no papel o quanto você ganha/faz hoje e permita-se sentir no seu corpo como é ganhar essa quantia.
  2. Duplique esse número e sinta como ficam as suas emoções ao olhar para essa nova quantia
  3. Agora triplique o último valor e faça o mesmo exercício.

As emoções vão te dizer qual valor é confortável e qual não é – que é o que te dá medo, ansiedade, entre outras emoções negativas.

Dia 13 para mudar de vida: “Eu por inteiro”

Hoje quero deixar uma dica muito simples que te trará leveza para se olhar por inteiro:

Pegue um post-it ou um pedaço de papel colorido que você possa guardar na sua carteira ou colar na porta da sua geladeira e escreva 3 coisas que você quer ser, 3 coisas que você quer fazer e 3 coisas que você quer ter no novo ano/ciclo.

Com esse exercício. você já pode ter uma boa ideia de como começar a mudar a sua vida e por onde avançar. Esses papéis podem te ajudar a relembrar seu compromisso consigo.

 

Dia 14 para mudar de vida: “Eu Soul”

Nesse dia de fechamento da etapa de alinhamento, quero te convidar a olhar para dentro, para o seu ser e para a sua alma.

Para que a gente possa se alinhar, é preciso ser por inteiro, e isso vai além do ser, fazer e ter da dimensão material. Falando de forma muito pontual, a gente é apenas poeira de estrelas diante da grandeza de todo o Universo existente, e ao mesmo tempo, apesar de pequenos, somos parte dessa Criação maravilhosa.

Portanto, meu convite hoje é que você se conecte da forma que você mais gosta à sua alma, à espiritualidade, ao plano maior, ou o nome que você costuma dar o que não tem forma tudo o que tem vida e energia para perceber que você é parte do Todo, não só da boca para fora, mas lá dentro do seu coração.

Etapa de Manifestação

Dia 15 para mudar de vida: “Eu DANÇO com a vida”

Manifestação é a parte mais divertida para mim. Ela consiste em trazer para o plano físico material, tirar do plano das ideias tudo o que pensamos e sentimos a fim de criar a nossa realidade. Ou seja, o seu estado emocional cria as suas experiências de vida a partir de escolhas que reforçam essas emoções.

Para mudar uma vida de merda para uma vida de alegria e realização, é preciso mudar o estado emocional, e isso requer prática. Precisamos ter clareza das emoções que queremos escolher para gerar essa nova vida e esse ciclo novo com tudo o que temos direito. No Soul Club, eu fiz uma aula especial ao vivo sobre como podemos lidar com o medo, que é um estado emocional que nos domina durante boa parte do tempo.

Então, a experiência do dia é que você dance com uma música que te empolga e sinta tudo o que você puder com ela, dance com as suas emoções, eleve o seu astral. Perceba o que você gostaria de sentir mais e o que não gostaria de dar espaço daqui para frente. Manifeste e pratique o estado emocional que deseja criar no seu novo ano.

 

Dia 16 para mudar de vida: “Eu ACEITO a vida”

Quando queremos manifestar, realizar algo, temos o desejo de fazer conforme planejamos e acertar; e com isso, vem junto o impulso de controlar. Mas planejar e controlar são duas coisas diferentes.Você pode planejar uma viagem incrível, mas na hora as coisas não saem do mesmo jeito.

O controle é uma ilusão e uma tentativa de prever o que vai acontecer e se antecipar, mas o único controle que temos é sobre as nossas escolhas. Ou seja: a maneira para você criar um futuro mais previsível é fazer hoje escolhas conscientes que te conduzam para a direção do futuro que você deseja. Não adianta brigar com as coisas que você não pode controlar, que estão fora de você.

Então, a experiência de hoje é que você aceite os desvios do percurso planejado e a vida como se apresenta; não brigue com ela! Olha que desafio… Não brigar não é se conformar, mas contornar, se adaptar, conciliar. Experimente na sua vida e veja o que colhe de resultado.

 

Dia 17 para mudar de vida: “Eu me coloco em AÇÃO”

Não adianta ter sonhos e planejar se você não se colocar em ação. Há 9 coisas que te impedem de agir ou continuar agindo:

  1. Não ter objetivos;
  2. Ser inflexível;
  3. Fazer muitas mudanças (pular de galho em galho);
  4. Ser imediatista;
  5. Não saber priorizar (fazer muitas coisas de uma vez só);
  6. Assumir muitos riscos;
  7. Não pedir ajuda;
  8. Desistir facilmente;
  9. Culpar os outros.

A experiência que sugiro hoje é que você olhe para essa lista de erros, reconheça o que está mais forte na sua realidade e procure mudá-lo; deixe de agir assim.

 

Dia 18 para mudar de vida: “Eu me permito RECEBER ajuda”

Durante a minha transição de carreira, eu me sentia deslocada das pessoas com quem trabalhava, porque enquanto elas pensavam no próximo concurso público que iriam prestar, eu queria falar sobre negócios, empreendedorismo e inovação. Não havia nada de errado com eles. Na verdade, eu precisava de ajuda, precisava encontrar a minha galera. Provavelmente, você está passando por uma situação parecida agora.

Como buscar essas pessoas? Fazendo cursos, indo a lugares que se fale sobre os assuntos que você tem interesse, conectando-se com pessoas que estão vivendo o mesmo momento que você. No livro O Poder do Hábito, Charles Duhigg fala da importância do grupo para nos impulsionar na mudança de um comportamento – no nosso caso, o grupo é fundamental para nos ajudar a mudar de vida.

Sendo assim, a experiência para esse dia é escolher uma meta que deseja alcançar e encontrar grupos afins para criar uma rede de apoio – pode ser presencial, online… No Soul Club, a intenção é essa também, te proporcionar um ambiente de conexão com outras pessoas e apoio mútuo no alcance das metas pessoais. Ao entrar em contato com as pessoas, você pode ter uma perspectiva diferente da sua vida e ampliar sua consciência.

Outra forma muito poderosa de receber ajuda é se conectar a guias e mentores que te ajudem a perceber o que você ainda não sabe sobre algo que pode fazer toda a diferença no seu momento atual. Geralmente, esses mentores são pessoas que já viveram mesma situação que você e encontraram uma forma de superá-la, que de alguma forma estão alguns passos à frente no caminho.

 

Dia 19 para mudar de vida:  “Eu sou GRATA!”

Cada vez mais vemos por aí a informação de que é importante ser grato pelas coisas que temos na vida. E você vai entender o motivo.

Muitas vezes, olhamos para as situações que nos tiram a paz, que nos colocam para baixo, e só conseguimos ver os pontos negativos delas. Dessa forma, criamos uma relação cada vez mais pesada com isso, e o nosso estado emocional tende a piorar, o que, por sua vez, atrai cada mais daquilo que não gostamos e nem desejamos para a nossa vida.

Por outro lado, quando fazemos um esforço consciente de olhar para a melhor parte dessa situação que nos chateia, e conseguimos encontrar motivos para agradecer, a nossa relação com ela se transforma, assim como elevamos o nosso estado emocional. Deixamos de focar no problema para olhar para as possibilidades de solução. Sendo assim, ao ser grata, você diz para o seu cérebro que quer focar na solução.

Hoje a experiência será praticar a gratidão na sua vida a fim de que você comece a perceber os caminhos e possibilidades que você pode dar para mudar sua realidade, saindo do estado de escassez e de falta para ampliar sua visão para as escolhas e para a abundância.

Dia 20 para mudar de vida: “Eu vivo minha MELHOR VERSÃO!”

Muita gente acha que encontrar o propósito é encontrar o trabalho que ama. Na verdade, viver e encontrar o seu propósito é viver e expressar a sua melhor versão, é viver aquilo que você ama não só no seu trabalho, mas também sendo você (e sendo feliz cumprindo todos os seus papéis sociais) em todas as áreas da sua vida. Isso é muito mais do que criar um negócio.

Viver com propósito é viver de acordo com o que você acredita, fazendo aquilo que você tem facilidade e satisfação (pois é aí onde moram os seus talentos), é viver por inteiro, apropriando-se de tudo o que te compõe como ser em evolução.

Para manifestar essa melhor versão, é preciso ampliar a consciência de que você é muito mais do que o seu trabalho ou que é as pequenas funções/identidades sociais que exerce no dia a dia; há que se conhecer e, com isso, limpar, abrir mão, deixar de lado aquilo que te impede de ser quem é, liberar e ressignificar crenças limitantes, sabotadores, elementos que estão encobrindo e ofuscando o seu brilho interior.

É importante que você reflita sobre como pode expressar a sua melhor versão em cada área da sua vida, colocando seus talentos em movimento. Como você pode espalhar o seu brilho no mundo? Como, a partir de hoje, você pode ser mais a pessoa que você sempre quis ser e não a pessoa que querem que você seja?

Dia 21 para mudar de vida: Feliz Vida Nova!!!

Muita gente pensa que encerrar um ciclo e um ano é simplesmente colocar aquela música batida para tocar, pular as ondinhas, comer as uvas e pronto: tudo vai se realizar! Só que não! Se funcionasse, já teríamos revolucionado a vida há muito mais tempo.

Acontece que, se queremos mudar a nossa realidade, temos de mudá-la agora. Se quero mudar o meu futuro, preciso fazer isso mudando o meu momento presente. Por isso, eu vim batendo nessa tecla durante as experiências de cada um desses 21 dias propostos.

É preciso começar agora essa transformação: começar agora a limpar e se desapegar do que não serve mais, a colocar no papel (e tirar do papel) os sonhos, a fazer essa faxina interna, essa reforma íntima sem derrubar o prédio de uma vez, mas reformando parte por parte a fim de ser uma nova pessoa, a melhor versão daquela que você sempre quis ser.

Não há como ter resultados diferentes no futuro se no agora não fizermos nada diferente. A ação é fundamental para essa etapa de manifestação. Depois de passar pelas etapas de destralhe e alinhamento, com muita limpeza e exercícios práticos e escritos, de contato com pensamentos e emoções, viemos para a mão na massa e o se jogar no mundo. Mas se nesse caminho não tiver mudado nada, bem… Você já sabe o que acontece.

Minha última partilha sobre manifestação é que o que mais nos atrapalha nessa parte é se preocupar com como os nossos desejos e sonhos se materializarão. Quando ficamos presas, surtando com a ideia de “como fazer?”, impedimos que a própria vida nos mostre o caminho. Na verdade, nos fechamos para os sinais que aparecem e que poderíamos aproveitar como oportunidade de fazer as coisas acontecerem. Por isso, o que vale mais é focar no “o que desejamos manifestar” do que no “como vamos manifestar”.

O que você realmente deseja manifestar no ano novo? Sua experiência hoje é escrever uma carta agradecendo tudo o que aconteceu na sua vida no próximo ano. O papel aceita tudo o que você imaginar e sonhar, então deixe o seu crítico de lado na hora de realizar esse exercício.

Sim, você entendeu certo: você vai escrever uma carta hoje agradecendo por tudo o que ainda vai acontecer com você no ano que ainda vai começar, só que você escreverá tudo no passado. Quando entra em estado de gratidão, você está mostrando para o seu corpo, sua alma, todo o seu ser, que tudo isso já aconteceu na sua vida.

Após escrever essa carta, dobre-a e guarde-a na sua carteira para ser lida no ano novo do próximo ano. Nesse exercício, você estará se planejando e agradecendo, além de mostrar para o seu corpo qual estado emocional você deseja cultivar daqui para frente. É uma forma muito poderosa de exercitar a manifestação. Muitas pessoas já me deram feedbacks positivos desse exercício, do quanto se permitiram e conseguiram mudar.

Espero que você tenha gostado desse guia completo de 21 dias de experiências práticas de autotransformação. Conta para mim aqui embaixo o que você achou e baixe o e-book por este link para que você continue buscando realizar os seus sonhos.

Que você possa ter um novo ano e um novo ciclo incrível! Feliz Vida Nova!

O que é ThetaHealing?

O que é ThetaHealing?

Seria possível controlar ou reconfigurar nossa forma de pensar? Uma poderosa técnica que combina ciência e espiritualidade prova que sim! Ela possibilita a identificação e a transformação imediata de crenças negativas, traumas e agentes limitadores que possam estar armazenados em nosso inconsciente. Conhecida como ThetaHealing, é uma forma de terapia quântica criada pela norte americana Vianna Stibal.

A técnica do ThetaHealing permite acessar e transformar esses padrões e crenças negativas que estão registrados em nosso DNA, transformando-os em padrões e crenças positivas. Com isso, liberam-se os bloqueios e limitações nos níveis mental, espiritual, emocional e físico que impedem o desenvolvimento pessoal em qualquer das áreas da vida.

O fato que você já sabe é que nossos pensamentos originam nossa realidade. Ou seja, a forma como interpretamos internamente nossas experiências acabam definindo a realidade que manifestamos externamente. Portanto, se queremos mudar a realidade, precisamos partir da mudança de crenças e pensamentos.

Achou interessante? A seguir, vamos nos aprofundar mais sobre todas as  possibilidades que o ThetaHealing oferece para você mudar seu mindset e a sua vida!

Como surgiu o ThetaHealing?

A história do ThetaHealing começa em 1995, quando Vianna Stibal, a idealizadora do método, hoje uma renomada professora espiritual que ensina sua filosofia e técnica de meditação, foi diagnosticada com câncer em seu fémur. Mas aquela doença que tinha possibilidades nulas de recuperação seria um acontecimento que mudaria radicalmente sua trajetória.

Como a medicina tradicional e alternativa não foi capaz de curá-la, Vianna Stibal, que na época era naturopata e massagista, percebeu que a simples técnica que usava em suas leituras intuitivas e tinha efeito curativo em outras doenças poderia ser a chave para curá-la do câncer.

Buscando uma forma de compreender como a técnica funcionava na cura de sua doença, a terapeuta solicitou a ajuda de um físico e, realizando um eletroencefalograma, descobriu que a partir da técnica ela estava acessando suas ondas cerebrais Theta.

Existe uma base científica? Entenda as ondas cerebrais Theta

A comprovação de terapias e técnicas de cura pela ciência costuma ser buscada pelas pessoas mais céticas, e em relação ao ThetaHealing não seria diferente. Por isso, é importante falar sobre o estado mental que se atinge durante a sessão, que é um dos pilares do funcionamento dessa técnica.

Como seres humanos, atuamos a partir de cinco frequências cerebrais – Beta, Alfa, Theta, Delta e Gama – cada uma delas com seu conjunto de características que influenciam o nível de atividade cerebral e o nosso estado de consciência.

Diariamente, quando acordados e trabalhando, costumamos estar na frequência cerebral Beta, que é um estado elevado de alerta e raciocínio. Mas, quando em relaxamento profundo, como na meditação ou no sono, atingimos ondas cerebrais Alfa. Essa frequência já nos coloca em um estado maior de imaginação, aprendizagem e até mesmo concentração.

Quando praticando o ThetaHealing, descobriu-se que Vianna estava alinhada com a frequência cerebral Theta (daí o nome da técnica). Ela proporciona um estado mental que facilita o acesso ao nosso subconsciente e permite transformar sentimentos e crenças, já que nos permite profunda criatividade e grandes visualizações. Normalmente, atingimos essa frequência através de meditação profunda ou sono leve, o que inclui o estado de sonho MRO (Movimento Rápido dos Olhos). Nesse estado, criamos nossa realidade.

Estar em conexão com o estado Theta permite que o terapeuta seja capaz de agir como um canal para auxiliar o cliente na solução de problemas complexos e profundos em poucas sessões, diferentemente da terapia convencional.

Por fim, ainda temos as frequências Delta e Gama. A primeira é a frequência do sono profundo, a segunda é a associada um nível muito alto de processamento da informação.

De que forma o ThetaHealing atua?

Ao atender pessoas com a técnica, Vianna começou a perceber que existiam algumas pessoas que se beneficiavam e realmente viviam transformações em suas vidas, enquanto outras não. Esse fato chamou sua atenção e fez com que, ao buscar uma explicação, acabasse por determinar os dois grandes pilares que sustentam essa abordagem terapêutica.

O primeiro pilar é o trabalho de crenças. O ThetaHealing propõe que criamos a nossa realidade em função daquilo que acreditamos, seja consciente ou inconscientemente. Sendo assim, quando temos a possibilidade de acessar e liberar os padrões limitantes, nós estamos aptos para cocriar uma realidade muito mais alinhada com aquilo que verdadeiramente desejamos.

Vianna percebeu em sua prática que, quando as pessoas tinham crenças limitantes em relação ao tema trabalhado, elas não conseguiam criar uma realidade diferente. Sendo assim, ela criou o trabalho de crenças que consiste na escavação (Digging) para descoberta, liberação e mudança da raiz da crença, proporcionando a substituição por padrões positivos e benéficos, além de promover sensação de relaxamento e sentimento de bem-estar.

O segundo pilar de atuação do ThetaHealing é o trabalho dos sentimentos. Muitas vezes, mesmo com a mudança da crença, o cliente não era capaz de sentir os benefícios em sua vida simplesmente porque ele desconhecia determinados sentimentos já que não os tinha experienciado em sua vida. A partir disso, Vianna criou também um trabalho para que pudesse ser trazida a consciência ou feitos ”downloads” de sentimentos necessários para uma cura efetiva.

Quais os padrões negativos mais comuns?

A ciência já comprovou que cerca de 95% das nossas informações estão localizadas em nosso subconsciente e somente os demais 5% estão no nível consciente. Logo, o maior potencial do ThetaHealing tem a ver com a possibilidade de acessar os padrões negativos mais profundos que estão ocultos em nosso subconsciente.

Alguns padrões negativos são comuns, por exemplo:

  • Sobrepeso;

  • Falta de foco e concentração;

  • Problemas de ordem financeira com organização e escassez de dinheiro;

  • Limitações para manter ou para superar um relacionamento;

  • Sentimentos como medo, ressentimento, remorso e rejeição;

  • Problemas de ansiedade e falta de confiança;

  • Medos;

  • Traumas que podem ter iniciado na infância, até mesmo na gestação.

Uma vez que o padrão negativo/ crença limitante é identificado, busca-se entender por que estão ali e para que servem, com a intenção de substitui-lo por crenças ou verdades mais saudáveis e úteis.

Em outros termos, através do ThetaHealing, a pessoa será capaz de reprogramar seu cérebro com informações potencializadoras que vão ampliar o seu campo de possibilidades em sua realidade externa.

De que forma o ThetaHealing pode transformar?

Imagine alguém que nunca conheceu o amor verdadeiro e recíproco; essa pessoa pode ter crenças limitantes que barrem suas relações amorosas. Ou então, alguém que desconhece a fartura e tranquilidade financeira – essa pessoa pode ter dificuldades de reconhecer os sentimentos e sensações relacionadas à  prosperidade. Esse ponto é fundamental da proposta do ThetaHealing, pois é aqui que é feita a reprogramação com os sentimentos ou crenças potencializadoras segundo a necessidade específica de cada ser humano.

A mudança da consciência humana é muito rápida. Assim que alguém se propõe ao ThetaHealing, percebe que os padrões negativos são fatores que bloqueiam a vida e fazem até o corpo adoecer. Naturalmente, por meio da meditação, percebemos que não há nada mais poderoso para a cura do que a própria consciência capaz de transformar padrões negativos em sentimentos como amor e compaixão.

Lembrando que qualquer pessoa interessada em ampliar seu autoconhecimento e expandir sua consciência pode aprender o ThetaHealing para autoaplicação ou mesmo procurar um profissional certificado.

E se você gostou do texto, aproveite para nos seguir nas redes sociais e ficar por dentro de novos conteúdos como este.

Mudança de vida: como se preparar emocionalmente para transformação?

Mudança de vida: como se preparar emocionalmente para transformação?

Você já sentiu que queria jogar tudo para o alto e recomeçar sua vida do zero? Pois é, esse pode ser um dos sinais de que algum aspecto da sua vida não vai bem — seja no âmbito profissional ou pessoal — e é preciso encarar uma mudança de vida.

Mas para transformar nossas vidas, nem sempre é preciso virá-las ao avesso. Muitas vezes, para mudar significativamente, basta olhar para um ponto sob outra perspectiva. Contudo, mesmo que uma decisão pareça pequena, a transformação pode ser imensa!

E para receber e lidar com essas mudanças da melhor forma possível, é preciso se organizar e estar emocionalmente preparada para compreendê-las. Quer entender melhor como? Continue a leitura!

A busca pela transformação

Sabemos que é impossível separar a vida em caixinhas. Tudo aquilo que nos abala na vida pessoal, por exemplo, acaba refletindo em nossa vida profissional e vice-versa. Quando começamos a nos autoconhecer, essas ligações ficam mais claras e conseguimos entender como um ponto crítico se desdobra nas diversas esferas das nossas vidas.

No processo de autoconhecimento, conseguimos ver nossas vidas através de outro olhar, entendendo os problemas como um todo e assim, podemos buscar um trabalho ou uma relação com mais significado e que se alinhe ao nosso verdadeiro propósito.

Somente quando entendemos nossas dores sabemos por onde começar a buscar mais equilíbrio. Por isso, neste artigo vamos te mostrar algumas dicas para se preparar emocionalmente para as mudanças necessárias em nossas vidas, e como lidar com elas da melhor forma. Acompanhe.

Tenha clareza nos objetivos a serem conquistados

Já percebeu que tudo fica mais claro quando traçamos planos concretos e colocamos as metas na ponta do lápis? Pode parecer uma dica óbvia, mas escrever nossos objetivos nos ajuda a ter mais clareza e saber por onde devemos começar, colocando metas e prazos para nós mesmas.

Contudo, para identificar e definir os objetivos com clareza, é fundamental buscar o autoconhecimento antes. Afinal, uma vez que você descobre o que realmente lhe traz significado, fica mais fácil determinar os passos que devem ser dados para encontrar uma realização verdadeira.

E lembre-se: quando não temos prazos e objetivos claros, as coisas acabam não saindo dos planos, por isso, é preciso colocar o planejamento em prática! Trabalhe firme todos os dias para que os objetivos definidos por você sejam alcançados, e tome cuidado com a autossabotagem.

Prepare-se para sair de sua zona de conforto

Você já tem planos, metas e prazos, mas nunca consegue começar a realizá-los ou sair de onde está… Essa situação lhe parece familiar? Parece clichê, mas você pode estar na zona de conforto e precisa reconhecer isso.

Os maiores problemas que enfrentamos ao tentar sair dessa zona conhecida são o medo e a falsa sensação de conforto. Mesmo quando tomamos consciência — ou sabemos bem lá no fundo — que algo está errado ou que estamos infelizes, é difícil dar um passo para o desconhecido.

Porém, não existe mudança sem sair da zona de conforto, e nesse processo você provavelmente terá que se arriscar e fazer coisas que não fazia antes.

Por isso, para vencer o medo de mudar aos poucos, comece experimentando novas coisas, como cursos e workshops na área que você gostaria de atuar, por exemplo. Identifique também quais comportamentos seus lhe incomodam e como você gostaria de se desafiar a mudá-los.

Assim, mesmo que os passos pareçam pequenos ou insignificantes, aos poucos você estará caminhando com mais facilidade em direção à mudança que quer realizar.

Tenha consciência dos pontos positivos e negativos

Você quer muito mudar, mas para uma transformação pessoal bem-sucedida — e sem arrependimentos — é preciso estar consciente sobre os pontos positivos e negativos que ela possui.

Assim como e etapa de traçar planos e colocá-los no papel, a dica aqui é dividir uma folha ao meio e escrever todos os pontos positivos e negativos sobre a mudança que você tem em mente.

Analisando assim, fica mais fácil calcular o peso dos prós e dos contras e os planos deixam de ser apenas ideias e podem ser observados de fora, tornando-se parte de um processo racional.

Além disso, com esse exercício você pode antecipar algumas dúvidas que possam aparecer durante o caminho e tentar solucioná-las antes — ou modificar alguma etapa —, para que as dificuldades não lhe façam desistir ou voltar atrás.

Saiba comunicar o que você realmente quer

Sua transformação pessoal deve ir de encontro às suas paixões e verdadeiras motivações. E para isso, é preciso entender que ela não depende da aprovação de que convive com você, seja sua família, amigos ou cônjuge.

Sem dúvidas, o apoio das pessoas que amamos durante os processos de mudanças é muito importante, principalmente, para nos motivar e encorajar a seguir em frente.

Entretanto, se em alguma hipótese ou esfera isso não for possível, saiba reafirmar suas vontades e determinações por meio de uma comunicação não violenta, isto é, comunicando o que você quer de forma autêntica e transparente, sem se deixar abater pela falta de falta de aprovação de terceiros.

Para mudar, também é preciso estar disposto a enfrentar novos desafios sem retroceder ou fugir de situações que nos tiram da zona de conforto. Nem todo mundo vai entender seu processo de transformação, mas saiba comunicá-lo de forma leve, porém decidida, colocando limites sobre o que o outro pode ou não intervir na sua vida.

Busque o apoio de profissionais para a mudança de vida

Para ajudar em todas as dúvidas e percalços que possam surgir durante seu processo de transformação, buscar e contar com o apoio de profissionais é fundamental.

O coaching, por exemplo, possui vários nichos de atuação, e dentre todos eles, é possível encontrar um profissional que além de suporte emocional, também poderá lhe ajudar com ferramentas práticas que ajudam na busca pelo autoconhecimento, passando pela descoberta das suas verdadeiras paixões, propósito e motivações.

O papel do coach é ser um guia para o bom uso de ferramentas como o eneagrama ou o mapeamento de perfil comportamental, cujo objetivo é nos ajudar a descobrir nossos principais valores, talentos, habilidades e até mesmo sabotadores. .

Além de fornecer suporte, ferramentas e apoio emocional durante a transformação pela qual queremos passar, a ajuda profissional também pode lhe ajudar a conquistar a autoconfiança para seguir em frente e encarar as mudanças de vida positivamente.

Agora que você já aprendeu algumas dicas sobre como se preparar emocionalmente para grandes mudanças, que tal compartilhar este artigo nas suas redes sociais e ajudar outras pessoas que também possam estar em um momento de transformação?

Constelação familiar: conheça a terapia que vem transformando vidas

Constelação familiar: conheça a terapia que vem transformando vidas

Se você conhece alguém que passou pela experiência da terapia de constelação familiar provavelmente escutou que era algo difícil de ser explicado, ou melhor, algo que precisa ser vivenciado para ser entendido. Bom, essa pessoa tinha razão!

Mas para não deixá-la sem entender o que é e para que serve a constelação, preparamos este post para contar um pouco mais sobre essa atividade terapêutica que vem transformando vidas. Continue a leitura e surpreenda-se!

Afinal, o que é a terapia de constelação familiar?

Criada pelo psicanalista alemão Bert Hellinger, a constelação familiar é um método terapêutico isento de crenças religiosas ou de qualquer experiências místicas ou sobrenatural. Seu embasamento é a teoria dos Campos Morfogenéticos, de Rupert Sheldrake, um biólogo britânico.

Bert desenvolveu as constelações familiares a partir de suas experiências com as relações humanas e, segundo ele, a constelação familiar traz uma abordagem diferente em relação ao desconhecido. Assim, ela não configura nem um método ou um ofício, mas sim um caminho para nos trazer a outros níveis de consciência, onde todas as perguntas encontram caminhos e respostas.

Dessa forma, a constelação familiar pode ser entendida como uma terapia dos estados profundos de consciência, que trabalha com nosso inconsciente profundo, de forma pessoal e coletiva, porém, sempre sob a ótica de nossas relações familiares, para compreender como elas nos moldam.

Ao nos colocar em contato com questões do inconsciente profundo, as constelações podem identificar pontos problemáticos que um processo psicodinâmico tradicional demandaria mais tempo para acessar.

Por isso é possível obter respostas mais rápidas, que podem ser resolvidas com mais facilidade, ou levadas a outras terapias que complementem a resolução dessas questões, como psicólogos ou coaches.

As leis da constelação familiar

Desde o nosso nascimento, formamos parte de uma família que gera um campo de energia em nosso interior e no qual evoluímos e crescemos. Independentemente de quem e como sejam as relações, somos parte e somos influenciadas.

Para solucionar nossos problemas por meio da constelação familiar, o constelador olha além do indivíduo, ou seja, além de nossas ligações ou conexões óbvias. Isso é feito pois, segundo Bert Hellinger, possuímos um “inconsciente familiar”, que atua de forma diferente em cada membro da família.

Nesse inconsciente, Hellinger acredita que existem três leis básicas que atuam simultaneamente: o pertencimento, a ordem e o equilíbrio.

Mas como elas interferem nas constelações? Entenda!

Lei do Pertencimento:

Temos a necessidade básica de pertencer à nossa família e esse vínculo é nosso desejo mais profundo.

Essa lei é desrespeitada em casos de exclusão, isto é, quando alguém é excluído de uma família por alguma razão, ou algum acontecimento é silenciado e tido como um tabu naquele grupo.

Quando isso acontece sem explicações, a sintonia de uma família é abalada e é preciso reconhecer essas pessoas ou fatos para restabelecê-la.

Lei da Ordem:

Você já ouviu alguém dizer que é responsável pelos pais, ou que os pais agem como se fossem os filhos?

Este é um exemplo de quebra na lei da ordem. Para que uma relação familiar tenha boa fluidez, é preciso entender e respeitar a hierarquia das gerações, respeitando a ordem dos que vieram antes.

Lei do Equilíbrio:

Para Hellinger, o equilíbrio entre o crédito e o débito é fundamental para estabelecer relações saudáveis. Para isso, devemos equilibrar a dose entre o que se dá e o que se recebe para estabelecer a paz nos relacionamentos.

Para que serve essa terapia?

O principal objetivo da constelação familiar é trazer a consciência às influências que temos em nossas relações familiares. Nessa terapia, é possível descobrir problemas, hábitos e interferências em nossas vidas de até sete gerações anteriores, que atuam em níveis que nem sequer imaginamos.

Por exemplo, por trás de um insucesso profissional, pode haver uma relação familiar conturbada que nosso consciente é incapaz de identificar. Ou talvez algum hábito que nos prejudique, mas que repetimos ao longo dos anos porque fomos ensinadas assim.

Uma breve ilustração disso é a metáfora de que um casal, onde os dois fazem uma mesma coisa de maneiras distintas, como preparar uma receita. A explicação é de que foram ensinados assim pelos pais, que por sua vez, foram ensinadas assim por seus. E no final, a moral da história é que não há certo nem errado na maneira em que cada um cozinha, mas sim, hábitos que são replicados de geração para geração sem qualquer razão específica.

Como funciona a dinâmica?

Somos formados por corpo físico, mental, espiritual e emocional e, diferentemente de uma terapia tradicional ou o coaching, que trabalham níveis mentais e quase sempre conscientes, as constelações familiares podem ajudar em níveis espirituais ou emocionais.

Contudo, nenhuma ferramenta é melhor que a outra: cada uma tem seu lugar, seu objetivo e juntas, podem ser complementares para um tratamento eficaz de nossos problemas.

Apesar do nome, as constelações não são feitas necessariamente com família da pessoa que decide participar. Quando feita em grupo, os participantes não se conhecem e não possuem nenhuma relação entre si.

As sessões também podem ser feitas individualmente, e você pode escolher constelar qualquer coisa, como sua relação com o dinheiro, com sua mãe, com o trabalho ou até com alguma doença. Contudo, qualquer questão escolhida será constelada sobre a ótica das relações familiares.

Hora de constelar!

As constelações em grupo trazem muito da dramatização do teatro. Pessoas desconhecidas representam personagens familiares como o pai, a mãe, representam profissões ou fatores como o dinheiro ou sintomas e doenças da pessoa constelada, por exemplo.

Os representantes são colocados no campo e expressam o que eles sentem através da questão colocada pelo cliente.

As informações familiares do cliente são acessadas por meio de sensações corporais que fazem os representantes se moverem e expressarem suas sensações por meio de movimentos, expressões corporais e faciais.

O cliente deve se basear na observação desses movimentos, buscando assimilá-los sob a ótica da questão constelada. Assim, a constelação o ajuda a trazer uma nova consciência sobre o que pode ser trabalhado.

Por isso, ela não atua como uma terapia e sim como uma luz sobre o que está acontecendo, e sobre o que você precisa agir para solucionar seus problemas.

Quem deve procurar uma constelação familiar?

Todas temos problemas ou passamos por situações difíceis. Entretanto, reconhecê-los e sair em busca da solução só depende de nós! Quando saímos de nosso lugar de vítima e assumimos nossas responsabilidades, o processo de entendimento e cura é muito mais efetivo.

A constelação familiar é uma ferramenta para o desenvolvimento humano e para que ela funcione, é preciso compreender que você está fazendo isso para o seu autoconhecimento e crescimento. Ou seja, é preciso acreditar e estar aberta ao processo.

Quando você se coloca em uma posição de resolver problemas ou questões familiares muito emaranhadas, todas as pessoas que vieram antes ou que vêm depois de você se beneficiam com as mudanças.

Quais são os benefícios gerados por essa terapia?

As constelações familiares têm ganhado muita força no campo das terapias emocionais. Em uma única sessão é possível obter resultados claros e resolver questões que muitas vezes atormentavam alguém há anos, mas não podiam ser percebidas pelo consciente.

Dentre alguns dos benefícios que podemos listar estão:

  • a clareza para enxergar as coisas desde outra perspectiva, como se você fosse tirada do olho do furacão e pudesse ver os problemas de fora.
  • alívio emocional, por saber melhor por onde começar a resolver os problemas identificados;
  • resolução de conflitos dentro da família. Como mencionamos, é possível restabelecer as leis familiares, entrando novamente em sintonia com a família.

Apesar do nome, ela não depende de um problema familiar. Existem constelações do mundo profissional, feitas para empresas, de forma que os problemas serão constelados como se aquele grupo corporativo fosse a própria família.

Muitos profissionais também têm apostado nessa terapia em outros campos, como a resolução de problemas no meio jurídico, por exemplo, em casos que chegam na vara de família.

Ainda que existam outras terapias e métodos terapêuticos, as constelações familiares permitem desenterrar emoções e fatos que nem sequer sabemos que existem. Assim, através dela, é possível abrir caminhos para novas atitudes ou terapias complementares.

E aí, gostou deste conteúdo? Agora que você já sabe um pouco mais sobre as constelações familiares, que tal nos seguir nas redes sociais para não perder nenhum conteúdo como este? Até a próxima!

O guia completo sobre empoderamento feminino

O guia completo sobre empoderamento feminino

O empoderamento feminino é um assunto que está sendo cada vez mais falado e tem se tornado bastante popular. Isso é ótimo, pois esse é um tema muito importante e que realmente precisa ser discutido, especialmente porque muitas pessoas ainda têm certa dificuldade para entendê-lo. 

O que é o empoderamento feminino? Qual sua importância para a sociedade? Essas questões são muito comuns e precisam ser respondidas, afinal, somente dessa forma será possível mudar — para melhor — as relações sociais e alcançar uma igualdade entre homens e mulheres.

Para te ajudar a entender melhor esse assunto — ou talvez explicar para as pessoas que estão asoseu redor — preparamos um conteúdo supercompleto sobre o empoderamento feminino. Veja só:
 

Afinal, o que é empoderamento feminino?

O empoderamento feminino nada mais é do que dar poder para as mulheres. Mas não, isso não tem nada a ver com superpoderes — apesar de toda mulher ter os seus momentos de super heroína. A questão é dar poder para que as elas sejam independentes financeiramente, poder para fazer suas escolhas e tomar suas decisões, para definir o que é melhor para sua vida e poder para que elas não precisem depender de ninguém.

“Poder de participação social”, esse é um dos princípios básicos do empoderamento feminino. É permitir que a mulher lute por seus direitos, entenda seu papel na sociedade e seja valorizada por isso. Empoderar uma mulher é o mesmo que valorizá-la.

Não importa se ela quer ser dona de casa ou uma executiva, o importante é que cada uma entenda que pode ser o que quiser, afinal, todo mundo tem o direito e o poder de decidir o que quer fazer da vida. 
 

Por que o empoderamento feminino favorece toda a sociedade?

Não pense que apenas você e as mulheres de seu convívio precisam ser empoderadas, “afinal, o que eu tenho a ver com as pessoas que nem conheço?”. Uma mulher empoderada reflete em benefícios para todas e favorece uma sociedade inteira!

Quanto mais poder uma mulher tem, quanto mais alto ela chega, junto dela milhares de outras mulheres se favorecem. Quer saber como?
 

Desenvolvimento das empresas

Além do empoderamento estimular o empreendedorismo feminino, ele pode beneficiar o mercado de várias outras formas. É comum presenciar situações em que uma mulher com melhor formação e mais experiência perde uma vaga ou uma promoção para um homem simplesmente por… Ser mulher!

Com isso as mulheres perdem — pela dificuldade de crescerem dentro de uma empresa e se desenvolverem profissionalmente — e as empresas também perdem, por dispensarem uma profissional mais capacitada e que poderia fazer um melhor trabalho.

O que deveria contar para uma empresa que quer se desenvolver, é a experiência e a capacidade do profissional ter bons resultados lá dentro. Mas aí está outro problema: muita gente ainda acredita que um homem — mesmo se for menos capacitado — pode alcançar melhores resultados dentro de uma empresa.

Um dos motivos é justamente o fato de os homens serem mais respeitados, tanto por outros homens — que não querem se submeter a uma mulher —, quanto pelas mulheres — que acabam vendo as outras como rivais.
 

Leis que beneficiem as mulheres

Política não é coisa para mulher, né? Você pode até não pensar assim, mas com certeza tem muita gente ao seu redor que pensa! Não estamos aqui para discutir política, mas todo mundo se lembra de casos recentes que mostraram que é exatamente assim que a maioria dos brasileiros pensa, especialmente os mais “poderosos”.

Porém, a mulher precisa estar na política sim! Elas precisam estar lá para defender os direitos femininos, para criarem e aprovarem leis que beneficiem as mulheres, que estejam do lado delas. E não só na política, elas precisam estar nos tribunais, na imprensa e em qualquer lugar que elas quiserem e que dê voz a elas!
 

Maior liberdade

Já pensou que maravilha você poder usar a roupa que quiser e não ser julgada por isso? E que tal poder trabalhar com o que você ama mesmo se for uma “profissão de homem”? Já pensou se você puder fazer o que quiser e não ser criticada apenas por ser mulher?

Quanto mais mulheres empoderadas no mundo, menos rótulos existirão! Menos julgamento e menos gente ditando regras, do que as mulheres podem ou não devem fazer. Assim, todo mundo terá a mesma liberdade de fazer e ser quem quiser, sem receios!
 

Menos preconceito

“Mulher não nasceu para isso”, “Isso é coisa de homem”, “Mulher que se dá ao respeito não faz isso”, “Mulher tem que ser recatada e do lar”… Quantas frases preconceituosas você já ouviu — ou disse — durante toda a sua vida? 

Um dos princípios do empoderamento feminino é acabar com esse preconceito e provar para todo mundo que as mulheres são capazes sim! Quanto mais mulheres na liderança e independentes, quanto mais mulheres tendo voz e colaborando para a sociedade, mais as pessoas vão entender a importância de cada uma delas e o preconceito tende a diminuir. 

E quanto menos preconceito, mais as mulheres se sentirão livres e motivadas a contribuírem para a sociedade, e as coisas só tendem a melhorar para todos, sejam do sexo masculino ou feminino! E, assim, todos terão forças para lutar pelas outras minorias e fazer o mundo cada vez mais respeitoso e empoderado!
 

A relação do empreendedorismo com empoderamento feminino

Infelizmente, ainda é muito comum ver mulheres ganhando menos que os homens, mesmo tendo a mesma formação e o mesmo cargo. Além disso, muitas vezes as empresas oferecem as melhores oportunidades para os homens, e as mulheres acabam tendo mais dificuldade para chegar em cargos altos.

Por isso, a solução para muitas delas é empreender. Além da oportunidade de fazer o que ama, o empreendedorismo permite que as mulheres sejam donas de seu próprio negócio e trabalhem para si próprias, em vez de trabalhar para os outros.

Sem falar que, através do empreendedorismo, as mulheres podem ganhar muito mais dinheiro do que em um emprego tradicional e, dessa forma, elas garantem uma qualidade de vida muito maior — tanto pela questão financeira quanto pelos horários flexíveis, mais tempo para ficar com a família e mais liberdade.

Mas empreender não é nem um pouco fácil! É preciso batalhar e correr muito atrás dos objetivos, mas isso não é um problema. Pelo contrário, mulher empreendedoras se tornam ainda mais fortes e determinadas, muito mais poderosas! E, claro, muito mais realizadas profissionalmente.

Quando se trabalha como funcionária em uma empresa, é preciso contar um pouco com a sorte para chegar ao topo. Por mais que se tenha uma boa formação e faça um excelente trabalho, com muita dedicação e esforço, nada disso é garantia de uma promoção de cargo ou salário.

Além de se esforçar muito, ainda é preciso contar com a sorte para ser promovida, para manter o emprego e para ser valorizada nesse ambiente. 

Quando uma pessoa abre seu próprio negócio, por mais difícil que seja crescer, seu crescimento profissional e o sucesso da empresa vai depender muito mais de seu esforço do que de sua sorte. Ou seja, uma mulher empreendedora é dona de sua própria sorte e é poderosa o suficiente para chegar ao topo por conta própria.

E, é claro, uma mulher que está empreendendo para se empoderar e alcançar seus objetivos profissionais estará muito mais aberta a contratar outras mulheres e fazê-las crescer dentro da empresa, gerando mais oportunidades para as profissionais e tornando-as mais poderosas.
 

5 princípios pró empoderamento que você deve seguir

A ONU Mulheres possui uma lista de “7 princípios básicos do empoderamento feminino”. São eles:

  • Liderança;
  • Igualdade de oportunidades, inclusão e não discriminação;
  • Saúde, segurança e fim da violência;
  • Educação e formação;
  • Desenvolvimento empresarial;
  • Liderança comunitária e engajamento;
  • Acompanhamento, medição e resultado.

Unindo o ideal de todos esses princípios da lista, chegamos em 5 atitudes que todo mundo deveria ter para empoderar as mulheres da melhor e mais eficiente maneira possível!
 

1. Valorize as mulheres ao seu redor

Esse é o princípio mais básico do empoderamento feminino. Porém, por mais simples que pareça, é algo que muitas vezes temos muita dificuldade de seguir — e nem percebemos isso! Parece que em algum momento da vida a sociedade impõe que as mulheres devem ser inimigas ou rivais, e que você sempre deve ser melhor do que a outra.

Isso é algo que está na sociedade a muito tempo, e acabamos crescendo assim, acreditando nisso. E o primeiro passo em direção ao empoderamento feminino é tirar essa ideia de rivalidade da cabeça. 

Empatia: uma palavra tão simples, mas com um signifcado tão complexo… Ter empatia por alguém significa se colocar no lugar de outra pessoa, para entender seus sentimentos, suas necessidades e até seus pensamentos.

Ter empatia por todas as outras mulheres é uma das melhores formas de valorizá-las. Coloque-se no lugar da outra pessoa antes de julgar uma atitude, antes de apontar seus erros ou defeitos. Pense no que você gostaria de ouvir se estivesse no lugar da outra pessoa, ou no tipo de apoio que gostaria de receber.

E valorizar uma mulher vai muito além disso. Você pode — e deve — mostrar para todas as mulheres ao seu redor que você as admira, e o porquê dessa admiração. Faça elogios, aponte as qualidades de todas elas, parabenize por um trabalho bem feito, mostre que você sabe que elas são capazes de qualquer coisa…

Uma simples atitude ou algumas palavras de carinho, de incentivo e de reconhecimento podem fazer qualquer mulher se sentir a pessoa mais poderosa do mundo! E isso é uma das coisas mais incríveis que você pode fazer por alguém!
 

2. Dê oportunidades a elas

Valorizar uma mulher vai muito além de falar coisas legais e fazer com que ela perceba que é capaz. Também é preciso mostrar que você acredita e confia em sua capacidade. Se você quer empoderar uma mulher, dê oportunidades a ela! Mas como?

Contrate mulheres para trabalhar com você, ofereça a elas os cargos mais altos — se elas forem aptas a ocupá-los, escute o que elas têm a dizer, compre seus produtos, pague salários justos… Há uma infinidade de maneiras de fazer com que as mulheres tenham oportunidade de trabalhar, de se tornarem independentes, de terem seu próprio dinheiro e de receberem um salário justo e digno por um trabalho bem feito.

E você não precisa ser dona de uma empresa ou alguém com um alto cargo para isso. Dê a oportunidade para uma mulher mostrar suas qualidades e tudo que é capaz. Você pode indicar seus currículos para seus conhecidos ou até para a empresa em que você trabalha. Você pode compartilhar o trabalho de alguém nas redes sociais.

As oportunidades são infinitas, assim como as necessidades de cada uma é diferente. Só é preciso um pouquinho de empatia e esforço — de todas as partes — para que elas possam aproveitar das melhores oportunidades.
 

3. Dê preferência às mulheres empreendedoras

Quantas mulheres empreendedoras você conhece? Talvez você precise parar e pensar um pouquinho, ou talvez você já tenha se lembrado de várias assim que leu a pergunta. A verdade é que todo mundo tem ao menos uma conhecida que está tentando empreender.

E quanto a empreender, não significa que a mulher está abrindo uma grande empresa que um dia terá filiais no país inteiro. Qualquer mulher que iniciou um negócio próprio, por menor que seja, é uma empreendedora.

Aquela que faz salgados para festas, a que abriu uma lojinha de roupas, a que faz freela em marketing digital, aquela que vende brigadeiro ou sanduíches na faculdade, a que vende cosméticos, aquela que faz móveis planejados, a costureira, a artesã, aquela cabelereira ou a outra que abriu uma oficina mecânica… Todas são empreendedoras!

Muitas delas trabalham em casa, tem um negócio bem pequeno e talvez nem tenham planos de expandir. Mas todas precisam de clientes para conseguir um bom salário no final do mês. Todas querem ter seu trabalho valorizado para poder viver fazendo o que amam.

Mas muitas vezes acabamos consumindo nas grandes empresas, talvez por ser mais barato ou rápido devido à forma de produção, talvez por simplesmente esquecermos que conhecemos mulheres maravilhosas que fazem trabalhos incríveis e estão mais perto do que se pode imaginar.

Então, se quiser empoderar uma mulher, compre seus produtos, contrate seus serviços, indique seu trabalho para outras pessoas. Dê preferência às mulheres que estão correndo atrás de seus sonhos, que tratam cada cliente como se fosse o único e que precisam de cada um deles.

Talvez a sua compra não faça a menor diferença para uma grande empresa, afinal, outras milhares de pessoas estão comprando ali todos os dias. Mas você fará toda a diferença na vida de uma mulher que tem uma pequena produção e algumas centenas de clientes por mês.

Faça o seu dinheiro circular entre outras mulheres, para que elas tenham uma maior oportunidade de se tornarem independentes financeiramente e um maior poder de compra!
 

4. Pense antes de falar

Outra coisa que todo mundo faz com muita frequência, e sem nem perceber, são comentários machistas para mulheres. Quantas vezes você já disse que uma amiga estava pronta para casar porque ela cozinha bem? Ou que duas mulheres estavam sozinhas quando algo de ruim aconteceu? Ou, ainda, que você julgou uma mulher por estar com roupas curtas ou decotadas?

Essas ideias parecem inofensivas em um primeiro momento, e muitas vezes são ditas em tom de brincadeira e sem más intenções. Mas são ideias que reprimem as mulheres e faz parecer que elas precisam de um homem sempre acompanhando-as ou que elas estão erradas por usar o tipo de roupa que as fazem sentir bem.

Lembre-se que as mulheres são independentes, que elas não precisam se casar se não quiserem, que duas pessoas juntas nunca estão sozinhas e que qualquer pessoa tem o poder de decidir a roupa que quer usar em cada momento.

Esses são apenas alguns exemplos de frases que devemos evitar se quisermos empoderar as mulheres, então pense bem antes de fazer qualquer outro comentário do tipo!
 

5. Respeite o tempo de cada mulher

Nossa sociedade ainda é muito machista e, querendo ou não, todo mundo acaba crescendo com essa cultura e essas ideias. Atualmente, como o feminismo e o empoderamento feminino têm se tornado assuntos muito falados, especialmente nas redes sociais, muita gente está mudando seus pensamentos e se desconstruindo.

Porém, ninguém nasce desconstruído e cada um precisa do seu tempo para entender e passar por esse processo. Você pode até ter levado um tempo curtíssimo para se empoderar e reconhecer o valor de outras mulheres, mas tem gente que pode levar anos para conseguir o mesmo.

O importante é não julgar essas mulheres e não criticá-las quando elas tiverem uma atitude ou compartilharem um pensamento que diminui outras mulheres. É preciso ter paciência, explicar o seu ponto de vista e mostrar a elas que todas devem ser valorizadas e empoderadas. Mas lembre-se que esse processo não é fácil, e que essa diferença de pensamentos não faz ninguém melhor que ninguém!
 

Como incorporar o empoderamento feminino na vida profissional e pessoal
 

Auto confiança

Ter auto confiança não é fácil em um mundo como esse, em uma sociedade que faz com que as pessoas não confiem em si mesmas. Porém, esse é o primeiro passo para se empoderar — e só assim você conseguirá empoderar outras mulheres.

Você, melhor do que ninguém, conhece seus pontos fortes, suas habilidades e suas melhores qualidades. Você sabe do que você é capaz, sabe da sua caminhada e de tudo o que você pode fazer por seu trabalho, sua família, sua vida pessoal e por tudo o que você se dispõe a fazer!

Então confie em você mesma! Mesmo que outras pessoas tentem te convencer do contrário, confie no seu potencial e nunca se esqueça que você tem o poder!
 

Seja justa

Nunca diga a uma mulher alguma coisa que você não diria a um homem. Não queira ditar regras e nem tente definir o que uma mulher “de respeito” pode fazer. Não beneficie ou prejudique uma pessoa por causa de seu gênero.

Seja justa, lembre-se que todos são iguais e que cada um é único, mas todos merecem ser tratados de forma igualitária. Seja dentro de casa, em uma empresa, no meio da rua ou na internet… Justiça e respeito são princípios básicos do empoderamento!
 

Conheça outras mulheres

Como o feminismo e o empoderamento são assuntos que estão muito em alta atualmente, não é difícil encontrar grupos de mulheres que foram criados com o intuito de fortalecer os movimentos.

São grupos criados para que as mulheres possam se conhecer, encontrar, trocar experiências, discutir sobre assuntos importantes, apoiar o trabalho das outras e para que todas possam, juntas, aprender cada vez mais.

Essa é uma excelente maneira de se auto empoderar e ainda colaborar para a desconstrução de outras mulheres. Esses grupos podem surgir em qualquer lugar e a qualquer momento, seja com suas amigas, na sua empresa, no seu bairro ou até através das redes sociais. Conheça outras mulheres, troque conhecimento e valorize-as!
 

Juntas somos mais fortes

Precisamos falar sobre isso novamente: mulheres não são rivais! Essa é uma das etapas mais difíceis do empoderamento feminino. É preciso entender que mulheres não nasceram para competir umas com as outras e que não é preciso diminuir outra pessoa para se sentir melhor.

Falar que fulana só é bonita porque fez plástica, que só se relaciona com fulano porque ele é rico ou que deve ter tido algo com o chefe para chegar a um alto cargo na empresa é algo muito comum. Porém, essa é uma das piores formas de desvalorizar a beleza, os sentimentos e a capacidade das pessoas.

Em vez de desmerecer outras mulheres, busque inspiração em suas histórias. Lembre-se que juntas somos mais fortes e que precisamos apoiar umas as outras. Valorize as mulheres que estão ao seu redor, ajude-as a crescer. Assim, todas crescem juntas!

O empoderamento feminino é um assunto muito complexo e que poderia se transformar em um livro, já que há tanta coisa para falar sobre isso. Mas nunca se esqueça do básico: respeite e valorize as mulheres ao seu redor. Respeite-se e valorize-se! E lembre-se que você tem o poder para ser e fazer o que quiser! Se gostou desse conteúdo, assine nossa newsletter e fique sempre por dentro das novidades.