O guia completo para encarar seus medos e alcançar objetivos

O guia completo para encarar seus medos e alcançar objetivos

O medo é um sentimento que está presente na vida de muitas pessoas e que tem poder de deixá-las estagnadas, isto é, sem coragem para mudar. Ele é, com certeza, um dos fatores que impedem uma vida mais feliz.

Na correria do cotidiano, é difícil ter tempo para analisar os receios que deixam os indivíduos paralisados. Pensando nisso, vamos apresentar, neste post, aspectos que vão ajudá-lo a identificar os motivos que geram medo e formas de enfrentar as dificuldades com determinação.

Também serão destacados os tipos de pavor mais comuns, exemplos de superação de problemas relacionados com o medo e a importância da ajuda profissional para vencer as adversidades. Acompanhe:

Por que é importante encarar e vencer os medos

Mudar, definitivamente, não é uma tarefa fácil. Uma das razões é a análise de como nos comportamos diante das diversas situações que enfrentamos no cotidiano. Atualmente, ficar estagnado é um dos fatores que impedem qualquer pessoa de concretizar metas e de melhorar a qualidade de vida.

Muitos têm dificuldades de reconhecer as próprias limitações e de perceber que elas podem estar relacionadas com um sentimento que atinge indivíduos de todas as idades: o medo. O receio de errar, de ser rejeitado e de ouvir críticas atrapalha o processo de amadurecimento e tem consequências no âmbito pessoal e profissional.

Por isso, é fundamental reconhecer a necessidade de buscar alternativas para não deixar o medo tomar conta dos pensamentos e das atitudes diante dos desafios. Dependendo da personalidade, uma pessoa fica paralisada porque não tem coragem de superar a baixa autoestima.

Não ter confiança é uma das razões que tornam o medo tão presente na rotina de tanta gente. Imagine que você vai fazer uma apresentação de um projeto importante no local onde trabalha para a aprovação dos diretores. Você já fica ansioso e nervoso só de pensar nessa situação?

Caso demonstre insegurança durante a exposição do projeto, a diretoria pode considerar que não é um bom momento investir na sua ideia ou que você não é a pessoa ideal para liderar a iniciativa proposta.

Sem dúvida, um profissional que mostra personalidade para enfrentar desafios é mais valorizado em uma instituição. Se você estiver disposto a enfrentar o medo, pode ter uma série de benefícios, como:

  • ter um relacionamento melhor com familiares, amigos e colegas de trabalho;
  • estar mais disposto para enfrentar os desafios do cotidiano;
  • ter mais maturidade para ouvir críticas;
  • apresentar um maior equilíbrio emocional, o que é muito importante em situações complicadas;
  • estar mais aberto a conhecer novas pessoas;
  • possuir uma autoestima mais elevada;
  • conseguir se comunicar melhor e de forma mais assertiva;
  • compreender melhor que as frustrações fazem parte da vida;
  • estar mais disposto a aprender novas habilidades e a obter mais conhecimento;
  • e ser uma referência de bom comportamento para as pessoas com quem convive.

Inegavelmente, não é fácil mudar de um dia para o outro. Deixar o excesso de receio de lado e ser uma pessoa mais dinâmica e feliz exige foco e determinação. Porém, é fácil perceber que ficar prisioneiro do medo não é bom para ninguém.

Se você pretende evoluir, é melhor pensar nas vantagens propiciadas quando encara os desafios de frente. Ter receio de alguma situação é comum, porém, o excesso acaba sendo prejudicial. E isso deve ser combatido o mais rápido possível.

Como identificar o medo

Por falta de autocrítica ou por dificuldade de enfrentar a realidade, muitas pessoas não percebem que sentem medo de maneira efetiva. Isso faz com que fiquem passivas e sem condições de reverter um quadro de grande receio diante de uma determinada situação ou problema.

A 1ª medida para sair da inércia é fazer a seguinte pergunta: de que tenho medo? Falar em público, ficar sem emprego, perder um ente querido e ter dificuldade de educar os filhos são alguns dos fatores que deixam as pessoas preocupadas. Identificar o que gera mais pavor no dia a dia já uma forma de encarar a adversidade e combatê-la.

Outra ação interessante é listar as características pessoais que predominam quando o medo aparece. Timidez, falhas de comunicação, dificuldade de relacionamento interpessoal e autoestima baixa são aspectos que impedem um indivíduo de superar as próprias limitações.

Também é recomendado fazer uma retrospectiva da trajetória pessoal para identificar os receios mais impactantes. Pense nos momentos em que passou por grandes dificuldades e não teve a postura adequada para resolvê-las. Lembre-se de situações constrangedoras que poderia ter evitado caso tivesse mais iniciativa e capacidade de expor o seu ponto de vista.

Se for possível, procure se lembrar de como seu comportou em um momento em que teve medo. Alguns indivíduos ficam paralisados, enquanto outros mostram irritação e dificuldade de agir com maturidade. Muitos tentam ignorar a situação e tentam se distrair com outra atividade.

À medida que você entende o que provoca o medo e percebe como reage diante de situações complicadas, será mais fácil mudar a postura, fortalecer a autoestima e melhorar o relacionamento interpessoal.

Fazer isso sozinho não é fácil, porque exige uma grande capacidade de autocrítica e foco para mudar. Muitas pessoas têm receio de sair do lugar e de encarar novos desafios. É muito mais cômodo deixar tudo como está. Porém, a evolução somente é conquistada com muito esforço e superação.

Os tipos de medos limitantes

Há vários contextos que colaboram para uma pessoa ficar com medo. Nem sempre estar muito preocupado com algo significa problema. Afinal, é da natureza do ser humano expressar sentimentos e querer o bem das pessoas ao seu redor.

Todavia, o pavor não pode ser um aspecto que afete negativamente no desenvolvimento e na qualidade de vida de um indivíduo. Por isso, serão destacados 4 tipos de medo que limitam o progresso das pessoas. Confira:

Autossabotagem

É possível prejudicar a si mesmo por meio de pensamentos negativos que influem no comportamento em vários segmentos da vida? Infelizmente, a resposta é “sim”. Por incrível que pareça, esse tipo de problema também afeta mesmo os que já conseguiram sucesso profissional.

Imagine um grande tenista que já conquistou diversos títulos internacionais e chegou a ser o melhor do mundo. Sem dúvida, é um esportista bem-sucedido e que propicia para os seus familiares conforto e uma situação financeira bem tranquila.

Muitos podem pensar ser um caso em que jamais a autossabotagem pode aparecer. Ledo engano. O desgaste da rotina de treinamentos e de torneios, o fato de ter conquistado o reconhecimento profissional e muitos títulos podem fazer surgir um mal que prejudica muitos profissionais: a acomodação.

Sem perceber, o tenista inconscientemente começa a perder a motivação para treinar com intensidade e a vencer partidas importantes. Eventuais contusões e problemas de cunho pessoal realmente podem afetar o desempenho. Porém, a falta de confiança se torna cada vez mais evidente, possibilitando o surgimento da autossabotagem.

É mais fácil dar desculpas para os problemas do que enfrentá-los de frente. A ausência de coragem para encarar uma barreira limitante também é um fator que contribui para tornar a dificuldade ainda maior.

Medo de errar

Quase todo mundo já ouviu um velho ditado popular: “errando é que se aprende”. Apesar disso, um indivíduo, dependendo da situação, pode ter um receio exagerado de cometer algum equívoco e de decepcionar a si mesmo e as pessoas com quem convive.

Por exemplo: você está se preparando para uma entrevista de emprego e considera muito importante estar num trabalho que fica mais perto de sua casa e que possui uma excelente remuneração. Ou seja, é uma grande oportunidade de melhorar a qualidade de vida da sua família.

Contudo, o nervosismo faz com que cometa, em alguns momentos, erros de português, principalmente, quando está se comunicando oralmente. Só de pensar nesse problema, você começa a ficar com medo de errar.

Caso deixe o pavor tomar conta de você, é bem provável que o desempenho seja ruim na entrevista, porque estará menos confiante e mais propenso a se expressar de forma incorreta. Preparar-se para evitar os erros pode ajudá-lo a superar essa situação com mais tranquilidade.

Medo da mudança

A mudança é sempre um motivo que pode provocar receio nas pessoas. Em alguns momentos, sair da zona de conforto é bastante complicado, porque gera insegurança e preocupação com o futuro. Quando se tem uma visão negativa em relação ao novo, a tendência é ter dificuldades de se adaptar ao cenário que está vindo à tona.

Imagine que você está mudando com a sua família para outra cidade porque a empresa solicitou que trabalhasse em outro local. Com certeza, vai existir uma certa preocupação em relação aos colegas de trabalho, independentemente do cargo. Afinal, será necessário começar do 0 para criar um ambiente no qual se sinta à vontade e satisfeito.

Caso tenha filhos, a situação é um pouco mais delicada. Isso porque precisarão estudar em uma escola nova e fazer novas amizades. Se você e as crianças ficarem inseguros e não entenderem que a mudança é necessária, maiores serão as dificuldades de adaptação à nova realidade.

A resistência ao aceitar o que é novo impede de enfrentar os desafios de frente e de tornar a mudança um fator positivo que contribui para o amadurecimento e para a evolução pessoal e profissional.

Medo de críticas

Ouvir um elogio é muito bom e perceber que o trabalho está sendo reconhecido faz bem para a autoestima. Mas ninguém tem a garantia de que nunca será criticado. Pelo contrário: é comum sermos criticados por nossas atitudes em alguns momentos, independentemente do contexto.

O problema não é a crítica em si, mas a maneira como a pessoa se comporta ao ser contrariada. Muitos têm receios de serem avaliados negativamente, quando apresentam uma ideia ou tomam uma decisão. Essa postura inibe o desenvolvimento de novas ações que podem melhorar a qualidade de vida no trabalho e em casa.

Ficar escondido porque tem medo de ser criticado não leva ninguém a lugar nenhum. Ao adotar esse tipo de comportamento, você ficará acomodado e perderá boas oportunidades de ser uma pessoa melhor e mais produtiva.

Como superar os seus medos e alcançar os seus objetivos

Não é fácil vencer o medo quando esse sentimento cria barreiras que impedem o desenvolvimento e aniquilam algumas oportunidades de conquistar metas e de estar mais feliz consigo mesmo.

Pensando nisso, vamos apresentar 4 fatores que contribuem para você não deixar que o pavor seja um obstáculo para os seus objetivos. Confira:

Desenvolva a autoconfiança

É bom contar com o apoio de amigos e de familiares. Apesar disso, é necessário ter confiança na própria capacidade de enfrentar os problemas e de encontrar soluções que tornem a sua vida mais prazerosa.

Deixar a acomodação de lado é o 1º passo para se livrar da autossabotagem e aumentar a autoestima. Mas de que maneira é possível fortalecer a autoconfiança e não ficar refém do medo? A resposta para essa pergunta está nos itens abaixo:

  • perceber que superar as dificuldades vai te fazer uma pessoa melhor;
  • ter o reconhecimento de amigos, familiares e colegas de trabalho de que possui potencial para vencer as adversidades;
  • notar que pode evoluir a cada dia tanto no aspecto pessoal quanto no profissional;
  • pensar em exemplos de pessoas que enfrentaram grandes desafios e foram bem-sucedidas;
  • e visualizar que a vida pode ser melhor no futuro, caso não deixe que o pavor não paralise as suas atitudes e os seus pensamentos.

Seja honesto e reconheça os seus limites

Todo mundo comete equívocos, mas ninguém gosta de errar. A forma como uma pessoa se relaciona com o erro é fundamental para adquirir mais experiência de vida e ter condições de superar as próprias limitações.

Contudo, muitas pessoas têm medo de errar porque não querem se sentir inferiores ou têm grande dificuldade de conviver com a frustração. Para se livrar desse tipo de temor, é necessário ter em mente que os momentos difíceis são importantes para sermos pessoas melhores.

A recomendação é ter humildade e perceber que o ideal é ser honesto consigo mesmo para reconhecer os próprios limites. Assim, vai compreender que o erro faz parte dos processos de aprendizado e de crescimento.

Ficar se punindo porque cometeu um equívoco não vai te ajudar a vencer o medo de errar. Ao compreender os motivos pelo qual errou, você estará mais preparado para superar as adversidades do cotidiano.

Saia da zona de conforto

Quando a situação está aparentemente boa, muitas pessoas ficam acomodadas. Um bom exemplo disso é um velho ditado popular: “não se mexe em time que está ganhando”. Sair da zona de conforto dá trabalho. Por isso, é comum que muitos indivíduos sejam resistentes a modificações que acontecem nos âmbitos pessoal e profissional.

A 1ª medida para não ter tanto medo de mudanças é entender que elas fazem parte da vida. Outro passo importante é procurar ter uma visão mais positiva e perceber os ganhos que as alterações na rotina podem proporcionar.

Ao estar ciente de que sair de uma situação confortável é uma forma de evoluir, você estará mais apto emocional e mentalmente para enfrentar as mudanças. Hoje, a estagnação é o caminho mais curto para ser consumido pelo medo.

Tenha foco na autocrítica e no amadurecimento

Em casa e no trabalho, a crítica faz parte da convivência com as pessoas. Nem sempre uma pessoa está preparada para ser criticada por uma atitude. Esse tipo de comportamento pode gerar discussões e conflitos que podem provocar sérios problemas de relacionamento.

Como evitar que esse tipo de situação aconteça? Se você está curioso em relação à resposta para essa pergunta, a dica é ler os itens abaixo:

  • entenda que ser criticado é uma maneira de identificar os próprios erros;
  • tenha tranquilidade para perceber que há críticas feitas com fundamento e bom senso;
  • quanto mais receptivo for a um questionamento, mais fácil será compreendê-lo;
  • exerça a autocrítica para perceber que você comete erros e pode melhorar;
  • e tenha maturidade para conviver melhor com os equívocos e as críticas.

Ao ter uma percepção menos negativa dos erros e das críticas, você estará mais propenso a evoluir e não terá tanto medo de ser questionado.

Exemplos práticos para encarar os medos

Você já tem boas informações sobre como enfrentar o medo. Contudo, é interessante conhecer alguns exemplos interessantes de como combater o pavor. Pensando nisso, serão abordadas situações com personagens fictícios, mas que se encaixam perfeitamente na vida real.

Medo de falar em público

O empresário Pedro Paulo, 28 anos, é uma pessoa muito organizada e relativamente calma. Porém, tem pavor de falar em público, mesmo que seja numa reunião com poucas pessoas. Ele está interessado em apresentar um projeto inovador para empresários com quem pretende fazer uma parceria.

Como será possível ter uma apresentação convincente e segura? Neste caso, Pedro Paulo terá que fazer uma boa preparação, dominando o conteúdo e até simulando a apresentação. Conversar sobre esse pavor com amigos, parentes e com um psicólogo também ajuda a superar essa barreira.

Outra opção é fazer um curso de oratória. Uma orientação profissional é bastante positiva, porque ouvir conselhos de uma pessoa experiente em um assunto sempre proporciona bons conhecimentos. Se Pedro Paulo tomar essas medidas, o receio de falar em público será somente uma lembrança do passado.

Medo de dirigir

Nas grandes cidades, o trânsito exige bastante atenção, paciência e tranquilidade. Infelizmente, alguns motoristas não respeitam as leis e dirigem com imprudência e imperícia, provocando acidentes.

Por isso, a universitária Ana Paula, 20 anos, tem muito receio de dirigir, mesmo já tendo tirado a carteira de motorista. Para vencer essa adversidade, é fundamental ter mais autoconfiança e superar os pensamentos negativos.

Além do apoio de pessoas próximas, Ana Paula tem que adotar uma iniciativa importante para vencer essa barreira: dirigir com frequência. Inicialmente, o ideal é estar com alguém de confiança no automóvel para ter mais calma.

Também pode contar com ajuda profissional. O apoio psicológico é essencial para adquirir mais confiança para superar esse problema. Atualmente, há também empresas especializadas em ajudar os motoristas com receio de dirigir.

De que maneira a família pode ajudar quem tem medo

Os familiares têm grande importância na maneira como as pessoas veem o mundo. Uma criança é bastante influenciada pelos pais. Por isso, é importante que a mãe e o pai estejam atentos quando os filhos apresentam medo excessivo de algo.

O diálogo é essencial para entender por que a criança ou o adolescente não se sente à vontade para se relacionar com as pessoas ao redor ou tem uma grande resistência às mudanças que surgem no dia a dia.

No caso dos adultos, os familiares podem ter uma conversa mais franca e mostrar que é necessário ter uma mudança de atitude para o medo não impedir que o parente conquiste os seus objetivos.

Caso o esforço dos pais e de outros familiares não tenha bons resultados, o ideal é procurar a ajuda de um psicólogo. Esse profissional pode ajudar a encontrar os caminhos que permitam uma pessoa a superar os medos e a ter mais qualidade de vida.

A importância de procurar ajuda profissional

Nem sempre é possível resolver algum problema sozinho ou com a ajuda de familiares e de amigos. Dependendo da situação, uma ajuda profissional pode ser a melhor alternativa para compreender por que o medo, em algumas ocasiões, é tão paralisante.

No caso do psicólogo, a pessoa é estimulada a analisar a trajetória pessoal e a identificar os fatores que provocaram o excesso de receio de enfrentar certas dificuldades, como conviver com a frustração e a dificuldade de aceitar críticas.

Às vezes, as pessoas ficam inseguras para falar abertamente dos problemas, mesmo quando conversam com alguém de grande confiança. Ao receber uma ajuda qualificada, fica mais fácil abordar situações que geram um grande desconforto. Isso acontece porque o indivíduo está em um ambiente reservado e com um profissional que está disposto a ouvi-lo e a compreendê-lo.

Além disso, terá um acompanhamento mais efetivo, o que permite verificar como a pessoa está enfrentando as dificuldades ao longo do tempo. Assim, terá mais condições de conhecer as razões que provocam o medo e de identificar alternativas para combatê-lo de forma mais rápida e eficiente.

Se houver esforço e dedicação, a terapia vai ajudar na busca pelo autoconhecimento. Sem dúvida, isso vai contribuir para exercer a autocrítica e adotar medidas que tenham bons resultados contra o excesso de pavor.

Para os que desejam alcançar objetivos e melhorar a qualidade de vida, uma boa dica é entrar em contato conosco. Isso pode ser feito pelo site ou pelo e-mail. Estamos à disposição para atendê-lo e para ajudá-lo a ser melhor a cada dia!

7 hábitos matinais para começar bem o dia

7 hábitos matinais para começar bem o dia

Você sabia que adotar bons hábitos matinais é uma maneira de aumentar a produtividade e ter mais bem-estar? Isso porque, embora não exista uma maneira correta para começar com ânimo o dia, algumas atitudes são capazes de aumentar o foco de uma pessoa e sua visão de mundo, além de promover um despertar mais agradável e uma rotina mais prazerosa.

Interessou-se pelo assunto? Continue a leitura e saiba mais!

Quais hábitos matinais são indicados?

Recarregar todas as suas energias logo pela manhã, com hábitos simples e rápidos, gera muitos benefícios à saúde. E essas consequências são visíveis ao longo de um extenso e cansativo dia de trabalho: há mais disposição, determinação e força para continuar até que todas as atividades sejam concluídas com sucesso.

Essa também é uma maneira de diminuir o cansaço ao chegar em casa e, assim, aproveitar a noite ao lado de sua família, especialmente com as crianças. Além disso, você garante mais saúde e uma preparação, tanto física quanto emocional, para a rotina.

Listamos, a seguir, 7 hábitos saudáveis que podem ser desenvolvidos pela manhã, tornando o dia de qualquer profissional — principalmente daquele que se sente frustrado e quer ter uma vida melhor — mais leve e com mais objetivos. Confira!

1. Acordar cedo

Acordar mais cedo é o primeiro hábito de nossa lista. Reserve um curto período para fazer alguma atividade que possa ser prazerosa para você ou que possa gerar mais disposição.

Dedicar-se à leitura logo pela manhã, por 15 a 30 minutos, é uma forma de abrir a sua mente. Conteúdos instrutivos ou inspiradores podem proporcionar ainda mais o seu destaque entre os profissionais.

Além disso, os livros trazem conexões com diversas áreas do conhecimento e perspectivas inovadoras sobre o mundo, fazendo com que você adquira bagagem cultural. Vale lembrar, porém, que tais benefícios são de longo prazo.

Outra sugestão é tomar uma ducha logo cedo, preferencialmente fria. Essa é uma forma de despertar e ficar mais inspirado, criativo, motivado e disposto.

Vale mencionar que, assim que o despertador tocar, você deve levantar sem hesitar, dando a tradicional “espreguiçada” com bastante calma e mentalizando positivamente o seu dia. Tudo isso é elementar para que você alcance um equilíbrio interno, que inclui o metabolismo e as reações hormonais.

2. Exercitar-se

Mesmo que seja por pouco tempo, movimentar-se com rapidez pela manhã, logo após a atividade prazerosa (que, inclusive, pode ser o próprio exercício físico), é uma forma de proporcionar a manutenção do peso corporal. Esse hábito ajuda a eliminar as toxinas do corpo e, consequentemente, a acelerar o metabolismo.

Tudo isso gera mais animação e disposição. Se possível, pratique tais atividades — que podem incluir yoga, esportes, alongamentos ou caminhadas — ao ar livre, o que proporciona momentos mais prazerosos e permite a absorção de vitamina D, encontrada no sol matutino.

3. Tomar o café da manhã com calma

Outro hábito indispensável é tomar o café da manhã com calma e, sempre que possível, junto com a sua família. Uma alimentação balanceada é elementar para fornecer a energia necessária para suas atividades diárias. Por esse motivo, você deve adotar uma dieta bastante equilibrada, que contenha:

  • uma proteína, encontrada em: uma fatia de queijo branco, tofu, presunto de porco ou peito de peru; 1 copo de leite ou iogurte e, ainda, em ovos cozidos ou mexidos — importantes para reduzir os picos de fome (que prejudicam a concentração e causam mal-estar) e prevenir doenças cardíacas, diabetes e obesidade;
  • um carboidrato, encontrado em fatias de pães (prefira sempre os integrais), cereais ou bolachas;
  • vitaminas e minerais, encontradas em frutas in natura (mamão e banana, por exemplo), oleaginosas (castanhas e nozes), vitaminas e sucos naturais.

4. Estabelecer objetivos a longo prazo

Outro hábito recomendado para que o dia flua bem é fazer uma seleção de seus objetivos de carreira. Esse exercício pode ser realizado até mesmo mentalmente.

Analise quais são suas metas profissionais e, antes de se preocupar com o trabalho e com as atividades que ainda devem ser feitas, passe suas ideias para um papel, em formato de anotações. Continue esse processo, consultando o que já foi escrito todos os dias e reformulando o material sempre que necessário.

Além disso, você pode escrever seus objetivos pessoais e, logo após decidir quais serão suas metas, analisar o que já foi feito para alcançá-las ou o que ainda precisa acontecer. Os dois casos são boas motivações para materializar seus sonhos e ser feliz, tanto na vida pessoal quanto na profissional.

5. Elaborar uma lista com as atividades do dia

Para auxiliar na organização e no controle de tempo do seu dia, crie uma lista logo cedo. Essa é uma maneira de pensar em uma programação, priorizando as atividades que precisam ser resolvidas com mais rapidez.

Esse hábito evita imprevistos ou reuniões sem que você esteja preparado. Além disso, é possível controlar a ansiedade e promover a agilidade no serviço, garantindo mais tranquilidade e uma rotina menos estressante.

6. Vestir-se confortavelmente

Acredite se quiser, mas até mesmo as roupas são capazes de tornar o trabalho mais agradável. Dê preferência para as peças confortáveis e que caiam bem no formato do seu corpo. É fundamental olhar no espelho e se sentir bem, confiante e preparado para levar a vida que quiser.

Uma autoestima elevada também contribui com a linguagem corporal, com a comunicação e com a expressividade. Portanto, prefira roupas bonitas, que te agradem e deixem completamente confortável, afinal um sapato apertado pode estragar o dia de qualquer pessoa.

7. Aproveitar o tempo livre

Provavelmente, você passa por um deslocamento de sua casa até o trabalho, mesmo que seja curto. Assim, adquira o hábito de aproveitar esse tempinho livre e incluir nele ações que possam ser agradáveis, te ajudando a relaxar.

Nesse período, é válido respirar fundo, ouvir uma música, agradecer ou ler notícias, por exemplo. O importante é aproveitar o tempo com algo que possa ser útil, combinado?

Agora que você já sabe quais hábitos matinais são capazes de melhorar seu dia, não perca tempo e inclua-os em sua rotina. Não se esqueça de que essa é uma maneira de cuidar de si mesmo e ter uma vida melhor, com menos pressão e mais prazer.

Gostou do artigo? Que tal compartilhá-lo nas redes sociais e ajudar a levar informação para seus amigos? Até mais!

Você tem medo de críticas? Aprenda a vencê-lo

Você tem medo de críticas? Aprenda a vencê-lo

Ninguém gosta de ser criticado, não é mesmo? Mas é necessária uma dose de bom senso para entender a diferença entre uma crítica construtiva e uma destrutiva. É imprescindível encontrar o equilíbrio para compreender até onde devemos deixar que a opinião das outras pessoas influencie em nossas decisões. Muita gente acaba perdendo grandes oportunidades de mudar simplesmente por ter medo de reprovações.

É claro que toda ação tem de ser bem pensada. Devemos sempre colocar os prós e os contras em uma balança antes de tomar qualquer atitude, mas até onde vale a pena privar-se de ter a vida que você deseja por receio da opinião alheia? Há até mesmo quem já saiba exatamente o que quer, mas não o faz com medo de fracassar e ser repreendido.

Se você tem se visto frequentemente diante desse dilema, continue lendo o texto abaixo. Apresentaremos um passo a passo para ajudá-lo a reconhecer uma observação construtiva e extrair dela algo útil, além de abstrair comentários negativos que nada têm a acrescentar.

1. Identifique se a crítica é construtiva ou destrutiva

Quando recebemos um feedback em nosso ambiente de trabalho, por exemplo, devemos ficar atentos à forma como ele é feito. O que diferencia um parecer que impacta positivamente o criticado de um que tende a trazer consequências negativas é o enfoque.

Uma análise construtiva é aquela que assinala os pontos que o indivíduo pode melhorar, fazendo com que ele realmente acredite nisso e comece a ponderar as mudanças necessárias. Além disso, a análise construtiva se baseia em fatos, ou seja, é dada sobre os comportamentos que você teve em momentos que podem ser especificados.

Por outro lado, uma avaliação destrutiva é aquela que simplesmente indica uma fraqueza do criticado e o desmotiva completamente até ele sentir que fracassou em algo. Infelizmente, esse tipo de comentário é muito comum e, muitas vezes, acompanha-nos desde a infância. Quem nunca ouviu que “não sabe fazer nada direito” ou que “o Pedrinho é mais inteligente e a Mariazinha é mais educada”?

A crítica destrutiva dificilmente fará com que a pessoa se aprimore em algo, visto que é colocada de uma maneira que a deixa desanimada e sem perspectivas de que é capaz de algo maior.

2. Escolha sua reação

Independentemente da crítica que você obteve ter sido construtiva ou destrutiva, quem escolhe a sua reação diante dela é você. Portanto, caso ela aborde os problemas sob uma perspectiva positiva, aproveite o ensejo e tente fazer o seu máximo. Estamos nesse mundo em constante evolução e não há problema nenhum em ter aspectos que ainda precisam ser trabalhados.

Se você perceber que a observação foi destrutiva, reaja do mesmo jeito. Nada de tentar dar o troco dizendo algo negativo para quem a proferiu.

Tenha em mente que não há nada em nossa vida de onde não possamos tirar uma lição benéfica e isso é válido inclusive para aquelas avaliações que visam deixá-lo abatido. Pare, reflita e veja quais aspectos podem ser melhorados e ignore as intenções de quem o criticou.

3. Sinta-se sempre valorizado, afinal, você provocou uma reação

Quem gosta de gente ”morna”? Uma pessoa com esse perfil é aquela que está todos os dias com a mesma cara, nunca tem nada a dizer e acaba sempre passando despercebida pelos lugares onde vai.

Esses indivíduos não recebem críticas, nem destrutivas e nem construtivas, porque não são capazes de provocar reações nos outros. Agora pare e considere: vale a pena viver assim, mas para isso pagar o preço de se tornar uma pessoa ”morna”?

Enquanto alguém está amando, odiando ou comentando algo que você falou ou fez, é sinal de que isso despertou emoções e sentimentos nos outros. E qual a graça de ser tão raso a ponto de não tocar ninguém dessa forma?

4. Pare de pensar no medo de críticas

Você já reparou que o receio de qualquer coisa cresce à medida que pensamos nele? Uma criança que não gosta do escuro, por exemplo, vai criando fantasmas após a luz se apagar que ficam mais próximos a cada segundo, até que ela sequer consiga se mover.

E assim funciona para todos os elementos no nosso cotidiano. Se você tem medo de críticas, tente se esquecer desse sentimento na hora de tomar decisões. Uma análise delicada sobre quais as chances de a sua escolha dar certo e qual a probabilidade de dar errado é necessária, porém não fique fantasiando sobre tragédias imaginárias que podem acontecer.

O medo começa com um pensamento e se você o cultivar, só então ele se transformará em emoção. É por isso que o ideal é eliminá-lo antes que ele chegue a esse ponto.

E quando eu precisar criticar?

É natural que em algum momento da vida precisemos proferir uma crítica a alguém. Quando se vir diante de uma situação como essa, reflita sobre como gostaria de ganhar o tal parecer, caso ele fosse direcionado a você.

Nessa hora, empatia é mais do que fundamental. Seja polido ao falar e tente mostrar para a pessoa que não se trata de um problema de difícil solução, mas sim de algo que pode ser trabalhado.

Lembre-se de dar exemplos específicos sobre do que se trata a crítica, assim a pessoa poderá visualizar e entender melhor o que pode ser melhorado.

Ouça também o que ela tem a dizer, quais são seus anseios e dúvidas. Dessa maneira, o enfoque ficará nas medidas que devem ser adotadas para reparar os erros e não na sensação de impotência e incapacidade de fazer melhor.

É assim que podemos construir canais de comunicação claros e objetivos com outros indivíduos, através dos quais as informações fluem sem dar margem para mal-entendidos. Além disso, trata-se de um excelente exercício que auxiliará você a reagir de forma mais positiva sempre que receber uma crítica.

De modo geral, evite que observações desnecessárias ou até mesmo maldosas o impeçam de progredir na vida. Não tente deduzir o que os outros vão imaginar caso você aja de um jeito ou de outro. Se concluir que é o ideal para você, faça! E se os comentários aparecerem, encare-os como oportunidade de aprendizado.

Se você concorda que a única maneira de conseguir crescer tanto na carreira quanto no âmbito pessoal é perdendo o medo de críticas, baixe o nosso ebook e aprenda a conhecer mais sobre si mesmo.

Coaching, Terapia e Mentoring: qual a diferença?

Coaching, Terapia e Mentoring: qual a diferença?

As exigências do mundo moderno têm colocado diante de nós uma série de dificuldades que atrapalham o nosso raciocínio e, principalmente, a nossa capacidade de adaptação. Somos bombardeados frequentemente com informações vindas de todos os lados e não conseguimos processá-las na mesma velocidade em que elas chegam.

Enfrentamos problemas em casa, lidamos com obstáculos no trabalho e ainda temos que encontrar um tempo para organizar o nosso interior.

Em meio a esta confusão, três áreas ligadas ao desenvolvimento pessoal e profissional se destacam: coaching, terapia e mentoring. Cada uma possui suas próprias características e métodos de ação, sendo indicadas para casos específicos.

A dúvida é: como saber qual das três devo buscar diante das dificuldades que enfrento? É isto o que você vai aprender neste artigo. Coaching, Terapia e Mentoring — saiba o que são, suas características e muito mais! Boa leitura!

1. Coaching

O conceito de coaching vem dos Estados Unidos. Neste país, ele sempre foi utilizado na área de esportes, visando a criação de atletas de alto rendimento. Dentro desse contexto, os treinadores (conhecidos como coaches) tinham a função de identificar as habilidades de cada um dos estudantes para guiá-los rumo à excelência no esporte.

Esse tipo de acompanhamento foi visto como algo benéfico para os estudantes. Depois de um tempo, as universidades enxergaram nesse tipo de trabalho a oportunidade para preparar melhor os estudantes para as avaliações e o mercado de trabalho. Nasciam assim os coaches com foco em profissionais.

Atualmente, a profissão se encontra em um patamar mais evoluído. Ela já abrange outras aplicações e tem destaque em áreas voltadas para carreiras, empreendedorismo e educação financeira. O trabalho dos coaches se dá com base nos objetivos de cada um dos seus clientes.

Digamos que Amanda, 30 anos, formada em marketing, deseja ser dona do seu próprio negócio. Ela pode buscar um coach para compartilhar seu objetivo. Caberá a ele pesquisar todas as habilidades necessárias para que Amanda consiga se transformar em uma empreendedora de sucesso.

Juntos, Amanda e seu coach estabelecerão as metas para que eles consigam trabalhar juntos. No caso do profissional de coaching, ele tem como objetivo guiar a pessoa rumo à realização de seus objetivos. Entre suas demais ações, ele poderá indicar cursos, definir etapas que precisam ser cumpridas e até mesmo ajudar no planejamento do negócio.

O papel do coach é maximizar o seu potencial. Durante o desenvolvimento de coaching, ele busca em você todas as ferramentas necessárias para que os seus objetivos sejam alcançados por meio do autoconhecimento.

Sendo assim, podemos afirmar que o coaching não é restrito somente a uma determinada área, como a carreira profissional. Ele também atua diretamente em setores como o financeiro, relacionamento com a família e outros mais.

1.1. Nichos de coaching

O coaching é dividido em dois tipos: self coaching (com foco em necessidades pessoais) e executive ou business coaching (com foco nas necessidades corporativas e empresariais). Dentro destes segmentos, o coaching ainda pode ser ramificado para uma série de nichos, conforme veremos a seguir.

Nichos do coaching pessoal:

  • coaching familiar;
  • coaching de relacionamento;
  • coacing integral;
  • coaching financeiro;
  • coaching esportivo;
  • coaching de emagrecimento;
  • coaching de nutrição;
  • coaching de inteligência emocional.

Nichos do executive ou business coaching:

  • coaching corporativo;
  • coaching para concursos públicos e vestibulares;
  • coaching de carreira;
  • coaching financeiro com foco em negócios;
  • coaching in company;
  • coaching de performance;
  • coaching de comunicação;
  • coaching de liderança;
  • coaching para empreendedores.

1.2. Benefícios pessoais e profissionais do coaching

Veja a seguir quais são os principais benefícios que o coaching promove tanto no campo pessoal quanto no profissional.

1.2.1. Desenvolvimento pessoal e profissional

O principal objetivo do coaching é promover o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um de nós. Para que isto seja possível, ele resgata no interior das pessoas as ferramentas necessárias para vencer os obstáculos e superar os desafios.

1.2.2. Elevação da felicidade e da realização

A partir do momento em que encontramos dentro de nós mesmos as soluções para os problemas, conseguimos alcançar níveis mais altos de felicidade e de realização. Isto ocorre porque deixamos de acreditar que as soluções se encontram nos outros, nas coisas e no tempo. Passamos a ser mais autossuficientes.

1.2.3. Conquista do autoconhecimento e autodesenvolvimento

Esse é o caminho do autoconhecimento, que é o conhecimento de um indivíduo sobre si. Por meio dele, aprendemos quais são os nossos pontos positivos, o que pode ser melhorado, habilidades e limites.

Chegar a esse estágio de conhecimento permite outro benefício, que é o autodesenvolvimento. Nele, aprendemos a utilizar as nossas ferramentas internas para buscar o nosso crescimento como pessoa e profissional.

1.2.4. Equilíbrio e inteligência emocional

Outro benefício adquirido por meio do coaching é o equilíbrio e a inteligência emocional. Deixamos de ter aqueles acessos de raiva, preocupação, ansiedade ou tristeza. Isto ocorre devido ao fato de termos conseguido aprender mais sobre os nossos sentimentos e como abrandá-los de uma forma segura e eficaz.

1.2.5. Quebra de crenças limitantes

As crenças limitantes também ficam para trás. Elas são aquelas armadilhas mentais que julgam tudo o que está a nossa volta, muitas vezes nos impedindo de tomar uma atitude e associando isso ao medo de que dê errado.

1.2.6. Alinhamento entre valores e missões de vida

O alinhamento da vida começa com a definição pessoal de quais são os próprios valores, a ética, o propósito de vida e a missão de cada um. Embora isto possa parecer simples, ainda há quem tenha dúvidas sobre como agir e utiliza “modelos prontos” para seguir, como a atitude de um amigo ou familiar.

1.2.7. Novas competências e aprimoramento de habilidades

A autodescoberta promovida pelo coaching permite que as pessoas descubram novas competências e aprimorem as habilidades que já possuem. Diante da falta de incentivo das pessoas que estão ao nosso redor, deixamos muitas vezes de investir em nós mesmos por acharmos que não seremos capazes de fazer algo. Esse incentivo, agora, virá de dentro.

1.2.8. Melhora na qualidade de vida e bem-estar

Com todos os benefícios citados até agora, podemos confirmar que o coaching proporciona uma melhora na qualidade de vida e bem-estar. A frequência daqueles conflitos que antes arrancavam noites de sono é drasticamente reduzida.

1.2.9. Diminuição do estresse e das cargas negativas

Sem os conflitos que antes dominavam a sua mente, o estresse e as cargas negativas vão desaparecendo. A mente fica mais tranquila e bem resolvida a partir do momento em que você se conhece e sabe quais são as suas qualidades e defeitos.

1.2.10. Aumento da congruência interna e externa

Outro benefício do coaching é o aumento da congruência interna e externa, ou seja, o discurso e o pensamento passam a ser mais próximos da atitude. Esse alinhamento é extremamente importante para que a consciência fique tranquila e os passos dados rumo ao sucesso na vida pessoal ou profissional sejam feitos em segurança, harmonia e consciência.

1.2.11. Melhora na autoestima e autoconfiança

A união de fatores como o autoconhecimento, autodesenvolvimento, equilíbrio e inteligência emocional promove uma melhora significativa na autoestima. Em vez de se comparar com os outros, você passa a enxergar os demais a partir da sua experiência. A consequência disso é o aumento na autoconfiança, processo responsável por despertar em si a segurança necessária para tomar as atitudes certas nos momentos ideais.

1.2.12. Melhora no controle das emoções

O controle das emoções também é outro benefício proporcionado pelo coaching. Antes de julgar o outro ou explodir em um ataque de nervos, você será capaz de avaliar a situação de maneira mais criteriosa e pensará: vale a pena? A resiliência surge como consequência.

1.2.13. Aumento da flexibilidade e adaptação a mudanças

Quem se conhece bem consegue ser mais flexível e adaptável em relação às mudanças. Isto ocorre devido ao fato de você ter mais segurança em relação a si. Uma mudança de ambiente ou uma plateia lotada não acarretarão mais em uma paralisante insegurança.

2. Mentoring

Mentoring é um termo em inglês que dá nome a uma ferramenta de desenvolvimento profissional que funciona por meio de um processo de transposição de conhecimento.

Esse processo ocorre com a ajuda de um mentor, que estimulará o desenvolvimento de um profissional que esteja em situações como o início de carreira, nova posição na empresa e até mesmo em uma nova organização.

O mentor, em muitos casos, se encontra dentro da mesma empresa para o qual o outro profissional já trabalha. Nela, ele ocupa um cargo superior. Seu trabalho funciona como um tipo de espelho, onde o funcionário projeta o próprio crescimento.

Dessa forma, cabe ao profissional seguir os passos do próprio mentor ou contar com a ajuda da área de Recursos Humanos para ser orientado e tomar a melhor decisão.

O mentoring surgiu por causa da transformação constante do mercado de trabalho, que exige cada vez mais conhecimentos para que os profissionais consigam se sobressair.

O mercado está acirrado e exige dos profissionais cada vez mais do intelecto deles. O fato é que a busca por conhecimento requer tempo, determinação e, na maioria dos casos, dinheiro. Muitos conhecimentos são obtidos em sala de aula, por meio de cursos de especialização e MBA.

Esse tipo de exigência abriu um novo espaço no mercado, apresentando uma ajuda mais eficaz para superar os desafios e promover o desenvolvimento de cada indivíduo. Surgiu aí o trabalho do mentor, que é o apoio nas horas difíceis.

É importante frisar que o trabalho do mentor é o mesmo de um orientador, ou seja, não se trata de consultoria ou de coaching. O mentor direciona o conhecimento de seus orientandos para um determinado assunto direto ao foco.

2.1. Nichos de mentoring

Conforme vimos anteriormente, o foco do mentoring se dá no campo profissional de cada indivíduo. O trabalho do mentor tem como objetivo compartilhar o conhecimento necessário para que cada profissional consiga superar desafios, enfrentar dificuldades e ter uma visão futura a respeito da própria carreira.

2.2. Benefícios pessoais e profissionais do mentoring

Como o foco do mentoring é o campo profissional, não podemos determinar quais são os benefícios pessoais. Isto pode variar de pessoa para pessoa. Sendo assim, veja a seguir quais são os benefícios profissionais do mentoring.

2.2.1. Agilidade na aprendizagem

O primeiro benefício do mentoring é o ganho em agilidade na aprendizagem. A atuação de um mentor permite que os profissionais aprendam mais rapidamente, principalmente por meio da prática e da vivência no dia a dia.

2.2.2. Rapidez na adaptação de novos colaboradores

Novos colaboradores, como recém-contratados, transferidos, trainees e até estagiários conseguem se adaptar com maior rapidez. Isso ocorre porque esses profissionais recebem a ajuda e as orientações necessárias para tal.

2.2.3. Retenção no conhecimento tácito

Independentemente de ele ser técnico ou institucional, trata-se do conhecimento que não consta nos registros formais da organização, em normas escritas e manuais. É aquele conhecimento que está enraizado na mente de alguns poucos colaboradores.

Se eles saem da empresa, quem será o responsável por transmitir esse conhecimento adiante? Por isso que o trabalho do mentor é importante, pois ele será o responsável por repassar essas informações que, muitas vezes, são valiosíssimas.

2.2.4. Manutenção e melhor aproveitamento de talentos

Estamos diante de um ponto crítico para as organizações que atuam em mercados com escassez de talentos. A ajuda de um mentor facilita a manutenção e o melhor aproveitamento dos profissionais, evitando que eles saiam por motivos, muitas vezes, banais.

2.2.5. Desenvolvimento de lideranças

O mentor, geralmente, ocupa a posição de líder. Ele pode dar o exemplo para os seus mentorados e fazer com que eles o sigam, aprendendo as técnicas de liderança. Outro benefício é que o mentor coloca os seus orientandos em contato com outros líderes, o que facilita o networking. No futuro, um novo líder também poderá se transformar em mentor.

2.2.6. Geração ou aumento de redes de colaboradores

A colaboração que existe entre mentores e orientandos em torno de determinados temas, por exemplo, pode fomentar a criação de uma rede poderosa que vai trabalhar em prol dos objetivos específicos da companhia. Esse trabalho em equipe gera e aumenta mais ainda a rede de colaboradores.

2.2.7. Ganho de eficiência nos processos de ascensão profissional e de sucessão

Diante do conhecimento acumulado e da experiência na organização e na própria carreira, os mentores que ocupam elevados níveis hierárquicos são capazes de preparar outros profissionais para ascenderem na companhia. Isso evita a contratação de pessoas de fora, que muitas vezes não estão familiarizadas com a cultura da empresa.

2.2.8. Suporte para processos de mudança

Algumas companhias sentem a necessidade de mudar aspectos relacionados aos seus processos e cultura organizacional. Nós sabemos que nem todos os profissionais conseguem ver as mudanças com bons olhos, portanto há a necessidade de alguém liderar esse processo.

Surge aí o papel do mentor, que consegue disseminar uma nova cultura ou novos procedimentos. Ele faz isso com a confiança necessária para transmitir aos demais segurança e motivação para que todos possam replicar isso adiante.

2.2.9. Facilitação do desenvolvimento de uma cultura de diversidade

Faz parte do trabalho do mentor a facilitação do desenvolvimento de uma cultura de diversidade, principalmente em relação aos indivíduos pertencentes a grupos minoritários como etnia, orientação sexual e outros.

Vale lembrar que as mulheres também são consideradas como membros de um grupo minoritário, pois ainda convivemos em um mundo machista onde as oportunidades entre os gêneros não são igualitárias. O apoio de um profissional de mentoring pode ajudar diminuir isto.

2.2.10. Redução de custos com treinamento e desenvolvimento

Tendo em vista que a aprendizagem se dá na vivência, a empresa que possui um mentor consegue reduzir custos com treinamentos. Da mesma forma, o orientando não se vê mais obrigado a buscar fora do ambiente de trabalho os cursos de capacitação para alcançar um novo posto ou ser promovido. Ele aprende tudo com o seu mentor.

2.2.11. Aumento da produtividade

A consequência de tudo o que colocamos acima é o aumento da produtividade, pois o profissional passa a trabalhar com mais foco e com a ajuda de um líder que indica os melhores passos a serem dados.

3. Terapia

A palavra terapia tem sua origem na Grécia antiga, originando-se de “thaerapia” — que significa “servir a Deus”. Seu objetivo sempre foi o de estabelecer, internamente, o bem-estar emocional, sentimental, psíquico e espiritual.

No contexto atual, a terapia se caracteriza como um conjunto de práticas psíquicas, corporais e espirituais cujo objetivo é o de promover a harmonia da saúde de cada indivíduo. Trata-se de uma ferramenta que visa diminuir e/ou erradicar o sofrimento e a interpretação equivocada em relação aos eventos que ocorrem nas diferentes esferas da vida (pessoal, profissional, emocional e relacionamentos).

A terapia promove, por meio de um mergulho em si mesmo, o autoconhecimento. Quem consegue se conhecer profundamente tem uma melhor autoaceitação, o que resulta em mais felicidade e serenidade para conseguir superar os desafios que a vida apresenta.

2.1. Nichos da terapia

Veja a seguir quais são os tipos de terapia e um pouquinho sobre cada um deles:

  • psicanálise: tipo de terapia criada por Freud, onde o paciente deita no divã e tem total liberdade para falar sem filtros. Indicada para quem tem problemas crônicos de personalidade ou que deseja conhecer suas camadas mais profundas;
  • jungiana: a análise do paciente ocorre por meio dos sonhos, onde o analista encontra as respostas para todos os incômodos. Nesse tipo de terapia, utiliza-se também caixa de areia, miniaturas e outros recursos que apontam para o que se deseja encontrar;
  • lacaniana: não possui uma pauta prévia e o analista consegue perceber, durante um bate-papo, todas as respostas para a compreensão dos problemas;
  • cognitivo-construtiva: a análise parte não somente do que você fala ou faz, mas também da avaliação do papel do sistema nervoso central;
  • analítico-comportamental: tipo de terapia que monitora e modifica as relações entre o paciente e o ambiente. Atua com reforços positivos visando a mudança de comportamentos que atrapalham a vida;
  • cognitivo-comportamental: terapia que pretende modificar os pensamentos disfuncionais, que são aqueles que só atrapalham — “não sou capaz de fazer isso”;
  • gestalt-terapia: o paciente é avaliado com base no meio em que vive, ou seja, amigos, familiares e colegas de trabalho, bem como suas atitudes. A terapia, aqui, é focada no presente;
  • psicodrama: tipo de terapia que é feita em grupo, estimulando a encenação dos problemas. Depois disso, todos discutem como cada um se sentiu no processo. Por meio da externação dos problemas, fica mais fácil enxergar os problemas;
  • EMDR: terapia que faz o paciente simular o movimento que seus olhos têm durante o sono profundo. Quando isto ocorre, o cérebro reconstitui o caminho das memórias ruins e dos eventos traumáticos.

2.2. Benefícios pessoais da terapia

A terapia consegue dar a um indivíduo uma nova perspectiva acerca de um problema ou momento difícil, direcionando-o a uma solução. Ele passa a ser capaz de compreender melhor a si mesmo e também seus objetivos pessoais, bem como valores.

O autoconhecimento promove o desenvolvimento de habilidades com o intuito de melhorar os relacionamentos interpessoais, diminuindo os conflitos. A terapia também ajuda as pessoas a superar doenças como a depressão, ansiedade ou um transtorno alimentar.

Entenda a diferença entre coaching, mentoring e terapia

Para sintetizarmos as diferenças entre essas três esferas do desenvolvimento humano e profissional, vamos condensar as informações a seguir?

O coaching pode ter foco no pessoal e/ou no profissional. Ele ajuda o indivíduo, por meio do autoconhecimento, a encontrar, dentro de si, as respostas para os seus problemas para que possa atingir seus objetivos. O profissional de coach também pode acompanhar alguém em sua carreira ou jornada durante um empreendimento.

O mentoring é voltado para a área profissional, onde o mentor transmite seus conhecimentos com o objetivo de fazer com que o indivíduo se desenvolva em uma área específica. É o tipo de aprendizagem baseado no dia a dia, na vivência que cada um tem.

Já a terapia é feita por profissionais da área da saúde que, por meio de técnicas, ajudam o paciente a buscar o autoconhecimento e resolver seus conflitos internos.

Agora que você entendeu a diferença entre coaching, mentoring e terapia, nós a convidamos para entrar em contato com Silvia Pahins, coach e mentora para mulheres que desejam entrar em ação para empreender suas vidas e negócios. Saiba como isso pode te ajudar!

Medo de mudanças: como criar coragem para arriscar e viver seu sonho

Medo de mudanças: como criar coragem para arriscar e viver seu sonho

Você tem medo de mudanças?

O medo é uma reação de alerta que é fundamental na sobrevivência dos seres humanos. O problema é que, em alguns casos, ele pode se tornar paralisante.

Os dicionários indicam que a palavra medo significa um tipo de perturbação diante da ideia de que estamos sendo expostos a algum tipo de perigo. Este pode ser real ou não. Na verdade, trata-se de um estado de apreensão, a espera de que algo ruim possa acontecer.

Diante da possibilidade do novo, nossa mente costuma acionar alarmes, o que acaba provocando angústia. O contato com o desconhecido desperta a sensação de que somos pressionados, mas sem saber de onde vem essa pressão. Se pensarmos com cautela, notaremos que ela vem de dentro, ou seja, tem origem nas nossas mentes.

Infelizmente esse medo de mudanças é um fantasma que assombra muitas pessoas que desejam empreender, mas que têm receio de investir as economias em um negócio que pode ou não dar certo.

Que tal criar coragem para arriscar e viver seu sonho de empreender? Continue a leitura e confira os 10 passos que vão te ajudar a vencer esse medo de mudanças.

1. Faça uma lista de prós e contras

Por trás do medo de mudanças está a falta de visibilidade em relação às consequências de nossas atitudes.

Quando temos essa visão clara sobre os ganhos e perdas que estão envolvidos, conseguimos encarar o processo de mudança com mais facilidade.

Faça uma lista com todos os prós e contras relacionados com o seu projeto de empreender. Liste as possibilidades de ganhos e perdas.

2. Tenha os objetivos claros em sua mente

Qual é o seu objetivo ao empreender?

Quando você sabe aonde deseja chegar, passa a não abrir mão de seus sonhos e desejos. Se empreender significa realizar o seu sonho profissional, ter qualidade de vida e tempo para dedicar à sua família, vá em frente!

Diante do medo, tenha os objetivos claros em sua mente. Você estará diante de duas possibilidades: batalhar pelo que deseja ou se deixar vencer por algo que imagina. A decisão é sua.

3. Fale, mas não reclame, sobre o assunto

O medo incomoda, não é verdade? Aquela sensação de angústia acumulada no peito ou na garganta é terrível. Mas saiba que conversar sobre isso com alguém sempre ajuda a superar o medo de mudanças.

Converse com seus amigos mais próximos e familiares sobre esse assunto. Faça isso não somente com o objetivo de ouvir conselhos, mas para viver o sentimento que o alívio ao desabafar traz.

Evite reclamar, ok? Falar o tempo todo sobre o problema não resolve, apenas piora. A reclamação impede que você siga adiante e traz consigo o medo do fracasso.

4. Coloque o seu plano em ação

Diante dos prós e contras que você listou no primeiro tópico, faça uma análise criteriosa e coloque o seu plano em ação. Nunca é tarde para começar, porém evite a autossabotagem e a procrastinação.

Aproveite para olhar a sua situação a partir de diferentes ângulos e, caso seja necessário, faça as correções pertinentes. Por mais que o cenário não seja um dos mais favoráveis, você não saberá se não tentar.

5. Faça um planejamento

O planejamento faz com que você diminua o receio em relação às mudanças. Avalie o capital que você tem para investir e, com base nisso, escolha o modelo mais indicado para que a sua ideia possa ser colocada em prática.

Pesquise bastante sobre a área que deseja atuar e todos os custos necessários para que a sua ideia seja implementada.

6. Acredite em si

Parece clichê, mas não é. A autoconfiança é fundamental para que, ao empreender, você perca o medo de dar uma guinada em sua carreira. Você precisa acreditar em suas capacidades, sua ideia de negócio e potencial para desenvolver habilidades.

Se você não acreditar em si ou na ideia de administrar o seu próprio negócio, quem fará isto? Trabalhe sua autoconfiança para conseguir acreditar.

7. Dê um passo de cada vez

O medo do desconhecido assusta, não é mesmo? Para que você perca o medo, dê um passo de cada vez. Comece com humildade, almeje poucos e bons clientes. Ofereça o melhor atendimento possível, bem como o melhor produto e/ou serviço de maior qualidade.

Não espere resultados imediatos. Todas as suas ações devem ser baseadas em metas diárias, tangíveis. Trabalhe para que o seu empreendimento seja reconhecido pelos clientes.

8. Fique longe das pessoas negativas

Algumas pessoas conseguem sugar nossas energias e, diante do nosso medo de mudanças, elas aproveitam para despejar todo o pessimismo possível por meio de impressões negativas. Afaste-se delas, por favor!

Não deixe que esse tipo de pessoa abale a sua confiança ao dizer que você ou a sua ideia não são boas o suficiente, sem acrescentar uma força.

Quem não dá feedback construtivo não deve receber a sua atenção. Compartilhe seus planos somente com pessoas positivas e construtivas, e deixe as destrutivas de lado.

9. Não espere o momento perfeito

Não existe “o momento perfeito” já que ele pode ser a todo instante. Se você ficar na espera, é capaz que o seu entusiasmo vá diminuindo ao longo do tempo.

Da mesma forma, você nunca estará com tudo 100% pronto. Comece e melhore no decorrer do tempo, para poder completar tudo o que estiver faltando ao longo do caminho.

10. Aprenda com o seu medo

O medo de mudanças traz consigo ensinamentos. Diante dele, você tem a possibilidade de se deixar vencer por um sentimento ou enfrentar a realidade.

Qual das duas você prefere? Aprenda com o seu medo e se motive para seguir sempre em frente.

Superar o medo de mudanças permite que você alcance o sucesso pessoal e profissional.

Se você é alguém que deseja entrar em ação para empreender em sua vida e nos negócios, conte com a ajuda de um profissional que acredita em um mundo novo, onde as pessoas fazem aquilo que realmente amam. Nesse mundo, o trabalho e a vida não andam em caminhos diferentes.

Chegou o momento de você vencer e perder o medo de mudanças. Agora é a hora de colocar todos os seus planos em ação! Aproveite e entre em contato agora com Silvia Pahins.

Aprenda como parar com a autossabotagem

Aprenda como parar com a autossabotagem

Quantas vezes você já se pegou com um projeto na cabeça, tendo todas as possibilidades para realizá-lo e, mesmo assim, desistiu no meio do caminho? Não há maior inimigo na busca por sonhos do que a autossabotagem.

Muitas vezes ela se disfarça de desculpas simples como “não tenho tempo”, “estou muito cansada” ou “isso vai custar muito caro”, mas escondem um problema ainda maior: a falta de confiança em si mesma.

E isso não acontece de propósito.

Em nossas vidas passamos por diversas experiências, ambientes e pessoas que podem influenciar diretamente nas nossas referências sobre quem somos. Pessoas que sofrem bullying na infância, por exemplo, pode se tornar adultos com baixa autoestima, o que gera comportamentos e pensamentos extremamente autodestrutivos.

Para acabar com a autossabotagem, reunimos algumas dicas no post a seguir. Ficou interessada? Continue lendo!

Descubra qual a SUA forma de autossabotagem

O primeiro passo é identificar de que forma a negatividade é mais presente na sua vida. Muitas pessoas não conseguem concretizar projetos; já outras procrastinam tarefas do dia a dia. Há também quem morra de medo de fracassar.

Quando você identifica o que te impede de crescer, fica mais fácil acabar com esse padrão autodestrutivo. Nessa fase, é importante ser sincera consigo mesma e estar disposta a mudar. Essa atitude te ajudará a seguir para aquilo que realmente quer.

Pare de se basear nas conquistas dos outros

Em tempos de redes sociais, nós sabemos que é difícil se afastar de tudo e não ter uma pontinha de inveja daquela sua amiga aproveitando uma praia do Caribe enquanto você está em um escritório fechado às sete horas da noite.

O problema é quando a vida do outro se torna o seu único referencial de felicidade. Muitas pessoas se sentem frustradas e depressivas porque vivem se baseando em conquistas e objetivos que não são seus.

E essa é uma forma de autossabotagem. Sabe aquela história de que “a grama do vizinho é sempre mais verde”? Isso acontece porque você está negligenciando a sua própria grama enquanto cultiva a inveja. Lembre-se de que nem sempre o que o outro possui é o ideal para você. Queira sempre algo melhor, mas foque-se na sua própria jornada.

Reconheça seus defeitos, mas não se conforme

Se neste momento você está insatisfeito com a sua vida e percebe que é causadora de muitos problemas que a travam, parabéns! Você chegou a um estágio em que poucas pessoas conseguem: o de assumir responsabilidades e não apenas culpar o acaso por aquilo que não tem dado certo.

Reconhecer seus defeitos é o primeiro passo para fugir da autossabotagem e fazer mudanças realmente significativas sozinha ou com a ajuda de profissionais, como coaches e psicólogos.

Errar faz parte da nossa jornada de crescimento. Mas viver com a síndrome de Gabriela, em que “eu nasci assim e vou ser sempre assim”, não te levará a lugar algum. Mudar exige esforço, trabalho e sacrifícios? Sim. Mas o resultado será recompensador em todas as áreas da sua vida.

Mude o seu mindset

Quantas vezes você se vê repetindo frases como “eu não consigo” ou “eu não sou capaz”? Muitas vezes acreditamos que guardar certos pensamentos negativos não é prejudicial, mas o que você pensa sobre si própria é extremamente poderoso.

Se você, frequentemente, desiste antes de tentar porque acredita que vai fracassar, dificilmente terá a motivação para buscar os seus objetivos. Imagine um atleta de MMA indo para uma luta sem acreditar que pode vencer. Você acha que ele tem chance?

Não adianta sonhar com um cargo de liderança ou ser vista como uma pessoa de sucesso se você vive se colocando para baixo diante dos outros e de si mesma. Por isso, a próxima vez que os pensamentos negativos aparecerem, faça um teste simples e diga baixinho: “sim, eu posso”. Com essa mudança simples de mindset, o céu será o limite.

Afaste-se daquilo que te põe para baixo

Quem vive em um ambiente em que sua autoconfiança é estimulada, com pessoas que te elogiam e te põem para cima, tem mais possibilidades de criar referências positivas sobre si mesma e eliminar as chances de autossabotagem.

Convivência com pessoas negativas, relacionamentos abusivos e ambientes profissionais com cobranças excessivas podem destruir a sua autoestima e aumentar as chances de desenvolver problemas psiquiátricos mais graves, como a depressão.

Por isso, se você tem observado que está em uma situação que interfere negativamente na sua autoconfiança, não perca tempo e fuja dela.

Perdoe-se

Uma pesquisa realizada pela Dove Global Beauty and Confidence Report mostrou que sete em cada dez mulheres se sentem extremamente pressionadas a nunca cometer erros, o que afeta a autoestima e as impede de realizar diversas atividades importantes na vida.

Você acredita que é a responsável pela maneira em que se encontra? Identificou como a autossabotagem está presente e tem dificultado a sua trajetória de vida? Então comece a se perdoar.

Isso não quer dizer se conformar, pelo contrário. Perdoar-se significa reconhecer a própria responsabilidade diante dos fracassos, mas buscar vias de mudança.

Perder tempo se lastimando ou se culpabilizando não te deixará mais perto da concretização de sonhos, só reforçará o pensamento de que tudo está perdido. Por isso, abandone a ideia depreciativa que você tem sobre si mesma e assuma as rédeas da sua vida.

Crie novas possibilidades

Depois de reconhecer o que causa a autossabotagem, chegou a hora de criar novas possibilidades. Tudo o que você precisa é encontrar uma atividade que traga a diferença na sua vida e concentrar todo o seu esforço nela.

Um novo objetivo pode vir de onde menos se espera. Por isso, em vez de buscar aquele momento grandioso em que de repente você terá a vida que sonha, dê um passo de cada vez.

Comece pelo básico: mude a sua rotina de trabalho, faça uma nova atividade prazerosa, busque conhecimento ou faça um curso em uma área diferente — mesmo que você não queira atuar profissionalmente nela.

Experimente sair da sua zona de conforto, defina novos objetivos e verá que os resultados serão totalmente diferentes — e melhores — do que você tem conseguido até agora.

Gostou do artigo? Conhece pessoas que estão cometendo os mesmos erros e sabotando a própria vida? Então compartilhe essas dicas nas suas redes sociais e ajude a combater o mal da autossabotagem!