O que é ThetaHealing?

O que é ThetaHealing?

Seria possível controlar ou reconfigurar nossa forma de pensar? Uma poderosa técnica que combina ciência e espiritualidade prova que sim! Ela possibilita a identificação e a transformação imediata de crenças negativas, traumas e agentes limitadores que possam estar armazenados em nosso inconsciente. Conhecida como ThetaHealing, é uma forma de terapia quântica criada pela norte americana Vianna Stibal.

A técnica do ThetaHealing permite acessar e transformar esses padrões e crenças negativas que estão registrados em nosso DNA, transformando-os em padrões e crenças positivas. Com isso, liberam-se os bloqueios e limitações nos níveis mental, espiritual, emocional e físico que impedem o desenvolvimento pessoal em qualquer das áreas da vida.

O fato que você já sabe é que nossos pensamentos originam nossa realidade. Ou seja, a forma como interpretamos internamente nossas experiências acabam definindo a realidade que manifestamos externamente. Portanto, se queremos mudar a realidade, precisamos partir da mudança de crenças e pensamentos.

Achou interessante? A seguir, vamos nos aprofundar mais sobre todas as  possibilidades que o ThetaHealing oferece para você mudar seu mindset e a sua vida!

Como surgiu o ThetaHealing?

A história do ThetaHealing começa em 1995, quando Vianna Stibal, a idealizadora do método, hoje uma renomada professora espiritual que ensina sua filosofia e técnica de meditação, foi diagnosticada com câncer em seu fémur. Mas aquela doença que tinha possibilidades nulas de recuperação seria um acontecimento que mudaria radicalmente sua trajetória.

Como a medicina tradicional e alternativa não foi capaz de curá-la, Vianna Stibal, que na época era naturopata e massagista, percebeu que a simples técnica que usava em suas leituras intuitivas e tinha efeito curativo em outras doenças poderia ser a chave para curá-la do câncer.

Buscando uma forma de compreender como a técnica funcionava na cura de sua doença, a terapeuta solicitou a ajuda de um físico e, realizando um eletroencefalograma, descobriu que a partir da técnica ela estava acessando suas ondas cerebrais Theta.

Existe uma base científica? Entenda as ondas cerebrais Theta

A comprovação de terapias e técnicas de cura pela ciência costuma ser buscada pelas pessoas mais céticas, e em relação ao ThetaHealing não seria diferente. Por isso, é importante falar sobre o estado mental que se atinge durante a sessão, que é um dos pilares do funcionamento dessa técnica.

Como seres humanos, atuamos a partir de cinco frequências cerebrais – Beta, Alfa, Theta, Delta e Gama – cada uma delas com seu conjunto de características que influenciam o nível de atividade cerebral e o nosso estado de consciência.

Diariamente, quando acordados e trabalhando, costumamos estar na frequência cerebral Beta, que é um estado elevado de alerta e raciocínio. Mas, quando em relaxamento profundo, como na meditação ou no sono, atingimos ondas cerebrais Alfa. Essa frequência já nos coloca em um estado maior de imaginação, aprendizagem e até mesmo concentração.

Quando praticando o ThetaHealing, descobriu-se que Vianna estava alinhada com a frequência cerebral Theta (daí o nome da técnica). Ela proporciona um estado mental que facilita o acesso ao nosso subconsciente e permite transformar sentimentos e crenças, já que nos permite profunda criatividade e grandes visualizações. Normalmente, atingimos essa frequência através de meditação profunda ou sono leve, o que inclui o estado de sonho MRO (Movimento Rápido dos Olhos). Nesse estado, criamos nossa realidade.

Estar em conexão com o estado Theta permite que o terapeuta seja capaz de agir como um canal para auxiliar o cliente na solução de problemas complexos e profundos em poucas sessões, diferentemente da terapia convencional.

Por fim, ainda temos as frequências Delta e Gama. A primeira é a frequência do sono profundo, a segunda é a associada um nível muito alto de processamento da informação.

De que forma o ThetaHealing atua?

Ao atender pessoas com a técnica, Vianna começou a perceber que existiam algumas pessoas que se beneficiavam e realmente viviam transformações em suas vidas, enquanto outras não. Esse fato chamou sua atenção e fez com que, ao buscar uma explicação, acabasse por determinar os dois grandes pilares que sustentam essa abordagem terapêutica.

O primeiro pilar é o trabalho de crenças. O ThetaHealing propõe que criamos a nossa realidade em função daquilo que acreditamos, seja consciente ou inconscientemente. Sendo assim, quando temos a possibilidade de acessar e liberar os padrões limitantes, nós estamos aptos para cocriar uma realidade muito mais alinhada com aquilo que verdadeiramente desejamos.

Vianna percebeu em sua prática que, quando as pessoas tinham crenças limitantes em relação ao tema trabalhado, elas não conseguiam criar uma realidade diferente. Sendo assim, ela criou o trabalho de crenças que consiste na escavação (Digging) para descoberta, liberação e mudança da raiz da crença, proporcionando a substituição por padrões positivos e benéficos, além de promover sensação de relaxamento e sentimento de bem-estar.

O segundo pilar de atuação do ThetaHealing é o trabalho dos sentimentos. Muitas vezes, mesmo com a mudança da crença, o cliente não era capaz de sentir os benefícios em sua vida simplesmente porque ele desconhecia determinados sentimentos já que não os tinha experienciado em sua vida. A partir disso, Vianna criou também um trabalho para que pudesse ser trazida a consciência ou feitos ”downloads” de sentimentos necessários para uma cura efetiva.

Quais os padrões negativos mais comuns?

A ciência já comprovou que cerca de 95% das nossas informações estão localizadas em nosso subconsciente e somente os demais 5% estão no nível consciente. Logo, o maior potencial do ThetaHealing tem a ver com a possibilidade de acessar os padrões negativos mais profundos que estão ocultos em nosso subconsciente.

Alguns padrões negativos são comuns, por exemplo:

  • Sobrepeso;

  • Falta de foco e concentração;

  • Problemas de ordem financeira com organização e escassez de dinheiro;

  • Limitações para manter ou para superar um relacionamento;

  • Sentimentos como medo, ressentimento, remorso e rejeição;

  • Problemas de ansiedade e falta de confiança;

  • Medos;

  • Traumas que podem ter iniciado na infância, até mesmo na gestação.

Uma vez que o padrão negativo/ crença limitante é identificado, busca-se entender por que estão ali e para que servem, com a intenção de substitui-lo por crenças ou verdades mais saudáveis e úteis.

Em outros termos, através do ThetaHealing, a pessoa será capaz de reprogramar seu cérebro com informações potencializadoras que vão ampliar o seu campo de possibilidades em sua realidade externa.

De que forma o ThetaHealing pode transformar?

Imagine alguém que nunca conheceu o amor verdadeiro e recíproco; essa pessoa pode ter crenças limitantes que barrem suas relações amorosas. Ou então, alguém que desconhece a fartura e tranquilidade financeira – essa pessoa pode ter dificuldades de reconhecer os sentimentos e sensações relacionadas à  prosperidade. Esse ponto é fundamental da proposta do ThetaHealing, pois é aqui que é feita a reprogramação com os sentimentos ou crenças potencializadoras segundo a necessidade específica de cada ser humano.

A mudança da consciência humana é muito rápida. Assim que alguém se propõe ao ThetaHealing, percebe que os padrões negativos são fatores que bloqueiam a vida e fazem até o corpo adoecer. Naturalmente, por meio da meditação, percebemos que não há nada mais poderoso para a cura do que a própria consciência capaz de transformar padrões negativos em sentimentos como amor e compaixão.

Lembrando que qualquer pessoa interessada em ampliar seu autoconhecimento e expandir sua consciência pode aprender o ThetaHealing para autoaplicação ou mesmo procurar um profissional certificado.

E se você gostou do texto, aproveite para nos seguir nas redes sociais e ficar por dentro de novos conteúdos como este.

Mudança de vida: como se preparar emocionalmente para transformação?

Mudança de vida: como se preparar emocionalmente para transformação?

Você já sentiu que queria jogar tudo para o alto e recomeçar sua vida do zero? Pois é, esse pode ser um dos sinais de que algum aspecto da sua vida não vai bem — seja no âmbito profissional ou pessoal — e é preciso encarar uma mudança de vida.

Mas para transformar nossas vidas, nem sempre é preciso virá-las ao avesso. Muitas vezes, para mudar significativamente, basta olhar para um ponto sob outra perspectiva. Contudo, mesmo que uma decisão pareça pequena, a transformação pode ser imensa!

E para receber e lidar com essas mudanças da melhor forma possível, é preciso se organizar e estar emocionalmente preparada para compreendê-las. Quer entender melhor como? Continue a leitura!

A busca pela transformação

Sabemos que é impossível separar a vida em caixinhas. Tudo aquilo que nos abala na vida pessoal, por exemplo, acaba refletindo em nossa vida profissional e vice-versa. Quando começamos a nos autoconhecer, essas ligações ficam mais claras e conseguimos entender como um ponto crítico se desdobra nas diversas esferas das nossas vidas.

No processo de autoconhecimento, conseguimos ver nossas vidas através de outro olhar, entendendo os problemas como um todo e assim, podemos buscar um trabalho ou uma relação com mais significado e que se alinhe ao nosso verdadeiro propósito.

Somente quando entendemos nossas dores sabemos por onde começar a buscar mais equilíbrio. Por isso, neste artigo vamos te mostrar algumas dicas para se preparar emocionalmente para as mudanças necessárias em nossas vidas, e como lidar com elas da melhor forma. Acompanhe.

Tenha clareza nos objetivos a serem conquistados

Já percebeu que tudo fica mais claro quando traçamos planos concretos e colocamos as metas na ponta do lápis? Pode parecer uma dica óbvia, mas escrever nossos objetivos nos ajuda a ter mais clareza e saber por onde devemos começar, colocando metas e prazos para nós mesmas.

Contudo, para identificar e definir os objetivos com clareza, é fundamental buscar o autoconhecimento antes. Afinal, uma vez que você descobre o que realmente lhe traz significado, fica mais fácil determinar os passos que devem ser dados para encontrar uma realização verdadeira.

E lembre-se: quando não temos prazos e objetivos claros, as coisas acabam não saindo dos planos, por isso, é preciso colocar o planejamento em prática! Trabalhe firme todos os dias para que os objetivos definidos por você sejam alcançados, e tome cuidado com a autossabotagem.

Prepare-se para sair de sua zona de conforto

Você já tem planos, metas e prazos, mas nunca consegue começar a realizá-los ou sair de onde está… Essa situação lhe parece familiar? Parece clichê, mas você pode estar na zona de conforto e precisa reconhecer isso.

Os maiores problemas que enfrentamos ao tentar sair dessa zona conhecida são o medo e a falsa sensação de conforto. Mesmo quando tomamos consciência — ou sabemos bem lá no fundo — que algo está errado ou que estamos infelizes, é difícil dar um passo para o desconhecido.

Porém, não existe mudança sem sair da zona de conforto, e nesse processo você provavelmente terá que se arriscar e fazer coisas que não fazia antes.

Por isso, para vencer o medo de mudar aos poucos, comece experimentando novas coisas, como cursos e workshops na área que você gostaria de atuar, por exemplo. Identifique também quais comportamentos seus lhe incomodam e como você gostaria de se desafiar a mudá-los.

Assim, mesmo que os passos pareçam pequenos ou insignificantes, aos poucos você estará caminhando com mais facilidade em direção à mudança que quer realizar.

Tenha consciência dos pontos positivos e negativos

Você quer muito mudar, mas para uma transformação pessoal bem-sucedida — e sem arrependimentos — é preciso estar consciente sobre os pontos positivos e negativos que ela possui.

Assim como e etapa de traçar planos e colocá-los no papel, a dica aqui é dividir uma folha ao meio e escrever todos os pontos positivos e negativos sobre a mudança que você tem em mente.

Analisando assim, fica mais fácil calcular o peso dos prós e dos contras e os planos deixam de ser apenas ideias e podem ser observados de fora, tornando-se parte de um processo racional.

Além disso, com esse exercício você pode antecipar algumas dúvidas que possam aparecer durante o caminho e tentar solucioná-las antes — ou modificar alguma etapa —, para que as dificuldades não lhe façam desistir ou voltar atrás.

Saiba comunicar o que você realmente quer

Sua transformação pessoal deve ir de encontro às suas paixões e verdadeiras motivações. E para isso, é preciso entender que ela não depende da aprovação de que convive com você, seja sua família, amigos ou cônjuge.

Sem dúvidas, o apoio das pessoas que amamos durante os processos de mudanças é muito importante, principalmente, para nos motivar e encorajar a seguir em frente.

Entretanto, se em alguma hipótese ou esfera isso não for possível, saiba reafirmar suas vontades e determinações por meio de uma comunicação não violenta, isto é, comunicando o que você quer de forma autêntica e transparente, sem se deixar abater pela falta de falta de aprovação de terceiros.

Para mudar, também é preciso estar disposto a enfrentar novos desafios sem retroceder ou fugir de situações que nos tiram da zona de conforto. Nem todo mundo vai entender seu processo de transformação, mas saiba comunicá-lo de forma leve, porém decidida, colocando limites sobre o que o outro pode ou não intervir na sua vida.

Busque o apoio de profissionais para a mudança de vida

Para ajudar em todas as dúvidas e percalços que possam surgir durante seu processo de transformação, buscar e contar com o apoio de profissionais é fundamental.

O coaching, por exemplo, possui vários nichos de atuação, e dentre todos eles, é possível encontrar um profissional que além de suporte emocional, também poderá lhe ajudar com ferramentas práticas que ajudam na busca pelo autoconhecimento, passando pela descoberta das suas verdadeiras paixões, propósito e motivações.

O papel do coach é ser um guia para o bom uso de ferramentas como o eneagrama ou o mapeamento de perfil comportamental, cujo objetivo é nos ajudar a descobrir nossos principais valores, talentos, habilidades e até mesmo sabotadores. .

Além de fornecer suporte, ferramentas e apoio emocional durante a transformação pela qual queremos passar, a ajuda profissional também pode lhe ajudar a conquistar a autoconfiança para seguir em frente e encarar as mudanças de vida positivamente.

Agora que você já aprendeu algumas dicas sobre como se preparar emocionalmente para grandes mudanças, que tal compartilhar este artigo nas suas redes sociais e ajudar outras pessoas que também possam estar em um momento de transformação?

Constelação familiar: conheça a terapia que vem transformando vidas

Constelação familiar: conheça a terapia que vem transformando vidas

Se você conhece alguém que passou pela experiência da terapia de constelação familiar provavelmente escutou que era algo difícil de ser explicado, ou melhor, algo que precisa ser vivenciado para ser entendido. Bom, essa pessoa tinha razão!

Mas para não deixá-la sem entender o que é e para que serve a constelação, preparamos este post para contar um pouco mais sobre essa atividade terapêutica que vem transformando vidas. Continue a leitura e surpreenda-se!

Afinal, o que é a terapia de constelação familiar?

Criada pelo psicanalista alemão Bert Hellinger, a constelação familiar é um método terapêutico isento de crenças religiosas ou de qualquer experiências místicas ou sobrenatural. Seu embasamento é a teoria dos Campos Morfogenéticos, de Rupert Sheldrake, um biólogo britânico.

Bert desenvolveu as constelações familiares a partir de suas experiências com as relações humanas e, segundo ele, a constelação familiar traz uma abordagem diferente em relação ao desconhecido. Assim, ela não configura nem um método ou um ofício, mas sim um caminho para nos trazer a outros níveis de consciência, onde todas as perguntas encontram caminhos e respostas.

Dessa forma, a constelação familiar pode ser entendida como uma terapia dos estados profundos de consciência, que trabalha com nosso inconsciente profundo, de forma pessoal e coletiva, porém, sempre sob a ótica de nossas relações familiares, para compreender como elas nos moldam.

Ao nos colocar em contato com questões do inconsciente profundo, as constelações podem identificar pontos problemáticos que um processo psicodinâmico tradicional demandaria mais tempo para acessar.

Por isso é possível obter respostas mais rápidas, que podem ser resolvidas com mais facilidade, ou levadas a outras terapias que complementem a resolução dessas questões, como psicólogos ou coaches.

As leis da constelação familiar

Desde o nosso nascimento, formamos parte de uma família que gera um campo de energia em nosso interior e no qual evoluímos e crescemos. Independentemente de quem e como sejam as relações, somos parte e somos influenciadas.

Para solucionar nossos problemas por meio da constelação familiar, o constelador olha além do indivíduo, ou seja, além de nossas ligações ou conexões óbvias. Isso é feito pois, segundo Bert Hellinger, possuímos um “inconsciente familiar”, que atua de forma diferente em cada membro da família.

Nesse inconsciente, Hellinger acredita que existem três leis básicas que atuam simultaneamente: o pertencimento, a ordem e o equilíbrio.

Mas como elas interferem nas constelações? Entenda!

Lei do Pertencimento:

Temos a necessidade básica de pertencer à nossa família e esse vínculo é nosso desejo mais profundo.

Essa lei é desrespeitada em casos de exclusão, isto é, quando alguém é excluído de uma família por alguma razão, ou algum acontecimento é silenciado e tido como um tabu naquele grupo.

Quando isso acontece sem explicações, a sintonia de uma família é abalada e é preciso reconhecer essas pessoas ou fatos para restabelecê-la.

Lei da Ordem:

Você já ouviu alguém dizer que é responsável pelos pais, ou que os pais agem como se fossem os filhos?

Este é um exemplo de quebra na lei da ordem. Para que uma relação familiar tenha boa fluidez, é preciso entender e respeitar a hierarquia das gerações, respeitando a ordem dos que vieram antes.

Lei do Equilíbrio:

Para Hellinger, o equilíbrio entre o crédito e o débito é fundamental para estabelecer relações saudáveis. Para isso, devemos equilibrar a dose entre o que se dá e o que se recebe para estabelecer a paz nos relacionamentos.

Para que serve essa terapia?

O principal objetivo da constelação familiar é trazer a consciência às influências que temos em nossas relações familiares. Nessa terapia, é possível descobrir problemas, hábitos e interferências em nossas vidas de até sete gerações anteriores, que atuam em níveis que nem sequer imaginamos.

Por exemplo, por trás de um insucesso profissional, pode haver uma relação familiar conturbada que nosso consciente é incapaz de identificar. Ou talvez algum hábito que nos prejudique, mas que repetimos ao longo dos anos porque fomos ensinadas assim.

Uma breve ilustração disso é a metáfora de que um casal, onde os dois fazem uma mesma coisa de maneiras distintas, como preparar uma receita. A explicação é de que foram ensinados assim pelos pais, que por sua vez, foram ensinadas assim por seus. E no final, a moral da história é que não há certo nem errado na maneira em que cada um cozinha, mas sim, hábitos que são replicados de geração para geração sem qualquer razão específica.

Como funciona a dinâmica?

Somos formados por corpo físico, mental, espiritual e emocional e, diferentemente de uma terapia tradicional ou o coaching, que trabalham níveis mentais e quase sempre conscientes, as constelações familiares podem ajudar em níveis espirituais ou emocionais.

Contudo, nenhuma ferramenta é melhor que a outra: cada uma tem seu lugar, seu objetivo e juntas, podem ser complementares para um tratamento eficaz de nossos problemas.

Apesar do nome, as constelações não são feitas necessariamente com família da pessoa que decide participar. Quando feita em grupo, os participantes não se conhecem e não possuem nenhuma relação entre si.

As sessões também podem ser feitas individualmente, e você pode escolher constelar qualquer coisa, como sua relação com o dinheiro, com sua mãe, com o trabalho ou até com alguma doença. Contudo, qualquer questão escolhida será constelada sobre a ótica das relações familiares.

Hora de constelar!

As constelações em grupo trazem muito da dramatização do teatro. Pessoas desconhecidas representam personagens familiares como o pai, a mãe, representam profissões ou fatores como o dinheiro ou sintomas e doenças da pessoa constelada, por exemplo.

Os representantes são colocados no campo e expressam o que eles sentem através da questão colocada pelo cliente.

As informações familiares do cliente são acessadas por meio de sensações corporais que fazem os representantes se moverem e expressarem suas sensações por meio de movimentos, expressões corporais e faciais.

O cliente deve se basear na observação desses movimentos, buscando assimilá-los sob a ótica da questão constelada. Assim, a constelação o ajuda a trazer uma nova consciência sobre o que pode ser trabalhado.

Por isso, ela não atua como uma terapia e sim como uma luz sobre o que está acontecendo, e sobre o que você precisa agir para solucionar seus problemas.

Quem deve procurar uma constelação familiar?

Todas temos problemas ou passamos por situações difíceis. Entretanto, reconhecê-los e sair em busca da solução só depende de nós! Quando saímos de nosso lugar de vítima e assumimos nossas responsabilidades, o processo de entendimento e cura é muito mais efetivo.

A constelação familiar é uma ferramenta para o desenvolvimento humano e para que ela funcione, é preciso compreender que você está fazendo isso para o seu autoconhecimento e crescimento. Ou seja, é preciso acreditar e estar aberta ao processo.

Quando você se coloca em uma posição de resolver problemas ou questões familiares muito emaranhadas, todas as pessoas que vieram antes ou que vêm depois de você se beneficiam com as mudanças.

Quais são os benefícios gerados por essa terapia?

As constelações familiares têm ganhado muita força no campo das terapias emocionais. Em uma única sessão é possível obter resultados claros e resolver questões que muitas vezes atormentavam alguém há anos, mas não podiam ser percebidas pelo consciente.

Dentre alguns dos benefícios que podemos listar estão:

  • a clareza para enxergar as coisas desde outra perspectiva, como se você fosse tirada do olho do furacão e pudesse ver os problemas de fora.
  • alívio emocional, por saber melhor por onde começar a resolver os problemas identificados;
  • resolução de conflitos dentro da família. Como mencionamos, é possível restabelecer as leis familiares, entrando novamente em sintonia com a família.

Apesar do nome, ela não depende de um problema familiar. Existem constelações do mundo profissional, feitas para empresas, de forma que os problemas serão constelados como se aquele grupo corporativo fosse a própria família.

Muitos profissionais também têm apostado nessa terapia em outros campos, como a resolução de problemas no meio jurídico, por exemplo, em casos que chegam na vara de família.

Ainda que existam outras terapias e métodos terapêuticos, as constelações familiares permitem desenterrar emoções e fatos que nem sequer sabemos que existem. Assim, através dela, é possível abrir caminhos para novas atitudes ou terapias complementares.

E aí, gostou deste conteúdo? Agora que você já sabe um pouco mais sobre as constelações familiares, que tal nos seguir nas redes sociais para não perder nenhum conteúdo como este? Até a próxima!

O guia completo sobre empoderamento feminino

O guia completo sobre empoderamento feminino

O empoderamento feminino é um assunto que está sendo cada vez mais falado e tem se tornado bastante popular. Isso é ótimo, pois esse é um tema muito importante e que realmente precisa ser discutido, especialmente porque muitas pessoas ainda têm certa dificuldade para entendê-lo. 

O que é o empoderamento feminino? Qual sua importância para a sociedade? Essas questões são muito comuns e precisam ser respondidas, afinal, somente dessa forma será possível mudar — para melhor — as relações sociais e alcançar uma igualdade entre homens e mulheres.

Para te ajudar a entender melhor esse assunto — ou talvez explicar para as pessoas que estão asoseu redor — preparamos um conteúdo supercompleto sobre o empoderamento feminino. Veja só:
 

Afinal, o que é empoderamento feminino?

O empoderamento feminino nada mais é do que dar poder para as mulheres. Mas não, isso não tem nada a ver com superpoderes — apesar de toda mulher ter os seus momentos de super heroína. A questão é dar poder para que as elas sejam independentes financeiramente, poder para fazer suas escolhas e tomar suas decisões, para definir o que é melhor para sua vida e poder para que elas não precisem depender de ninguém.

“Poder de participação social”, esse é um dos princípios básicos do empoderamento feminino. É permitir que a mulher lute por seus direitos, entenda seu papel na sociedade e seja valorizada por isso. Empoderar uma mulher é o mesmo que valorizá-la.

Não importa se ela quer ser dona de casa ou uma executiva, o importante é que cada uma entenda que pode ser o que quiser, afinal, todo mundo tem o direito e o poder de decidir o que quer fazer da vida. 
 

Por que o empoderamento feminino favorece toda a sociedade?

Não pense que apenas você e as mulheres de seu convívio precisam ser empoderadas, “afinal, o que eu tenho a ver com as pessoas que nem conheço?”. Uma mulher empoderada reflete em benefícios para todas e favorece uma sociedade inteira!

Quanto mais poder uma mulher tem, quanto mais alto ela chega, junto dela milhares de outras mulheres se favorecem. Quer saber como?
 

Desenvolvimento das empresas

Além do empoderamento estimular o empreendedorismo feminino, ele pode beneficiar o mercado de várias outras formas. É comum presenciar situações em que uma mulher com melhor formação e mais experiência perde uma vaga ou uma promoção para um homem simplesmente por… Ser mulher!

Com isso as mulheres perdem — pela dificuldade de crescerem dentro de uma empresa e se desenvolverem profissionalmente — e as empresas também perdem, por dispensarem uma profissional mais capacitada e que poderia fazer um melhor trabalho.

O que deveria contar para uma empresa que quer se desenvolver, é a experiência e a capacidade do profissional ter bons resultados lá dentro. Mas aí está outro problema: muita gente ainda acredita que um homem — mesmo se for menos capacitado — pode alcançar melhores resultados dentro de uma empresa.

Um dos motivos é justamente o fato de os homens serem mais respeitados, tanto por outros homens — que não querem se submeter a uma mulher —, quanto pelas mulheres — que acabam vendo as outras como rivais.
 

Leis que beneficiem as mulheres

Política não é coisa para mulher, né? Você pode até não pensar assim, mas com certeza tem muita gente ao seu redor que pensa! Não estamos aqui para discutir política, mas todo mundo se lembra de casos recentes que mostraram que é exatamente assim que a maioria dos brasileiros pensa, especialmente os mais “poderosos”.

Porém, a mulher precisa estar na política sim! Elas precisam estar lá para defender os direitos femininos, para criarem e aprovarem leis que beneficiem as mulheres, que estejam do lado delas. E não só na política, elas precisam estar nos tribunais, na imprensa e em qualquer lugar que elas quiserem e que dê voz a elas!
 

Maior liberdade

Já pensou que maravilha você poder usar a roupa que quiser e não ser julgada por isso? E que tal poder trabalhar com o que você ama mesmo se for uma “profissão de homem”? Já pensou se você puder fazer o que quiser e não ser criticada apenas por ser mulher?

Quanto mais mulheres empoderadas no mundo, menos rótulos existirão! Menos julgamento e menos gente ditando regras, do que as mulheres podem ou não devem fazer. Assim, todo mundo terá a mesma liberdade de fazer e ser quem quiser, sem receios!
 

Menos preconceito

“Mulher não nasceu para isso”, “Isso é coisa de homem”, “Mulher que se dá ao respeito não faz isso”, “Mulher tem que ser recatada e do lar”… Quantas frases preconceituosas você já ouviu — ou disse — durante toda a sua vida? 

Um dos princípios do empoderamento feminino é acabar com esse preconceito e provar para todo mundo que as mulheres são capazes sim! Quanto mais mulheres na liderança e independentes, quanto mais mulheres tendo voz e colaborando para a sociedade, mais as pessoas vão entender a importância de cada uma delas e o preconceito tende a diminuir. 

E quanto menos preconceito, mais as mulheres se sentirão livres e motivadas a contribuírem para a sociedade, e as coisas só tendem a melhorar para todos, sejam do sexo masculino ou feminino! E, assim, todos terão forças para lutar pelas outras minorias e fazer o mundo cada vez mais respeitoso e empoderado!
 

A relação do empreendedorismo com empoderamento feminino

Infelizmente, ainda é muito comum ver mulheres ganhando menos que os homens, mesmo tendo a mesma formação e o mesmo cargo. Além disso, muitas vezes as empresas oferecem as melhores oportunidades para os homens, e as mulheres acabam tendo mais dificuldade para chegar em cargos altos.

Por isso, a solução para muitas delas é empreender. Além da oportunidade de fazer o que ama, o empreendedorismo permite que as mulheres sejam donas de seu próprio negócio e trabalhem para si próprias, em vez de trabalhar para os outros.

Sem falar que, através do empreendedorismo, as mulheres podem ganhar muito mais dinheiro do que em um emprego tradicional e, dessa forma, elas garantem uma qualidade de vida muito maior — tanto pela questão financeira quanto pelos horários flexíveis, mais tempo para ficar com a família e mais liberdade.

Mas empreender não é nem um pouco fácil! É preciso batalhar e correr muito atrás dos objetivos, mas isso não é um problema. Pelo contrário, mulher empreendedoras se tornam ainda mais fortes e determinadas, muito mais poderosas! E, claro, muito mais realizadas profissionalmente.

Quando se trabalha como funcionária em uma empresa, é preciso contar um pouco com a sorte para chegar ao topo. Por mais que se tenha uma boa formação e faça um excelente trabalho, com muita dedicação e esforço, nada disso é garantia de uma promoção de cargo ou salário.

Além de se esforçar muito, ainda é preciso contar com a sorte para ser promovida, para manter o emprego e para ser valorizada nesse ambiente. 

Quando uma pessoa abre seu próprio negócio, por mais difícil que seja crescer, seu crescimento profissional e o sucesso da empresa vai depender muito mais de seu esforço do que de sua sorte. Ou seja, uma mulher empreendedora é dona de sua própria sorte e é poderosa o suficiente para chegar ao topo por conta própria.

E, é claro, uma mulher que está empreendendo para se empoderar e alcançar seus objetivos profissionais estará muito mais aberta a contratar outras mulheres e fazê-las crescer dentro da empresa, gerando mais oportunidades para as profissionais e tornando-as mais poderosas.
 

5 princípios pró empoderamento que você deve seguir

A ONU Mulheres possui uma lista de “7 princípios básicos do empoderamento feminino”. São eles:

  • Liderança;
  • Igualdade de oportunidades, inclusão e não discriminação;
  • Saúde, segurança e fim da violência;
  • Educação e formação;
  • Desenvolvimento empresarial;
  • Liderança comunitária e engajamento;
  • Acompanhamento, medição e resultado.

Unindo o ideal de todos esses princípios da lista, chegamos em 5 atitudes que todo mundo deveria ter para empoderar as mulheres da melhor e mais eficiente maneira possível!
 

1. Valorize as mulheres ao seu redor

Esse é o princípio mais básico do empoderamento feminino. Porém, por mais simples que pareça, é algo que muitas vezes temos muita dificuldade de seguir — e nem percebemos isso! Parece que em algum momento da vida a sociedade impõe que as mulheres devem ser inimigas ou rivais, e que você sempre deve ser melhor do que a outra.

Isso é algo que está na sociedade a muito tempo, e acabamos crescendo assim, acreditando nisso. E o primeiro passo em direção ao empoderamento feminino é tirar essa ideia de rivalidade da cabeça. 

Empatia: uma palavra tão simples, mas com um signifcado tão complexo… Ter empatia por alguém significa se colocar no lugar de outra pessoa, para entender seus sentimentos, suas necessidades e até seus pensamentos.

Ter empatia por todas as outras mulheres é uma das melhores formas de valorizá-las. Coloque-se no lugar da outra pessoa antes de julgar uma atitude, antes de apontar seus erros ou defeitos. Pense no que você gostaria de ouvir se estivesse no lugar da outra pessoa, ou no tipo de apoio que gostaria de receber.

E valorizar uma mulher vai muito além disso. Você pode — e deve — mostrar para todas as mulheres ao seu redor que você as admira, e o porquê dessa admiração. Faça elogios, aponte as qualidades de todas elas, parabenize por um trabalho bem feito, mostre que você sabe que elas são capazes de qualquer coisa…

Uma simples atitude ou algumas palavras de carinho, de incentivo e de reconhecimento podem fazer qualquer mulher se sentir a pessoa mais poderosa do mundo! E isso é uma das coisas mais incríveis que você pode fazer por alguém!
 

2. Dê oportunidades a elas

Valorizar uma mulher vai muito além de falar coisas legais e fazer com que ela perceba que é capaz. Também é preciso mostrar que você acredita e confia em sua capacidade. Se você quer empoderar uma mulher, dê oportunidades a ela! Mas como?

Contrate mulheres para trabalhar com você, ofereça a elas os cargos mais altos — se elas forem aptas a ocupá-los, escute o que elas têm a dizer, compre seus produtos, pague salários justos… Há uma infinidade de maneiras de fazer com que as mulheres tenham oportunidade de trabalhar, de se tornarem independentes, de terem seu próprio dinheiro e de receberem um salário justo e digno por um trabalho bem feito.

E você não precisa ser dona de uma empresa ou alguém com um alto cargo para isso. Dê a oportunidade para uma mulher mostrar suas qualidades e tudo que é capaz. Você pode indicar seus currículos para seus conhecidos ou até para a empresa em que você trabalha. Você pode compartilhar o trabalho de alguém nas redes sociais.

As oportunidades são infinitas, assim como as necessidades de cada uma é diferente. Só é preciso um pouquinho de empatia e esforço — de todas as partes — para que elas possam aproveitar das melhores oportunidades.
 

3. Dê preferência às mulheres empreendedoras

Quantas mulheres empreendedoras você conhece? Talvez você precise parar e pensar um pouquinho, ou talvez você já tenha se lembrado de várias assim que leu a pergunta. A verdade é que todo mundo tem ao menos uma conhecida que está tentando empreender.

E quanto a empreender, não significa que a mulher está abrindo uma grande empresa que um dia terá filiais no país inteiro. Qualquer mulher que iniciou um negócio próprio, por menor que seja, é uma empreendedora.

Aquela que faz salgados para festas, a que abriu uma lojinha de roupas, a que faz freela em marketing digital, aquela que vende brigadeiro ou sanduíches na faculdade, a que vende cosméticos, aquela que faz móveis planejados, a costureira, a artesã, aquela cabelereira ou a outra que abriu uma oficina mecânica… Todas são empreendedoras!

Muitas delas trabalham em casa, tem um negócio bem pequeno e talvez nem tenham planos de expandir. Mas todas precisam de clientes para conseguir um bom salário no final do mês. Todas querem ter seu trabalho valorizado para poder viver fazendo o que amam.

Mas muitas vezes acabamos consumindo nas grandes empresas, talvez por ser mais barato ou rápido devido à forma de produção, talvez por simplesmente esquecermos que conhecemos mulheres maravilhosas que fazem trabalhos incríveis e estão mais perto do que se pode imaginar.

Então, se quiser empoderar uma mulher, compre seus produtos, contrate seus serviços, indique seu trabalho para outras pessoas. Dê preferência às mulheres que estão correndo atrás de seus sonhos, que tratam cada cliente como se fosse o único e que precisam de cada um deles.

Talvez a sua compra não faça a menor diferença para uma grande empresa, afinal, outras milhares de pessoas estão comprando ali todos os dias. Mas você fará toda a diferença na vida de uma mulher que tem uma pequena produção e algumas centenas de clientes por mês.

Faça o seu dinheiro circular entre outras mulheres, para que elas tenham uma maior oportunidade de se tornarem independentes financeiramente e um maior poder de compra!
 

4. Pense antes de falar

Outra coisa que todo mundo faz com muita frequência, e sem nem perceber, são comentários machistas para mulheres. Quantas vezes você já disse que uma amiga estava pronta para casar porque ela cozinha bem? Ou que duas mulheres estavam sozinhas quando algo de ruim aconteceu? Ou, ainda, que você julgou uma mulher por estar com roupas curtas ou decotadas?

Essas ideias parecem inofensivas em um primeiro momento, e muitas vezes são ditas em tom de brincadeira e sem más intenções. Mas são ideias que reprimem as mulheres e faz parecer que elas precisam de um homem sempre acompanhando-as ou que elas estão erradas por usar o tipo de roupa que as fazem sentir bem.

Lembre-se que as mulheres são independentes, que elas não precisam se casar se não quiserem, que duas pessoas juntas nunca estão sozinhas e que qualquer pessoa tem o poder de decidir a roupa que quer usar em cada momento.

Esses são apenas alguns exemplos de frases que devemos evitar se quisermos empoderar as mulheres, então pense bem antes de fazer qualquer outro comentário do tipo!
 

5. Respeite o tempo de cada mulher

Nossa sociedade ainda é muito machista e, querendo ou não, todo mundo acaba crescendo com essa cultura e essas ideias. Atualmente, como o feminismo e o empoderamento feminino têm se tornado assuntos muito falados, especialmente nas redes sociais, muita gente está mudando seus pensamentos e se desconstruindo.

Porém, ninguém nasce desconstruído e cada um precisa do seu tempo para entender e passar por esse processo. Você pode até ter levado um tempo curtíssimo para se empoderar e reconhecer o valor de outras mulheres, mas tem gente que pode levar anos para conseguir o mesmo.

O importante é não julgar essas mulheres e não criticá-las quando elas tiverem uma atitude ou compartilharem um pensamento que diminui outras mulheres. É preciso ter paciência, explicar o seu ponto de vista e mostrar a elas que todas devem ser valorizadas e empoderadas. Mas lembre-se que esse processo não é fácil, e que essa diferença de pensamentos não faz ninguém melhor que ninguém!
 

Como incorporar o empoderamento feminino na vida profissional e pessoal
 

Auto confiança

Ter auto confiança não é fácil em um mundo como esse, em uma sociedade que faz com que as pessoas não confiem em si mesmas. Porém, esse é o primeiro passo para se empoderar — e só assim você conseguirá empoderar outras mulheres.

Você, melhor do que ninguém, conhece seus pontos fortes, suas habilidades e suas melhores qualidades. Você sabe do que você é capaz, sabe da sua caminhada e de tudo o que você pode fazer por seu trabalho, sua família, sua vida pessoal e por tudo o que você se dispõe a fazer!

Então confie em você mesma! Mesmo que outras pessoas tentem te convencer do contrário, confie no seu potencial e nunca se esqueça que você tem o poder!
 

Seja justa

Nunca diga a uma mulher alguma coisa que você não diria a um homem. Não queira ditar regras e nem tente definir o que uma mulher “de respeito” pode fazer. Não beneficie ou prejudique uma pessoa por causa de seu gênero.

Seja justa, lembre-se que todos são iguais e que cada um é único, mas todos merecem ser tratados de forma igualitária. Seja dentro de casa, em uma empresa, no meio da rua ou na internet… Justiça e respeito são princípios básicos do empoderamento!
 

Conheça outras mulheres

Como o feminismo e o empoderamento são assuntos que estão muito em alta atualmente, não é difícil encontrar grupos de mulheres que foram criados com o intuito de fortalecer os movimentos.

São grupos criados para que as mulheres possam se conhecer, encontrar, trocar experiências, discutir sobre assuntos importantes, apoiar o trabalho das outras e para que todas possam, juntas, aprender cada vez mais.

Essa é uma excelente maneira de se auto empoderar e ainda colaborar para a desconstrução de outras mulheres. Esses grupos podem surgir em qualquer lugar e a qualquer momento, seja com suas amigas, na sua empresa, no seu bairro ou até através das redes sociais. Conheça outras mulheres, troque conhecimento e valorize-as!
 

Juntas somos mais fortes

Precisamos falar sobre isso novamente: mulheres não são rivais! Essa é uma das etapas mais difíceis do empoderamento feminino. É preciso entender que mulheres não nasceram para competir umas com as outras e que não é preciso diminuir outra pessoa para se sentir melhor.

Falar que fulana só é bonita porque fez plástica, que só se relaciona com fulano porque ele é rico ou que deve ter tido algo com o chefe para chegar a um alto cargo na empresa é algo muito comum. Porém, essa é uma das piores formas de desvalorizar a beleza, os sentimentos e a capacidade das pessoas.

Em vez de desmerecer outras mulheres, busque inspiração em suas histórias. Lembre-se que juntas somos mais fortes e que precisamos apoiar umas as outras. Valorize as mulheres que estão ao seu redor, ajude-as a crescer. Assim, todas crescem juntas!

O empoderamento feminino é um assunto muito complexo e que poderia se transformar em um livro, já que há tanta coisa para falar sobre isso. Mas nunca se esqueça do básico: respeite e valorize as mulheres ao seu redor. Respeite-se e valorize-se! E lembre-se que você tem o poder para ser e fazer o que quiser! Se gostou desse conteúdo, assine nossa newsletter e fique sempre por dentro das novidades.

O que nunca te contaram sobre prosperidade financeira

O que nunca te contaram sobre prosperidade financeira

O que faz algumas pessoas alcançarem a prosperidade financeira e vivenciarem com abundância e felicidade, enquanto outras passam anos em trabalhos insatisfatórios que lhes pagam muito pouco? O que faz a diferença na maneira como cada um se relaciona com o dinheiro?

A resposta para a questão acima pode estar no entendimento do que é a verdadeira prosperidade — incluindo a prosperidade financeira. No artigo de hoje, vamos compreender melhor por que é importante saber diferenciar o “ser rico” do “ser próspero” e como isso impacta em nossas atitudes diárias em busca de dinheiro e satisfação pessoal. Acompanhe:

Diferença entre prosperidade financeira e riqueza

O primeiro passo da jornada em busca da prosperidade financeira é saber diferenciá-la da riqueza. Muitas pessoas acreditam que ser rico é ser próspero, mas não é bem assim. Ser rico significa que você conquistou o dinheiro (por meio do trabalho, de uma herança ou mesmo de seus rendimentos com propriedades e outros investimentos).

Riqueza é uma fonte detentora do dinheiro. Ser próspero, por outro lado, significa que você gera dinheiro. Prosperidade é a fonte geradora.

Em uma analogia, podemos dizer que a prosperidade é como um imenso lago, com uma nascente limpa e cachoeiras, de onde você pode retirar os peixes para se alimentar e continuar a viver nele, ao mesmo tempo em que você gera prosperidade.

Para comparar: a riqueza seria um lago parado, poluído e cheio de bactérias. Você até pode ser seu dono, mas ele não é tão abundante quanto o lago da prosperidade.

Prosperidade financeira: uma das faces da prosperidade total

Isso significa que ser rico não é suficiente? O que queremos dizer é que ser próspero significa gerar riqueza por meio do empreendedorismo e da doação, entre outras formas. Você pode ser rico, mas, se for próspero, alcançará uma felicidade ainda maior.

E, ao assumir essa atitude de prosperidade em tudo o que lhe aparece, você alcança também a tão buscada prosperidade financeira. É por isso que as pessoas de sucesso desejam ser prósperas (e não ricas).

A verdadeira qualidade de vida não se resume ao dinheiro, mas inclui também o sucesso pessoal e profissional, a saúde, os relacionamentos com a família e os amigos. Ser realmente próspero significa viver ao máximo, extraindo o que há de melhor nos campos físico, mental, espiritual e emocional da vida.

Abundância: a prosperidade em sua forma genuína

Então, como é possível alcançar a prosperidade? O primeiro passo é mudar a sua mente para uma atitude de abundância. Desde crianças (e, para muitas pessoas, ao longo de toda a vida), passamos por processos de aprendizado e adaptação que nos moldam para vivermos em sociedade. Esse é um percurso cultural de todo ser humano.

O problema é que, frequentemente, esses modelos produzem, em nosso intelecto, crenças limitantes que podem ser prejudiciais para nossas vidas criativas no futuro. Conhece alguém que teve um pai muito rigoroso na infância e ouvia sempre: “você tem que trabalhar duro para ganhar dinheiro”? É verdade que você tem que trabalhar, mas essa frase gera, entre outras coisas, uma relação de infelicidade com o trabalho e o dinheiro.

Como alcançar

Esse é só um exemplo de como nossa mente pode estar condicionada a não enxergar a prosperidade. Para se livrar desses mecanismos que limitam sua vida financeira, você pode procurar ajuda especializada.

Existem inúmeros programas e cursos com profissionais especializados (entre eles o Vida Rica) que podem ajudá-lo a identificar, aceitar e transmutar essas crenças em vivências mais positivas. Você abrirá espaço em sua mente para criar novas imagens de prosperidade e abundância, mudando sua relação com o dinheiro, a felicidade e o sucesso.

Gratidão: outra forma de vivenciar a prosperidade

Como já dissemos, a prosperidade não se limita ao dinheiro. Se nos sentimos realizados, somos prósperos. Se estamos entusiasmados, estimulados pela vida, rodeados de pessoas amorosas, amigos e familiares que dão suporte aos nossos sonhos, somos prósperos. Se temos coragem para empreender novos objetivos, somos prósperos.

Essa sensação de contentamento e bem-estar provoca no corpo e na mente um verdadeiro estado de gratidão — outra forma de vivenciar a prosperidade. Se você tem uma casa, roupa limpa no armário, um trabalho e uma família, há muitas coisas pelas quais agradecer. Incluir a gratidão na rotina fará com que nos sintamos mais prósperos.

A gratidão como um estado de espírito

Muita gente subestima o poder da gratidão porque acha que esse recurso não funciona na prática. O que você tem de entender é que a gratidão é mais um estado de espírito do que uma ferramenta para atingir a prosperidade financeira. Aos poucos, a mudança para uma atitude grata vai moldar seus sentimentos, suas ações e seus hábitos.

Prosperidade para você: o que é importante na sua vida

Não é preciso acumular todo o dinheiro do mundo para ser próspero. É fundamental entender o que é importante na sua vida — essa é a verdadeira prosperidade.

Quando estamos em uma roda de amigos e nos sentimos queridos por cada um, estamos manifestando a prosperidade. Quando começamos a empreender um novo negócio e, finalmente, passamos a ter algum lucro, somos prósperos.

Veja bem: pode ser que uma pessoa não tenha rios de dinheiro, mas esteja gerando prosperidade. Ao definir o que realmente importa para o seu bem-estar, você terá mais claro em sua mente quais necessidades devem ser supridas e o que é preciso fazer para alcançar um estado de alegria e felicidade.

Nesse ponto, você estará alguns passos mais perto da prosperidade. Ter prosperidade financeira fazendo o que ama é uma realidade possível de ser conquistada. Você só precisa direcionar sua energia para a verdadeira abundância que permeia toda a sua vida.

Encontre um tempo para você e dedique-se a descobrir o que lhe faz sentir bem. Se precisar, não hesite em procurar ajuda para vivenciar a verdadeira prosperidade em sua vida!

Este conteúdo foi útil? Então, você também vai gostar de saber mais sobre o amor próprio, um passo fundamental para o seu sucesso. Boa leitura e até a próxima!

O que é sucesso? Já parou para pensar nisso?

O que é sucesso? Já parou para pensar nisso?

Proponho uma reflexão: o que é sucesso?

Parece que o mundo anda obcecado pelas pessoas bem-sucedidas. Basta abrir o navegador da internet, em um site de notícias, para sermos impactadas por “exemplos” de sucesso. Eles são acompanhados de processos, hábitos, filosofias, comportamentos, histórias e influências que apontam o caminho para a realização pessoal ou profissional.

O sucesso é apresentado sempre como algo tangível, desde que sigamos a receita de bolo que existe por trás dele. Ignoramos que somos pessoas diferentes. Cada uma de nós temos os próprios desejos, crenças e valores. Portanto, por que sentimos a necessidade de enquadrar o conceito de sucesso em uma moldura rígida e nada flexível?

Eu posso ser bem-sucedida com o que eu tenho. E você?

Continue a leitura e vamos juntas entender como cada pessoa pode enxergar o próprio sucesso.

O que é sucesso?

O dicionário define a palavra sucesso como “bom resultado, êxito ou triunfo”. Em sua definição, entendemos que se trata do resultado alcançado de uma tentativa. O problema é que a cultura popular associou esse conceito a ter dinheiro, fama e poder. A maioria das pessoas enxerga o sucesso de alguém a partir de suas posses e conquistas.

Quando perguntamos às pessoas sobre como elas se sentem em relação ao sucesso, geralmente elas dizem que querem mais, merecem e estão trabalhando para alcançá-lo. Elas dizem isso porque o sucesso, em nossa sociedade, é visto como algo bom. Por isso, é associado aos bens materiais, felicidade e realização. Certamente, o sucesso pode incluir tudo isso e muito mais.

Se o sucesso pode ser composto por muitas variáveis, como seres humanos e adultas que somos, temos o direito de escolher quais delas farão parte da nossa definição de ser bem-sucedida. Obter o sucesso, portanto, começa quando dedicamos um tempo para decidir exatamente o que essa palavra significa para nós.

Uma executiva de alto cargo que trabalha para uma multinacional e recebe por isso uma enorme quantia de dinheiro pode ser bem-sucedida. Da mesma forma, outra mulher que trabalha em casa e cuida dos filhos também pode ser bem-sucedida. Observe que, apesar de viverem realidades distintas, cada uma pode obter sucesso da sua maneira — com os meios e recursos que têm.

O nosso primeiro exemplo, a executiva que ocupa um alto cargo em uma multinacional, pode ter estabelecido esse posto de trabalho como o grande objetivo da vida dela. Por isso, ela se esforçou muito, estudou nas melhores escolas, aprendeu todos os idiomas que eram necessários e desenvolveu as competências associadas ao seu sonho.

Já o nosso segundo exemplo apresentou uma mulher que realiza um trabalho doméstico, cuidando dos filhos e da rotina do lar. Um dia, essa mulher também precisou trabalhar fora, mas não se sentia realizada. Ela desejava ter filhos e se dedicar ao lar. Essa realidade, portanto, também pode ter sido o grande sonho da vida dela.

Note que, em momento algum, o conceito de sucesso nas vidas dessas mulheres foi associado com o que os outros esperavam delas. Ora, cada um tem a própria vida. O que é bom para mim, pode ser algo péssimo para você. Isso mexe com nossos valores, o modo como a gente enxerga a vida.

É muito comum que, ao longo das nossas vidas, sejamos pressionadas pelos valores dos outros. Os pais que são formados pelas ditas “carreiras tradicionais”, como Medicina, Engenharia e Direito, geralmente esperam de seus filhos que eles os sigam invistam na mesma formação.

A expectativa que os demais têm sobre nós é saudável. Ela demonstra o quanto essas pessoas nos querem bem, porém, existe um limite que precisa ser estabelecido. As pessoas podem nos desejar um salário alto, cargos de liderança, viagens internacionais, uma casa maravilhosa com piscina e o carro do ano. Esse é o seu desejo?

Observe como é interessante ver como as regras sociais influenciam a nossa percepção de vida. Desde pequenas, aprendemos o que é certo ou errado de acordo com a visão dos nossos pais e demais familiares. Quando crescemos, somos influenciadas pelos conceitos da escola e faculdade. Depois do período estudantil, acreditamos estar prontas para a vida.

Acreditamos — é aí que a sociedade se revela. Somos tão condicionadas a aceitar as regras sociais que, às vezes, torna-se muito difícil diferenciar o que gostamos daquilo que aprendemos a gostar. As regras da sociedade, em muitos casos, são duríssimas com as pessoas — e nós pouco percebemos isto.

Diz uma das regras sociais que o indivíduo bem-sucedido precisa estudar, trabalhar, casar e ter filhos. Por quê? Qual foi o motivo para a sociedade condicionar, de modo reducionista, uma pseudo fórmula para o sucesso? Partindo desse ponto, quem não cumpre com alguma das condições “estabelecidas” acabou por fracassar?

A pessoa que fez uma escolha na vida dela diferente do que a sociedade condicionou fica à mercê do tribunal social. Isso nos mostra um ciclo cruel onde a nossa vida parece não nos pertencer. É como se estivéssemos em um grande campeonato onde os indivíduos que não cumprem as regras são julgados. Devemos continuar seguindo assim? Não!

Nós somos seres livres, que têm o direito de escolher aquilo que atende as nossas necessidades. Por isso, convido você a refletir mais sobre o que é sucesso. Deixaremos a sociedade de lado e abordaremos as questões relacionadas com o seu bem-estar. Partiremos, então, para uma definição de sucesso que não deixará essa palavra amarrada a um conceito ou uma imposição.

Você se sente bem-sucedida?

Reflita sobre a pergunta que foi feita no título deste tópico. É muito comum que as pessoas enxerguem a nossa vida com um olhar diferente do nosso, pois, teoricamente, deveríamos nos conhecer melhor do que os outros. Agora você deve estar se perguntando: por que teoricamente? Porque na prática não é o que sempre acontece.

Os seus pais, familiares e amigos podem descrever a sua carreira como “de sucesso”. Você sente o mesmo? Por mais conquistas que você tenha alcançado no trabalho ou na vida acadêmica, pode afirmar que é uma pessoa feliz fazendo o que faz? Se a sua resposta foi “não”, é provável que, diante da opinião dos outros, você se sente como uma fraude.

O posto de trabalho mais desejado por todos é seu. Dentro da companhia, a sua decisão é capaz de influenciar a vida de todos. Isso faz com que a sua rotina seja bastante atribulada, repleta de reuniões e compromissos que demandam agilidade e gestão de tempo para dar conta de tudo. Mesmo assim, existe um vazio que lhe deixa incomodada?

Esse vazio pode ser traduzido de diversas maneiras:

  • desejo de ser mãe;
  • vontade de participar mais da vida dos filhos;
  • ausência de momentos a dois;
  • distanciamento da família por falta de tempo;
  • saúde comprometida pelo estresse, depressão ou ansiedade;
  • sonho de colocar em prática uma ideia na qual acredita.

O que faz parte da sua vida foi mencionado anteriormente?

Saiba que o conflito entre uma rotina estabelecida e a sensação de vazio nos leva a um quadro de tristeza e insatisfação conosco. O sentimento nos transmite a sensação de estarmos sempre incompletas, faltando um pedaço de nós para alcançarmos a realização dos nossos objetivos.

Em muitos casos, não sabemos traduzir o vazio que sentimos. Por isso, no começo deste tópico, afirmamos que nem sempre nós nos conhecemos verdadeiramente. Na prática, falta autoconhecimento — o ponto de partida que leva a todas as melhorias, inclusive o tão mencionado sucesso.

O autoconhecimento surge quando compreendemos as próprias necessidades, desejos, falhas, hábitos e tudo mais que nos move. Quanto mais você conhece sobre você, melhor tende a se adaptar às mudanças que supram o vazio que é sentido. Essencialmente, é preciso prestar atenção às suas emoções e no modo como você trabalha com elas.

A partir da percepção acerca das próprias emoções, torna-se possível entender os motivos que estão por trás das suas ações. Isso significa que, no âmbito do sucesso, você descobrirá se a sua vida pessoal e profissional são definitivamente guiadas pelas próprias necessidades ou a expectativa dos demais.

Mais que isso. Será possível entender se as suas escolhas atuais a tornam ou não feliz. Conhecer os próprios hábitos, por exemplo, possibilita que você faça uma avaliação com o intuito de melhorá-los. Em vez de ficar além do expediente todos os dias, por exemplo, não seria melhor impor limites no trabalho para ter tempo de ficar com os seus filhos ou marido?

A descoberta promovida pelo autoconhecimento abre um leque incontável de opções. Uma delas é a autorrealização. Esse conceito significa alcançar os seus desejos mais profundos, aqueles que nem sempre estão visíveis, e manifestar as suas maiores capacidades. É, através do seu esforço, seguir o próprio caminho e atingir o senso de propósito.

Lembre-se de algum (a) colega de profissão que decidiu dar uma guinada na carreira, que tenha trocado o sonho de consumo das pessoas por algo que foi questionado posteriormente — como abrir o próprio negócio mesmo com o país enfrentando uma crise econômica e política. Trata-se de um objetivo de vida, algo que representa os valores dela.

No fundo, se pararmos para refletir ainda mais, tudo o que nós queremos é expressar plenamente quem somos, sem o medo de sentir que estamos fracassando ou não somos boas o suficiente para aquilo que nos propusemos a fazer. Essa busca por um sentido na vida é a responsável pelas mudanças mais drásticas.

Então, se você segue todas as dicas para ser produtiva na carreira e adapta a sua rotina para não perder os compromissos, mas compromete muitos aspectos da vida pessoal, é melhor que você repense sobre o que é sucesso. Ser bem-sucedida pode ser comparada a “ganhar bem”, só que de uma maneira diferente da qual estamos habituadas a ver.

Primeiramente, o que é “ganhar bem”? Alguém que ganha um salário de R$ 20 mil por mês, sob as regras sociais, é bem-sucedido. Se essa mesma pessoa adquiriu um apartamento milionário, um carro caríssimo e tem um padrão de vida superior ao que ela recebe mensalmente, ela ainda ganha bem?

Outra pessoa, que recebe R$ 5 mil por mês, não tem dívidas, viaja todo ano, tem tempo para cuidar dos filhos ou planejar a própria família. Ela ganha bem? O parâmetro que estabelecemos aqui mostra que a quantidade de conquistas não significa absolutamente nada. O sucesso é apresentado por dois viés: a qualidade de vida e a capacidade de autorrealização.

Perceba, com os exemplos que mostramos, que nem tudo que parece ser é. Portanto, responda mais uma vez: você é bem-sucedida?

É você que define o seu sucesso

Quando observamos o comportamento humano, percebemos que as pessoas funcionam de acordo com certos padrões. Eles são adquiridos ao longo da vida, desde quando éramos crianças. Tratam-se das regras que nos orientam a decidir o que é verdade ou mentira sobre o mundo, impactando diretamente sobre os nossos hábitos.

O problema é que muitos dos padrões que nós seguimos não evoluíram, ainda se encontram presos ao passado — deixando de evoluir com a nossa compreensão acerca do mundo. Temas como educação, saúde, envelhecimento, nutrição, sexo e outros já não se fixam mais aos modelos antigos, diferentemente do que ocorre com o sucesso.

Ouse contrariar os padrões de uma pessoa ou instituição e verá saltar sobre você uma língua ferina que não poupará esforços para machucá-la através de um comentário depreciativo. Associando com a época da Inquisição, é capaz que você se veja envolta por uma fogueira de argumentos e críticas que visam desqualificar o seu ponto de vista.

As pessoas têm dificuldades em aceitar que cada qual tenha as suas próprias escolhas e seja como é. Elas se agarram e defendem o que consideram correto porque não confiam em si. Não sabem quem são e vivem agarradas às falsas crenças, preconceitos e ideias limitadas. Isso as mantêm na margem da verdadeira vida.

Saiba que essas pessoas que apenas criticam as escolhas alheias têm medo de perder as referências e afundar em um oceano de incertezas. Elas tratam os padrões como uma boia salvadora para garantirem sua sobrevivência. Por isso, atacam todos os outros que parecem ameaçar esse frágil elo.

Para defender os padrões e as crenças limitantes que têm, bem como controlar o incontrolável, as pessoas, por vezes, acabam nos ferindo. A necessidade de acreditar nas regras sociais deixa as pessoas com a certeza de que elas têm o direito de se impor, sem enxergar que o limite do próximo começa quando o próprio acaba.

O fato é que nós estamos aqui para expressarmos nossa singularidade. Nós temos necessidades diferentes, por isso, podemos ir além das crenças limitantes que nos são oferecidas ao nascer. Temos o direito de escolher o modo como desejamos viver nossas vidas, não cabendo a mais ninguém julgar ou determinar o que é certo ou errado, sucesso ou fracasso.

As falsas crenças limitam a beleza do viver. Lutamos tanto por liberdade, mas esquecemos de aprender a libertar. Sem esse conhecimento, continuaremos aprisionadas por uma rede invisível que nós mesmas lançamos ao nosso redor. Saiba que aprisionar o outro com nossos conceitos significa se prender.

Liberte-se das imposições da sociedade! É você que define o seu sucesso. Compreenda as raízes dos seus problemas e encontre a resposta para o porquê de você se sentir insegura com a vontade de mudar ou compreender o que fazer. Trabalhe a sua autoestima para fortalecê-la, pois, a maioria das inseguranças mora nela.

Qualquer mudança em nossa vida surge quando mudamos o nosso modo de pensar. Portanto, olhe mais para as suas necessidades e veja o que a vida tem a lhe oferecer. Deixe que os outros tenham as suas próprias opiniões, porém, direcione os seus esforços para o que lhe faz bem.

Avalie a sua vida e descubra como ser bem-sucedida

O momento é propício para que você faça uma avaliação da sua vida. Comece refletindo sobre tudo o que a cerca, desde as relações até o seu trabalho. Se precisar, pegue uma folha de papel e uma caneta para anotar cada um dos pontos e, ao lado, mencionar o seu nível de satisfação com eles.

Verifique quais das suas anotações apontam para o lado da insatisfação. Os seus esforços serão concentrados em mudá-las e, ao mesmo tempo, manter o que está dando certo. Separe esses pontos em que você não encontra plena satisfação para que possamos analisá-los, caso a caso.

Em vez de pensar com a mente coletiva da sociedade, esse é o momento ideal para você se livrar das amarras dela e colocar o seu ponto de vista. Olhe bem para cada um dos pontos levantados e pergunte-se o que mudaria para torná-los melhores. Quais são os seus desejos sobre eles? Como eles supririam as suas necessidades?

Anote as respostas para não esquecê-las, pois, você deverá colocá-las em prática para mudar a sua percepção acerca delas. Bem simples: ou você aceita as coisas como são ou vai se esforçar para adequá-las às suas necessidades. Para isso, será necessário tomar coragem e não baixar a cabeça diante do olhar inquisidor dos outros.

Para ser bem-sucedida, você deve criar os seus próprios parâmetros de sucesso, ou seja, mudar algo em sua vida. Saiba que toda mudança tem embutida em si uma perda, pois, é impossível estar no centro dos negócios e, ao mesmo tempo, em uma ilha paradisíaca onde se trabalha em uma espreguiçadeira em frente ao mar.

A mudança deve ser, de fato, acompanhada de atitudes condizentes. Não conseguimos emagrecer comendo um sanduíche altamente calórico e, para compensar, pedirmos refrigerante zero. Por isso, avalie os pontos que você levantou e as suas necessidades para entender quais serão as perdas que a mudança que você precisa trará. Sente confiança em si? Siga em frente!

Outro ponto importante nessa avaliação é saber que o melhor momento para decidir é aquele em que você decide mudar. Se o seu desejo é empreender, por exemplo, por que não fazer isso agora? Os outros dirão que você está louca, que o país enfrenta uma crise econômica e que isso é perda de tempo e dinheiro.

Ora, o país está sim enfrentando uma crise econômica, mas as pessoas não pararam de consumir! Em meio a esse cenário, os empresários que são criativos e oferecem soluções de acordo comas necessidades das pessoas são os que mais estão obtendo sucesso em seus empreendimentos. Se é o que você deseja, por que não seguir em frente?

A jornada da mudança rumo ao seu sucesso pessoal e profissional não é repleta de flores. As coisas podem funcionar de uma maneira diferente como a que você espera, alterando o plano e desviando o caminho de onde queremos chegar. Por isso, tenha consciência e aceite as curvas da estrada como parte do caminho. Deixe a vida fluir na direção certa, não esquecendo os seus desejos e necessidades.

Nesse contexto, o processo de mudança chega a ser mais importante do que mudar, pois, ele requer uma revisão dos nossos valores, regras e momento atual. É dessa forma que conseguimos olhar para o nosso interior, enxergando o quanto podemos crescer e atender nossas expectativas.

Pratique o amor-próprio para saber quais são as crenças limitantes que existem na sua vida, bem como o modo para se livrar delas. Somente o autoconhecimento fomenta a automotivação, que é a energia necessária para que você não desista diante dos próprios sonhos e muito menos se deixe abater perante as críticas destrutivas dos demais.

O resultado desse processo de avaliação será a autoconfiança necessária para mudar aquilo que deixará de fazer parte dos seus conceitos. Com base em suas necessidades, crie as próprias regras e estabeleça os seus parâmetros de sucesso. Se, na sua opinião, o sucesso estiver em um alto cargo de liderança, siga adiante e lute pelo seu espaço.

Da mesma forma, se o sucesso significar ter tempo para a sua família e empreender, busque os meios para torná-lo tangível. O sucesso não está na obra que nós construímos para os outros e sim para nós mesmas. Construa o seu lado com base naquilo que lhe faz feliz. Liberte-se das regras sociais que definem o que é sucesso e crie o seu próprio conceito.

Depois dessa reflexão sobre o que é sucesso, nós a convidamos para assinar nossa newsletter e receber em seu e-mail outros materiais importantes para essa jornada de mudança de percepções e conhecimento.