10 dicas para melhorar o seu relacionamento com as pessoas no trabalho

10 dicas para melhorar o seu relacionamento com as pessoas no trabalho

Viver momentos de desgaste e estresse no trabalho acabam afetando, tanto o nosso desempenho profissional, como a maneira como nos relacionamos com a família, parceiros e amigos. São tantos os compromissos ao longo do dia consiga mesma, com os filhos, os estudos e as tarefas domésticas, que algumas vezes essas relações acabam prejudicadas. Se por um lado, não conseguirmos administrar tudo de uma só vez, por outro, descontamos em pessoas queridas a frustração vivida em uma carreira por vezes sem propósito. Pensando nisso, no texto de hoje daremos algumas dicas práticas de relacionamento para você aplicar nas diferentes áreas da sua vida!

Converse a respeito dos problemas

Para manter relações saudáveis com as pessoas que convivem com você, é importante não guardar mágoas. Se alguém falou algo que te fez mal, procure conversar com a pessoa e tentar resolver o problema. Guardar esse tipo de emoção só te trará angústia e prejudicará seu estado emocional e até físico.

Respeite as opiniões divergentes

Cada indivíduo tem as suas próprias experiências de vida, o que faz com que tenhamos uma visão de mundo bem diversificada. Logo, respeitar as opiniões alheias não significa, necessariamente, concordar com elas, mas entender que não podemos mudar o pensamento de todos que estão ao nosso redor.

Comece a ter empatia, se colocar no lugar do outro e tentar entender o porquê de ele ter uma visão diferente da sua. Ainda que isso não resolva, talvez essa seja uma forma de conseguir se colocar em uma posição diferente para conviver melhor com a pessoa.

Não leve tudo o que dizem em consideração

Como já dito acima, as convivências diferentes geram pontos de vista igualmente distintos. Isso significa que nem todos concordarão com seu modo de viver ou com suas decisões. Aprender a lidar com isso também é importante para conseguir fortalecer os relacionamentos com as pessoas que você gosta, sejam elas os seus amigos, a sua família, o seu marido ou, até mesmo, os seus companheiros de trabalho.

Organize a sua rotina

A rotina agitada é uma das causas mais frequentes do estresse, e pode te deixar irritada e fazer com que você desconte isso nas pessoas ao redor. Dessa forma, organizar a rotina pode ser um jeito de amenizar a sensação de cansaço mental e te ajudar a conviver melhor com todos.

Separe um tempo para estar com quem gosta

Todos os relacionamentos precisam ser cultivados para que se fortaleçam. Por essa razão, separe um tempo para estar com quem você gosta. No caso dos amigos, por mais que a agenda costume atrapalhar, tire alguns minutos para fazer algumas ligações ou mandar uma mensagem. Afinal, a tecnologia oferece diversas ferramentas, que podemos usar mesmo nos dias mais agitados.

Peça desculpas quando for necessário

Saber quando está errado nem sempre é fácil. Muitas vezes as pessoas até percebem que cometeram o engano, mas têm orgulho demais para admitir o fato. Se tal situação acontecer com você, deixe isso de lado e assuma a responsabilidade por seus atos e palavras.

Não há como cobrarmos do outro uma posição quando nós não a temos. Além disso, ninguém gosta de ser responsabilizado o tempo todo pelas ações do outro. Portanto, aceite as consequências e foque em encontrar a solução para o problema.

Saiba ouvir

É muito bom chegar de um dia exaustivo de trabalho e desabafar, até mesmo para liberar toda frustração que você está carregando o dia inteiro. No entanto, também é primordial saber ouvir as queixas dos que convivem à sua volta.

Pergunte a eles como foi o dia, se algo aconteceu de diferente na rotina de cada um. Isso é importante, principalmente, quando se trata dos seus filhos ou do seu companheiro, pois o diálogo é a chave para uma boa convivência familiar.

Confie

No mundo, há as pessoas boas e as que se aproveitam das outras, infelizmente. Com isso, muita gente acaba criando uma forma de proteção ao não confiar no próximo, o que gera uma barreira e impede que se tornem mais próximos.

Embora seja necessário sempre observar quem está ao seu redor, não deixe de se relacionar melhor com as pessoas apenas para se proteger. Quando você souber em quem confia, mostre isso à pessoa e também aos outros que os conhecem. Tudo isso faz com que o laço entre vocês seja fortalecido.

Conheça as pessoas e a si mesmo

Ao contrário do que algumas pessoas imaginam, o autoconhecimento é extremamente importante para a construção dos relacionamentos. Logo, ao descobrir quais são seus desejos, preferências, habilidades, afinidades e até quais são os seus pontos fracos, você consegue se tornar uma pessoa mais independente e também mais autossuficiente.

Isso significa que você não cobrará das pessoas que estão ao seu redor algumas atitudes, que teriam como objetivo apenas a própria validação e não são saudáveis dentro de um relacionamento.

Além de conhecer a si mesmo, buscar conhecer as pessoas com quem você se relaciona também é muito bom. Procure saber mais sobre elas. Questione-as sobre valores, vontades, família, e outros assuntos, que possam fazer com que você as entenda melhor.

Saiba como colocar em prática as dicas de relacionamento

Todas essas dicas não precisam ser colocadas em prática de uma vez só. Isso pode ser uma adaptação gradual, com mudanças diárias na forma como você vê a si mesmo e as pessoas ao seu redor. Ainda há a opção de fazer cursos que promovam o autoconhecimento e também aperfeiçoem suas habilidades de comunicação.

Alguns deles inclusive oferecem as ferramentas necessárias para que você inove em sua vida, o que pode ser necessário. Caso você esteja insatisfeita com sua vida profissional, por exemplo, a transição de carreira pode ser indicada e um suporte será essencial. Aliás, vale lembrar que talvez seja esse o problema que está afetando os seus relacionamentos.

O importante é sempre procurar uma melhoria interna e conseguir ser mais feliz, para socializar com as pessoas de forma saudável e satisfatória. No início pode até não ser fácil, mas aos poucos você perceberá como essas dicas de relacionamento podem melhorar e muito sua convivência com aqueles que estão ao seu redor.

Você gostou do texto? Quer receber outras dicas que podem ajudá-lo a mudar o seu estilo de vida? Siga-nos nas redes sociais: Facebook, Soundcloud e YouTube!

Por que vivemos a crise dos 30 anos?

Por que vivemos a crise dos 30 anos?

O tempo passa para todas as pessoas: nascemos, crescemos, somos educadas, vivemos em sociedade, fazemos escolhas, aprendemos, refazemos escolhas, crescemos mais um pouco… E assim segue a vida.

Depois de alguns ciclos aprendendo e recalculando a rota pessoal – ou apenas vivendo em piloto automático a partir das escolhas que somos levadas a fazer – a idade, que antes era só um detalhe, torna-se um fator importante que desencadeia fortes sintomas psicológicos. Passamos a temer o futuro, a duvidar se realmente temos todo o tempo do mundo e se estamos no caminho que nos leva para as “grandes conquistas” da vida adulta.

Se você está perto dos 30 anos (sejam os vinte e muitos ou os trinta e poucos) e começou a sentir algo parecido com isso, ou está como cachorro correndo atrás do próprio rabo, saiba que você está vivendo a crise dos 30.

Neste artigo, vamos falar um pouco sobre por que vivemos essa crise existencial e como passar por ela – quem sabe aproveitando um pouco melhor o momento para crescer e se alinhar com as vontades do próprio coração? É o que a gente deseja!

Aconteceu com você? Sinais da crise dos 30

Um dia (ou dias, meses, anos…) você acorda e percebe que:

As horas de sono não são suficientes e seu rosto denuncia isso.

  • Você não tem mais o mesmo ânimo para aceitar o convite de festas que passam da meia-noite;
  • Prefere o conforto à elegância, na maioria das vezes;
  • Acha melhor não mencionar a sua idade na presença de outras pessoas (mais novas, geralmente);
  • Sua opinião mudou sobre ideias, gostos, hábitos, atividades, o seu trabalho, e até a presença de algumas pessoas perdeu o sentido na sua vida;
  • Sente uma cobrança interna para ser mãe ou por encontrar alguém, ou casar, ou ganhar mais dinheiro, ter uma vida mais estável e bem-sucedida;
  • Algo está fora do lugar e não sabe bem o quê, e isso traz angústia e vazio.

Se você confirmou algum item da lista, é sinal de que você está passando pela temida crise dos 30. Esse período da vida apresenta características muito particulares, que podem ser compreendidas por uma abordagem sistêmica desenvolvida pela Antroposofia. Veja abaixo:

A teoria dos setênios explica a crise dos 30

Elaborada a partir da observação dos ciclos da natureza, a teoria dos setênios busca explicar como é o desenvolvimento do ser humano ao longo da vida. Acredita-se que nós também passamos por ciclos, com duração média de 7 anos (devido à evolução de cada indivíduo e às mudanças coletivas que passamos no último século, esse tempo varia). Em cada um dos setênios, ocorre o amadurecimento de um aspecto diferente, que será importante para o desenvolvimento do próximo ciclo.

De forma muito resumida, os 3 primeiros setênios (até os 21 anos) desenvolvem o corpo físico e a personalidade:

  • Na primeira infância (até os 7 anos), desenvolve-se a cabeça, a mente, e estimulam-se ao máximo os aspectos positivos da vida, os sentidos, para que se cultive a felicidade de estar aqui –  por isso são tão importantes as brincadeiras;
  • Dos 7 aos 14 anos, ocorre o desenvolvimento do coração, dos pulmões e das emoções, principalmente por meio dos vínculos que se criam com os pais e professores, que são as primeiras referências de autoridade (a autoridade amada, segundo Rudolf Steiner) e de relação com o mundo (ligação essa que determinará a forma como vemos o mundo na vida adulta); a atuação desses adultos também será decisiva na criação das primeiras regras e hábitos;
  • E dos 14 aos 21 anos, com o intenso desenvolvimento dos corpos físico, mental, emocional, as relações estabelecidas com a autoridade amada servirão de base para que o ser busque pela própria identidade e pela sua turma, e ele terá necessidade de negar e se opor às autoridades para perceber o que ele é e o que não é, a fim de se encontrar e de encontrar a liberdade para se relacionar diretamente com o mundo.

Os 3 setênios seguintes (dos 21 aos 42 anos) desenvolvem a alma de cada ser humano, e é nesse estágio que passamos a nos aprofundar nas questões afetivas, profissionais e existenciais. Esses são os ciclos de vida que mais nos interessam para entender a crise dos 30 (e dos 40 também).

Após quarto setênio (dos 21 aos 28 anos) – em que o corpo físico se desenvolve completamente e o amadurecimento se concentra nos níveis mental, emocional e espiritual, e o indivíduo passa a ter a vida nas próprias mãos, sem a intermediação de pessoas adultas, indo buscar o próprio lugar ao sol – os valores pessoais e aprendizados adquiridos durante a vida passam a fazer mais sentido, ou eles caem por terra e surge a sensação de algo como se não tivéssemos feito o que nosso coração pediu.

Essa sensação inaugura o ciclo dos 28 aos 35 anos e perdura até os 42 anos, mais ou menos. São os ciclos de crise existencial (ou crise dos 30) e de autenticidade (a.k.a. crise dos 40), em que os nossos gostos mudam e trazem uma busca por um sentido e um propósito maior. As estruturas até então firmes se abalam, e as perguntas “quem sou eu?” e “o que estou fazendo com a minha vida?” nunca foram tão presentes. Somos cobradas por estrutura, firmeza, estabilidade mental, material e espiritual, enquanto na verdade estamos em um processo de profunda reestruturação e reorganização interna.

Nesse período, podemos ter rompantes emocionais, como largar o emprego ou o casamento/relacionamento, mudar de profissão e de vida, fazer um ano sabático, mochilar, conhecer e/ou aprender coisas novas. Mas fazer uma mudança do nada nem sempre é produtivo, é preciso estar preparada e ter consciência dessa mudança.

Na crise de autenticidade, que ocorre depois da crise existencial mais profunda, a partir dos 35 anos, o desafio é encontrar valores espirituais, reconhecer a si mesma como um ser único. A busca pela essência em tudo se faz mais forte. É possível que, apesar de ter feito o que desejava, você ainda sinta descontentamento e se questione se há algo novo a se fazer.

Essa crise de autenticidade é diferente da crise dos 30 porque já sabemos lidar melhor com o nosso universo interno e é mais fácil aceitar as coisas como são, como foram e como podem vir a ser, sem a angústia e a frustração do ciclo anterior. Até chegar lá, seguimos lidando com o turbilhão emocional.

Como sobreviver à crise dos 30?

O autoconhecimento é o meio e o fim de tudo o que vivemos. Em momentos como a crise dos 30, a única saída é olhar para o seu mundo interno com o apoio de algumas ferramentas. Enquanto buscar fora de si, qualquer sofrimento pode se prolongar. Aqui abaixo vamos deixar algumas sugestões para desenvolver o seu próprio jeito de se conhecer.

Faça questionamentos

Mais do que procurar respostas definitivas, faça perguntas a si mesma. Questione-se. Quais são os seus sonhos – eles continuam os mesmos? O que você deseja sentir todos os dias daqui para frente? Quem você deseja ser no futuro? Com quem deseja estar e onde? Quais seus gostos? O que realmente importa para você?

Use e abuse de perguntas poderosas e exercícios para esboçar uma mudança de vida com tranquilidade.

Experimente coisas diferentes

Sabe tudo o que você estava louca para fazer mas não tinha coragem porque parecia não ter nada a ver com a sua vida ou simplesmente seria um “luxo”? Dentre todas essas coisas, escolha fazer a(s) que está(ão) ao seu alcance. Abra espaço para que algo novo e diferente entre na sua rotina e traga insights e criatividade para a sua vida, sobretudo para que você possa descobrir (ou redescobrir) suas habilidades.

Siga sua intuição

Ao entrar em contato com o espaço interno e com o seu coração a partir de momentos de reflexão e silenciamento, será mais fácil ouvir e seguir a sua intuição. Para isso, cultive um período do seu dia para algo que acalme sua mente – desde meditação até uma atividade criativa que exija atenção ao momento presente.

A crise dos 30 é uma oportunidade de crescimento

Apesar de ser uma fase que exige muito de nós, não é preciso derrubar nem queimar pontes, tampouco arrumar briga com a família e as pessoas ao redor por causa de todas as mudanças que ainda não sabemos onde nos levarão.

Em vez de se desesperar, veja essa fase como uma oportunidade de crescimento e renovação pessoal. Abrace a si mesma e a grande abertura para se conhecer ainda mais e criar uma base firme para a sua vida de agora em diante. Quer continuar seu processo de autoconhecimento? Então clique aqui e baixe um e-book em que eu falo só sobre isso e tem mais ferramentas para você aplicar.

Se você conhece alguém está na crise dos 30, compartilhe ela/ele esse artigo!

Como mudar de vida no ano novo

Como mudar de vida no ano novo

Final de ano é sempre um momento muito especial, a gente recebe um impulso de renovação, e eu quis aproveitar esse momento para fazer uma comemoração junto com você para o início de um novo ano e/ou um novo ciclo.

É tempo de começar a construir aquilo que a gente que viver, a colocar em ação os nossos sonhos, o que a gente precisa fazer, e gerar energia para manifestar um ano incrível. Para isso, quero deixar uma proposta de 21 dias de exercícios com reflexões e práticas elaborada para te ajudar com isso.

Esse artigo é para todas as pessoas que estão dispostas a entrar num movimento interno de renovação, olhando ao redor para abrir espaço dentro e fora de si mesmo para o novo, desapegando-se daquilo que não serve mais e do que não somos mais.

Essa série de 21 experiências é um projeto do Soul Club, que terá 3 etapas de 7 dias cada:

(1) Destralhe – Essa é uma etapa de detox, destralhe e desapego, em que começamos a abrir espaço para manifestar o melhor ano das nossas vidas, ou seja, para que você se permita uma transformação para o ano novo.

(2) Alinhamento – Se a gente realmente deseja viver um ano incrível, precisamos ter clareza do que desejamos viver. Nesse período, você verá o que está o que não está alinhado com o que deseja para si. Qual é a vida que você deseja viver e onde pode encontrar essas respostas? É preciso encontrar aquilo que traz o alinhamento interno e externo, daquilo que eu sou com aquilo que eu faço e o que expresso no mundo.

(3) Manifestação – Etapa de prática simples para começar a viver e construir agora o ano novo.

Antes de começar, é importante que você saiba que todo esse processo de transformação não pode acontecer sem que você coloque os exercícios em prática e tenha comprometimento com si mesmo. O objetivo dessa sequência de etapas é preparar você para viver um ciclo diferente, renovado, com mais energia, alinhamento, leveza, paz de espírito.

Eu acredito muito que essa avaliação consciente, planejada e estruturada vai te ajudar a criar uma nova realidade e colocar na sua vida aquelas mudanças que você está buscando há muito tempo e até hoje não conseguiu. Essa sequência também pode ser aplicada em momentos de fins e recomeços em qualquer área da sua vida, não se limitando apenas a um novo ano.

Cada experiência diária começa com uma frase que funciona como uma chave para novos caminhos de trabalho interno e autodesenvolvimento que abrirão novas possibilidades para a sua vida. Essas frases funcionam como lembretes desse processo.

Se preferir, ouça os 21 episódios aqui:

Etapa de Destralhe

Dia 1 para mudar de vida: “Eu CRIO a minha realidade”

Tudo aquilo que você está vivendo hoje é o resultado do que você tem pensado, falado e sentido. Passamos anos construindo a realidade que vivemos hoje.

Se você deseja mudar a realidade atual, precisa mudar suas atitudes nesse momento para que consiga manifestar essa realidade diferente no próximo ano. Tudo começa e termina na gente – e é aí que entra a autorresponsabilidade, que é o elemento mais básico e mais importante para que você crie o melhor ano/momento da sua vida.

Essa autorresponsabilidade é mantida por meio de seis leis:

  1. Não criticar o outro;
  2. Não reclamar das circunstâncias;
  3. Não buscar culpados;
  4. Não se fazer de vítima;
  5. Não justificar os seus erros;
  6. Não julgar as pessoas.

Pratique essas leis e perceba as mudanças.

 

Dia 2 para mudar de vida: “Eu escolho NUTRIR corpo e mente”

O que pensamos, sentimos e dizemos é resultado de como estamos nos nutrindo, de como nos cuidamos. Será que você realmente se nutre com aquilo que consome e permite que te influencie?

6 perguntas que você pode se fazer para saber como anda a nutrição do seu corpo e da sua alma:

  1. O que estou ingerindo, como estou me alimentando?
  2. Como eu estou me hidratando?
  3. Como estou nutrindo a minha mente? A que estou dando ouvidos: às oportunidades ou aos problemas?
  4. A que estou assistindo?
  5. O que estou lendo?
  6. Como estou trazendo alegria para a minha vida?

Lembrando que nutrição aqui vai além dos alimentos para o corpo; trata-se da maneira como você cuida de si mesma e de como se honra. Nesse dia, então, o convite é de deixar de lado tudo que não te nutre e nem traz alegria.

 

Dia 3 para mudar de vida: “Eu sei quando DIZER NÃO!”

Esse dia é especial para todos aqueles que sentem que não têm tempo suficiente e gostariam de fazer mais coisas apesar de não conseguirem colocá-las no dia a dia. Na verdade, o motivo pelo qual não conseguem é simples: essas pessoas já estão sobrecarregadas e suas rotinas não são mais sustentáveis.

Todos nós temos as mesma 24 horas, mas as pessoas que fazem mais não vivem sobrecarregadas… Elas sabem que sempre haverá tarefas e que a lista nunca termina. As pessoas sobrecarregadas, sem perceber, estão apegadas às tarefas e tentando zerar uma lista que nunca ficará zerada. Por isso, é preciso desapegar disso e abrir espaço na vida para coisas novas.

E como começar? Dizendo não! Não só para o outro, mas para si mesmo e para tudo o que não está te conduzindo na direção da vida que você deseja criar. Quais são esse nãos que você precisa se dar? Quais distrações (como TV, mídias sociais, aplicativos), procrastinações, hábitos negativos você está permitindo que roube o seu tempo?

Eu te desafio a desativar as notificações do seu celular e a excluir seus apps de mensagem, se estiver realmente disposta a conseguir mais tempo na sua rotina diária. Quer saber como está sua produtividade? Clique aqui e faça o teste gratuitamente!

 

Dia 4 para mudar de vida: “Eu ACEITO a PROSPERIDADE!”

A minha vida mudou completamente quando eu descobri que precisava olhar para a questão financeira, mesmo que eu não tenha nunca passado por alguma dificuldade nessa área. Nessa investigação, eu descobri que a prosperidade financeira não está diretamente relacionada com a economia de um país ou com as condições que você teve na infância.

O que realmente influencia a sua prosperidade é a forma como você pensa! Exatamente como foi dito no dia 1. Meu convite é que você se abra para uma nova maneira de pensar. Você se sente merecedor(a) de abundância e prosperidade? Você se dá o valor que realmente tem?

Procure se lembrar das coisas que você ouvia desde criança sobre o dinheiro – por exemplo: dinheiro não nasce em árvore. Lembre-se também do que você via – o que acontecia quando sua família falava sobre dinheiro? O que elas faziam para ganhar dinheiro? Será que isso te influencia hoje? A partir dessa investigação, é possível tomar consciência (e esse é apenas o primeiro passo) para começar a desbloquear e reprogramar essas crenças para criar uma realidade diferente.

A experiência inicial que sugiro é olhar sua bolsa e sua carteira: em que estado elas se encontram? A forma como você cuida delas (que é onde você deposita o seu dinheiro) demonstra como está lidando com seu dinheiro, se você está aceitando ou recusando a prosperidade financeira. Faça o destralhe delas – limpe, cuide, troque se for necessário, organize-as. Mostre para o Universo que você aceita a prosperidade disponível.

 

Dia 5 para mudar de vida: “Eu sou SUFICIENTE!”

Se você realmente deseja manifestar uma realidade incrível, algo importante a ser feito é parar de comparar os seus bastidores com o palco das pessoas ao seu redor e que te influenciam de alguma forma. Quando nos comparamos com quem nos inspira, simplesmente nos menosprezamos, mas desconhecemos o caminho que o outro chegar onde está.

Apesar disso, o fato é que nós já somos suficientes, apenas precisamos nos conhecer por inteiro através de processos de autoconhecimento. Minha sugestão é que você pare de se comparar e perceba que já suficiente – mesmo no passado, quando tomou alguma decisão de que você se arrependeu, você fez o melhor que podia com o que pensava e sentia. Por isso, acolha-se e sinta que você é tudo o que precisa e pode ser agora, nem superior e nem inferior a ninguém.

A experiência desse dia é que você deixe de seguir as pessoas que te façam se sentir mal, que te levem a achar que sua vida está ruim.

 

Dia 6 para mudar de vida: “Eu sou MERECEDOR(A)!”

As pessoas em geral têm se acostumado a se contentar com o “mais ou menos” em tudo na vida por medo de não terem nada ou de perderem o que têm. Muitas vezes, elas se sentem mal por ser “errado” ter mais do que o mais ou menos ou por não conseguirem sair dessa faixa. Por trás disso está o merecimento, e a sua sensação em relação à vida que você criou para si mesma.

Será que não vale mais a pena ter menos coisas mas que você ama e que façam sentir a vida do que possuir um monte de coisas que você não ama e te faça se conformar com uma condição de sobrevivente? Você vai ficar entre os que se contentam com o mais ou menos? Comece hoje a se sentir merecedor(a) e a viver melhor, independentemente da condição financeira que você possui nesse momento.

Comece a se questionar sobre tudo o que não está te fazendo se sentir no máximo do seu entusiasmo. Por exemplo, se você sente que merece um trabalho melhor, o que você pode fazer efetivamente para mudar isso? Será que você está apegada(o) ao trabalho por medo de não encontrar outro que você realmente ame?

A experiência que sugiro é que você destralhe a sua casa, seus cômodos, suas gavetas das coisas que você não usa e não servem mais, mas que você mantém por medo. Esse exercício de abrir espaço físico vai te ajudar a abrir espaço com coisas não físicas, como emoções, pensamentos, hábitos… Afinal, não conseguiremos receber nada novo se estivermos ocupando espaço com coisas antigas sem utilidade.

 

Dia 7 para mudar de vida: “Eu escolho ser CORAJOSA(O)!”

Criamos uma realidade a partir do que acreditamos ser real, ou seja, a partir das nossas crenças. No entanto, uma crença, um pensamento é apenas uma perspectiva.

Esse é um assunto que precisa de aprofundamento, mas vou tocá-lo de forma suave e trazer essa possibilidade: enquanto você não mudar sua forma de pensar, a sua realidade não mudará num passe de mágica. É preciso que você se comprometa e tenha coragem de iniciar essa mudança.

Comece a observar com distanciamento (ou seja, sem se culpar ou se identificar) todos os seus pensamentos negativos recorrentes que ficam rodando o tempo todo, tais como “é difícil”, “vai dar errado”… A cada pensamento negativo que você perceber, diga mentalmente “cancela”. Você vai notar rapidamente que algo muda depois.

Etapa de Alinhamento

Dia 8 para mudar de vida: “Encontro-me no SILÊNCIO”

Silenciar ajuda a gente a voltar a atenção para o agora. Enquanto o corpo físico está sempre no agora, a mente fica numa viagem entre passado e futuro, criando mágoas e ansiedade. Silenciar a mente nos traz de volta ao momento presente, ao nosso corpo e às nossas sensações e sentimentos.

Como praticar isso? Silenciar não é parar de pensar, mas sim observar os pensamentos, focar a atenção na respiração para se conectar com o corpo e sair da mente. No silêncio, nos alinhamos internamente e geramos muito mais clareza do que realmente precisa ser feito.

Então a experiência para este dia é viver minutos de silêncio para abrir espaço de contemplação e de vazio. Pode ser um, dois, dez minutos, o tempo que for confortável para você, durante quantas vezes desejar ao longo do dia.

 

Dia 9 para mudar de vida: “Eu escolho a VERDADE”

Qual seria essa verdade? Qual seria a sua verdade? Seria a verdade da minha mente, do meu coração? Seria uma verdade socialmente aceita? Muitas vezes, buscamos viver de acordo com essa última. Temos que escolher a profissão, a carreira, o relacionamento, a vida socialmente tolerável.

O quanto você está alinhada com o que é socialmente aceito? O quanto você acredita em tudo isso hoje, nisso que você está manifestando? Essas escolhas foram feitas em algum momento antes do momento presente, e era o que você teve condição de fazer. Muitas vezes ignoramos a nossa verdade para nos sentirmos socialmente aceitas.

Procure olhar para tudo o que você está aceitando e criando na sua vida, para as áreas em que você não está se sentindo feliz, em que não se sente verdadeiramente realizada e não está vivendo a sua verdade. Reflita por que continua escolhendo isso para a sua vida, observe o que está escolhendo que não faz mais sentido para você. Com esse exercício inicial, procure encontrar o que é verdadeiro para você, o que faz sentido, o que seu coração deseja realizar.

A experiência de hoje é que você escreva a continuação das afirmações abaixo, bem rápidamente, sem parar para pensar entre as respostas:

  • A verdade sobre a minha mãe é…
  • A verdade sobre o meu pai é…
  • A verdade sobre a minha carreira é…
  • A verdade sobre as minhas finanças é…
  • A verdade sobre o meu relacionamento é…
  • A verdade sobre a minha desorganização/bagunça é…
  • A verdade sobre como eu tenho estruturado o meu tempo é…
  • A verdade sobre aquilo que tem sido difícil é…
  • A verdade é que eu sou dependente de…
  • A verdade é que eu não estou disposta a…
  • A verdade sobre eu ter medo de ser bem-sucedida é…
  • A verdade é que eu não posso ter ou não me permito ter tudo o que eu desejo porque…
  • A verdade que eu não quero admitir é…

Com todas essas verdades escritas na sua frente, você pode escolher o que vai fazer daqui para frente neste novo ano/ciclo da sua vida. Dentro do Soul Club, você consegue se aprofundar nesse exercício. Também há um artigo no blog muito interessante que pode te ajudar a fazer novas escolhas para sair da zona de conforto e mudar de vida.

 

Dia 10 para mudar de vida: “Eu resgato os meus sonhos”

Quantas vezes deixamos nossos sonhos em segundo, terceiro, quarto plano para atender necessidades de sobrevivência, aceitação, pertencimento? Como seria sua vida se você os resgatasse hoje?

Abandonamos os nossos sonhos por não acreditar neles… E duas razões principais nos levam a fazer isso: as crenças de que falta tempo e dinheiro para realizá-los. Quando eu percebi que não fazia mesmo aquilo que eu gostava e que aquilo não era o que mais importava na minha vida, as coisas mudaram, e eu criei coragem para realizar o meu sonho.

Como você pode fazer isso? A partir da experiência de hoje, que se baseia em duas perguntas de coaching poderosas que vão te ajudar a ter muito mais clareza. Escreva a resposta de cada uma delas:

  1. Se fosse tivesse todo o dinheiro possível agora, o que você faria da sua vida?
  2. Você foi ao médico e descobriu que tem uma doença terminal, e tem apenas 6 meses de vida. O que você faria com o tempo que te resta?

Além de viajar o mundo, o que você realmente faria? (risos!) Aqui não tem resposta certa e errada. Tudo começa com uma resposta sincera que só pode surgir do seu coração. Que, nessa experiência, você possa relembrar e resgatar seus sonhos.

 

Dia 11 para mudar de vida: “Eu sei por onde começar”

Pode ser que você desconfie, mas a verdade é que você sabe (sim!) por onde começar!

As mudanças não acontecem de uma hora para outra, tampouco acontecem todas de uma vez só. Você já deve ter olhado para suas verdades e sonhos, e pensou assim: “Nossa, minha vida precisa de muito trabalho… Está tudo uma bagunça e eu preciso arrumar um monte de coisa!”. Que desespero, né? Mas você não precisa mudar tudo de uma vez, e sim aos poucos.

Por isso, um passo fundamental é saber por onde começar as mudanças para que seja mais fácil mudar as outras áreas da nossa vida indiretamente e como resultado dessa mudança maior. Para te ajudar, eu trago uma ferramenta muito usada no coaching que vai te ajudar a perceber onde sua vida precisa de atenção hoje. Clique aqui e baixe agora! 

Nessa experiência, você dará notas para cada área da sua vida e poderá visualizar onde você não se sente nada satisfeita e que ações você pode colocar em prática para começar a mudar.

 

Dia 12 para mudar de vida: “Eu me permito TER mais”

Voltamos a falar de dinheiro neste dia. Eu quero usar o verbo “ter” aqui porque muita gente não o considera importante, dando valor apenas para o “ser”. Eu acredito que podemos também expressar o ser naquilo que temos.

Ambas são partes importantes da nossa vida. Se eu tenho mais, posso contribuir mais com o mundo dessa forma. É na abundância, e não na escassez do ser, do fazer e do ter, que a gente coloca o nosso melhor no mundo e que a gente pode viver em plenitude.

Se, para você, ainda é incômodo pensar dessa maneira, olhe para dentro de si mesma para identificar as crenças que você tem e te limitam no assunto dinheiro. Comece se perguntando por que é errado ter. Reforce o que você experienciou antes lá no dia 4. Outra forma de se aprofundar na investigação e começar a transformar as crenças e memórias é com o TethaHealing.

Dinheiro é um assunto profundo porque não se trata só de falar dele, mas também de merecimento, confiança, fluxo e uma série de padrões emocionais que precisamos olhar. A experiência de hoje é criar o seu termostato financeiro, seguindo o passo a passo abaixo:

  1. Coloque no papel o quanto você ganha/faz hoje e permita-se sentir no seu corpo como é ganhar essa quantia.
  2. Duplique esse número e sinta como ficam as suas emoções ao olhar para essa nova quantia
  3. Agora triplique o último valor e faça o mesmo exercício.

As emoções vão te dizer qual valor é confortável e qual não é – que é o que te dá medo, ansiedade, entre outras emoções negativas.

Dia 13 para mudar de vida: “Eu por inteiro”

Hoje quero deixar uma dica muito simples que te trará leveza para se olhar por inteiro:

Pegue um post-it ou um pedaço de papel colorido que você possa guardar na sua carteira ou colar na porta da sua geladeira e escreva 3 coisas que você quer ser, 3 coisas que você quer fazer e 3 coisas que você quer ter no novo ano/ciclo.

Com esse exercício. você já pode ter uma boa ideia de como começar a mudar a sua vida e por onde avançar. Esses papéis podem te ajudar a relembrar seu compromisso consigo.

 

Dia 14 para mudar de vida: “Eu Soul”

Nesse dia de fechamento da etapa de alinhamento, quero te convidar a olhar para dentro, para o seu ser e para a sua alma.

Para que a gente possa se alinhar, é preciso ser por inteiro, e isso vai além do ser, fazer e ter da dimensão material. Falando de forma muito pontual, a gente é apenas poeira de estrelas diante da grandeza de todo o Universo existente, e ao mesmo tempo, apesar de pequenos, somos parte dessa Criação maravilhosa.

Portanto, meu convite hoje é que você se conecte da forma que você mais gosta à sua alma, à espiritualidade, ao plano maior, ou o nome que você costuma dar o que não tem forma tudo o que tem vida e energia para perceber que você é parte do Todo, não só da boca para fora, mas lá dentro do seu coração.

Etapa de Manifestação

Dia 15 para mudar de vida: “Eu DANÇO com a vida”

Manifestação é a parte mais divertida para mim. Ela consiste em trazer para o plano físico material, tirar do plano das ideias tudo o que pensamos e sentimos a fim de criar a nossa realidade. Ou seja, o seu estado emocional cria as suas experiências de vida a partir de escolhas que reforçam essas emoções.

Para mudar uma vida de merda para uma vida de alegria e realização, é preciso mudar o estado emocional, e isso requer prática. Precisamos ter clareza das emoções que queremos escolher para gerar essa nova vida e esse ciclo novo com tudo o que temos direito. No Soul Club, eu fiz uma aula especial ao vivo sobre como podemos lidar com o medo, que é um estado emocional que nos domina durante boa parte do tempo.

Então, a experiência do dia é que você dance com uma música que te empolga e sinta tudo o que você puder com ela, dance com as suas emoções, eleve o seu astral. Perceba o que você gostaria de sentir mais e o que não gostaria de dar espaço daqui para frente. Manifeste e pratique o estado emocional que deseja criar no seu novo ano.

 

Dia 16 para mudar de vida: “Eu ACEITO a vida”

Quando queremos manifestar, realizar algo, temos o desejo de fazer conforme planejamos e acertar; e com isso, vem junto o impulso de controlar. Mas planejar e controlar são duas coisas diferentes.Você pode planejar uma viagem incrível, mas na hora as coisas não saem do mesmo jeito.

O controle é uma ilusão e uma tentativa de prever o que vai acontecer e se antecipar, mas o único controle que temos é sobre as nossas escolhas. Ou seja: a maneira para você criar um futuro mais previsível é fazer hoje escolhas conscientes que te conduzam para a direção do futuro que você deseja. Não adianta brigar com as coisas que você não pode controlar, que estão fora de você.

Então, a experiência de hoje é que você aceite os desvios do percurso planejado e a vida como se apresenta; não brigue com ela! Olha que desafio… Não brigar não é se conformar, mas contornar, se adaptar, conciliar. Experimente na sua vida e veja o que colhe de resultado.

 

Dia 17 para mudar de vida: “Eu me coloco em AÇÃO”

Não adianta ter sonhos e planejar se você não se colocar em ação. Há 9 coisas que te impedem de agir ou continuar agindo:

  1. Não ter objetivos;
  2. Ser inflexível;
  3. Fazer muitas mudanças (pular de galho em galho);
  4. Ser imediatista;
  5. Não saber priorizar (fazer muitas coisas de uma vez só);
  6. Assumir muitos riscos;
  7. Não pedir ajuda;
  8. Desistir facilmente;
  9. Culpar os outros.

A experiência que sugiro hoje é que você olhe para essa lista de erros, reconheça o que está mais forte na sua realidade e procure mudá-lo; deixe de agir assim.

 

Dia 18 para mudar de vida: “Eu me permito RECEBER ajuda”

Durante a minha transição de carreira, eu me sentia deslocada das pessoas com quem trabalhava, porque enquanto elas pensavam no próximo concurso público que iriam prestar, eu queria falar sobre negócios, empreendedorismo e inovação. Não havia nada de errado com eles. Na verdade, eu precisava de ajuda, precisava encontrar a minha galera. Provavelmente, você está passando por uma situação parecida agora.

Como buscar essas pessoas? Fazendo cursos, indo a lugares que se fale sobre os assuntos que você tem interesse, conectando-se com pessoas que estão vivendo o mesmo momento que você. No livro O Poder do Hábito, Charles Duhigg fala da importância do grupo para nos impulsionar na mudança de um comportamento – no nosso caso, o grupo é fundamental para nos ajudar a mudar de vida.

Sendo assim, a experiência para esse dia é escolher uma meta que deseja alcançar e encontrar grupos afins para criar uma rede de apoio – pode ser presencial, online… No Soul Club, a intenção é essa também, te proporcionar um ambiente de conexão com outras pessoas e apoio mútuo no alcance das metas pessoais. Ao entrar em contato com as pessoas, você pode ter uma perspectiva diferente da sua vida e ampliar sua consciência.

Outra forma muito poderosa de receber ajuda é se conectar a guias e mentores que te ajudem a perceber o que você ainda não sabe sobre algo que pode fazer toda a diferença no seu momento atual. Geralmente, esses mentores são pessoas que já viveram mesma situação que você e encontraram uma forma de superá-la, que de alguma forma estão alguns passos à frente no caminho.

 

Dia 19 para mudar de vida:  “Eu sou GRATA!”

Cada vez mais vemos por aí a informação de que é importante ser grato pelas coisas que temos na vida. E você vai entender o motivo.

Muitas vezes, olhamos para as situações que nos tiram a paz, que nos colocam para baixo, e só conseguimos ver os pontos negativos delas. Dessa forma, criamos uma relação cada vez mais pesada com isso, e o nosso estado emocional tende a piorar, o que, por sua vez, atrai cada mais daquilo que não gostamos e nem desejamos para a nossa vida.

Por outro lado, quando fazemos um esforço consciente de olhar para a melhor parte dessa situação que nos chateia, e conseguimos encontrar motivos para agradecer, a nossa relação com ela se transforma, assim como elevamos o nosso estado emocional. Deixamos de focar no problema para olhar para as possibilidades de solução. Sendo assim, ao ser grata, você diz para o seu cérebro que quer focar na solução.

Hoje a experiência será praticar a gratidão na sua vida a fim de que você comece a perceber os caminhos e possibilidades que você pode dar para mudar sua realidade, saindo do estado de escassez e de falta para ampliar sua visão para as escolhas e para a abundância.

Dia 20 para mudar de vida: “Eu vivo minha MELHOR VERSÃO!”

Muita gente acha que encontrar o propósito é encontrar o trabalho que ama. Na verdade, viver e encontrar o seu propósito é viver e expressar a sua melhor versão, é viver aquilo que você ama não só no seu trabalho, mas também sendo você (e sendo feliz cumprindo todos os seus papéis sociais) em todas as áreas da sua vida. Isso é muito mais do que criar um negócio.

Viver com propósito é viver de acordo com o que você acredita, fazendo aquilo que você tem facilidade e satisfação (pois é aí onde moram os seus talentos), é viver por inteiro, apropriando-se de tudo o que te compõe como ser em evolução.

Para manifestar essa melhor versão, é preciso ampliar a consciência de que você é muito mais do que o seu trabalho ou que é as pequenas funções/identidades sociais que exerce no dia a dia; há que se conhecer e, com isso, limpar, abrir mão, deixar de lado aquilo que te impede de ser quem é, liberar e ressignificar crenças limitantes, sabotadores, elementos que estão encobrindo e ofuscando o seu brilho interior.

É importante que você reflita sobre como pode expressar a sua melhor versão em cada área da sua vida, colocando seus talentos em movimento. Como você pode espalhar o seu brilho no mundo? Como, a partir de hoje, você pode ser mais a pessoa que você sempre quis ser e não a pessoa que querem que você seja?

Dia 21 para mudar de vida: Feliz Vida Nova!!!

Muita gente pensa que encerrar um ciclo e um ano é simplesmente colocar aquela música batida para tocar, pular as ondinhas, comer as uvas e pronto: tudo vai se realizar! Só que não! Se funcionasse, já teríamos revolucionado a vida há muito mais tempo.

Acontece que, se queremos mudar a nossa realidade, temos de mudá-la agora. Se quero mudar o meu futuro, preciso fazer isso mudando o meu momento presente. Por isso, eu vim batendo nessa tecla durante as experiências de cada um desses 21 dias propostos.

É preciso começar agora essa transformação: começar agora a limpar e se desapegar do que não serve mais, a colocar no papel (e tirar do papel) os sonhos, a fazer essa faxina interna, essa reforma íntima sem derrubar o prédio de uma vez, mas reformando parte por parte a fim de ser uma nova pessoa, a melhor versão daquela que você sempre quis ser.

Não há como ter resultados diferentes no futuro se no agora não fizermos nada diferente. A ação é fundamental para essa etapa de manifestação. Depois de passar pelas etapas de destralhe e alinhamento, com muita limpeza e exercícios práticos e escritos, de contato com pensamentos e emoções, viemos para a mão na massa e o se jogar no mundo. Mas se nesse caminho não tiver mudado nada, bem… Você já sabe o que acontece.

Minha última partilha sobre manifestação é que o que mais nos atrapalha nessa parte é se preocupar com como os nossos desejos e sonhos se materializarão. Quando ficamos presas, surtando com a ideia de “como fazer?”, impedimos que a própria vida nos mostre o caminho. Na verdade, nos fechamos para os sinais que aparecem e que poderíamos aproveitar como oportunidade de fazer as coisas acontecerem. Por isso, o que vale mais é focar no “o que desejamos manifestar” do que no “como vamos manifestar”.

O que você realmente deseja manifestar no ano novo? Sua experiência hoje é escrever uma carta agradecendo tudo o que aconteceu na sua vida no próximo ano. O papel aceita tudo o que você imaginar e sonhar, então deixe o seu crítico de lado na hora de realizar esse exercício.

Sim, você entendeu certo: você vai escrever uma carta hoje agradecendo por tudo o que ainda vai acontecer com você no ano que ainda vai começar, só que você escreverá tudo no passado. Quando entra em estado de gratidão, você está mostrando para o seu corpo, sua alma, todo o seu ser, que tudo isso já aconteceu na sua vida.

Após escrever essa carta, dobre-a e guarde-a na sua carteira para ser lida no ano novo do próximo ano. Nesse exercício, você estará se planejando e agradecendo, além de mostrar para o seu corpo qual estado emocional você deseja cultivar daqui para frente. É uma forma muito poderosa de exercitar a manifestação. Muitas pessoas já me deram feedbacks positivos desse exercício, do quanto se permitiram e conseguiram mudar.

Espero que você tenha gostado desse guia completo de 21 dias de experiências práticas de autotransformação. Conta para mim aqui embaixo o que você achou e baixe o e-book por este link para que você continue buscando realizar os seus sonhos.

Que você possa ter um novo ano e um novo ciclo incrível! Feliz Vida Nova!

Empoderamento das mulheres: qual sua importância e como tem ajudado o gênero feminino

Empoderamento das mulheres: qual sua importância e como tem ajudado o gênero feminino

Quando falamos em direitos e segurança da mulher, ainda há muito a ser conquistado. Entretanto, o empoderamento das mulheres vem promovendo uma importantíssima e progressiva mudança de mentalidade na sociedade de modo geral. Graças a ele, comportamentos abusivos não são mais considerados como práticas normais.

Além de não ser normal é inaceitável. Essa condição se reflete no âmbito profissional, em que os conhecimentos das mulheres são postos em xeque o tempo todo. Um exemplo clássico é que quando um homem é promovido, dificilmente alguém questiona a possibilidade de ele ter ido para a cama com alguma pessoa para conseguir o cargo. Não é preciso dizer os tipos de comentários que uma mulher, na mesma situação, é obrigada a ouvir.

O empoderamento feminino visa combater esse tipo de desigualdade e se baseia em 7 princípios estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2010.
 

E quais são os princípios de empoderamento das mulheres?

Eles consistem basicamente na conquista da igualdade e acesso às mesmas oportunidades que os homens já têm. São eles:

  1. estabelecer liderança corporativa, no mais alto nível, com sensibilidade à igualdade de gênero;
  2. tratar todas as pessoas, independentemente do gênero, de maneira justa no ambiente de trabalho, com respeito e apoio aos direitos humanos e à não discriminação;
  3. garantir saúde, bem-estar e segurança a todas as mulheres e homens que fazem parte de uma organização profissional;
  4. promover a educação, o desenvolvimento profissional e a capacitação a todas as mulheres;
  5. apoiar o empreendedorismo feminino e promover políticas que deem poder às mulheres por meio de cadeias de suprimento e marketing;
  6. promover a igualdade de gênero por meio de ações direcionadas à comunidade e ao ativismo social;
  7. medir e documentar os progressos de qualquer empresa na promoção da igualdade de gênero.
     

Mas por que é tão importante promover esse empoderamento?

Uma vez conscientizada do seu real valor e reconhecida no ambiente de trabalho por suas competências, que não estão relacionadas ao gênero, a mulher ganha, não só um cargo e um salário maior, mas também uma boa dose de amor próprio — e uma mulher com essa consciência dificilmente vai cair em alguma cilada ou se calar diante de qualquer injustiça.

Para que entenda melhor a importância do empoderamento das mulheres, vamos relembrar como tudo começou: em 8 de março de 1911, um incêndio em Nova York matou mais de 100 mulheres, dando origem ao Dia Internacional da Mulher. Anos mais tarde, em 1946, foi conquistado o direito ao voto.

Desde essa primeira batalha, a sociedade vem avançando, mas há muito pelo que lutar ainda. Muito mais do que buscar avanços, é necessário manter-se em constante alerta para evitar retrocessos.
 

E quais as reais vantagens do empoderamento das mulheres, então?

Os frutos colhidos não são úteis somente às mulheres, mas à sociedade como um todo. Veja abaixo 5 deles:
 

1. Variedade de opiniões

A presença da mulher no mercado de trabalho trouxe uma visão das questões corporativas por um ângulo diferente. Homens e mulheres se complementam no trabalho, não há razões pelas quais eles devam temer os avanços delas. É justamente dessa junção de opiniões que surgem as melhores soluções e resultados. Todos saem ganhando.
 

2. Aproveitamento e retenção de talentos

Deixar de contratar um profissional somente pela questão de gênero pode fazer com que a empresa perca a oportunidade de incorporar um grande talento a sua equipe. Existem homens e mulheres talentosos e é isso que deve ser levado em conta na hora de contratar. Além disso, quando a mulher é valorizada no trabalho, ela tende a permanecer na empresa e contribuir ainda mais com seus conhecimentos e força de trabalho.
 

3. Igualdade nas lideranças

Esse processo engloba a desconstrução de certos conceitos que já vêm incrustados em nossa mente há muito tempo. Hoje em dia, manifestações machistas ainda acontecem, mas com uma frequência menor do que antes, e a luta é para que elas se tornem a cada dia mais raras até serem erradicadas de vez.

Combater o machismo e o preconceito ajuda a construir uma sociedade mais justa e igualitária. Isso porque o empoderamento feminino não busca tornar as mulheres superiores aos homens, mas colocar a todos em um patamar de igualdade.

É graças a esse empoderamento que as mulheres estão ganhando espaço também na política e em cargos de chefia e liderança. Mais uma vez, os benefícios são para todos, já que tanto homens quanto mulheres podem se beneficiar da qualidade dessas representantes.
 

4. Empreendimentos inovadores

O empoderamento das mulheres favorece a iniciativa feminina de empreender. Quantas amigas você tem que já estão se arriscando nesta jornada? E, por terem um olhar algumas vezes mais sensível, a tendência é que lancem produtos e serviços inovadores; sem contar que entendem exatamente as necessidades e anseios de um público-alvo feminino. Esses novos empreendimentos geram uma movimentação no mercado e na economia como um todo. É a união de forças que ajuda a fazer a diferença.
 

5. Consciência crítica

Graças aos avanços já conquistados, temos hoje mulheres que já crescem com a consciência de seu próprio valor e do importante papel que desempenham na sociedade. Elas entendem que não devem aceitar relacionamentos abusivos ou ofensas relacionadas ao gênero. Também participam ativamente de assuntos relacionados ao mercado de trabalho e à política.

O empoderamento fez com que conquistassem o direito de ter uma opinião e de lutar pelo que acreditam, além elevar a sua autoestima. Uma mulher que acredita em si mesma transforma o seu lar, o seu ambiente de trabalho e a sociedade como um todo.

Hoje, mais do que nunca, não somos mais obrigadas a casar e ter filhos. Se quisermos deixar o ambiente corporativo para nos dedicar inteiramente aos filhos também, não há problemas. Uma das maiores conquistas é a do direito de escolha.

E você? Concorda que o empoderamento das mulheres é o responsável por muitos avanços relacionados a respeito e igualdade de gênero? Entende que se trata de uma luta que ainda tem muito pela frente? Leia também este nosso artigo sobre empreendedorismo feminino e fique por dentro do tema.

Tudo que você precisa saber sobre empreendedorismo feminino

Tudo que você precisa saber sobre empreendedorismo feminino

Estamos vivendo um momento especial: a figura da mulher está passando de elemento secundário para papel de protagonista. Embora ainda sofra com as heranças de um sistema patriarcalista, ou seja, centrado na figura masculina, a mulher conseguiu aumentar seu espaço dentro da sociedade.

Ela abandonou o estigma de que tinha que ser dona de casa e passou a assumir postos no mercado de trabalho — até mesmo em cargos importantes dentro de empresas — e a contestar a submissão nas estruturas hierárquicas. O tempo e as lutas promovidas ao longo dele foram essenciais nessa transformação.

É fato que a presença da mulher no mercado de trabalho aumentou. Porém, ainda estamos diante de uma série de desigualdades no que se refere aos diferentes gêneros. Em muitas famílias, a mulher acumula tanto as funções domésticas quanto as trabalhistas e as maternas, ficando sobrecarregada.

Em comparação com os homens, as mulheres ainda ocupam menos cargos de nível superior nas empresas, apesar de elas formarem uma maioria apta e capacitada para permanecer no mercado de trabalho. O salário da mulher ainda é proporcionalmente menor em relação ao dos homens na sociedade atual. Temos muito o que mudar, não é verdade? A boa notícia é que sim, a sociedade está se transformando.

Dentro desse cenário de mudança, nós nos deparamos com um grupo cada vez maior de mulheres que decidem empreender. Vale lembrar que a mulher é, naturalmente, empreendedora. Diante das situações de crise, as mulheres usam sua mente criativa para conseguir as melhores soluções para o sustento da família. E isso não vem de hoje.

Neste post, você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre o empreendedorismo feminino, do panorama aos desafios. Continue a leitura e saiba mais sobre como as mulheres estão transformando o mercado com suas ideias e iniciativas.

Qual é o atual panorama do empreendedorismo feminino?

O empreendedorismo feminino ganha cada vez mais espaço em nossa sociedade. Ele cresce a passos largos no Brasil e, apesar de estarem em número menor em relação aos homens, as mulheres já mostram que não existe aquele papo sobre sexo frágil.

Depois de conquistarem sua independência, avançarem cada vez mais no mercado de trabalho, subirem degraus na carreira política e assumirem novos postos dentro das relações familiares, as mulheres passaram a desbravar uma área que, num passado não muito distante, ainda era dominada basicamente por homens: o empreendedorismo.

De acordo com o Censo de 2013, as mulheres já são maioria dentro da população brasileira. Mais presentes no mercado de trabalho, são elas também que abrem mais negócios em nosso país.

O que leva as mulheres a empreender?

Mulheres e homens compartilham de muitas motivações quando o assunto é o empreendedorismo. Podemos dizer que são “muitas”, mas não são todas. Pesquisas (como o Perfil da Empreendedora brasileira e o Fontes de Esperança Econômica: Mulheres Empreendedoras) e apontam que as mulheres são levadas a empreenderem por motivações diferentes das dos homens. As satisfações pessoal e profissional lideram, em disparado, entre esses motivos.

Quando decidem empreender, as mulheres apontam outras razões, como o desejo de trazer algo novo para o mercado e para o mundo em que vivemos, impactando positivamente nossa sociedade. Se avaliarmos esse tipo de desejo, notamos que ele tem ligação com a maternidade, ou seja, trazer algo de novo à vida.

Em outros casos, é a busca por um sentido no trabalho que motiva o empreendedorismo. Como nessa história:

Independentemente da motivação que faz com que as mulheres empreendam, a presença delas nessa área fez com que a área de negócios se deparassem com uma nova realidade. Elas influenciam tendências e incentivam outras mulheres a seguirem seus passos rumo ao sucesso e à satisfação. Dentro do empreendedorismo feminino existe um ciclo virtuoso, no qual tudo é alimentado automaticamente — inclusive o incentivo.

Quais os desafios do empreendedorismo feminino?

Mesmo diante de uma realidade cada vez mais justa e de um futuro promissor, as mulheres ainda enfrentam diversos desafios. Vamos listar os principais obstáculos do empreendedorismo feminino logo abaixo:

A conciliação entre carreira, família e maternidade

O instinto protetor sempre esteve presente nas características femininas, desde os primórdios da humanidade. O senso de responsabilidade, na mulher, é mais latente e faz com que, em muitos casos, ela fique sobrecarregada. Basta olhar para as estruturas familiares cujos parceiros colaboram nos cuidados domésticos. Na maioria das vezes, notamos uma carga maior no que tange a responsabilidade feminina.

Ao observarmos nossa cultura, também conseguimos notar que ela incentiva esse comportamento. Isso significa que, além de ter uma carreira e cuidar da família e dos filhos, a mulher tem que encontrar espaço em sua rotina para conseguir empreender. E ela alcança isso na maioria das vezes!

Ao se tornar responsável pela gestão do próprio negócio, no qual ela terá que lidar também com colaboradores, a mulher ainda eleva mais seu senso de responsabilidade. Diante dessa realidade, é necessário aprender a estabelecer prioridades e administrar essa jornada que há tempos deixou de ser dupla e passou a ser tripla. Isso é fundamental para que a autocrítica por não conseguir fazer tudo como gostaria não transforme o sonho em empreender num pesadelo.

Gestão da autoimagem

De modo geral, as mulheres ainda sofrem e são influenciadas com o excesso de opiniões vindas de fora. Ações e escolhas passam por extensos crivos em que todos querem opinar. Saiba que essas opiniões influenciam na maneira como você lida com tudo, principalmente pelo fato de você não trabalhar o autoconhecimento. Você sabe até onde é capaz de chegar?

Quando você investe em autoconhecimento, a gestão da autoimagem é impactada de maneira positiva. Ao ter domínio sobre a sua, você aprende a se posicionar tanto no mercado de trabalho quanto nos relacionamentos pessoais.

A gestão da autoimagem permite que você não caia em armadilhas limitadoras, que reforçam o estereótipo de que você não pode, não consegue e não é capaz. Uma autoimagem distorcida faz com que você seja insegura, dando espaço para as experiências negativas vividas no passado ou no presente.

Essas experiências negativas podem gerar um aprendizado muito rico para seu futuro profissional, pois elas mostram como o sucesso depende diretamente do nosso esforço e dedicação. A gestão da autoimagem proporciona liberdade, principalmente no que tange ao perfil que o mercado exige de você. É o momento de ser livre, de viver sua essência.

O sentimento de culpa

Voltamos a falar de proteção. Quantas vezes você já se sentiu culpada por ter que ir trabalhar e deixar seus filhos com alguém? O instinto protetor pode tornar você controladora, como forma de tentar se blindar de dores e problemas causados pelo sentimento de culpa. O problema é que não conseguimos controlar fatores externos, principalmente as pessoas. Será que vale a pena investir uma carga emocional, como a culpa ou a frustração de tentar controlar tudo, em ações que dão pouco ou nenhum retorno?

Por não conseguir controlar tudo que está à sua volta, você retoma o sentimento de culpa. Notou o ciclo vicioso? A culpa, quando é assumida, visa amenizar uma falta de controle relacionada a algo que deu errado. Isso até parece ser uma solução eficaz para evitar frustrações, porém, ao longo do tempo, isso se mostra extremamente prejudicial para sua saúde mental, pois consome suas energias. É necessário aprender a identificar e administrar o sentimento da culpa.

Quando a culpa domina sua mente, você se vê diante de uma série de situações que a levarão a desistir de empreender. Isso não pode acontecer!

Falta de apoio dos familiares

Ao decidir empreender, a mulher se depara com outro desafio: a falta de apoio dos familiares. Muitas famílias não enxergam com bons olhos a mulher que decide abrir seu próprio negócio ou assumir uma posição de destaque dentro de uma organização. Isso, não apenas em nosso país, mas assim como em outros mais, se deve ao fato de que o “lugar de mulher” não é a frente de organizações e postos de comando.

Quando a falta de apoio dos familiares se soma à baixa autoestima, a mulher se vê diante de um cenário de completo desestímulo. Em vez de juntar forças e ir à luta, a mulher que não conta com o apoio dos demais membros de sua família pode acabar aceitando suas frustrações e se enxergando como alguém que não é capaz de alcançar determinados objetivos.

Lidar com um meio, ainda, predominantemente masculino

Apesar de uma maior participação no mundo empresarial, as mulheres ainda se deparam com um ambiente predominantemente masculino. Além da presença massiva deles, muitas mulheres não se sentem confortáveis com a maneira como os homens se comportam na presença delas. Cantadas, assédios e preconceitos são praticados constantemente. Isso faz com que elas adotem uma postura de timidez em reuniões, congressos, seminários e workshops.

Os homens, no ambiente corporativo, tendem a ser mais competitivos. Já as mulheres, no mesmo ambiente, tendem a ser mais colaborativas. Essa diferença é vista, na maioria das vezes, como forma de segregar grupos e distanciar os gêneros. Poucos profissionais e empresas enxergam nessa diferença uma maneira de tornar o desenvolvimento de uma ideia melhor.

A discriminação de gênero

A cultura latino-americana é pragmática: o “lugar das mulheres” é em casa, cuidando dos filhos e cozinhando. Engana-se quem acha que essa é uma visão deturpada ou irreal. Mesmo em nosso país, onde recentemente tivemos uma mulher como presidente da república, essa visão continua em vigor.

Faça um teste. Lembre-se de quando foi a última vez que você sofreu com discriminação apenas pelo fato de ser uma mulher. A discriminação de gênero faz parte da realidade brasileira, e o empreendedorismo feminino busca vencer as barreiras que separam as mulheres das possibilidades de empreender.

Apesar de enfrentar desafios na hora de empreender, as mulheres reúnem forças para superar os obstáculos e realizar seus sonhos. De fato, as mulheres empreendedoras assumem papéis de liderança nas organizações e colocam em prática suas principais habilidades. Vamos saber mais sobre cada uma delas?

Quais as principais habilidades da liderança feminina?

Por mais que a desigualdade entre gêneros permaneça no mercado de trabalho, nós estamos vivendo um período no qual a mulher ocupa com mais frequência cargos de liderança. Elas adotam um estilo de comando e gestão com características bem marcantes, importantes para que as organizações alcancem os resultados desejados.

Noções como a delegação de responsabilidades, a comunicação eficiente, a partilha de informações e de recursos, assim como a participação de todos na definição de objetivos, passaram a ser mais valorizadas dentro das empresas.

Saiba quais são as principais habilidades da liderança feminina:

Democracia

As mulheres, quando são líderes, tendem a ser mais democráticas do que os homens. As gestões das equipes e dos processos acontecem de maneira mais colaborativa, os colaboradores são ouvidos com mais frequência e cada observação é vista como uma oportunidade para encontrar uma melhoria. Os procedimentos se tornam mais flexíveis e cada profissional tem mais espaço para ter autonomia.

Flexibilidade

A liderança feminina apresenta como característica a flexibilidade em suas ações. Isso permite que a liderança seja voltada para aspectos como a negociação, a gestão de conflitos e a resolução de problemas com base em empatia e racionalidade.

Descentralização

Se cada colaborador tem seus próprios potenciais e capacidades, por que manter uma gestão centralizada em apenas uma figura? A liderança feminina enxerga mais facilmente o potencial de cada indivíduo. Isso faz com que as responsabilidades sejam divididas com mais frequência, o que melhora a capacidade de comunicação e aumenta o consenso entre todos. A visão unilateral deixa de existir.

Gestão de pessoas

Por valorizarem mais as relações, as mulheres em posição de liderança tendem a focar na gestão de pessoas. O clima organizacional é cultivado com o intuito de tornar o ambiente mais colaborativo e com atenção em cada indivíduo, fazendo com que suas qualidades sejam valorizadas e permitindo que exista motivação para que todos busquem alcançar as metas e objetivos propostos pela organização.

Transformação

Outra característica da liderança feminina é a capacidade de gerar confiança e estimular a equipe de trabalho. As expectativas e as necessidades de cada indivíduo são geridas com base em um sistema de valorização no qual existem aspectos como:

  • a confiança;
  • o otimismo;
  • a identificação do colaborador com os valores da empresa;
  • a criatividade;
  • e o pensamento inovador.

Quando uma mulher decide empreender e se tornar líder de uma equipe, ela promove a equidade de gêneros nas atividades sociais e na economia, promovendo o fortalecimento dos negócios e impulsionando o sistema como um todo — do desenvolvimento da companhia a qualidade de vida dos colaboradores que para ela trabalham. Isso é possível por meio do empoderamento.

Quais são os princípios do empoderamento feminino?

Você já ouviu falar sobre o empoderamento feminino? Sabe do que se trata? A Organização das Nações Unidas (ONU) e o Pacto Social, cientes do papel que cada empresa tem no fortalecimento da economia global e no desenvolvimento humano, criou um conjunto de considerações que facilitam a compreensão da comunidade empresarial acerca do papel das mulheres na sociedade e como a presença delas no mundo corporativo permite que exista uma equidade de gêneros.

Essas considerações, juntas, formam os Princípios de Empoderamento das Mulheres. São 7 princípios, e falaremos um pouco mais sobre cada um logo abaixo. Confira!

A liderança promove a igualdade de gênero

A alta liderança de cada companhia deve promover a igualdade de gênero, permitindo que aconteçam mudanças estruturais dentro da corporação. Quando essa promoção se transforma em prioridade estratégica, ela precisa ser desdobrada em metas e objetivos de toda a empresa, além de estar vinculada aos indicadores que refletem a gestão.

O ambiente que promove a igualdade de gênero é um compromisso a longo prazo. As estruturas institucionais e culturais devem ser criadas para que os colaboradores compartilhem isso como um valor comum a todos, permitindo que a promoção seja feita em todos os níveis da empresa.

Igualdade de oportunidades, inclusão e não discriminação

O ambiente que promove a não-discriminação e permite que homens e mulheres tenham oportunidades iguais de desenvolvimento profissional é o primeiro passo para que toda e qualquer organização compreenda que existem desafios que precisam de medidas específicas. A meritocracia, sozinha, não é capaz de permitir a criação desse ambiente.

A meritocracia valoriza o que é realizado e entregue, não a maneira como isso foi feito. Diante do julgamento humano, que tem dificuldades de separar as duas coisas, as organizações precisam levar em consideração outros fatores na hora de promover a igualdade de oportunidades e a inclusão de todos. Um desses fatores é a necessidade de grupos específicos.

Saúde, segurança e fim da violência

Apesar de sermos humanos, somos diferentes, pois as nossas necessidades específicas nos tornam distintos. Quando o assunto gira em torno da saúde ou da segurança de cada indivíduo, é fato que o gênero implica na necessidade de uma diferenciação. Por esse motivo, as companhias precisam reconhecer que existem discrepâncias entre os gêneros e colocar isso no escopo de seus planos de saúde, nas condições de trabalho e nas estruturas das equipes.

Medidas que visam o bem-estar de todos com base em suas necessidades permitem que a saúde física e mental de todos os colaboradores seja preservada, assim como a segurança. Vale ressaltar que o reconhecimento de diferenças entre os gêneros não deve reforçar o campo em torno de estereótipos, como aquele do “lugar da mulher”.

Educação e formação

Um dos recursos estratégicos que promovem a remoção de obstáculos à igualdade de gênero dentro de cada organização, além de ajudar seus membros a superarem desafios pessoais e profissionais, se dá por meio da educação. Políticas de desenvolvimento que são elaboradas considerando as necessidades de homens e mulheres devem ser garantidas, como treinamentos e cursos de capacitação.

Desenvolvimento empresarial e práticas da cadeia de fornecedores e de marketing

As relações entre as empresas e seus fornecedores, assim como suas campanhas de marketing, ajudam a reforçar a promoção da igualdade de gênero. Dentro do relacionamento com os fornecedores, uma empresa pode incentivar a outra, ajudando a disseminar boas ideias e práticas internas de igualdade. Nas ações de marketing, paradigmas de gênero podem ser derrubados e novos valores criados.

Liderança comunitária e envolvimento

A influência de uma organização pode ser utilizada com o objetivo de reforçar o empoderamento feminino como forma de estimular o avanço social e econômico de nossa sociedade. Usando como exemplo as próprias práticas, a empresa alia seu prestígio e visibilidade com o intuito de mobilizar diferentes esferas: governos, sociedades, organizações sem fins lucrativos e até outras companhias.

Transparência, medição e relatórios

A melhora constante do cenário de igualdade de gênero se dá quando metas quantitativas e qualitativas são estabelecidas, monitoradas e revisadas com frequência pré-determinada. Todo progresso ou retrocesso registrado deve ser publicado em relatórios ou indicadores, criados especificamente para isso ou já existentes.

Será que o empreendedorismo feminino é o futuro?

Diante de um crescimento contínuo da participação feminina em postos de liderança no mundo corporativo e dentro do empreendedorismo, chegamos à seguinte pergunta: mulheres que empreendem são o futuro?

Enquanto os homens focam nos resultados financeiros, as mulheres buscam realização pessoal e profissional. O lado financeiro não é deixado de lado, porém, elas fazem com que suas empresas consigam entregar valores aos seus clientes. Tudo vai além de bons produtos ou serviços, pois elas encontram um significado em seu negócio.

É fato também que as mulheres investem mais em capacitação profissional. Elas já dominam universidades, cursos de graduação e de pós-graduação, MBA e treinamentos. Esse investimento em capacitação torna as mulheres mais preparadas para serem empreendedoras.

Ao mesmo tempo, as mulheres conseguem gerir pessoas com mais habilidade. As pessoas compõem as organizações, portanto, a satisfação delas com os seus respectivos trabalhos reflete diretamente nos resultados de cada organização.

Por fim, as mulheres estão se unindo. Termos como empoderamento, feminismo e sororidade ganham cada vez mais espaço entre elas. A união entre todas promove mais conquistas e uma abertura cada vez maior no mercado de trabalho, com o objetivo de promover a igualdade de gêneros.

Diante desses fatos, constatamos que o empreendedorismo feminino é o futuro. Chegou o momento em que as mulheres vão conquistar mais espaço no mercado empreendedor e disponibilizar ao público produtos e serviços com um significado que vai além da qualidade.

O que levar de lição?

Que tal viver um dia de cada vez? É natural do ser humano encurtar distâncias. Quem vive intensamente o presente consegue amenizar o impacto que cada desafio do empreendedorismo coloca diante de seu caminho.

Os equívocos ao longo de seu trajeto devem ser encarados como aprendizados. Errar é humano e permite que você consiga se aproximar das pessoas e fazer com que seus desejos se tornem realidade, impactando não apenas sua vida, mas a de todos que estão a sua volta.

Apesar de se ver diante de incontáveis responsabilidades e papéis que a sociedade insiste em lhe imputar, você não precisa abrir mão de nada. Tudo vai dar certo, principalmente quando você passa a se conhecer melhor e consegue encontrar o equilíbrio entre as diferentes áreas de sua vida.

E você? Como enxerga o mercado para empreender? Tem o desejo de ter o seu próprio negócio? Deixe seu comentário em nosso post!