10 dicas para melhorar o seu relacionamento com as pessoas no trabalho

10 dicas para melhorar o seu relacionamento com as pessoas no trabalho

Viver momentos de desgaste e estresse no trabalho acabam afetando, tanto o nosso desempenho profissional, como a maneira como nos relacionamos com a família, parceiros e amigos. São tantos os compromissos ao longo do dia consiga mesma, com os filhos, os estudos e as tarefas domésticas, que algumas vezes essas relações acabam prejudicadas. Se por um lado, não conseguirmos administrar tudo de uma só vez, por outro, descontamos em pessoas queridas a frustração vivida em uma carreira por vezes sem propósito. Pensando nisso, no texto de hoje daremos algumas dicas práticas de relacionamento para você aplicar nas diferentes áreas da sua vida!

Converse a respeito dos problemas

Para manter relações saudáveis com as pessoas que convivem com você, é importante não guardar mágoas. Se alguém falou algo que te fez mal, procure conversar com a pessoa e tentar resolver o problema. Guardar esse tipo de emoção só te trará angústia e prejudicará seu estado emocional e até físico.

Respeite as opiniões divergentes

Cada indivíduo tem as suas próprias experiências de vida, o que faz com que tenhamos uma visão de mundo bem diversificada. Logo, respeitar as opiniões alheias não significa, necessariamente, concordar com elas, mas entender que não podemos mudar o pensamento de todos que estão ao nosso redor.

Comece a ter empatia, se colocar no lugar do outro e tentar entender o porquê de ele ter uma visão diferente da sua. Ainda que isso não resolva, talvez essa seja uma forma de conseguir se colocar em uma posição diferente para conviver melhor com a pessoa.

Não leve tudo o que dizem em consideração

Como já dito acima, as convivências diferentes geram pontos de vista igualmente distintos. Isso significa que nem todos concordarão com seu modo de viver ou com suas decisões. Aprender a lidar com isso também é importante para conseguir fortalecer os relacionamentos com as pessoas que você gosta, sejam elas os seus amigos, a sua família, o seu marido ou, até mesmo, os seus companheiros de trabalho.

Organize a sua rotina

A rotina agitada é uma das causas mais frequentes do estresse, e pode te deixar irritada e fazer com que você desconte isso nas pessoas ao redor. Dessa forma, organizar a rotina pode ser um jeito de amenizar a sensação de cansaço mental e te ajudar a conviver melhor com todos.

Separe um tempo para estar com quem gosta

Todos os relacionamentos precisam ser cultivados para que se fortaleçam. Por essa razão, separe um tempo para estar com quem você gosta. No caso dos amigos, por mais que a agenda costume atrapalhar, tire alguns minutos para fazer algumas ligações ou mandar uma mensagem. Afinal, a tecnologia oferece diversas ferramentas, que podemos usar mesmo nos dias mais agitados.

Peça desculpas quando for necessário

Saber quando está errado nem sempre é fácil. Muitas vezes as pessoas até percebem que cometeram o engano, mas têm orgulho demais para admitir o fato. Se tal situação acontecer com você, deixe isso de lado e assuma a responsabilidade por seus atos e palavras.

Não há como cobrarmos do outro uma posição quando nós não a temos. Além disso, ninguém gosta de ser responsabilizado o tempo todo pelas ações do outro. Portanto, aceite as consequências e foque em encontrar a solução para o problema.

Saiba ouvir

É muito bom chegar de um dia exaustivo de trabalho e desabafar, até mesmo para liberar toda frustração que você está carregando o dia inteiro. No entanto, também é primordial saber ouvir as queixas dos que convivem à sua volta.

Pergunte a eles como foi o dia, se algo aconteceu de diferente na rotina de cada um. Isso é importante, principalmente, quando se trata dos seus filhos ou do seu companheiro, pois o diálogo é a chave para uma boa convivência familiar.

Confie

No mundo, há as pessoas boas e as que se aproveitam das outras, infelizmente. Com isso, muita gente acaba criando uma forma de proteção ao não confiar no próximo, o que gera uma barreira e impede que se tornem mais próximos.

Embora seja necessário sempre observar quem está ao seu redor, não deixe de se relacionar melhor com as pessoas apenas para se proteger. Quando você souber em quem confia, mostre isso à pessoa e também aos outros que os conhecem. Tudo isso faz com que o laço entre vocês seja fortalecido.

Conheça as pessoas e a si mesmo

Ao contrário do que algumas pessoas imaginam, o autoconhecimento é extremamente importante para a construção dos relacionamentos. Logo, ao descobrir quais são seus desejos, preferências, habilidades, afinidades e até quais são os seus pontos fracos, você consegue se tornar uma pessoa mais independente e também mais autossuficiente.

Isso significa que você não cobrará das pessoas que estão ao seu redor algumas atitudes, que teriam como objetivo apenas a própria validação e não são saudáveis dentro de um relacionamento.

Além de conhecer a si mesmo, buscar conhecer as pessoas com quem você se relaciona também é muito bom. Procure saber mais sobre elas. Questione-as sobre valores, vontades, família, e outros assuntos, que possam fazer com que você as entenda melhor.

Saiba como colocar em prática as dicas de relacionamento

Todas essas dicas não precisam ser colocadas em prática de uma vez só. Isso pode ser uma adaptação gradual, com mudanças diárias na forma como você vê a si mesmo e as pessoas ao seu redor. Ainda há a opção de fazer cursos que promovam o autoconhecimento e também aperfeiçoem suas habilidades de comunicação.

Alguns deles inclusive oferecem as ferramentas necessárias para que você inove em sua vida, o que pode ser necessário. Caso você esteja insatisfeita com sua vida profissional, por exemplo, a transição de carreira pode ser indicada e um suporte será essencial. Aliás, vale lembrar que talvez seja esse o problema que está afetando os seus relacionamentos.

O importante é sempre procurar uma melhoria interna e conseguir ser mais feliz, para socializar com as pessoas de forma saudável e satisfatória. No início pode até não ser fácil, mas aos poucos você perceberá como essas dicas de relacionamento podem melhorar e muito sua convivência com aqueles que estão ao seu redor.

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Tudo que você precisa saber sobre empreendedorismo feminino

Tudo que você precisa saber sobre empreendedorismo feminino

Estamos vivendo um momento especial: a figura da mulher está passando de elemento secundário para papel de protagonista. Embora ainda sofra com as heranças de um sistema patriarcalista, ou seja, centrado na figura masculina, a mulher conseguiu aumentar seu espaço dentro da sociedade.

Ela abandonou o estigma de que tinha que ser dona de casa e passou a assumir postos no mercado de trabalho — até mesmo em cargos importantes dentro de empresas — e a contestar a submissão nas estruturas hierárquicas. O tempo e as lutas promovidas ao longo dele foram essenciais nessa transformação.

É fato que a presença da mulher no mercado de trabalho aumentou. Porém, ainda estamos diante de uma série de desigualdades no que se refere aos diferentes gêneros. Em muitas famílias, a mulher acumula tanto as funções domésticas quanto as trabalhistas e as maternas, ficando sobrecarregada.

Em comparação com os homens, as mulheres ainda ocupam menos cargos de nível superior nas empresas, apesar de elas formarem uma maioria apta e capacitada para permanecer no mercado de trabalho. O salário da mulher ainda é proporcionalmente menor em relação ao dos homens na sociedade atual. Temos muito o que mudar, não é verdade? A boa notícia é que sim, a sociedade está se transformando.

Dentro desse cenário de mudança, nós nos deparamos com um grupo cada vez maior de mulheres que decidem empreender. Vale lembrar que a mulher é, naturalmente, empreendedora. Diante das situações de crise, as mulheres usam sua mente criativa para conseguir as melhores soluções para o sustento da família. E isso não vem de hoje.

Neste post, você vai encontrar tudo o que precisa saber sobre o empreendedorismo feminino, do panorama aos desafios. Continue a leitura e saiba mais sobre como as mulheres estão transformando o mercado com suas ideias e iniciativas.

Qual é o atual panorama do empreendedorismo feminino?

O empreendedorismo feminino ganha cada vez mais espaço em nossa sociedade. Ele cresce a passos largos no Brasil e, apesar de estarem em número menor em relação aos homens, as mulheres já mostram que não existe aquele papo sobre sexo frágil.

Depois de conquistarem sua independência, avançarem cada vez mais no mercado de trabalho, subirem degraus na carreira política e assumirem novos postos dentro das relações familiares, as mulheres passaram a desbravar uma área que, num passado não muito distante, ainda era dominada basicamente por homens: o empreendedorismo.

De acordo com o Censo de 2013, as mulheres já são maioria dentro da população brasileira. Mais presentes no mercado de trabalho, são elas também que abrem mais negócios em nosso país.

O que leva as mulheres a empreender?

Mulheres e homens compartilham de muitas motivações quando o assunto é o empreendedorismo. Podemos dizer que são “muitas”, mas não são todas. Pesquisas (como o Perfil da Empreendedora brasileira e o Fontes de Esperança Econômica: Mulheres Empreendedoras) e apontam que as mulheres são levadas a empreenderem por motivações diferentes das dos homens. As satisfações pessoal e profissional lideram, em disparado, entre esses motivos.

Quando decidem empreender, as mulheres apontam outras razões, como o desejo de trazer algo novo para o mercado e para o mundo em que vivemos, impactando positivamente nossa sociedade. Se avaliarmos esse tipo de desejo, notamos que ele tem ligação com a maternidade, ou seja, trazer algo de novo à vida.

Em outros casos, é a busca por um sentido no trabalho que motiva o empreendedorismo. Como nessa história:

Independentemente da motivação que faz com que as mulheres empreendam, a presença delas nessa área fez com que a área de negócios se deparassem com uma nova realidade. Elas influenciam tendências e incentivam outras mulheres a seguirem seus passos rumo ao sucesso e à satisfação. Dentro do empreendedorismo feminino existe um ciclo virtuoso, no qual tudo é alimentado automaticamente — inclusive o incentivo.

Quais os desafios do empreendedorismo feminino?

Mesmo diante de uma realidade cada vez mais justa e de um futuro promissor, as mulheres ainda enfrentam diversos desafios. Vamos listar os principais obstáculos do empreendedorismo feminino logo abaixo:

A conciliação entre carreira, família e maternidade

O instinto protetor sempre esteve presente nas características femininas, desde os primórdios da humanidade. O senso de responsabilidade, na mulher, é mais latente e faz com que, em muitos casos, ela fique sobrecarregada. Basta olhar para as estruturas familiares cujos parceiros colaboram nos cuidados domésticos. Na maioria das vezes, notamos uma carga maior no que tange a responsabilidade feminina.

Ao observarmos nossa cultura, também conseguimos notar que ela incentiva esse comportamento. Isso significa que, além de ter uma carreira e cuidar da família e dos filhos, a mulher tem que encontrar espaço em sua rotina para conseguir empreender. E ela alcança isso na maioria das vezes!

Ao se tornar responsável pela gestão do próprio negócio, no qual ela terá que lidar também com colaboradores, a mulher ainda eleva mais seu senso de responsabilidade. Diante dessa realidade, é necessário aprender a estabelecer prioridades e administrar essa jornada que há tempos deixou de ser dupla e passou a ser tripla. Isso é fundamental para que a autocrítica por não conseguir fazer tudo como gostaria não transforme o sonho em empreender num pesadelo.

Gestão da autoimagem

De modo geral, as mulheres ainda sofrem e são influenciadas com o excesso de opiniões vindas de fora. Ações e escolhas passam por extensos crivos em que todos querem opinar. Saiba que essas opiniões influenciam na maneira como você lida com tudo, principalmente pelo fato de você não trabalhar o autoconhecimento. Você sabe até onde é capaz de chegar?

Quando você investe em autoconhecimento, a gestão da autoimagem é impactada de maneira positiva. Ao ter domínio sobre a sua, você aprende a se posicionar tanto no mercado de trabalho quanto nos relacionamentos pessoais.

A gestão da autoimagem permite que você não caia em armadilhas limitadoras, que reforçam o estereótipo de que você não pode, não consegue e não é capaz. Uma autoimagem distorcida faz com que você seja insegura, dando espaço para as experiências negativas vividas no passado ou no presente.

Essas experiências negativas podem gerar um aprendizado muito rico para seu futuro profissional, pois elas mostram como o sucesso depende diretamente do nosso esforço e dedicação. A gestão da autoimagem proporciona liberdade, principalmente no que tange ao perfil que o mercado exige de você. É o momento de ser livre, de viver sua essência.

O sentimento de culpa

Voltamos a falar de proteção. Quantas vezes você já se sentiu culpada por ter que ir trabalhar e deixar seus filhos com alguém? O instinto protetor pode tornar você controladora, como forma de tentar se blindar de dores e problemas causados pelo sentimento de culpa. O problema é que não conseguimos controlar fatores externos, principalmente as pessoas. Será que vale a pena investir uma carga emocional, como a culpa ou a frustração de tentar controlar tudo, em ações que dão pouco ou nenhum retorno?

Por não conseguir controlar tudo que está à sua volta, você retoma o sentimento de culpa. Notou o ciclo vicioso? A culpa, quando é assumida, visa amenizar uma falta de controle relacionada a algo que deu errado. Isso até parece ser uma solução eficaz para evitar frustrações, porém, ao longo do tempo, isso se mostra extremamente prejudicial para sua saúde mental, pois consome suas energias. É necessário aprender a identificar e administrar o sentimento da culpa.

Quando a culpa domina sua mente, você se vê diante de uma série de situações que a levarão a desistir de empreender. Isso não pode acontecer!

Falta de apoio dos familiares

Ao decidir empreender, a mulher se depara com outro desafio: a falta de apoio dos familiares. Muitas famílias não enxergam com bons olhos a mulher que decide abrir seu próprio negócio ou assumir uma posição de destaque dentro de uma organização. Isso, não apenas em nosso país, mas assim como em outros mais, se deve ao fato de que o “lugar de mulher” não é a frente de organizações e postos de comando.

Quando a falta de apoio dos familiares se soma à baixa autoestima, a mulher se vê diante de um cenário de completo desestímulo. Em vez de juntar forças e ir à luta, a mulher que não conta com o apoio dos demais membros de sua família pode acabar aceitando suas frustrações e se enxergando como alguém que não é capaz de alcançar determinados objetivos.

Lidar com um meio, ainda, predominantemente masculino

Apesar de uma maior participação no mundo empresarial, as mulheres ainda se deparam com um ambiente predominantemente masculino. Além da presença massiva deles, muitas mulheres não se sentem confortáveis com a maneira como os homens se comportam na presença delas. Cantadas, assédios e preconceitos são praticados constantemente. Isso faz com que elas adotem uma postura de timidez em reuniões, congressos, seminários e workshops.

Os homens, no ambiente corporativo, tendem a ser mais competitivos. Já as mulheres, no mesmo ambiente, tendem a ser mais colaborativas. Essa diferença é vista, na maioria das vezes, como forma de segregar grupos e distanciar os gêneros. Poucos profissionais e empresas enxergam nessa diferença uma maneira de tornar o desenvolvimento de uma ideia melhor.

A discriminação de gênero

A cultura latino-americana é pragmática: o “lugar das mulheres” é em casa, cuidando dos filhos e cozinhando. Engana-se quem acha que essa é uma visão deturpada ou irreal. Mesmo em nosso país, onde recentemente tivemos uma mulher como presidente da república, essa visão continua em vigor.

Faça um teste. Lembre-se de quando foi a última vez que você sofreu com discriminação apenas pelo fato de ser uma mulher. A discriminação de gênero faz parte da realidade brasileira, e o empreendedorismo feminino busca vencer as barreiras que separam as mulheres das possibilidades de empreender.

Apesar de enfrentar desafios na hora de empreender, as mulheres reúnem forças para superar os obstáculos e realizar seus sonhos. De fato, as mulheres empreendedoras assumem papéis de liderança nas organizações e colocam em prática suas principais habilidades. Vamos saber mais sobre cada uma delas?

Quais as principais habilidades da liderança feminina?

Por mais que a desigualdade entre gêneros permaneça no mercado de trabalho, nós estamos vivendo um período no qual a mulher ocupa com mais frequência cargos de liderança. Elas adotam um estilo de comando e gestão com características bem marcantes, importantes para que as organizações alcancem os resultados desejados.

Noções como a delegação de responsabilidades, a comunicação eficiente, a partilha de informações e de recursos, assim como a participação de todos na definição de objetivos, passaram a ser mais valorizadas dentro das empresas.

Saiba quais são as principais habilidades da liderança feminina:

Democracia

As mulheres, quando são líderes, tendem a ser mais democráticas do que os homens. As gestões das equipes e dos processos acontecem de maneira mais colaborativa, os colaboradores são ouvidos com mais frequência e cada observação é vista como uma oportunidade para encontrar uma melhoria. Os procedimentos se tornam mais flexíveis e cada profissional tem mais espaço para ter autonomia.

Flexibilidade

A liderança feminina apresenta como característica a flexibilidade em suas ações. Isso permite que a liderança seja voltada para aspectos como a negociação, a gestão de conflitos e a resolução de problemas com base em empatia e racionalidade.

Descentralização

Se cada colaborador tem seus próprios potenciais e capacidades, por que manter uma gestão centralizada em apenas uma figura? A liderança feminina enxerga mais facilmente o potencial de cada indivíduo. Isso faz com que as responsabilidades sejam divididas com mais frequência, o que melhora a capacidade de comunicação e aumenta o consenso entre todos. A visão unilateral deixa de existir.

Gestão de pessoas

Por valorizarem mais as relações, as mulheres em posição de liderança tendem a focar na gestão de pessoas. O clima organizacional é cultivado com o intuito de tornar o ambiente mais colaborativo e com atenção em cada indivíduo, fazendo com que suas qualidades sejam valorizadas e permitindo que exista motivação para que todos busquem alcançar as metas e objetivos propostos pela organização.

Transformação

Outra característica da liderança feminina é a capacidade de gerar confiança e estimular a equipe de trabalho. As expectativas e as necessidades de cada indivíduo são geridas com base em um sistema de valorização no qual existem aspectos como:

  • a confiança;
  • o otimismo;
  • a identificação do colaborador com os valores da empresa;
  • a criatividade;
  • e o pensamento inovador.

Quando uma mulher decide empreender e se tornar líder de uma equipe, ela promove a equidade de gêneros nas atividades sociais e na economia, promovendo o fortalecimento dos negócios e impulsionando o sistema como um todo — do desenvolvimento da companhia a qualidade de vida dos colaboradores que para ela trabalham. Isso é possível por meio do empoderamento.

Quais são os princípios do empoderamento feminino?

Você já ouviu falar sobre o empoderamento feminino? Sabe do que se trata? A Organização das Nações Unidas (ONU) e o Pacto Social, cientes do papel que cada empresa tem no fortalecimento da economia global e no desenvolvimento humano, criou um conjunto de considerações que facilitam a compreensão da comunidade empresarial acerca do papel das mulheres na sociedade e como a presença delas no mundo corporativo permite que exista uma equidade de gêneros.

Essas considerações, juntas, formam os Princípios de Empoderamento das Mulheres. São 7 princípios, e falaremos um pouco mais sobre cada um logo abaixo. Confira!

A liderança promove a igualdade de gênero

A alta liderança de cada companhia deve promover a igualdade de gênero, permitindo que aconteçam mudanças estruturais dentro da corporação. Quando essa promoção se transforma em prioridade estratégica, ela precisa ser desdobrada em metas e objetivos de toda a empresa, além de estar vinculada aos indicadores que refletem a gestão.

O ambiente que promove a igualdade de gênero é um compromisso a longo prazo. As estruturas institucionais e culturais devem ser criadas para que os colaboradores compartilhem isso como um valor comum a todos, permitindo que a promoção seja feita em todos os níveis da empresa.

Igualdade de oportunidades, inclusão e não discriminação

O ambiente que promove a não-discriminação e permite que homens e mulheres tenham oportunidades iguais de desenvolvimento profissional é o primeiro passo para que toda e qualquer organização compreenda que existem desafios que precisam de medidas específicas. A meritocracia, sozinha, não é capaz de permitir a criação desse ambiente.

A meritocracia valoriza o que é realizado e entregue, não a maneira como isso foi feito. Diante do julgamento humano, que tem dificuldades de separar as duas coisas, as organizações precisam levar em consideração outros fatores na hora de promover a igualdade de oportunidades e a inclusão de todos. Um desses fatores é a necessidade de grupos específicos.

Saúde, segurança e fim da violência

Apesar de sermos humanos, somos diferentes, pois as nossas necessidades específicas nos tornam distintos. Quando o assunto gira em torno da saúde ou da segurança de cada indivíduo, é fato que o gênero implica na necessidade de uma diferenciação. Por esse motivo, as companhias precisam reconhecer que existem discrepâncias entre os gêneros e colocar isso no escopo de seus planos de saúde, nas condições de trabalho e nas estruturas das equipes.

Medidas que visam o bem-estar de todos com base em suas necessidades permitem que a saúde física e mental de todos os colaboradores seja preservada, assim como a segurança. Vale ressaltar que o reconhecimento de diferenças entre os gêneros não deve reforçar o campo em torno de estereótipos, como aquele do “lugar da mulher”.

Educação e formação

Um dos recursos estratégicos que promovem a remoção de obstáculos à igualdade de gênero dentro de cada organização, além de ajudar seus membros a superarem desafios pessoais e profissionais, se dá por meio da educação. Políticas de desenvolvimento que são elaboradas considerando as necessidades de homens e mulheres devem ser garantidas, como treinamentos e cursos de capacitação.

Desenvolvimento empresarial e práticas da cadeia de fornecedores e de marketing

As relações entre as empresas e seus fornecedores, assim como suas campanhas de marketing, ajudam a reforçar a promoção da igualdade de gênero. Dentro do relacionamento com os fornecedores, uma empresa pode incentivar a outra, ajudando a disseminar boas ideias e práticas internas de igualdade. Nas ações de marketing, paradigmas de gênero podem ser derrubados e novos valores criados.

Liderança comunitária e envolvimento

A influência de uma organização pode ser utilizada com o objetivo de reforçar o empoderamento feminino como forma de estimular o avanço social e econômico de nossa sociedade. Usando como exemplo as próprias práticas, a empresa alia seu prestígio e visibilidade com o intuito de mobilizar diferentes esferas: governos, sociedades, organizações sem fins lucrativos e até outras companhias.

Transparência, medição e relatórios

A melhora constante do cenário de igualdade de gênero se dá quando metas quantitativas e qualitativas são estabelecidas, monitoradas e revisadas com frequência pré-determinada. Todo progresso ou retrocesso registrado deve ser publicado em relatórios ou indicadores, criados especificamente para isso ou já existentes.

Será que o empreendedorismo feminino é o futuro?

Diante de um crescimento contínuo da participação feminina em postos de liderança no mundo corporativo e dentro do empreendedorismo, chegamos à seguinte pergunta: mulheres que empreendem são o futuro?

Enquanto os homens focam nos resultados financeiros, as mulheres buscam realização pessoal e profissional. O lado financeiro não é deixado de lado, porém, elas fazem com que suas empresas consigam entregar valores aos seus clientes. Tudo vai além de bons produtos ou serviços, pois elas encontram um significado em seu negócio.

É fato também que as mulheres investem mais em capacitação profissional. Elas já dominam universidades, cursos de graduação e de pós-graduação, MBA e treinamentos. Esse investimento em capacitação torna as mulheres mais preparadas para serem empreendedoras.

Ao mesmo tempo, as mulheres conseguem gerir pessoas com mais habilidade. As pessoas compõem as organizações, portanto, a satisfação delas com os seus respectivos trabalhos reflete diretamente nos resultados de cada organização.

Por fim, as mulheres estão se unindo. Termos como empoderamento, feminismo e sororidade ganham cada vez mais espaço entre elas. A união entre todas promove mais conquistas e uma abertura cada vez maior no mercado de trabalho, com o objetivo de promover a igualdade de gêneros.

Diante desses fatos, constatamos que o empreendedorismo feminino é o futuro. Chegou o momento em que as mulheres vão conquistar mais espaço no mercado empreendedor e disponibilizar ao público produtos e serviços com um significado que vai além da qualidade.

O que levar de lição?

Que tal viver um dia de cada vez? É natural do ser humano encurtar distâncias. Quem vive intensamente o presente consegue amenizar o impacto que cada desafio do empreendedorismo coloca diante de seu caminho.

Os equívocos ao longo de seu trajeto devem ser encarados como aprendizados. Errar é humano e permite que você consiga se aproximar das pessoas e fazer com que seus desejos se tornem realidade, impactando não apenas sua vida, mas a de todos que estão a sua volta.

Apesar de se ver diante de incontáveis responsabilidades e papéis que a sociedade insiste em lhe imputar, você não precisa abrir mão de nada. Tudo vai dar certo, principalmente quando você passa a se conhecer melhor e consegue encontrar o equilíbrio entre as diferentes áreas de sua vida.

E você? Como enxerga o mercado para empreender? Tem o desejo de ter o seu próprio negócio? Deixe seu comentário em nosso post!

Clima organizacional: como evitar conflitos no ambiente de trabalho

Clima organizacional: como evitar conflitos no ambiente de trabalho

Excesso de trabalho e de convívio no escritório faz com que passemos mais tempo com os colegas de profissão do que com nossa própria família. Esse contato diário faz com que criemos laços e relacionamentos que podem resultar em conflitos e discussões — provocando um péssimo clima organizacional.

É fato que as pessoas não pensam igualmente, pois cada uma tem suas crenças, habilidades diferentes, vivências, interesses e valores. Por mais que no ambiente de trabalho encontremos pessoas maravilhosas, sempre há algumas que são mais “tóxicas” que as outras.

Esses indivíduos têm o poder de drenar nossas energias e tornar nosso dia extremamente desagradável. Quer saber como fugir deles e melhorar o clima no seu ambiente profissional?

Confira agora, em 13 dicas, como melhorar o clima organizacional e evitar conflitos no ambiente de trabalho:

1. Evite falar apenas sobre trabalho

Você não imagina o quanto seus colegas de trabalho podem te surpreender positivamente. Apesar de estar no ambiente de trabalho, durante as pausas para café e almoço, evite falar apenas sobre a rotina de vocês no escritório.

Inclua outros temas mais amenos na conversa e descubra gostos em comum. Falar muito sobre a rotina de trabalho dá margens a interpretações equivocadas e fofocas.

2. Tente sempre ser amigável

Um tanto óbvio? Não! A rotina tem o hábito de transformar a maneira como nós nos comportamos socialmente. Com o passar do tempo, no ambiente de trabalho, achamos que as pessoas têm o dom de saber quando estamos de mau humor, cansadas ou estressadas.

Muitas vezes, os outros notam como estamos nos sentindo. Em outras, não. Para evitar conflitos, tente ser sempre amigável. Sorria, dê bom dia e agradeça pelo que for feito por você.

3. Seja uma boa ouvinte

Esse é o princípio de toda boa relação. É muito cansativo tentar conversar com alguém que fala apenas de si, ou que interrompe o que os demais estão falando. Quando seus colegas de trabalho falarem com você, independentemente do assunto, ouça com atenção.

A pressa em responder ou dizer o que pensa pode ser entendida como falta de interesse no que está sendo dito. Demonstre respeito e ouça as sugestões e ideias dos seus colegas atentamente.

4. Demonstre gratidão

Por mais que seja a obrigação de um colega de trabalho, toda vez que ele passar uma tarefa concluída ou o seu encaminhamento para você, agradeça.

Ninguém gosta de estar em um lugar onde a sensação é de obrigação e de ingratidão em relação ao trabalho que é desenvolvido — inclusive você. Demonstre gratidão e agradeça com um sorriso verdadeiro.

5. Seja proativa e ofereça ajuda

Está vendo que um colega de trabalho tem mais dificuldade para concluir uma tarefa, e você tem como ajudar? Seja proativa e ofereça auxílio. Em muitos casos, esse profissional sofre com a timidez e encontra dificuldades em pedir ajuda.

Quando for colaborar nesses casos, seja receptiva e não trate a situação como se estivesse fazendo o maior favor do mundo. Lembre-se de que, no dia seguinte, quem pode precisar de ajuda é você.

6. Resolva os mal-entendidos

Jamais deixe que um mal-entendido fique sem solução. Notou que tem alguém no trabalho que deixou de falar com você? Ou que está te tratando com grosseria e rispidez? Enfrente a situação com calma e muito respeito, chamando o colega de trabalho para conversar e ver como você pode ajudar para melhorar a situação.

Evite que os conflitos se tornem crescentes, eliminando-os já no começo, quando forem identificados.

7. Adapte-se ao estilo do diálogo

Você fala com os seus filhos da mesma maneira que se comunica com os seus gestores ou a sua mãe? Provavelmente não, pois cada pessoa tem uma maneira de entender o que está sendo dito e precisa receber um comunicado de uma forma especial.

Entenda que os seus colegas de trabalho são diferentes e cada um precisa de um estilo de diálogo distinto para que a comunicação seja, de fato, estabelecida. Tenha uma maneira de conversar com cada colega, sem perder a sua essência e opiniões.

8. Afaste-se das fofocas e especulações

Fofocas e especulações? Fuja! Quando alimentamos as fofocas e dizemos coisas negativas sobre o nosso trabalho, ou a respeito das pessoas que fazem parte dele, nós contribuímos para estragar o ambiente profissional — piorando o clima organizacional.

Tudo o que você achar de negativo sobre o seu trabalho, guarde para si e não comente com os demais colegas. É mais seguro e você evita ser envolvida nas fofocas e especulações.

9. Aprenda a aceitar críticas construtivas

A crítica, desde que não seja desrespeitosa, deve ser encarada com atenção e de mente aberta. O que está sendo dito pode ser usado ao seu favor? Pode te tornar uma profissional melhor? Pode aprimorar o seu trabalho? Agradeça e coloque em prática as mudanças necessárias.

Jamais encare esse tipo de crítica como um ataque pessoal ou para te diminuir no ambiente de trabalho.

10. Não direcione sua raiva a alguém

Problemas em casa? O trânsito estava um caos? Hoje não é o seu dia? Controle-se. Se precisar, afaste-se um pouco e vá trabalhar em uma sala mais isolada.

O importante é que o sentimento da raiva não extravase a ponto de atingir seus colegas de trabalho. Eles podem estar tão sensíveis quanto você.

11. Saiba perdoar

Todas nós cometemos erros, portanto perdoar é mais uma etapa do processo. Independentemente da situação, cumpra a sua parte e saiba perdoar. Tire o peso da amargura dos seus sentimentos e sinta-se mais leve.

12. Exponha os seus sentimentos, sempre com bom senso

Tem alguma coisa te incomodando? Não tenha medo de ir lá e resolver. Apenas tenha em mente que os nossos sentimentos podem ser expostos, desde que com bom senso.

Uma crise de choro no escritório não é bem-vista, pois apesar de você ser uma profissional brilhante, isso pode ser visto como descontrole emocional. Se tem algo te chateando, tome frente e encontre uma solução.

13. Avalie o seu comportamento

Os problemas que você enfrenta no trabalho são resultados do comportamento das pessoas tóxicas, ou são por conta da sua própria conduta? Você já parou para avaliar isso? Nossas atitudes resultam em reflexos, portanto devemos estar sempre atentas com a maneira pela qual agimos para não termos, como resposta, atitudes que nos desagradem.

Avalie o seu comportamento e veja como você pode mudar a sua percepção em relação ao seu ambiente de trabalho. A melhora no clima organizacional pode acontecer quando a mudança parte da gente. Evite os conflitos no ambiente de trabalho e tenha dias mais tranquilos para desenvolver suas habilidades profissionais e buscar o seu crescimento na carreira.

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O guia completo para encarar seus medos e alcançar objetivos

O guia completo para encarar seus medos e alcançar objetivos

O medo é um sentimento que está presente na vida de muitas pessoas e que tem poder de deixá-las estagnadas, isto é, sem coragem para mudar. Ele é, com certeza, um dos fatores que impedem uma vida mais feliz.

Na correria do cotidiano, é difícil ter tempo para analisar os receios que deixam os indivíduos paralisados. Pensando nisso, vamos apresentar, neste post, aspectos que vão ajudá-lo a identificar os motivos que geram medo e formas de enfrentar as dificuldades com determinação.

Também serão destacados os tipos de pavor mais comuns, exemplos de superação de problemas relacionados com o medo e a importância da ajuda profissional para vencer as adversidades. Acompanhe:

Por que é importante encarar e vencer os medos

Mudar, definitivamente, não é uma tarefa fácil. Uma das razões é a análise de como nos comportamos diante das diversas situações que enfrentamos no cotidiano. Atualmente, ficar estagnado é um dos fatores que impedem qualquer pessoa de concretizar metas e de melhorar a qualidade de vida.

Muitos têm dificuldades de reconhecer as próprias limitações e de perceber que elas podem estar relacionadas com um sentimento que atinge indivíduos de todas as idades: o medo. O receio de errar, de ser rejeitado e de ouvir críticas atrapalha o processo de amadurecimento e tem consequências no âmbito pessoal e profissional.

Por isso, é fundamental reconhecer a necessidade de buscar alternativas para não deixar o medo tomar conta dos pensamentos e das atitudes diante dos desafios. Dependendo da personalidade, uma pessoa fica paralisada porque não tem coragem de superar a baixa autoestima.

Não ter confiança é uma das razões que tornam o medo tão presente na rotina de tanta gente. Imagine que você vai fazer uma apresentação de um projeto importante no local onde trabalha para a aprovação dos diretores. Você já fica ansioso e nervoso só de pensar nessa situação?

Caso demonstre insegurança durante a exposição do projeto, a diretoria pode considerar que não é um bom momento investir na sua ideia ou que você não é a pessoa ideal para liderar a iniciativa proposta.

Sem dúvida, um profissional que mostra personalidade para enfrentar desafios é mais valorizado em uma instituição. Se você estiver disposto a enfrentar o medo, pode ter uma série de benefícios, como:

  • ter um relacionamento melhor com familiares, amigos e colegas de trabalho;
  • estar mais disposto para enfrentar os desafios do cotidiano;
  • ter mais maturidade para ouvir críticas;
  • apresentar um maior equilíbrio emocional, o que é muito importante em situações complicadas;
  • estar mais aberto a conhecer novas pessoas;
  • possuir uma autoestima mais elevada;
  • conseguir se comunicar melhor e de forma mais assertiva;
  • compreender melhor que as frustrações fazem parte da vida;
  • estar mais disposto a aprender novas habilidades e a obter mais conhecimento;
  • e ser uma referência de bom comportamento para as pessoas com quem convive.

Inegavelmente, não é fácil mudar de um dia para o outro. Deixar o excesso de receio de lado e ser uma pessoa mais dinâmica e feliz exige foco e determinação. Porém, é fácil perceber que ficar prisioneiro do medo não é bom para ninguém.

Se você pretende evoluir, é melhor pensar nas vantagens propiciadas quando encara os desafios de frente. Ter receio de alguma situação é comum, porém, o excesso acaba sendo prejudicial. E isso deve ser combatido o mais rápido possível.

Como identificar o medo

Por falta de autocrítica ou por dificuldade de enfrentar a realidade, muitas pessoas não percebem que sentem medo de maneira efetiva. Isso faz com que fiquem passivas e sem condições de reverter um quadro de grande receio diante de uma determinada situação ou problema.

A 1ª medida para sair da inércia é fazer a seguinte pergunta: de que tenho medo? Falar em público, ficar sem emprego, perder um ente querido e ter dificuldade de educar os filhos são alguns dos fatores que deixam as pessoas preocupadas. Identificar o que gera mais pavor no dia a dia já uma forma de encarar a adversidade e combatê-la.

Outra ação interessante é listar as características pessoais que predominam quando o medo aparece. Timidez, falhas de comunicação, dificuldade de relacionamento interpessoal e autoestima baixa são aspectos que impedem um indivíduo de superar as próprias limitações.

Também é recomendado fazer uma retrospectiva da trajetória pessoal para identificar os receios mais impactantes. Pense nos momentos em que passou por grandes dificuldades e não teve a postura adequada para resolvê-las. Lembre-se de situações constrangedoras que poderia ter evitado caso tivesse mais iniciativa e capacidade de expor o seu ponto de vista.

Se for possível, procure se lembrar de como seu comportou em um momento em que teve medo. Alguns indivíduos ficam paralisados, enquanto outros mostram irritação e dificuldade de agir com maturidade. Muitos tentam ignorar a situação e tentam se distrair com outra atividade.

À medida que você entende o que provoca o medo e percebe como reage diante de situações complicadas, será mais fácil mudar a postura, fortalecer a autoestima e melhorar o relacionamento interpessoal.

Fazer isso sozinho não é fácil, porque exige uma grande capacidade de autocrítica e foco para mudar. Muitas pessoas têm receio de sair do lugar e de encarar novos desafios. É muito mais cômodo deixar tudo como está. Porém, a evolução somente é conquistada com muito esforço e superação.

Os tipos de medos limitantes

Há vários contextos que colaboram para uma pessoa ficar com medo. Nem sempre estar muito preocupado com algo significa problema. Afinal, é da natureza do ser humano expressar sentimentos e querer o bem das pessoas ao seu redor.

Todavia, o pavor não pode ser um aspecto que afete negativamente no desenvolvimento e na qualidade de vida de um indivíduo. Por isso, serão destacados 4 tipos de medo que limitam o progresso das pessoas. Confira:

Autossabotagem

É possível prejudicar a si mesmo por meio de pensamentos negativos que influem no comportamento em vários segmentos da vida? Infelizmente, a resposta é “sim”. Por incrível que pareça, esse tipo de problema também afeta mesmo os que já conseguiram sucesso profissional.

Imagine um grande tenista que já conquistou diversos títulos internacionais e chegou a ser o melhor do mundo. Sem dúvida, é um esportista bem-sucedido e que propicia para os seus familiares conforto e uma situação financeira bem tranquila.

Muitos podem pensar ser um caso em que jamais a autossabotagem pode aparecer. Ledo engano. O desgaste da rotina de treinamentos e de torneios, o fato de ter conquistado o reconhecimento profissional e muitos títulos podem fazer surgir um mal que prejudica muitos profissionais: a acomodação.

Sem perceber, o tenista inconscientemente começa a perder a motivação para treinar com intensidade e a vencer partidas importantes. Eventuais contusões e problemas de cunho pessoal realmente podem afetar o desempenho. Porém, a falta de confiança se torna cada vez mais evidente, possibilitando o surgimento da autossabotagem.

É mais fácil dar desculpas para os problemas do que enfrentá-los de frente. A ausência de coragem para encarar uma barreira limitante também é um fator que contribui para tornar a dificuldade ainda maior.

Medo de errar

Quase todo mundo já ouviu um velho ditado popular: “errando é que se aprende”. Apesar disso, um indivíduo, dependendo da situação, pode ter um receio exagerado de cometer algum equívoco e de decepcionar a si mesmo e as pessoas com quem convive.

Por exemplo: você está se preparando para uma entrevista de emprego e considera muito importante estar num trabalho que fica mais perto de sua casa e que possui uma excelente remuneração. Ou seja, é uma grande oportunidade de melhorar a qualidade de vida da sua família.

Contudo, o nervosismo faz com que cometa, em alguns momentos, erros de português, principalmente, quando está se comunicando oralmente. Só de pensar nesse problema, você começa a ficar com medo de errar.

Caso deixe o pavor tomar conta de você, é bem provável que o desempenho seja ruim na entrevista, porque estará menos confiante e mais propenso a se expressar de forma incorreta. Preparar-se para evitar os erros pode ajudá-lo a superar essa situação com mais tranquilidade.

Medo da mudança

A mudança é sempre um motivo que pode provocar receio nas pessoas. Em alguns momentos, sair da zona de conforto é bastante complicado, porque gera insegurança e preocupação com o futuro. Quando se tem uma visão negativa em relação ao novo, a tendência é ter dificuldades de se adaptar ao cenário que está vindo à tona.

Imagine que você está mudando com a sua família para outra cidade porque a empresa solicitou que trabalhasse em outro local. Com certeza, vai existir uma certa preocupação em relação aos colegas de trabalho, independentemente do cargo. Afinal, será necessário começar do 0 para criar um ambiente no qual se sinta à vontade e satisfeito.

Caso tenha filhos, a situação é um pouco mais delicada. Isso porque precisarão estudar em uma escola nova e fazer novas amizades. Se você e as crianças ficarem inseguros e não entenderem que a mudança é necessária, maiores serão as dificuldades de adaptação à nova realidade.

A resistência ao aceitar o que é novo impede de enfrentar os desafios de frente e de tornar a mudança um fator positivo que contribui para o amadurecimento e para a evolução pessoal e profissional.

Medo de críticas

Ouvir um elogio é muito bom e perceber que o trabalho está sendo reconhecido faz bem para a autoestima. Mas ninguém tem a garantia de que nunca será criticado. Pelo contrário: é comum sermos criticados por nossas atitudes em alguns momentos, independentemente do contexto.

O problema não é a crítica em si, mas a maneira como a pessoa se comporta ao ser contrariada. Muitos têm receios de serem avaliados negativamente, quando apresentam uma ideia ou tomam uma decisão. Essa postura inibe o desenvolvimento de novas ações que podem melhorar a qualidade de vida no trabalho e em casa.

Ficar escondido porque tem medo de ser criticado não leva ninguém a lugar nenhum. Ao adotar esse tipo de comportamento, você ficará acomodado e perderá boas oportunidades de ser uma pessoa melhor e mais produtiva.

Como superar os seus medos e alcançar os seus objetivos

Não é fácil vencer o medo quando esse sentimento cria barreiras que impedem o desenvolvimento e aniquilam algumas oportunidades de conquistar metas e de estar mais feliz consigo mesmo.

Pensando nisso, vamos apresentar 4 fatores que contribuem para você não deixar que o pavor seja um obstáculo para os seus objetivos. Confira:

Desenvolva a autoconfiança

É bom contar com o apoio de amigos e de familiares. Apesar disso, é necessário ter confiança na própria capacidade de enfrentar os problemas e de encontrar soluções que tornem a sua vida mais prazerosa.

Deixar a acomodação de lado é o 1º passo para se livrar da autossabotagem e aumentar a autoestima. Mas de que maneira é possível fortalecer a autoconfiança e não ficar refém do medo? A resposta para essa pergunta está nos itens abaixo:

  • perceber que superar as dificuldades vai te fazer uma pessoa melhor;
  • ter o reconhecimento de amigos, familiares e colegas de trabalho de que possui potencial para vencer as adversidades;
  • notar que pode evoluir a cada dia tanto no aspecto pessoal quanto no profissional;
  • pensar em exemplos de pessoas que enfrentaram grandes desafios e foram bem-sucedidas;
  • e visualizar que a vida pode ser melhor no futuro, caso não deixe que o pavor não paralise as suas atitudes e os seus pensamentos.

Seja honesto e reconheça os seus limites

Todo mundo comete equívocos, mas ninguém gosta de errar. A forma como uma pessoa se relaciona com o erro é fundamental para adquirir mais experiência de vida e ter condições de superar as próprias limitações.

Contudo, muitas pessoas têm medo de errar porque não querem se sentir inferiores ou têm grande dificuldade de conviver com a frustração. Para se livrar desse tipo de temor, é necessário ter em mente que os momentos difíceis são importantes para sermos pessoas melhores.

A recomendação é ter humildade e perceber que o ideal é ser honesto consigo mesmo para reconhecer os próprios limites. Assim, vai compreender que o erro faz parte dos processos de aprendizado e de crescimento.

Ficar se punindo porque cometeu um equívoco não vai te ajudar a vencer o medo de errar. Ao compreender os motivos pelo qual errou, você estará mais preparado para superar as adversidades do cotidiano.

Saia da zona de conforto

Quando a situação está aparentemente boa, muitas pessoas ficam acomodadas. Um bom exemplo disso é um velho ditado popular: “não se mexe em time que está ganhando”. Sair da zona de conforto dá trabalho. Por isso, é comum que muitos indivíduos sejam resistentes a modificações que acontecem nos âmbitos pessoal e profissional.

A 1ª medida para não ter tanto medo de mudanças é entender que elas fazem parte da vida. Outro passo importante é procurar ter uma visão mais positiva e perceber os ganhos que as alterações na rotina podem proporcionar.

Ao estar ciente de que sair de uma situação confortável é uma forma de evoluir, você estará mais apto emocional e mentalmente para enfrentar as mudanças. Hoje, a estagnação é o caminho mais curto para ser consumido pelo medo.

Tenha foco na autocrítica e no amadurecimento

Em casa e no trabalho, a crítica faz parte da convivência com as pessoas. Nem sempre uma pessoa está preparada para ser criticada por uma atitude. Esse tipo de comportamento pode gerar discussões e conflitos que podem provocar sérios problemas de relacionamento.

Como evitar que esse tipo de situação aconteça? Se você está curioso em relação à resposta para essa pergunta, a dica é ler os itens abaixo:

  • entenda que ser criticado é uma maneira de identificar os próprios erros;
  • tenha tranquilidade para perceber que há críticas feitas com fundamento e bom senso;
  • quanto mais receptivo for a um questionamento, mais fácil será compreendê-lo;
  • exerça a autocrítica para perceber que você comete erros e pode melhorar;
  • e tenha maturidade para conviver melhor com os equívocos e as críticas.

Ao ter uma percepção menos negativa dos erros e das críticas, você estará mais propenso a evoluir e não terá tanto medo de ser questionado.

Exemplos práticos para encarar os medos

Você já tem boas informações sobre como enfrentar o medo. Contudo, é interessante conhecer alguns exemplos interessantes de como combater o pavor. Pensando nisso, serão abordadas situações com personagens fictícios, mas que se encaixam perfeitamente na vida real.

Medo de falar em público

O empresário Pedro Paulo, 28 anos, é uma pessoa muito organizada e relativamente calma. Porém, tem pavor de falar em público, mesmo que seja numa reunião com poucas pessoas. Ele está interessado em apresentar um projeto inovador para empresários com quem pretende fazer uma parceria.

Como será possível ter uma apresentação convincente e segura? Neste caso, Pedro Paulo terá que fazer uma boa preparação, dominando o conteúdo e até simulando a apresentação. Conversar sobre esse pavor com amigos, parentes e com um psicólogo também ajuda a superar essa barreira.

Outra opção é fazer um curso de oratória. Uma orientação profissional é bastante positiva, porque ouvir conselhos de uma pessoa experiente em um assunto sempre proporciona bons conhecimentos. Se Pedro Paulo tomar essas medidas, o receio de falar em público será somente uma lembrança do passado.

Medo de dirigir

Nas grandes cidades, o trânsito exige bastante atenção, paciência e tranquilidade. Infelizmente, alguns motoristas não respeitam as leis e dirigem com imprudência e imperícia, provocando acidentes.

Por isso, a universitária Ana Paula, 20 anos, tem muito receio de dirigir, mesmo já tendo tirado a carteira de motorista. Para vencer essa adversidade, é fundamental ter mais autoconfiança e superar os pensamentos negativos.

Além do apoio de pessoas próximas, Ana Paula tem que adotar uma iniciativa importante para vencer essa barreira: dirigir com frequência. Inicialmente, o ideal é estar com alguém de confiança no automóvel para ter mais calma.

Também pode contar com ajuda profissional. O apoio psicológico é essencial para adquirir mais confiança para superar esse problema. Atualmente, há também empresas especializadas em ajudar os motoristas com receio de dirigir.

De que maneira a família pode ajudar quem tem medo

Os familiares têm grande importância na maneira como as pessoas veem o mundo. Uma criança é bastante influenciada pelos pais. Por isso, é importante que a mãe e o pai estejam atentos quando os filhos apresentam medo excessivo de algo.

O diálogo é essencial para entender por que a criança ou o adolescente não se sente à vontade para se relacionar com as pessoas ao redor ou tem uma grande resistência às mudanças que surgem no dia a dia.

No caso dos adultos, os familiares podem ter uma conversa mais franca e mostrar que é necessário ter uma mudança de atitude para o medo não impedir que o parente conquiste os seus objetivos.

Caso o esforço dos pais e de outros familiares não tenha bons resultados, o ideal é procurar a ajuda de um psicólogo. Esse profissional pode ajudar a encontrar os caminhos que permitam uma pessoa a superar os medos e a ter mais qualidade de vida.

A importância de procurar ajuda profissional

Nem sempre é possível resolver algum problema sozinho ou com a ajuda de familiares e de amigos. Dependendo da situação, uma ajuda profissional pode ser a melhor alternativa para compreender por que o medo, em algumas ocasiões, é tão paralisante.

No caso do psicólogo, a pessoa é estimulada a analisar a trajetória pessoal e a identificar os fatores que provocaram o excesso de receio de enfrentar certas dificuldades, como conviver com a frustração e a dificuldade de aceitar críticas.

Às vezes, as pessoas ficam inseguras para falar abertamente dos problemas, mesmo quando conversam com alguém de grande confiança. Ao receber uma ajuda qualificada, fica mais fácil abordar situações que geram um grande desconforto. Isso acontece porque o indivíduo está em um ambiente reservado e com um profissional que está disposto a ouvi-lo e a compreendê-lo.

Além disso, terá um acompanhamento mais efetivo, o que permite verificar como a pessoa está enfrentando as dificuldades ao longo do tempo. Assim, terá mais condições de conhecer as razões que provocam o medo e de identificar alternativas para combatê-lo de forma mais rápida e eficiente.

Se houver esforço e dedicação, a terapia vai ajudar na busca pelo autoconhecimento. Sem dúvida, isso vai contribuir para exercer a autocrítica e adotar medidas que tenham bons resultados contra o excesso de pavor.

Para os que desejam alcançar objetivos e melhorar a qualidade de vida, uma boa dica é entrar em contato conosco. Isso pode ser feito pelo site ou pelo e-mail. Estamos à disposição para atendê-lo e para ajudá-lo a ser melhor a cada dia!

Coaching, Terapia e Mentoring: qual a diferença?

Coaching, Terapia e Mentoring: qual a diferença?

As exigências do mundo moderno têm colocado diante de nós uma série de dificuldades que atrapalham o nosso raciocínio e, principalmente, a nossa capacidade de adaptação. Somos bombardeados frequentemente com informações vindas de todos os lados e não conseguimos processá-las na mesma velocidade em que elas chegam.

Enfrentamos problemas em casa, lidamos com obstáculos no trabalho e ainda temos que encontrar um tempo para organizar o nosso interior.

Em meio a esta confusão, três áreas ligadas ao desenvolvimento pessoal e profissional se destacam: coaching, terapia e mentoring. Cada uma possui suas próprias características e métodos de ação, sendo indicadas para casos específicos.

A dúvida é: como saber qual das três devo buscar diante das dificuldades que enfrento? É isto o que você vai aprender neste artigo. Coaching, Terapia e Mentoring — saiba o que são, suas características e muito mais! Boa leitura!

1. Coaching

O conceito de coaching vem dos Estados Unidos. Neste país, ele sempre foi utilizado na área de esportes, visando a criação de atletas de alto rendimento. Dentro desse contexto, os treinadores (conhecidos como coaches) tinham a função de identificar as habilidades de cada um dos estudantes para guiá-los rumo à excelência no esporte.

Esse tipo de acompanhamento foi visto como algo benéfico para os estudantes. Depois de um tempo, as universidades enxergaram nesse tipo de trabalho a oportunidade para preparar melhor os estudantes para as avaliações e o mercado de trabalho. Nasciam assim os coaches com foco em profissionais.

Atualmente, a profissão se encontra em um patamar mais evoluído. Ela já abrange outras aplicações e tem destaque em áreas voltadas para carreiras, empreendedorismo e educação financeira. O trabalho dos coaches se dá com base nos objetivos de cada um dos seus clientes.

Digamos que Amanda, 30 anos, formada em marketing, deseja ser dona do seu próprio negócio. Ela pode buscar um coach para compartilhar seu objetivo. Caberá a ele pesquisar todas as habilidades necessárias para que Amanda consiga se transformar em uma empreendedora de sucesso.

Juntos, Amanda e seu coach estabelecerão as metas para que eles consigam trabalhar juntos. No caso do profissional de coaching, ele tem como objetivo guiar a pessoa rumo à realização de seus objetivos. Entre suas demais ações, ele poderá indicar cursos, definir etapas que precisam ser cumpridas e até mesmo ajudar no planejamento do negócio.

O papel do coach é maximizar o seu potencial. Durante o desenvolvimento de coaching, ele busca em você todas as ferramentas necessárias para que os seus objetivos sejam alcançados por meio do autoconhecimento.

Sendo assim, podemos afirmar que o coaching não é restrito somente a uma determinada área, como a carreira profissional. Ele também atua diretamente em setores como o financeiro, relacionamento com a família e outros mais.

1.1. Nichos de coaching

O coaching é dividido em dois tipos: self coaching (com foco em necessidades pessoais) e executive ou business coaching (com foco nas necessidades corporativas e empresariais). Dentro destes segmentos, o coaching ainda pode ser ramificado para uma série de nichos, conforme veremos a seguir.

Nichos do coaching pessoal:

  • coaching familiar;
  • coaching de relacionamento;
  • coacing integral;
  • coaching financeiro;
  • coaching esportivo;
  • coaching de emagrecimento;
  • coaching de nutrição;
  • coaching de inteligência emocional.

Nichos do executive ou business coaching:

  • coaching corporativo;
  • coaching para concursos públicos e vestibulares;
  • coaching de carreira;
  • coaching financeiro com foco em negócios;
  • coaching in company;
  • coaching de performance;
  • coaching de comunicação;
  • coaching de liderança;
  • coaching para empreendedores.

1.2. Benefícios pessoais e profissionais do coaching

Veja a seguir quais são os principais benefícios que o coaching promove tanto no campo pessoal quanto no profissional.

1.2.1. Desenvolvimento pessoal e profissional

O principal objetivo do coaching é promover o desenvolvimento pessoal e profissional de cada um de nós. Para que isto seja possível, ele resgata no interior das pessoas as ferramentas necessárias para vencer os obstáculos e superar os desafios.

1.2.2. Elevação da felicidade e da realização

A partir do momento em que encontramos dentro de nós mesmos as soluções para os problemas, conseguimos alcançar níveis mais altos de felicidade e de realização. Isto ocorre porque deixamos de acreditar que as soluções se encontram nos outros, nas coisas e no tempo. Passamos a ser mais autossuficientes.

1.2.3. Conquista do autoconhecimento e autodesenvolvimento

Esse é o caminho do autoconhecimento, que é o conhecimento de um indivíduo sobre si. Por meio dele, aprendemos quais são os nossos pontos positivos, o que pode ser melhorado, habilidades e limites.

Chegar a esse estágio de conhecimento permite outro benefício, que é o autodesenvolvimento. Nele, aprendemos a utilizar as nossas ferramentas internas para buscar o nosso crescimento como pessoa e profissional.

1.2.4. Equilíbrio e inteligência emocional

Outro benefício adquirido por meio do coaching é o equilíbrio e a inteligência emocional. Deixamos de ter aqueles acessos de raiva, preocupação, ansiedade ou tristeza. Isto ocorre devido ao fato de termos conseguido aprender mais sobre os nossos sentimentos e como abrandá-los de uma forma segura e eficaz.

1.2.5. Quebra de crenças limitantes

As crenças limitantes também ficam para trás. Elas são aquelas armadilhas mentais que julgam tudo o que está a nossa volta, muitas vezes nos impedindo de tomar uma atitude e associando isso ao medo de que dê errado.

1.2.6. Alinhamento entre valores e missões de vida

O alinhamento da vida começa com a definição pessoal de quais são os próprios valores, a ética, o propósito de vida e a missão de cada um. Embora isto possa parecer simples, ainda há quem tenha dúvidas sobre como agir e utiliza “modelos prontos” para seguir, como a atitude de um amigo ou familiar.

1.2.7. Novas competências e aprimoramento de habilidades

A autodescoberta promovida pelo coaching permite que as pessoas descubram novas competências e aprimorem as habilidades que já possuem. Diante da falta de incentivo das pessoas que estão ao nosso redor, deixamos muitas vezes de investir em nós mesmos por acharmos que não seremos capazes de fazer algo. Esse incentivo, agora, virá de dentro.

1.2.8. Melhora na qualidade de vida e bem-estar

Com todos os benefícios citados até agora, podemos confirmar que o coaching proporciona uma melhora na qualidade de vida e bem-estar. A frequência daqueles conflitos que antes arrancavam noites de sono é drasticamente reduzida.

1.2.9. Diminuição do estresse e das cargas negativas

Sem os conflitos que antes dominavam a sua mente, o estresse e as cargas negativas vão desaparecendo. A mente fica mais tranquila e bem resolvida a partir do momento em que você se conhece e sabe quais são as suas qualidades e defeitos.

1.2.10. Aumento da congruência interna e externa

Outro benefício do coaching é o aumento da congruência interna e externa, ou seja, o discurso e o pensamento passam a ser mais próximos da atitude. Esse alinhamento é extremamente importante para que a consciência fique tranquila e os passos dados rumo ao sucesso na vida pessoal ou profissional sejam feitos em segurança, harmonia e consciência.

1.2.11. Melhora na autoestima e autoconfiança

A união de fatores como o autoconhecimento, autodesenvolvimento, equilíbrio e inteligência emocional promove uma melhora significativa na autoestima. Em vez de se comparar com os outros, você passa a enxergar os demais a partir da sua experiência. A consequência disso é o aumento na autoconfiança, processo responsável por despertar em si a segurança necessária para tomar as atitudes certas nos momentos ideais.

1.2.12. Melhora no controle das emoções

O controle das emoções também é outro benefício proporcionado pelo coaching. Antes de julgar o outro ou explodir em um ataque de nervos, você será capaz de avaliar a situação de maneira mais criteriosa e pensará: vale a pena? A resiliência surge como consequência.

1.2.13. Aumento da flexibilidade e adaptação a mudanças

Quem se conhece bem consegue ser mais flexível e adaptável em relação às mudanças. Isto ocorre devido ao fato de você ter mais segurança em relação a si. Uma mudança de ambiente ou uma plateia lotada não acarretarão mais em uma paralisante insegurança.

2. Mentoring

Mentoring é um termo em inglês que dá nome a uma ferramenta de desenvolvimento profissional que funciona por meio de um processo de transposição de conhecimento.

Esse processo ocorre com a ajuda de um mentor, que estimulará o desenvolvimento de um profissional que esteja em situações como o início de carreira, nova posição na empresa e até mesmo em uma nova organização.

O mentor, em muitos casos, se encontra dentro da mesma empresa para o qual o outro profissional já trabalha. Nela, ele ocupa um cargo superior. Seu trabalho funciona como um tipo de espelho, onde o funcionário projeta o próprio crescimento.

Dessa forma, cabe ao profissional seguir os passos do próprio mentor ou contar com a ajuda da área de Recursos Humanos para ser orientado e tomar a melhor decisão.

O mentoring surgiu por causa da transformação constante do mercado de trabalho, que exige cada vez mais conhecimentos para que os profissionais consigam se sobressair.

O mercado está acirrado e exige dos profissionais cada vez mais do intelecto deles. O fato é que a busca por conhecimento requer tempo, determinação e, na maioria dos casos, dinheiro. Muitos conhecimentos são obtidos em sala de aula, por meio de cursos de especialização e MBA.

Esse tipo de exigência abriu um novo espaço no mercado, apresentando uma ajuda mais eficaz para superar os desafios e promover o desenvolvimento de cada indivíduo. Surgiu aí o trabalho do mentor, que é o apoio nas horas difíceis.

É importante frisar que o trabalho do mentor é o mesmo de um orientador, ou seja, não se trata de consultoria ou de coaching. O mentor direciona o conhecimento de seus orientandos para um determinado assunto direto ao foco.

2.1. Nichos de mentoring

Conforme vimos anteriormente, o foco do mentoring se dá no campo profissional de cada indivíduo. O trabalho do mentor tem como objetivo compartilhar o conhecimento necessário para que cada profissional consiga superar desafios, enfrentar dificuldades e ter uma visão futura a respeito da própria carreira.

2.2. Benefícios pessoais e profissionais do mentoring

Como o foco do mentoring é o campo profissional, não podemos determinar quais são os benefícios pessoais. Isto pode variar de pessoa para pessoa. Sendo assim, veja a seguir quais são os benefícios profissionais do mentoring.

2.2.1. Agilidade na aprendizagem

O primeiro benefício do mentoring é o ganho em agilidade na aprendizagem. A atuação de um mentor permite que os profissionais aprendam mais rapidamente, principalmente por meio da prática e da vivência no dia a dia.

2.2.2. Rapidez na adaptação de novos colaboradores

Novos colaboradores, como recém-contratados, transferidos, trainees e até estagiários conseguem se adaptar com maior rapidez. Isso ocorre porque esses profissionais recebem a ajuda e as orientações necessárias para tal.

2.2.3. Retenção no conhecimento tácito

Independentemente de ele ser técnico ou institucional, trata-se do conhecimento que não consta nos registros formais da organização, em normas escritas e manuais. É aquele conhecimento que está enraizado na mente de alguns poucos colaboradores.

Se eles saem da empresa, quem será o responsável por transmitir esse conhecimento adiante? Por isso que o trabalho do mentor é importante, pois ele será o responsável por repassar essas informações que, muitas vezes, são valiosíssimas.

2.2.4. Manutenção e melhor aproveitamento de talentos

Estamos diante de um ponto crítico para as organizações que atuam em mercados com escassez de talentos. A ajuda de um mentor facilita a manutenção e o melhor aproveitamento dos profissionais, evitando que eles saiam por motivos, muitas vezes, banais.

2.2.5. Desenvolvimento de lideranças

O mentor, geralmente, ocupa a posição de líder. Ele pode dar o exemplo para os seus mentorados e fazer com que eles o sigam, aprendendo as técnicas de liderança. Outro benefício é que o mentor coloca os seus orientandos em contato com outros líderes, o que facilita o networking. No futuro, um novo líder também poderá se transformar em mentor.

2.2.6. Geração ou aumento de redes de colaboradores

A colaboração que existe entre mentores e orientandos em torno de determinados temas, por exemplo, pode fomentar a criação de uma rede poderosa que vai trabalhar em prol dos objetivos específicos da companhia. Esse trabalho em equipe gera e aumenta mais ainda a rede de colaboradores.

2.2.7. Ganho de eficiência nos processos de ascensão profissional e de sucessão

Diante do conhecimento acumulado e da experiência na organização e na própria carreira, os mentores que ocupam elevados níveis hierárquicos são capazes de preparar outros profissionais para ascenderem na companhia. Isso evita a contratação de pessoas de fora, que muitas vezes não estão familiarizadas com a cultura da empresa.

2.2.8. Suporte para processos de mudança

Algumas companhias sentem a necessidade de mudar aspectos relacionados aos seus processos e cultura organizacional. Nós sabemos que nem todos os profissionais conseguem ver as mudanças com bons olhos, portanto há a necessidade de alguém liderar esse processo.

Surge aí o papel do mentor, que consegue disseminar uma nova cultura ou novos procedimentos. Ele faz isso com a confiança necessária para transmitir aos demais segurança e motivação para que todos possam replicar isso adiante.

2.2.9. Facilitação do desenvolvimento de uma cultura de diversidade

Faz parte do trabalho do mentor a facilitação do desenvolvimento de uma cultura de diversidade, principalmente em relação aos indivíduos pertencentes a grupos minoritários como etnia, orientação sexual e outros.

Vale lembrar que as mulheres também são consideradas como membros de um grupo minoritário, pois ainda convivemos em um mundo machista onde as oportunidades entre os gêneros não são igualitárias. O apoio de um profissional de mentoring pode ajudar diminuir isto.

2.2.10. Redução de custos com treinamento e desenvolvimento

Tendo em vista que a aprendizagem se dá na vivência, a empresa que possui um mentor consegue reduzir custos com treinamentos. Da mesma forma, o orientando não se vê mais obrigado a buscar fora do ambiente de trabalho os cursos de capacitação para alcançar um novo posto ou ser promovido. Ele aprende tudo com o seu mentor.

2.2.11. Aumento da produtividade

A consequência de tudo o que colocamos acima é o aumento da produtividade, pois o profissional passa a trabalhar com mais foco e com a ajuda de um líder que indica os melhores passos a serem dados.

3. Terapia

A palavra terapia tem sua origem na Grécia antiga, originando-se de “thaerapia” — que significa “servir a Deus”. Seu objetivo sempre foi o de estabelecer, internamente, o bem-estar emocional, sentimental, psíquico e espiritual.

No contexto atual, a terapia se caracteriza como um conjunto de práticas psíquicas, corporais e espirituais cujo objetivo é o de promover a harmonia da saúde de cada indivíduo. Trata-se de uma ferramenta que visa diminuir e/ou erradicar o sofrimento e a interpretação equivocada em relação aos eventos que ocorrem nas diferentes esferas da vida (pessoal, profissional, emocional e relacionamentos).

A terapia promove, por meio de um mergulho em si mesmo, o autoconhecimento. Quem consegue se conhecer profundamente tem uma melhor autoaceitação, o que resulta em mais felicidade e serenidade para conseguir superar os desafios que a vida apresenta.

2.1. Nichos da terapia

Veja a seguir quais são os tipos de terapia e um pouquinho sobre cada um deles:

  • psicanálise: tipo de terapia criada por Freud, onde o paciente deita no divã e tem total liberdade para falar sem filtros. Indicada para quem tem problemas crônicos de personalidade ou que deseja conhecer suas camadas mais profundas;
  • jungiana: a análise do paciente ocorre por meio dos sonhos, onde o analista encontra as respostas para todos os incômodos. Nesse tipo de terapia, utiliza-se também caixa de areia, miniaturas e outros recursos que apontam para o que se deseja encontrar;
  • lacaniana: não possui uma pauta prévia e o analista consegue perceber, durante um bate-papo, todas as respostas para a compreensão dos problemas;
  • cognitivo-construtiva: a análise parte não somente do que você fala ou faz, mas também da avaliação do papel do sistema nervoso central;
  • analítico-comportamental: tipo de terapia que monitora e modifica as relações entre o paciente e o ambiente. Atua com reforços positivos visando a mudança de comportamentos que atrapalham a vida;
  • cognitivo-comportamental: terapia que pretende modificar os pensamentos disfuncionais, que são aqueles que só atrapalham — “não sou capaz de fazer isso”;
  • gestalt-terapia: o paciente é avaliado com base no meio em que vive, ou seja, amigos, familiares e colegas de trabalho, bem como suas atitudes. A terapia, aqui, é focada no presente;
  • psicodrama: tipo de terapia que é feita em grupo, estimulando a encenação dos problemas. Depois disso, todos discutem como cada um se sentiu no processo. Por meio da externação dos problemas, fica mais fácil enxergar os problemas;
  • EMDR: terapia que faz o paciente simular o movimento que seus olhos têm durante o sono profundo. Quando isto ocorre, o cérebro reconstitui o caminho das memórias ruins e dos eventos traumáticos.

2.2. Benefícios pessoais da terapia

A terapia consegue dar a um indivíduo uma nova perspectiva acerca de um problema ou momento difícil, direcionando-o a uma solução. Ele passa a ser capaz de compreender melhor a si mesmo e também seus objetivos pessoais, bem como valores.

O autoconhecimento promove o desenvolvimento de habilidades com o intuito de melhorar os relacionamentos interpessoais, diminuindo os conflitos. A terapia também ajuda as pessoas a superar doenças como a depressão, ansiedade ou um transtorno alimentar.

Entenda a diferença entre coaching, mentoring e terapia

Para sintetizarmos as diferenças entre essas três esferas do desenvolvimento humano e profissional, vamos condensar as informações a seguir?

O coaching pode ter foco no pessoal e/ou no profissional. Ele ajuda o indivíduo, por meio do autoconhecimento, a encontrar, dentro de si, as respostas para os seus problemas para que possa atingir seus objetivos. O profissional de coach também pode acompanhar alguém em sua carreira ou jornada durante um empreendimento.

O mentoring é voltado para a área profissional, onde o mentor transmite seus conhecimentos com o objetivo de fazer com que o indivíduo se desenvolva em uma área específica. É o tipo de aprendizagem baseado no dia a dia, na vivência que cada um tem.

Já a terapia é feita por profissionais da área da saúde que, por meio de técnicas, ajudam o paciente a buscar o autoconhecimento e resolver seus conflitos internos.

Agora que você entendeu a diferença entre coaching, mentoring e terapia, nós a convidamos para entrar em contato com Silvia Pahins, coach e mentora para mulheres que desejam entrar em ação para empreender suas vidas e negócios. Saiba como isso pode te ajudar!